Em 1975:

Popnotas: O livro-feed da Billie Eilish, 1975 cancela o que já estava cancelado e o Ty Dolla Sign fazendo “Smells like Teen Spirit”. Por que não?

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– Lançado em maio de 2020, “Notes on a Conditional Form”, do The 1975, é um álbum que deve ter marcado a quarentena de muita gente. A banda inglesa tinha planos de uma turnê que obviamente não saiu do papel e anunciou ontem que vai cancelar agora a série de shows planejada e já até vendida para 2021.  O 1975 sairia em tour pela Europa em fevereiro, chegando a Londres em julho. Not!  “Estes são tempos incrivelmente difíceis para muitas pessoas, e até que possamos ter certeza de que seremos capazes de fazer shows de uma forma segura para nossos fãs e equipe decidimos que o melhor é cancelar nossa turnê para que, sempre que possível, todos possam ter seus ingressos reembolsados ​​mais cedo ou mais tarde”, diz a nota da banda. Pelo visto, o novo velho álbum deles ficará sem sua tour, já que na mesma info do cancelamento eles aproveitam para avisar que vão aproveitar esse descanso para escrever o próximo disco.

Billie Eilish vai lançar um livro. Não estamos falando de um autobiografia precoce, mas é quase. Esse livro que leva seu próprio nome é uma coleção de centenas de fotos inéditas do período da sua infância até os dias atuais. É tipo um feed de Instagram mais bem organizado, mas em papel e com uma capa boa. Junto com um livro também será lançado um audiobook com histórias inéditas da vida pessoal e profissional de Billie. Sai na gringa no dia 11 de maio.

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–  Mistura de rapper com cantor de R&B, o figuraça californiano Ty Dolla Sign é maluco por Nirvana e por Kurt Cobain, todo mundo já sabe disso. Dolla tem até um Cobain tatuado na perna, para você ver o nível. Para completar, nesta semana ele botou em seu twitter um vídeo do ano passado com ele no estúdio fazendo um cover de “Smells like Teen Spirit”, com ele na guitarra. Começou ali sozinho até que sua banda se uniu ao som e pá. Veio a homenagem número 1.238.465 de “Smells like Teen Spirit”, sempre bom e curioso quando quem faz o tributo é alguém que milita em ouuuuutro gênero musical. Daí tiramos o tamanho do que foi a passagem de Kurt Cobain e de seu Nirvana por este mundo.

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Quarentena faz Matty Healy, do 1975, conversar com seus ídolos. E transformar isso em podcast

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* Mais um quarentenado em estúdio, Matty Healy, do queridinho grupo britânico The 1975, lançou nesta semana uma série de podcasts em parceria com a revista inglesa “The Face”, que um dia foi a melhor revista do mundo. Como parte de um “take over” do magazine, Matty faz uma série de bate-papos legais com seus heróis musicais.

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Com uma turminha “bem sussa”, ele tem convidados como Bobbie Gillespie (Primal Scream), Kim Gordon (Sonic Youth), Stevie Nicks (Fleetwood Mac), Conor Oberst (Bright Eyes) e Brian Eno, entre outros.

Nas conversas desde seu estúdio em Oxfordshire, Matty troca experiências sobre a influência das drogas e religião, a obrigação de produzir novas músicas enquanto o mundo está parado, novas obsessões, cultura pop e mais. Bem legal para quem arranha no inglês.

O 1975 está prestes a finalmente lançar “Notes on a Conditional Form”, que já teve seu lançamento adiado duas vezes. Do disco novo, já conhecemos algumas músicas e sabemos que conta com as participações da incrível FKA Twigs, da fofíssima e bela Phoebe Bridgers e até outras mais inusitadas como da ativista Greta Thumberg e do pai de Matty, o ator Timothy Healy.

* Bobby Gillespie and Matty Healy in conversation

* Kim Gordon and Matty Healy in conversation

* Stevie Nicks and Matty Healy in conversation

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* As fotos para este post, a acima e a da home da Popload, são de Jordan Curtis Hughes.

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O 1975 gosta da América e a América gosta do 1975, decreta a banda inglesa no programa do Corden

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Grupo que mantém a tradição de Manchester em exportar música para o mundo, o 1975 tem investido cada vez mais em seus rolês pelos Estados Unidos.

O grupo de Matty Healy apareceu bem de boa na noite de ontem no programa do James Corden, na CBS, para mostrar a boa “I Like America & America Likes Me”, som bem apropriado para o momento da carreira dos britânicos.

A canção faz parte do discão “A Brief Inquiry into Online Relationships”, lançado ano passado. Transitando super bem entre o indie e o pop, o 1975 tem emplacado diversos hits, tipo “Sincerity Is Scary”, “It’s Not Living (If It’s Not With You)” e “TOOTIMETOOTIMETOOTIME”.

A apresentação no Corden pode ser conferida abaixo.

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Bombando na América, The 1975 toca a boa “It’s Not Living (If It’s Not With You)” em rede nacional

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O cada vez mais big The 1975 aproveitou a semana de intervalo dos seus shows no Coachella para dar um pulo no programa do James Corden. Por lá, além de uma entrevista, eles tocaram ao vivo o single “It’s Not Living (If It’s Not With You)”.

O grupo britânico lançou ano passado o ótimo “A Brief Inquiry into Online Relationships” e Matty Healy falou sobre a inspiração no Jamiroquai para o novo cenário dos shows e citou “Notes on Conditional Form”, novo disco que eles já estão trabalhando em estúdio e devem lançar no no final do ano.

O 1975 fez recentemente show elogiado no Lollapalooza por aqui e tem emplacado diversos hits, tipo “Sincerity Is Scary”, “It’s Not Living (If It’s Not With You)” e “TOOTIMETOOTIMETOOTIME”, do disco lançado em novembro.

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Atração do Lolla Brasil do ano que vem, 1975 bota seu terceiro disco na praça

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Uma das dezenas de atrações do Lollapalooza Brasil, o 1975 lança nesta sexta-feira seu terceiro álbum, “A Brief Inquiry Into Online Relationships”.

O grupo liderado pelo distinto Matty Healy tocará em Interlagos no primeiro final de semana de abril e tem levantando a bandeira da música de Manchester, ainda que seja com “menos guitarras”.

O novo projeto é puxado pelos singles “Sincerity Is Scary”, “It’s Not Living (If It’s Not With You)” e “TOOTIMETOOTIMETOOTIME”, que já estão tocando com grande frequência na gringa.

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