Em a perfect circle:

Inspirado em R.E.M. e prestando homenagens ao Bowie e ao Prince, A Perfect Circle solta mais uma do primeiro disco deles em 14 anos

>>

160418_perfectcircle2

Supergrupo de “metal alternativo” que nasceu de uma costela do Tool e é guiado pelo malucão Maynard James Keenan, o A Perfect Circle prepara para sexta-feira agora, 20 de abril, o lançamento de “Eat the Elephant”, seu primeiro álbum de estúdio em 14 anos.

Lembro que certa vez eu entrevistei o Keenan por telefone, para falar de um disco novo do Tool. Era estratégia de divulgação da gravadora e eu falei: “Beleza, vamos nessa”. A entrevista durou cravados 60 segundos. Ele só respondeu com “yes”, “no” e “Don’t want to talk about it” e acabou comigo dando “Tchau” e ele desligando o telefone sem se despedir. Tenho a gravação disso até hoje, acho.

Keenan esteve recentemente no BBC Rock Show e por lá conversou um pouquinho mais com o Daniel P. Carter e aproveitou para lançar o novo single, “So Long, and Thanks For All the Fish”, que presta uma single homenagem a personalidades da cultura pop que já morreram, entre elas David Bowie, Gene Wilder e Prince.

O líder do grupo também contou que uma das inspirações para a faixa foi o “sarcasmo natural” do R.E.M. na clássica “It’s the End of the World as We Know It (And I Feel Fine)”.

>>

Atrações do Lollapalooza Brasil: A Perfect Circle tocando "Imagine" do John Lennon e Cake fazendo "War Pigs", do Black Sabbath

>>

* Duas bandas que aparecerão ao vivo no Brasil no ano que vem, dentro da programação recém-divulgada do Lollapalooza 2013.
O supergrupo de “metal alternativo” A Perfect Circle, que nasceu de uma costela do Tool e é guiado pelo malucão Maynard James Keenan, arma turnê grande em uma certa “volta aos palcos” para 2013 e desembarca no Brasil em março para um show que anda sempre começando com “Imagine”, de John Lennon. James Iha, ex-guitarrista do Smashing Pumpkins, ainda está na banda.
Uma vez eu entrevistei o Keenan (foto) por telefone, para falar de álbum novo do Tool. Era estratégia de divulgação da gravadora e eu falei: “Beleza, vamos nessa”. A entrevista durou cravados 1 minuto. Ele só respondeu com “yes”, “no” and “Don’t want to talk about it” e acabou comigo dando “Tchau” e ele desligando o telefone sem se despedir. Tenho a gravação disso até hoje, haha.

* O grande Cake voltou aos discos no ano passado, com o mediano “Showroom of Compassion”, que não grudou muito. Lembro de um show bizarro e todo errado do Cake em São Paulo, no… Hotel Unique. Acho que em 2005. Alguém foi nisso? Cake anda cantando nos shows o “War Pigs”, do Black Sabbath. E promete cantar aqui também, mais em homenagem à torcida do Palmeiras. Hum…

>>