Popnotas – Billie Eilish mulherão. Rage Against Pussy Riot. Warpaint no seriado. A nova boa do Twenty One Pilots

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– Nem todo mundo entende muito que o Rage Against The Machine odiava a máquina capitalista e não um outro tipo de máquina. Por isso, talvez se assustem quando seus antigos integrantes se manifestam politicamente. Tom Morello, provavelmente o antigo integrante da banda mais ativo, se uniu com as russas “revolucionárias” do Pussy Riot para uma música. “Weather Strike”, nas definições da Nadya Tolokonnikova, uma das ativistas da banda, é sobre imaginar um futuro onde o sistema de segurança não dependa mais da violência policial.

– As meninas do Warpaint andavam sumidas, né? Sem novidades desde 2016, se você não contar trilha sonora de podcast como novidade e um cover de Gang of Four para coletânea, elas voltaram com um single para uma série da HBO chamada “Made for Love”. “Lilys” é uma música feita antes da pandemia, ainda que finalizada à distância. Detalhe: a ideia da banda nem era soltar a música nem meio que ter feito ela. A canção nasceu de experimentos. Mas a HBO gostou, a gravadora curtiu. A gente aprovou também.

– Talvez o Twenty One Pilots nem seja muito para a gente aqui, embora as apresentações ao vivo do duo sejam bem divertidas. Mas o negócio é que Tyler Joseph e Josh Dun são queridos da galera e, sim, estamos curiosos por esse “Scaled and Icy”, o disco novo, o sexto dos jovens adultos de Ohio, que sai agora no fim de maio. Esse “desclaimer” todo serve também para falar que gostamos de “Choker”, segundo single do vindouro álbum novo. No mesmo dia em que eles lançam o disco, 21 (twenty-one) de maio, eles promovem a primeira live da banda na pandemia. Os ingressos, 20 doletas, podem ser comprados aqui.

– O fim de semana trouxe uma Billie Eilish “diferente”, polêmica diríamos. A gente já viu pelo último single-vídeo-fotos que a menina tímida que explodiu mundialmente fazendo seu primeiro disco trancada em seu quarto mudou, agora a caminho do segundo disco, que sai dia 30 de julho. O álbum novo já entrega na foto da capa e em seu nome, “Happier than Ever”, que a fase é outra, mais feliz, de enfrentamento, querendo dizer que Billie se diz pronta a encarar seus fantasmas, que não são ou eram poucos. Principalmente o da vergonha de seu corpo. Depois que o mais recente single-vídeo, “Your Power”, surgiu para mostrar uma poderosa Billie Eilish loira californiana sozinha à beira de um penhasco sem medo de uma cobra gigante, a internet caiu neste final de semana quando chegaram às redes algumas imagens dela feitas para um ensaio de capa da próxima edição da “Vogue” britânica de junho, que é lançada agora em maio. Billie mulherão, olhando para a frente, botando o fim na imagem da menininha (ela “já” tem 19 anos, né?) caseira cuja melhor amiga era uma aranha de estimação. “Eu não estou me deixando mais ser uma propriedade”, disse Eilish na entrevista que acompanham “as fotonas”. “Mostrar o seu corpo e sua pele, ou escolher não fazer nada disso, não deveria tirar nenhum respeito de você.”

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