“Eu posso chorar, eu posso rir, eu posso me matar aqui mesmo” – Morrissey em BH

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Foto: Marcus Desimoni/UOL

* Morrissey abriu ontem sua temporada brasileira, com o show de Belo Horizonte que era para ser em Porto Alegre mas não foi.
Como se suas boas músicas de carreiras solo não fossem suficientes para consolidarem uma boa performance, ele (é a primeira coisa que o “povo” quer saber), tocou seis músicas dos Smiths.

Relatos dão conta de que ele estava de bom humor, aparentando alegria, menos rancoroso “à la Morrissey”, como aconteceu em sua última apresentação morna, na Argentina, pelo que deu para ver ao vivo via internet.

“Vocês querem escolher a próxima canção?”, perguntou Morrissey a certa altura do show, ouvindo de volta em berros um “Yes” uníssono, seguido de vários nomes de canções dos Smiths em som bagunçado.

“Mas vocês não vão poder”, zoou os mineiros, paulistas que foram para BH, gaúchos que perseguem o ídolo e o tradicional número de adoradores gringos que não perdem um show dele.

Ou seja. Um show do Morrissey intenso do tipo dos que, quando acontecem, marcam por muito tempo.

* SETLIST – Morrissey em BH
First Of The Gang To Die
You Have Killed Me
Black Cloud
When Last I Spoke To Carol
Alma Matters
Still Ill
Everyday Is Like Sunday
Speedway
You’re The One For Me, Fatty
I Will See You In Far-Off Places
Meat Is Murder
Ouija Board, Ouija Board
I Know It’s Over
Let Me Kiss You
There Is A Light That Never Goes Out
I’m Throwing My Arms Around Paris
Please, Please, Please Let Me Get What I Want
How Soon Is Now?

Bis:
One Day Goodbye Will Be Farewell