Cópias em vinil do disco maléfico, raro e destruído do Prince reaparecem na internet para venda. Custa 20 mil dólares a última

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Um dos projetos mais misteriosos da história do pop, “Black Album”, o disco maléfico e destruído do Prince, voltou a ganhar os noticiários. A história básica que envolve o álbum é a de que o astro norte-americano mandou destruir todas as 500 mil cópias prensadas daquele que pintou como a “resposta black” ao conceitual “White Album”, dos Beatles. São várias as versões da decisão excêntrica de Prince.

Uma delas foi a de que houve um desacordo na estratégia de distribuição. Prince gostaria de divulgar o trabalho, que tem 8 canções, de um jeito inovador para a época (1987), enviando as cópias em segredo para as lojas e sem identificação evidente nas embalagens. Sua gravadora, a Warner, teria não concordado e soltou a obra identificada.

A outra versão é a de que Prince teve uma “revelação espiritual” e que, a partir dela, considerou o álbum “maléfico”. Os exemplares em vinil foram recolhidos das lojas e destruídos. Simples assim. Mas, claro, sobrou uma cópia aqui e outra ali.

Algumas delas ficaram com Jeff Gold, dono do site Recordmecca e ex-executivo da Warner. Ele contou que recebeu um contato de um ex-funcionário da gravadora, que disse ter encontrado cinco cópias. Três delas foram parar no Recordmecca para venda. As duas primeiras foram vendidas por 15 mil dólares. Existe mais uma, a última, no valor de 20 mil dólares. Topa?

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