Em Alice In Chains:

Metallica, Billy Corgan, Taylor Hawkins e um Nirvana, entre outros, fazem homenagem ao Alice Chains. Veja todo o evento

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* O Museum of Pop Culture é um canto interessante de Seattle. Lembra aquela exposição “Nirvana: Taking Punk to the Masses”, que passou até pelo Brasil, ainda que pequenininha? Coisa deles.

Há 14 anos o museu premia artista da música por seu legado, montando um evento que busca reunir fundos que toquem projetos da casa. Neste ano, por exemplo, já reuniram 600 mil dólares em uma homenagem ao Alice Chains. Acredite ou não, a primeira banda grunge homenageada dentro dessa premiação até o momento.

Foram quase duas horas e meia de som, que você pode assistir abaixo, na íntegra. Entre os convidados, diversos grandes nomes e boas versões. Tem a marcante “Would?”, lida pelo Korn; “Rain When I Die”, com o Dallas Green; “Would?” de novo, agora em versão acústica pelo Metallica, talvez a banda mais brother do Alice In Chains. E ainda teve “Again”, desempenhada pelo pesado grupo Mastodon.

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A lista seguiu com Mark Lanegan, Maggie Bjorklund, Dave Navarro, Taylor Hawkins, Corey Taylor, Chris Chaney, Billy Corgan, Krist Novoselic, Nancy Wilson, Liv Warfield, entre outros tantos. Muita gente que orbitou na atmosfera grunge do final dos 80, começo dos 90 também apareceu, ao menos para dar um depoimento sobre a banda. Eddie Vedder (acima), do Pearl Jam, e Mark Arm, do Mudhoney, foram dois deles.

E a homenagem conta com participação do próprio Alice In Chains, das poucas bandas da história que soube se reinventar após a perda de dois integrantes-chave: o vocalista Layne Staley e o baixista Mike Starr.

A íntegra do evento está aqui:

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O Alice In Chains deu fim ao seu silêncio para gravar um som progressivo do Rush

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No próximo dia 16 de dezembro, a veterana banda americana Rush relançará um dos discos mais emblemáticos de sua carreira. “2112”, álbum conceitual lançado em 1976, reaparece remasterizado e em versão dupla, com material bônus que inclui faixas ao vivo, raras, demos e covers feitas por convidados.

Depois da gravação que tem Dave Grohl e Taylor Hawkins, ambos do Foo Fighters, fazendo uma versão de “Overture”, chegou a vez do Alice in Chains ter sua versão para “Tears” divulgada. Sem lançar material há três anos, a banda grunge aparece em rotação diferente do seu habitual som pesado neste novo registro, se baseando essencialmente na versão original, com pegada progressiva.

Além do álbum duplo, o relançamento em comemoração aos 40 anos de “2112” terá ainda um DVD com um show do Rush filmado no Capitol Theatre, também no ano 1976.

“2112 – 40th” – Tracklist

Disco 1: Original Album Newly Remastered by Abbey Road Studios
01.”2112″
I. Overture
II. The Temples of Syrinx
III. Discovery
IV. Presentation
V. Oracle: The Dream
VI. Soliloquy
VII. Grand Finale
02. A Passage to Bangkok
03. The Twilight Zone
04. Lessons
05. Tears
06. Something for Nothing

Disco 2
01. Solar Federation
02. Dave Grohl, Taylor Hawkins and Nick Raskulinecz – Overture
03. Billy Talent – A Passage to Bangkok
04. Steven Wilson – The Twilight Zone
05. Alice In Chains – Tears
06. Jacob Moon – Something for Nothing
07. 2112 – Live at Massey Hall 1976 Outtake
08. “Something for Nothing” – Live at Massey Hall 1976 Outtake
09. The Twilight Zone – Live 1977 Contraband
10. 2112 1976 Radio Ad

DVD: Live at Capitol Theatre 1976
01. Bastille Day
02. Anthem
03. Lakeside Park
04. 2112
05. Fly by Night
06. In the Mood

Bonus Videos
Overture: Dave Grohl, Taylor Hawkins and Nick Raskulinecz
A Passage to Bangkok: Behind the Scenes with Billy Talent
2112 – 40 Years Closer: A Q&A with Alex Lifeson and Terry Brown

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Ryan Adams desconstruindo Alice In Chains em Seattle

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O herói indie Ryan Adams está decidido a bater o Arcade Fire e suas mil covers na nova turnê de seu disco homônimo, lançado no início de setembro.

O músico americano está em turnê pelo seu país e tem oferecido suas próprias versões para músicas improváveis de outros artistas, tipo o Foreigner.

A mais nova investida de Adams aconteceu na histórica Seattle, na última segunda-feira. No berço do grunge, ele prestou uma homenagem à banda local Alice In Chains ao reeditar “Nutshell”, do EP “Jar of Flies”, de 1994.

Climão.

* Ryam Adams faz shows no Canadá nesta semana, antes de voltar aos Estados Unidos para mais shows.

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Smells Like Old Spirit: Alice in Chains e Offspring em São Paulo, Mark Lanegan em Brasília

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* Na semana passada, uma veterana do rock alternativo americano, a banda Breeders, que tem integrante dos Pixies (tinha), se apresentou em São Paulo e Rio para tocar na íntegra famoso álbum de 1993. Hoje, o grupo Alice in Chains, ou o que sobrevive da banda sem o marcante vocalista Layne Staley (morto em 2002), atração do Rock in Rio 2013, toca também em São Paulo, foi anunciado nesta manhã. O show, parte da série Live Music Rocks, acontece dia 26 setembro, no Espaço das Américas. Em 1993, há 20 anos, o Alice in Chains ganhava conhecimento planetário com o disco “Dirt”, para muito além da Seattle do Nirvana.

Também divulgada hoje foi a escalação do festival Porão do Rock, o maior festival de tamanho indie do Brasil, que acontece em Brasília nos dias 30 e 31 de agosto. Nos principais lugares de seu line-up está o nome de mister Mark Lanegan, ex-líder do grande Screaming Trees, que tem rico trabalho solo. Lanegan e seus Screaming Trees entraram nas paradas da Billboard em 1993 graças a disco lançado no ano anterior. Ficaram ainda mais famosos por causa do filme “Singles”(aqui “Vida de Solteiro”), de Cameron Crowe, drama que teve a cena de Seattle e a era grunge como pano de fundo. “Nearly Lost You”, fenomenal música de Lanegan (foto abaixo), botou o vozeirão ímpar do cantor para rodar o mundo com o disco do Screaming Trees e o filme de Crowe, em 1993.

* Foi divulgado também nesta manhã que o grupo punk Offspring também toca em São Paulo dia 15 de setembro, no Credicard Hall. Outra banda a esticar a SP direto do Rock in Rio, o Offspring, em 1993, gravou seu grande sucesso, o álbum “Smash”, que seria lançado no ano seguinte, vendeu 6 milhões de cópias nos EUA e sairia às lojas três dias depois da morte de Kobain, trazendo às rádios o novo punk da Califórnia.

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Rock in Rio confirma Muse e Alice in Chains para 2013. Bandas lembram "aventuras" na cidade

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* O caldo dos grandes shows de 2013 acaba de engrossar (não estou fazendo juízo de valor, veja bem). A organização do gigante Rock in Rio, que acontecerá em setembro de 2013 no Rio de Janeiro (é bom salientar) acaba de confirmar duas grandes atrações para sua próxima edição. Ainda fazendo jus ao seu título, o evento vai contar com apresentações da banda inglesa indie-de-estádio Muse e seu teatro espacial e a veterana banda grunge americana Alice in Chains, quarteto que ajudou a sacudir Seattle e o planeta todo no final dos 80, começo dos anos 90.

Muse e Alice in Chains se juntam a Bruce Springsteen, Metallica, Iron Maiden, Ben Harper e Sepultura na escalação de 2013.

O festival entregou ao jornal carioca “O Globo” o anúncio dos shows. E de quebra entrevistas exclusivas com as bandas, falando da vinda ao Brasil.

O Alice in Chains lembrou da primeira vinda ao Brasil, em 1993, para o Hollywood Rock que trouxe também o conterrâneo Nirvana, além da banda feminina L7: “Nunca tínhamos enfrentado uma ‘beatlemania’ como a que vimos no Brasil, disse Jerry Cantrell. “Ficmos no saguão do aeroporto decidindo quem sairia correndo primeiro pelo meio da multidão até o ônibus. Cheguei no veículo todo arranhado. No hotel, vinha que tinham arrancado meu cordão com as placas de identificação do meu pai na Guerra do Vietnã. Fui à televisão pedir por elas e, quando voltamos ao hotel do show, alguém as tinha deixado lá”, lembrou o guitarrista, na entrevista.

A banda deve lançar um álbum novo, o quinto de sua história no começo do ano que vem.

O Muse, no papo com o “O Globo”, por sua vez, comemora sua volta a um Rock in Rio, só que desta vez no Rio (tocaram no Rock in Rio Lisboa, em 2008). “Fizemos show uma vez no Rio, também em 2008, mas não nesse festival especificamente. Passamos cinco dias na cidade. Só na praia”, disse Chris Wolstenholme. Com o Muse, que tem apresentado uma pegada “funk” com esse último disco, “O Globo” falou com o baixista.

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