Show do ano? Já pode voltar de novo, Franz Ferdinand!!

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* É quase um crime contra o seu próprio prazer se um grupo como o Franz Ferdinand toca em sua cidade, perto de você, e você não vai porque já viu a banda “várias vezes”.

Pois lá estava a banda de Alex Kapranos tocando pela SÉTIMA vez em São Paulo, no Espaço das Américas, mesmo lugar que na semana passada recebeu o Queens of the Stone Age e perto de onde, amanhã, vai ter o Flying Lotus (Áudio Club). Existe amor e shows em SP.

Mas voltando ao FF. Não tem muito erro em gastar uma terça-feira besta assistindo uma banda animada tocando um caminhão de hits velhos com gás de hit novos, misturando com músicas novas bem boas, diante de uma plateia tão animada quanto, em apresentação que foi singelamente aberta pelos assombrosos Boogarins, excelente banda de Goiânia que já tocou mais na gringa do que no Brasil (Mas estamos aqui para corrigir isso). Que aperitivo incrível para o Franz Ferdinand.

Como eu sou suspeito para falar de FF, Kapranos, Take Me Out, Escócia, Reino Unido, Glasgow e principalmente tudo junto, convidei meu amigo Alexandre Zampieri para contar aqui, com sua nobre “sobriedade musical”, o que ele achou de ver o Franz Ferdinand MAIS UMA VEZ. Parece que tanto eu como ele já estamos esperando a turma do Kapranos por aqui no ano que vem.

Junto com o texto do Zampieri, vão vídeos do show de ontem mais fotos sempre espertas do poploader Fabricio Vianna.

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“Kapranos e cia. subiram ao palco para tentar (e conseguir) provar por que ainda
merecem (e muito) serem vistos e revistos em sua já sétima passagem por aqui. Da ‘ação certa’ no início até o final ‘incendiário’, com quatro álbuns no aleatório e muitos singles para
distribuir ao longo do show, sobrou até um tempo para arriscar um recente b-side (‘Erdbeer Mund’, cantada em alemão pelo guitarrista Nick McCarthy).

Como trunfo no quesito novidade, várias faixas do bem bom último disco (‘Right Thoughts Right Words Right Action’). Apesar de terem tocado algumas delas meses antes do lançamenteo
em sua última visita no Lollapalooza de 2013, agora devidamente conhecidas e absorvidas pelos fãs elas funcionaram ao vivo de um modo muito melhor.

Mas melhor ainda funcionaram os grandes hits radiofônicos como ‘Take Me Out’, ‘Do You Want To’ e
‘Walk Away’, puxando ainda mais para cima a empolgação de uma galera já bastante empolgada.

Também estavam lá o momento ‘Todos se abaixem e pulem juntos na hora certa’ (mas de Slipknot ao The Hives, acho que tem muita banda fazendo isso) e aquele já clássico instante apoteótico
de bateria e percussão feita pelos quatro integrantes da banda em ‘Outsiders’. Que, se não era inédito, ainda definitivamente faz um bom estrago.

Exatamente como o Franz Ferdinand em si. Que, repetindo, se não era uma atração inédita, ainda definitivamente faz um bom estrago.”

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