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Está preparado? Pré-venda para shows do Radiohead no Brasil começa neste final de semana

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Antes da virada do fim do ano, a indiezada brasileira tem ainda um importante evento para enfrentar: a venda de ingressos para os shows do Radiohead no país, que acontecerão na segunda quinzena de abril, antecipados há tempos por aqui, embora uma galerinha duvidasse. Hehe.

Para o show de São Paulo, marcado para 22 de abril, no Allianz Parque, a pré-venda abre à 0h01 da madrugada de amanhã (sexta) para sábado. Já para a apresentação no Rio, dia 20 de abril, no Parque Olímpico, a pré-venda também começa neste sábado, mas às 10h.

Terão direito à pré-venda clientes Ourocard, do Banco do Brasil. E ainda assim há divisão. Os horários citados acima estarão abertos para clientes Ourocard Black, Infinite, Nanquim, Platinum Estilo e Grafite. Já para os demais, se inicia às 0h01 de sábado para domingo (São Paulo) e às 10h de domingo (Rio).

A venda geral para o show de São Paulo começa na madrugada de terça para quarta-feira (20 de dezembro), às 0h01. Para o show do Rio, às 10h. Tudo isso pela livepass.com.br.

Abaixo, os preços dos ingressos. Sempre lembrando que, dependendo da movimentação, há a possibilidade de um segundo show em SP.

RADIOHEAD no Rio de Janeiro
Local: Parque Olímpico
Data: 20 de abril de 2018
Setores e preços
Pista – R$380,00
Pista meia-entrada – R$190,00
Lounge – R$800,00 (Incluso Finger food, cerveja, água, refrigerante)

RADIOHEAD em São Paulo
Local: Allianz Parque
Data: 22 de abril de 2018
Setores e preços
Pista 1 – R$700,00
Pista 1 meia-entrada – R$350,00
Pista 2– R$360,00
Pista 2 meia-entrada – R$180,00
Cadeira Sul – R$420,00
Cadeira Sul meia-entrada – R$210,00
Cadeira Oeste/ Leste – R$470,00
Cadeira Oeste/ Leste meia-entrada – R$235,00
Cad. Superior – R$260,00
Cad. Superior meia-entrada– R$130,00

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Ao vivo é ainda melhor: veja uma session deliciosa do Sparks em Nova York

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O ano de 2017 foi importante para o Sparks, duo criativo e talentoso de art-rock vindo dos Estados Unidos, que botou no mercado seu primeiro disco de inéditas em quase uma década.

O bom “Hippopotamus” é o 24º álbum da carreira dos irmãos Ron e Russell Mael, que voltaram à cena nos últimos anos após gravarem um álbum especial com o Franz Ferdinand, que rendeu até alguns shows especiais pelo mundo.

O disco novo, com 15 faixas e puxado pelos singles “What the Hell Is It This Time?” e “Edith Piaf (Said It Better than Me)”, foi mostrado pelo duo em recente session na WFUV, rádio pública localizada nos arredores de Nova York. Ao vivo, fica ainda mais delicioso de ver o Sparks em ação.

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Muitas lendas envolvidas. Iggy Pop e Jarvis Cocker se unem para reeditar canção de Nick Cave

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Duas lendas da música se reuniram para reeditar uma canção de outra lenda. A mistureba toda envolve a dupla Iggy Pop e Jarvis Cocker, que se reuniram para regravar “Red Right Hand”, do Nick Cave. Apenas.

A canção é trilha da série Peaky Blinders, que vai ao ar na BBC 2 desde 2013 e é baseada no dia a dia da gangue de mesmo nome, que vive em Birmingham.

A cada temporada, a trilha da série, esta do Nick Cave, ganha uma releitura. A versão dessa nova é de total responsa, então, e pode ser ouvida abaixo.

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Cópias em vinil do disco maléfico, raro e destruído do Prince reaparecem na internet para venda. Custa 20 mil dólares a última

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Um dos projetos mais misteriosos da história do pop, “Black Album”, o disco maléfico e destruído do Prince, voltou a ganhar os noticiários. A história básica que envolve o álbum é a de que o astro norte-americano mandou destruir todas as 500 mil cópias prensadas daquele que pintou como a “resposta black” ao conceitual “White Album”, dos Beatles. São várias as versões da decisão excêntrica de Prince.

Uma delas foi a de que houve um desacordo na estratégia de distribuição. Prince gostaria de divulgar o trabalho, que tem 8 canções, de um jeito inovador para a época (1987), enviando as cópias em segredo para as lojas e sem identificação evidente nas embalagens. Sua gravadora, a Warner, teria não concordado e soltou a obra identificada.

A outra versão é a de que Prince teve uma “revelação espiritual” e que, a partir dela, considerou o álbum “maléfico”. Os exemplares em vinil foram recolhidos das lojas e destruídos. Simples assim. Mas, claro, sobrou uma cópia aqui e outra ali.

Algumas delas ficaram com Jeff Gold, dono do site Recordmecca e ex-executivo da Warner. Ele contou que recebeu um contato de um ex-funcionário da gravadora, que disse ter encontrado cinco cópias. Três delas foram parar no Recordmecca para venda. As duas primeiras foram vendidas por 15 mil dólares. Existe mais uma, a última, no valor de 20 mil dólares. Topa?

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Em show solo, Thom Yorke mostra duas músicas inéditas. Em uma delas, ele diz que é uma pessoa muito rude

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Yorke foi acompanhado pelos seus parceiros Nigel Godrich e Tarki Barri. As fotos são de Michelle Shiers

Com passagem marcada para o Brasil ano que vem, quando o seminal Radiohead vem ao país para dois (ou três) shows, Thom Yorke tirou esse restinho de ano para fazer alguns shows solo ao lado de seus parceiros Nigel Godrich (produtor) e Tarki Barri (artista audiovisual).

Um deles rolou na noite de ontem, no Fonda Theatre, em Hollywood, e teve como novidades duas músicas inéditas: “Saturdays”, que ainda não apareceu na internet, e a sugestiva “I Am A Very Rude Person”.

Yorke ainda mostrou pela primeira vez ao vivo a faixa “Two Feet Off The Ground”, utilizada em um desfile da marca Rag & Bone há alguns anos. Os registros podem ser conferidos abaixo.

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