Em adriano cintra:

CENA – Adriano Cintra expurga sentimentos em belo terceiro álbum. Agora, sobre a volta do CSS, não sabemos de nada

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**Com UPDATE no fim do post!**

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* Um dos músicos mais prolíficos da cena independente brasileira desde sempre (Thee Butchers’ Orchestra, Cansei de Ser Sexy, Madrid etc.), o também produtor e remixador Adriano Cintra acaba de lançar agora em agosto seu terceiro disco solo, “Nine Times”. O álbum já se encontra nas plataformas gerais (Soundcloud, Spotify, Apple Music e tals…) tem o download gratuito em seu site oficial e vem construído todo em lyric videos, colocados na fanpage do Facebook de Cintra, além de seu site.

Dia 1º de agosto, o dia em que publicou seu último lyric vídeo, para a faixa “Collateral Damage”, foi a data de lançamento de “Nine Times”.

Tudo muito bem, tudo muito bom. Adriano Cintra, multiinstrumentista e multi-concepções, carrega uma interessante variedade indie pop nos dedos, seja pendendo ao dance, ao punk, ao ~romântico~.

“Nine Times” inteiro, segundo Adriano, foi feito agora em 2017 durante um período muito difícil, o de uma recuperação de uma grave doença. Foram 19 músicas compostas durante pouco menos de dois meses. Quase uma música a cada dois dias. Além das dez escolhidas para o álbum, as demos de todas elas estão no Soundcloud do músico.

Entre discos, músicas, doença e “Nine Times”, dois fatos sentimentais chamam a atenção no disco novo de Adriano Cintra. A capa do álbum, esta acima, é uma foto do coelho de pelúcia que ficou na porta da maternidade quando ele nasceu e hoje está pregado na parede do quarto da artista e agitadora Ida Feldman, sua amiga.

E a faixa da gostosa “So Sorry”, em especial, não só meio que registra o atual estado de ânimo de Adriano como aparentemente serve de pedido de desculpas para as meninas de sua ex-banda, o CSS, que não acabou bem. As imagens escondem uma festinha clubber estrelando as… meninas do CSS.

Abaixo, “Collateral Damage”, o vídeo que encerrou a postagem visual de Adriano Cintra para “Nine Times”.

* E, não! Embora algumas reflexões de Adriano na internet recentemente, o vídeo e o “so sorry” de “So Sorry”, o Facebook de Adriano às vezes ser direcionado para a página do CSS, dizendo que as mesmas “haviam sido mescladas”, comecem a sugestionar uma “teoria da conspiração”, nós não temos nenhuma notícia sobre uma volta do internacional grupo indie-dance deboche paulistano que marcou uma era na cena independente nacional.
Favor não insistir!

** UPDATE **

Em sua página no Facebook, Adriano Cintra comenta este post e fala sobre as especulações da volta da banda. “Um adendo sobre uma ‘volta’ do CSS”, ele escreve, dizendo em seguida que a banda não acabou e que se fosse convidado a se juntar ao grupo novamente, ele iria. Opa:

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CENA – Se você estiver com problemas, o O’hearts lhe dá um “Alibi”

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* A caminho de soltar seu disco cheio de estreia, o trio O’hearts, formado por Adriano Cintra, Barbara Ohana e Pedrowl solta hoje o vídeo com a letra para seu novo single, “Alibi”, electrodance delícia de pegajoso.

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O vídeo de “Alibi” mostra os três integrantes em rolê loucurinha por ruas de São Paulo, acabando num karaokê.

No final do ano passado, o grupo mostrou seu primeiro trabalho juntos, “Be No More”, single que apresentou com chacoalho pop a banda à CENA indie.

Ouça, veja e leia “Alibi”. E aguarde o álbum de estreia do O’hearts.

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CENA. Adriano Cintra + Barbara Ohana + Pedrowl = O’hearts

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* Essa mistura loka promete dar um caldo bom e pop. A cena independente brasileira vê nascer agora um pequeno supergrupo. Conheça o O’hearts, novo projeto formado pelo multiinstrumentista e produtor Adriano Cintra, ex-Butchers, ex-Cansei de Ser Sexy, ex-Madrid (uns mais ex do que outros), e pela cantora carioca Barbara Ohana, de MPB indie, frequentadora do circuito americano de shows e que no ano passado, aqui em São Paulo, fez muito digna companhia ao Deus punk Iggy Pop na escalação 2015 do Popload Festival.

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A conhecida dupla apresenta ainda, para o trio ser formado, o menino a-ser-bastante-conhecido Pedrowl, 24 anos, o da direita na foto-desenho, que enquanto se prepara para lançar seu primeiro EP solo vai tocando na banda de Manu Gavassi, na da própria Barbara Ohana e ainda tem produzido a Lia Clark, drag queen que virou sensação do funk ao desbundar das paradas, no começo do ano, a onipresente “Baile de Favela”, com o hit “Trava Trava”, que literalmente travou a internet.

Pedrowl é o responsável por tirar Adriano e Barbara de suas zonas de conforto, para direcioná-los fortemente ao pop, ainda que pop não era um elemento estranho à mais famosa das bandas que Adriano capitaneava, o CSS.

Esta química verteu em “Be No More”, música delícia que o trio solta hoje em várias plataformas de streaming, e que você pode ouvir abaixo. A canção, segundo Adriano Cintra, é uma de “um monte” que o trio já tem desde junho, feitas todas em ensaio para shows do projeto de Barbara Ohana, no qual os dois foram chamados para integrar a banda dela.

Barbara Ohana e Adriano Cintra já “se colaboram” desde que a cantora mudou para São Paulo, em 2014. “Em menos de dois anos trabalhamos no meu EP, em uma trilha original, participei do disco dele, ele participou da minha banda solo”, diz Barbara. E ambos quase que de uma voz só dizem que são encantados com a sonoridade de Pedrowl, “um tesouro” para ambos.

Ouça, então, “Be No More”, do trio O’hearts.


** A foto do O’hearts deste post, replicada na home da Popload, é de autoria de Marlon Brambilla.

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A nova linda música da linda Barbara Ohana em estreia linda na Popload

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* Tudo lindo.

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Quem acompanha a Popload sabe que estamos de olho na bela e talentosa Barbara Ohana, cantora carioca que adotou (e foi adotada) por São Paulo, que desponta como nova musa da cena alternativa nacional, graças à sua voz doce que a faz transitar entre um indie moderno e uma MPB clássica, talvez porque ela já tenha gravado com gente ligada ao Wilco ou cantado para o Gilberto Gil, só para exemplificar bem os termos. Sem falar que sua “Golden Hours” está na novela “Verdades Secretas”.

Ela, que recém lançou o ótimo EP “Dreamers”, acostumada a fazer bons singles e belos vídeos, lança na Popload a nova e incrível “Your Armies”, som que foi trilha de uma campanha publicitária recentemente, mas só agora aparece como “nova música da Barbara Ohana”, saca? “Your Armies” conta com a participação do unstoppable Adriano Cintra.

* A nova música surge no calor do show imperdível que a cantora fará no Sesc Pompeia, dia 30 de junho (terça-feira), dentro da mostra Prata da Casa, curada este ano pelo jornalista e produtor Carlos Eduardo Miranda. O show marca o lançamento oficial do EP “Dreamers” e terá as participações de Thiago Pethit e, claro, Adriano Cintra. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados uma hora antes do show.

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Adriano Cintra toca todos os instrumentos em nova música. Inclusive fez as baquetas para a bateria

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* Essa nem o Kevin Parker do Tame Impala fez. Tudo bem que o motivo é “mercadológico”, mas tem uma verve musical do-it-yourself nesta música.

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O polivalente instrumentista/cantor/produtor Adriano Cintra foi convidado para participar de um projeto da marca de uísque Jameson. Basicamente, ele criou uma canção nova em que ele toca todos os instrumentos. Até aí, tudo normal, afinal Cintra toca de tudo. A novidade, no caso, é que ele (1) criou as próprias baquetas e (2) extraídas da madeira de um barril que armazenava a bebida.

“Eu nunca tinha pensado em fazer nada parecido mas fiquei interessado. Gosto de aprender coisas novas, gosto de estudar. Dei uma pesquisada sobre fabricação de baquetas e havia um artesão para me auxiliar a mexer nos equipamentos”, conta o Cintra, que sempre foi adepto da independência e controle do artista sobre o que ele produz. “Pra mim é muito importante ter controle no processo de produção da minha música, eu sempre estive cem por cento envolvido na produção dos discos de todas as minhas bandas, pouquíssimas vezes trabalhei com produtores que não tocavam nas bandas comigo. E o processo de criação musical tem muito a ver com essa transformação do barril em baqueta: você pega uma ideia, um sentimento, um ponto de vista e faz virar outra coisa. E essa música veio depois que eu tive contato com o barril. O cheiro da madeira impregnada, a textura, qual a serventia do barril. Dá pra saber o que tem dentro dele, o que ele guarda? Foram essas questões que me vieram quando eu escrevi essa música.”

Do trabalho “artesanal” saiu “It Was a Song”, que pode ser conferida abaixo, com letra e tudo.

Can you tell what lies inside

How many secrets can you keep
Don’t waste another chance to try

For this could be your last opportunity

When you realize
It’s time to go
Pick up the pieces
And there you go
Before it’s too late
You better run
When you’re hungry
You better run, yeah

Sometimes you know what to expect
Oh boy, you know it tastes so sweet
But they like it when you cry out loud
Begging for you mommy mommy mommy dear

When you realize
It’s time to go
Pick up the pieces
And there you go
Before it’s too late
You better run
When you’re hungry
You better run, yeah

It’s just what you want
But they want you to get over it
It’s just what you want
Don’t you mind getting over it?
It’s just what you want
But they want you to get over it
It’s just what you want
How come you’re getting over it?

Can you tell what lies inside
How many secrets can you keep
Don’t waste another chance to hide
For this might be your last opportunity

When you realize
It’s time to go
Pick up the pieces
And there you go
Before it’s too late
You better run
When you’re hungry
You better run, yeah

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