Nevermind 30 Anos – Fetusborg desconstrói “Territorial Pissings”, Alê Gliv simplifica “Polly”

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* Duas versões especiais para o especial da Popload nos 30 anos do histórico “Nevermind”, segundo e inesperadamente revolucionário álbum do Nirvana, lançado em setembro de 1991.

A primeira traz o punk hop Flavio Juliano com seu projeto eletrônico Fetusborg, desconstruindo a já paranóica “Territorial Pissings”, com elementos visuais.

Para Fetus, o Nirvana apareceu em sua vida quando ele morava nos EUA e viu a première do vídeo de “Smells Like Teen Spirit”. “Fiquei vidrado na TV com aquele vídeo. Foi um evento para mim e para meus irmãos. Mas eu fiquei naquilo, porque ouvia mesmo hip hop, na época. Na volta ao Brasil fiz uma banda com meu amigo Ricardo Cifas, a FingerFingerr. Cifas é muito fã de Nirvana, o que acabou influenciando muito no som da nossa banda”, lembra.

A segunda versão é curiosamente caseira e também uma “descomplicação” de uma banda de tantas camadas como o Nirvana, feita em uma sentada no computador pelo historiador e músico Alê Zampieri, o capitão do programa Gliv Rocks, parceiro da Popload TV. Alê Gliv faz sua reinterpretação para “Polly”, outro clássico do “Nevermind”, romântico e sinistro.

“Nirvana me remete à pasta de revistas com o máximo de informações possíveis que eu tive e está guardada até hoje. Às fitas em VHS gravadas da MTV com cada aparição: vídeos nas estreias no ‘Ponto Zero’, apresentações ao vivo, entrevistas e até mesmo propagandas e vinhetas ligadas à banda. E, claro, eu com toda aquela carga emocional na época já deveria ter previsto que ‘A’ banda daquela geração e favorita da minha vida, óbvio, não poderia ir muito mais longe do que foi. Parece que era a peça final dos elementos de tristeza e insatisfação com a vida tão presentes na música do Nirvana. Ironicamente (ou não) músicas que me fizeram. e ainda me fazem, muito feliz”, dá seu depoimento o cara do Gliv Rocks.

Vamos às versões:

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