Girl in Red, tal qual Billie Eilish, já tem seu documentário. Do seu tamanho

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* Uma das coisas que os fãs mais reclamam no bedroom pop é que os protagonistas dificilmente saem do quarto e não tem histórias boas para contar. Ou qualquer história para contar.

Mas a talentosa Marie Ulven, a garota por trás do fenômeno Girl in Red, sem querer comparar mas já comparando uma espécie de “Billie Eilish europeia”, resolveu facilitar a vida de seus adoradores, principalmente adoradoras. Por tudo o que ela representa. Inclusive com sua música.

A despeito de ainda ter 22 anos e portanto e naturalmente não ter uma vida cinematográfica cheia, Ulven fez um documentário de 11 minutos bem simpático explicando o gelo onde nasceu e vive e pode ter influenciado na música que faz. Aproveitou para mostrar a mãe, o amiguinho alma-gêmea, o cachorro. Falou da carreira, tour, da questão forte de mental health, de sua homossexualidade. Sempre com bastante consciência do que quer ou escolheu ou foi levada a ser. Tem uma alma firme ali dentro da Girl in Red.

O doc., uma ação em conjunta com o Spotify, é uma tentativa de ampliar a empatia geral sobre ela, porque além da música boa a garota tem uma personalidade muito forte que deve pautar o assunto pop nos próximos meses, principalmente porque agora no fim de abril sai seu álbum de estreia, “If I Could Make It Go Quiet”. Ulven, que já saiu do armário e tem muito a falar/apoia/espelhar para menininhas sobre isso, também saiu do quarto, agora. Girl in Red definitivamente está de saída para o estrelato.

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