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CENA & POPLOAD SESSION & POPLOAD TV apresentam… JUSTINE NEVER KNEW THE RULES

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OK, o título de apresentação desta Popload Session mistura instáncias e está meio confuso, haha. Mas é mais ou menos isso. Eu ainda ia botar a vinheta do Bananada (explico abaixo), mas deixa…

Dentro da CENA e via a novíssima Popload TV, a Popload Session bota para tocar abaixo a nova banda Justine Never Knew the Rules, quarteto de Sorocaba que comunga da cartilha shoegaze, bastante significativa para o indie da cidade do interior paulista. O grupo foi um dos destaques da programação da semana do Bananada 2017 e aproveitou a trip para tocar em Uberlândia, MG, que nem é no Centro-Oeste, mas já que estão por aqui… Entre outros festivais, a banda toca em São Paulo no Dia da Música, em junho, e no festival Circadélica, de Sorocaba, em julho.

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O JNKTR lançou seu primeiro disco, “Overseas”, no final do ano passado, e comparece a esta session da Popload com duas faixas dele: “16” e “Just Like Yesterday”.

Então vamos. Senhoras e senhores, com vocês… JUSTINE NEVER KNEW THE RULES.

** O JNKTR é Bruno Fontes, Marcel Marques e Maurício Barros, que se revezam em guitarra e baixo e cantorias, e Gabriel Wiltemburg, que senta à bateria.

** As fotos do Justine Never Knew the Rules, deste post e da chamada na home da Popload, são de Marceli Marques.

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CENA – Brvnks chama o “Harry” para uma despedida. Veja o novo vídeo

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* Outra integrante da rica e plural cena indie goiana, a ótima banda Brvnks parece já ter fincado seu nome na música independente brasileira graça a apenas um EP lançado no ano passado. Graças a “Lanches”, disquinho de quatro músicas tão urgentes e poderosas, que remetem a um lo-fi americano anos 90, sua vocalista, Bruna Guimarães, a Brvnks, 20 anos, já se mudou de mala e guitarra para São Paulo, onde o grupo se apresenta ao vivo mais uma vez nesta quinta-feira, amanhã.

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O show, na Barra Funda, dentro do projeto Budweiser Basement e com noite pilotada pelo selo faz-tudo Balaclava, marca a ida do Brvnks em direção ao seu primeiro álbum, que deve começar a ser gravado agora, para estar pronto até final de março, começo de abril. A apresentação de amanhã em SP deve ser uma despedida de palcos do quarteto e da “fase goiana” deles até o disco de estreia.

Ainda para encerrar o “ciclo do EP”, o Brvnks lança hoje, aqui na Popload, o vídeo de “Harry”, música do “Lanches”, feito oficial após uma session em ação do festival Locomotiva, de Piracicaba, interior paulista. Nesse vídeo ao vivo, o Brvnks traz uma versão mais acelerada e estendida de “Harry”, inclusive com outros arranjos. Ficou assim a nova “Harry”.

* “Harry”, o vídeo, foi gravado em apenas um take durante a passagem da banda por Piracicaba, em Dezembro. Tem produção de Luciano Benetton. A captação de imagens é de Thiago Altafini e Urgência Filmes. A de áudio, mais a mixagem, de Massimo Matta, do Estúdio LabSound.

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CENA – O vídeo paulistano da banda carioca Bilhão

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* “Mar de Vapor”, uma andança da dupla carioca Bilhão pela praia de São Paulo, mais exatamente na Praça da Bandeira, no Centro, é o mais novo vídeo da banda, apresentado aqui, agora, pela Popload. “Em que praias você anda, em que lugares você nada” é o mote da delicada canção, extraída do álbum de estreia, homônimo, do ano passado, lançado pelo selo Balaclava Records.

Já o festival Balaclava Apresenta Conexão Rio/SP, que acontece no próximo final de semana em São Paulo, escalou o Bilhão para também brilhar em seu evento. O Bilhão se apresenta no dia 21, no Centro Cultural, na Vergueiro.

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O Bilhão é formado por Felipe Vellozo (em cima) e Gabriel Luz (acima), figurinhas conhecidas na esperta cena indie atual do Rio de Janeiro. Felipe toca também com Mahmundi e na banda Séculos Apaixonados. Gabriel é da Crombie, de Niterói.

O vídeo de “Mar de Vapor” está abaixo:

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CENA – Far From Alaska vai gravar novo disco nos EUA. E a Popload conversou com a Cris Botarelli

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Em meio a tantas nomenclaturas que a música hoje oferece, o incrível Far From Alaska, banda barulhenta vinda incrivelmente do Rio Grande do Norte, terra do maior festival indie do mundo (atente-se a adjetivos e superlativos da CENA), prefere não se render aos rótulos e se define como uma “banda de rock”. E é para manter este espírito do rock vivo que o grupo potiguar viajará até os Estados Unidos em alguns dias – mais precisamente dia 21 de janeiro – para gravar seu aguardado disco novo.

A boa nova não para por aí. Quem ficará encarregada de produzir e conduzir o trabalho é nada menos que a experiente Sylvia Massy, que receberá a banda brasileira em seu estúdio, na cidade de Ashland, no estado de Oregon, de onde os integrantes da banda prometem bastante interação com os fãs para falar de todo o processo de trabalho, que será full time e deve durar tipo um mês.

Sylvia tem no currículo trabalhos com bandas e artistas tipo Foo Fighters, Sonic Youth, Blur, Red Hot Chili Peppers e até, veja bem, Prince e Johnny Cash. Pouco, hein?

Antes do Far From Alaska viajar e ficar mais perto do Alaska (sério!!!), a Popload bateu um papo breve e delícia com a Cris Botarelli, uma das vocalistas e responsável pelas viagens sonoras do sintetizador e lap steel marcantes do grupo. Cris falou da expectativa das gravações, da volta do grupo aos Estados Unidos e, claro, da CENA indie Brasil hoje, cada vez mais internacional.

FFA2Fotos FFA: André Peniche

O Far From Alaska curtiu seu primeiro rolê internacional para shows no início do ano passado. Como foi a experiência e quais são os projetos para fora do país daqui pra frente?
Cris FFA – Foi demais! A gente tinha essa dúvida se o FFA seria uma banda interessante na gringa, se chamaria atenção das pessoas ou se seria mais uma banda de rock x. Isso porque a gente entende que o rock nos EUA, por exemplo, é como se fosse o samba no Brasil, nasceu lá, é lendário, cultural, grandes nomes surgiram e fazem parte do imaginário popular deles. Então, a gente achava que íamos encontrar um público difícil, mas não mesmo. A galera curtiu bastante o que viu, foi bem aberta a escutar e se entregaram ao show mesmo sem conhecer a banda. Na França do mesmo jeito, público atento e inclusive dançante! Melhor cenário impossível! Foi muito massa isso porque deu um gás novo pra gente, uma vontade doida de sair tocando nossos rock crazy por aí e é exatamente o que estamos planejando fazer. Conquistar mais 24 territórios e um à nossa escolha (haha jogadores de WAR entenderão).

Como surgiu a escolha da Sylvia Massy para trabalhar no novo álbum?
Cris FFA – Estávamos à procura de alguém para produzir nosso álbum há um tempão, mas a gente confessa que de forma meio preguiçosa, porque escolher um nome assim sem conhecer, ainda mais gringo, é complicado. A gente é meio hippie nesse sentido, tinha medo de “não rolar a vibe”! Por um amigo em comum dela com o nosso empresário Thiago Endrigo, acabamos esbarrando no nome da Sylvia e foi amor à primeira escutada! Primeiro porque ela é mina, segundo porque ela é maravilhosamente maluca, gosta muito de experimentação, assim como a gente, e, sei lá, bateu. Ficamos surpresos que ela aceitou fazer nosso disco diante de tanta coisa irada que ela já fez e é isso aí, vamos nessa!

060116_sylviaSylvia Massy será a responsável pela produção do novo álbum do grupo de Natal

Que tipo de pegada vocês esperam para este novo disco? Vocês já partem para o exterior com uma ideia moldada ou, quando as gravações começarem, podem rolar mudanças no meio do caminho?
Cris FFA – Dessa vez a gente se preocupou um pouco mais em compor mais canções, sabe? Essa coisa de conseguir tocar a música no violão no meio do luau e ser legal também? A gente não tinha tanto isso no primeiro, era mais riffão, grito e taca-lhe pau! Continua com tudo isso, mas as melodias estão mais legais, acho. E sim, a gente está indo sabendo exatamente o que quer, não tem como, o FFA é muito obsessivo nas composições, mas vamos pensar juntos lá no melhor jeito de chegar nesse resultado.

O FFA tem uma sonoridade peculiar, pesada, mas incrivelmente balanceada pela suas vozes femininas super bem colocadas. Como você tem visto essa “invasão” cada vez maior de meninas vocalistas em bandas de rock no Brasil?
Cris FFA – A gente acha que tá pouco, queremos mais bandas de meninas. Mais, mais, mais e mais. Quando tiverem muitas, aí a gente vai querer mais ainda, porque né, nunca é demais haha. Tem macharada demais já!

Esta parece ser uma época de proliferação da CENA alternativa no país, com cada vez mais bandas, gente engajada, selos, espaços para shows (até improvisados) e fortalecimento de festivais. Você acredita que pode estar ocorrendo, mesmo que em doses gradativas, uma pequena revolução no indie brasileiro? E o que falta para a CENA se fortificar de vez na sua opinião?
Cris FFA – Sim, acho que as ferramentas estão finalmente estabelecidas da forma mais democrática possível (internet, streaming, etc) e isso só tem ajudado o indie a crescer e se proliferar e se profissionalizar também.

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CENA – Os melhores discos nacionais de 2016

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* Nunca sofri tanto para escolher dez discos nacionais para uma votação. Acho que nunca tinha passado de cinco votos convictos em anos anteriores. Melhorou em 2015. Mas minha lista de álbuns queridos indies (ou correlatos) de 2016, agora sim, essa tem ou teria pelo menos 15 discos. Ou 20, para ser mais justo.

Isso é uma mostra da grande produção da música nacional em 2016, seja com produção caseira ou de garagem, ou com galera independente botando a mão em estúdios mais profissionais, ou construindo seus próprios estúdios, ou tendo apoio de empresas com dinheiro ou instrumentação, ou com alguma ajuda de “gente grande” da indústria de música que, com a escassez de um mainstream decente, olha para a iniciativa alternativa com olhos de sobrevivência. É a CENA da qual falamos e defendemos.

Junta tudo isso à cavalar quantidade de bandas e artistas bons, ao surgimento de muuuuitos lugares para tocar, a todos os festivais bacanas no Brasil inteiro, às conexões internacionais, às conexões internas das cenas que pensam local e agem global, ao crescimento absurdo de gente-que-faz que atua nos bastidores ou, digamos, fora do palco, dando o movimento necessário à CENA.

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Pedi a ajuda de um conselho de notáveis da música independente nacional para dar um panorama dos melhores discos de 2016: o incansável e multiarticulador Fabrício Nobre, que bota a cena para correr desde o fim dos anos 90, quando ela nem mesmo existia. A sempre incrível Ana Garcia, um dos pilares indie do Nordeste e dona de um dos festivais mais charmosos do país. A importantíssima Roberta Martinelli, talvez hoje o maior canal de veiculação do indie nacional que temos. O Mancha Leonel da genial Casa do Mancha, onde tudo começa e cresce e volta. Os brothers de longa data Marcelo Costa, Alexandre Matias e os irmãos Dias (Urbanaque), atentíssimos soldados do jornalismo independente. O inacreditável Fernando Dotta, que de dois anos para cá cumpre, e bem, todas as funções da cadeia musical alternativa. Outra incansável do indie nacional faz tempo, a Katia Abreu, que sabe todos os caminhos indies e até ajudou a instituir aqui o Dia da Música. O “new entry” e inquieto (uma grande qualidade indie) Vinicius Felix também participa.

Enfim, nesse caldeirão de votos e citações, estabeleci quais seriam um Top 10 GERAL do indie nacional em 2016, baseado em: número de votos e a posição dos discos no ranking de preferência dos votantes. E deu isso aqui como OS MELHORES DISCOS DE 2016.

1. BaianaSystem – “Duas Cidades”

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2. Céu – “Tropix”

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3. O Terno – “Melhor do Que Parece”

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4. Rakta – “III”

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5. Carne Doce – “Princesa”

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6. Mahmundi – “Mahmundi”

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7. Mano Brown – “Boogie Naipe”

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8. Metá Metá – “MM3”

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9. Sabotage – “Sabotage”

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10. Tássia Reis – “Outra Esfera”

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OS VOTOS DE CADA UM

Lúcio Ribeiro – Popload

1. FingerFingerrr – “MAR”
2. Rakta – “III”
3. Cupin – “Cupin”
4. Mano Brown – “Boogie Naipe”
5. Carne Doce – “Princesa”
6. M O O N S – “Songs of Wood & Fire”
7. Não ao Futebol Moderno – “Vida Que Segue”
8. Brvnks – “Lanches”
9. O Terno – “Melhor do Que Parece”
10. Inky – “Animania””

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Ana Garcia – festival No Ar Coquetel Molotov

1. Rakta – “III”
2. BaianaSystem – “Duas Cidades”
3. Brvnks – “Lanches”
4. Carne Doce – “Princesa”
5. Lê Almeida – “Todas as Brisas”
6. Negro Léo – “água batizada”
7. Vitor Araújo – “Levanguiã Terê”
8. Larissa luz – “Território Conquistado”
9. Kalouv – “Planar sobre o Invisível”
10. Luziluzia – “1/3 (Concerto para Caixas Pequenas)”

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Marcelo Costa – ScreamYell

1. BaianaSystem – “Duas Cidades”
2. Wander Wildner – “A Vida É uma Toalha Estendida num Varal”
3. Vitor Araújo – “Levaguiã Terê”
4. Céu – “Tropix”
5. Wado – “Ivete”
6. The Baggios – “Brutown”
7. Serena Assumpção – “Ascensão”
8. Metá Metá – “MM3”
9. Fernanda Abreu — “Amor Geral”
10. O Terno – “Melhor do Que Parece”

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Roberta Martinelli – “Cultura Livre” (TV Cultura) e “Som a Pino” (Rádio Eldorado)

1. Céu – “Tropix”
2. BaianaSystem – “Duas Cidades”
3. Douglas Germano – “Golpe de Vista”
4. O Terno – “Melhor do Que Parece”
5. Metá Metá – “MM3”
6. Mahmundi – “Mahmundi”
7. Mano Brown – “Boogie Naipe”
8. Sabotage – “Sabotage”
9. Tatá Aeroplano – “Step Psicodélico”
10. Tássia Reis – “Outra Esfera”

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Fernando Dotta – Balaclava Records

1. Terno Rei – “Essa Noite Bateu com um Sonho”
2. Bilhão – “Bilhão”
3. Mahmundi – “Mahmundi”
4. Ombu – “Pedro”
5. Kill Moves – “No Rewind”
6. Ale Sater – “Japão””
7. M O O N S – “Songs of Wood & Fire”
8. Não ao Futebol Moderno – “Vida Que Segue”
9. Brvnks – “Lanches”
10. Carne Doce – “Princesa”

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Fabrício Nobre – A Construtora Música e Cultura e Festival Bananada

1. O Terno – “Melhor do Que Parece”
2. Walverdes – “Repuxo”
3. Bruna Mendez – “O Mesmo Mar Que Nega a Terra Cede à Sua Calma”
4. The Baggios – “Brutown”
5. Barro – “Miocardio”
6. Mahmundi – “Mahmundi”
7. Autoramas – “O Futuro dos Autoramas”
8 – Carne Doce – “Princesa”
9 – Muñoz – “Smokestack”
10 – Rakta – “III”

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Mancha Leonel – Casa do Mancha

1 – Céu – Tropix
2 – Baiana System – Duas Cidades
3 – Carne Doce – Princesa
4 – O Terno – Melhor do que parece
5 – Catavento – Cha
6 – Hierofante Púrpura – Disco Demência
7 – Meta Meta – MM3
8 – Tagore – Pineal
9 – Mahmundi – Mahmundi
10 – Juliana Perdigão – Ó

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Alexandre Matias – Trabalho Sujo

1. Céu – “Tropix”
2. BaianaSystem – “Duas Cidades”
3. Serena Assumpção – “Ascensão”
4. Tatá Aeroplano – “Step Psicodélico”
5. Rakta – “III”
6. Douglas Germano – “Golpe de Vista”
7. Sabotage – “Sabotage”
8. O Terno – “Melhor do Que Parece”
9. Mano Brown – “Boogie Naipe”
10. João Donato – “Donato Elétrico”

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Família Dias, Urbanaque

01. Mahmundi – Mahmundi
02. Mano Brown – Boogie Naipe
03. O Terno – Melhor Do Que Parece
04. Metá Metá – MM3
05. Bruno Souto – Forte
06. BaianaSystem – “Duas Cidades”
07. Bruna Mendez – “O Mesmo Mar Que Nega a Terra Cede à Sua Calma”
08. Rael – “Coisas do Meu Imaginário”
09. Selton – “Loreto Paradiso”
10. Lay – “129129”

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Katia Abreu – diretora artística do Dia da Música

1. Carne Doce – “Princesa”
2. III – “Rakta”
3. BaianaSystem – “Duas Cidades”
4. Iará Rennó – “Arco e Flecha”
5. Tássia Reis – “Outra Esfera”
6. Tagore – “Pineal”
7. Baleia – “Atlas”
8. Hurtmold & Paulo Santos – “Curado”
9. Barro – “Miocardio”
10. Francisco, El Hombre – “Soltasbruxa”

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Vinicius Felix – editor do Red Bull Música

1. Metá Metá – “MM3”
2. Sabotage – “Sabotage”
3. Mahmundi – “Mahmundi”
4. BaianaSystem – “Duas Cidades”
5. Rashid – “A Coragem da Luz”
6. Tássia Reis – “Outra Esfera”
7. Carne Doce – “Princesa”
8. Rico Dalasam – “Orgunga”
9. Bruno Souto – “Forte”
10. Bruna Mendez – “O Mesmo Mar Que Nega a Terra Cede à Sua Calma”

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