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Estranho e bom. Saiu o novo disco do ótimo The Black Lips, o que tem a melhor capa de 2020

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Banda estranha e cool que a gente adora, o versátil The Black Lips é mais um nome envolvido na onda de lançamentos oficiais desta sexta-feira.

O grupo indie do indie norte-americano solta hoje “Sing in a World That’s Falling Apart”, o primeiro deles em três anos, sucessor do bom “Satan’s Graffiti or God’s Art?”.

Este novo projeto é o de número 9 de estúdio da turma de Atlanta e registra pela primeira vez em gravações o guitarrista Jeff Clarke e o baterista Oakley Munson.

** Nunca é demais lembrar que este “Sing in a World That’s Falling Apart” tem a melhor capa de 2020.

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Wire esbanja vigor em novo disco “leve”. Ouça “Mind Hive”, o primeiro dos ingleses em três anos

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A veterana banda inglesa de pós-punk WIRE continua esbanjando vigor e energia mesmo com mais de quatro décadas de história. Nesta sexta, eles soltaram o bem bom “Mind Hive”, o disco de número 17 na carreira.

“Mind Hive” é também o primeiro álbum do Wire em três anos e é puxado por singles elogiados, casos de “Primed & Ready” e “Cactused”.

Junto com este disco, o Wire fará uma turnê mundial que começa por Bristol na próxima segunda-feira, dia 27 de janeiro. No total, são 9 faixas novinhas, com uma pegada mais “fresh”.

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Por um mero detalhe, Cage the Elephant regrava faixa de abertura do último disco. O detalhe se chama Iggy Pop

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Pense bem. Você faz parte de uma banda legal tem uma música bem foda. Esta música é a de abertura de um disco seu, bom também, indicado ao Grammy. E você resolve regravar essa música por um simples motivo: o Iggy Pop quer fazer parte.

Foi isso o que aconteceu com “Broken Boy”, a canção que abre os trabalhos do disco “Social Cues”, lançado pelo Cage the Elephant ano passado, indicado na categoria “Best Rock Album” da premiação badalada, que também vai premiar o Iggy Pop.

A mudança nem foi tão brusca. A base segue a mesma, mas agora com a voz histórica de Iggy, que disse que adora a vibe de “viver o Rock’n’roll” que o Cage the Elephant tem. “Por um par de minutos divertidos eu fui um desses caras”, disse o gênio.

A nova versão é esta aí.

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Mr. Dallas Green na área: City and Colour é a primeira atração confirmada das Lolla Parties

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Uma das melhores expectativas do Lollapalooza, depois que se divulga o lineup (claro), é sobre quais os shows sairão do gigante Autódromo de Interlagos para os clubinhos de SP e outras cidades. São as famosas Lolla Parties.

E a primeira delas acaba de ser confirmada de forma oficial: o CITY AND COLOUR vai tocar no Cine Joia, dia 31 de março. Os ingressos serão vendidos a partir de terça-feira que vem, dia 28 de janeiro, ao meio-dia. O rolê vai se estender ainda para 1º de abril, no Opinião, em Porto Alegre, e no dia 3 de abril, no Circo Voador, no Rio de Janeiro, estes com ativação da galera do Queremos.

O projeto capitaneado por um dos seres mais integrantes do indie moderno, o grande Dallas Green. Grupo definido por um amigo como “para se ouvir e chorar no escuro”, o City and Colour é famoso por sua base de fãs fiéis mundo afora, com o Brasil incluído.

Os shows no Brasil serão da turnê mundial do disco “A Pill for Loneliness”. Mais informações sobre as outras Lolla Parties serão divulgadas em breve, informa a organização.

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Katie Crutchfield anuncia para março o novo álbum do Waxahatchee. Ouça a ótima “Fire”

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Parece, o indie em 2020 será dominado pelas mulheres. Não bastasse o festival GRLS! com uma pegada toda voltada para o universo feminino, misturando Kylie Minogue, Iza e painéis de discussão, tem ainda a volta da Fiona Apple à cena com um disco novo e turnê armada, como falamos aqui mais cedo. Além disso tudo, vai ter disco novo da Waxahatchee.

Para quem não é familiarizado ainda com o nome complexo, o Waxahatchee se resume ao projeto musical da Katie Crutchfield, que há uns anos escrevi que era uma garota mais indie do que eu e você. Alguns dos motivos: ela é do Brooklyn, o que já dá um bom número de indie-credit. O nome da sua banda é muito incomum. Ela lançou a primeira música do Waxahatchee em fita cassete. Daí fez o primeiro disco, “American Weekend”, no quarto da casa dos pais dela, no Alabama. Bedroom singer-songwriters que faz bedroom records, dizem sobre a moça, que gosta de fazer shows com uma camiseta escrita “PJ Harvey” desde o começo da carreira. Seu som é comparado ao velho Throwing Muses, a banda feminina mais indie que já existiu. Serve?

Pois bem. Katie está armando para o dia 27 de março o lançamento de “Saint Cloud”, seu novo álbum de estúdio que ela gravou no versão passado em Tornillo, no Texas, e finalizou em Nova York, com produção de Brad Cook.

O projeto terá 11 canções novas no total, entre elas o primeiro e ótimo single, “Fire”, disponível abaixo.

Saint Cloud – Tracklist
01 Oxbow
02 Can’t Do Much
03 Fire
04 Lilacs
05 The Eye
06 Hell
07 Witches
08 War
09 Arkadelphia
10 Ruby Falls
11 St. Cloud

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