Em amaro freitas:

Top 50 da CENA – Amarante traz seu “Tango” para a liderança do ranking. Zopelar eletroniza nossa história. Bonifrate não larga do topo

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* Tem um clássico da produção do nosso Top 50 da CENA em trocas de mensagem: “Achei que a semana está fraca de lançamentos” seguido de um “Peraí, vou olhar direito”. E invariavelmente a gente cai no meio de muita coisa boa. Nesta semana, em que estavávamos considerando umas três ou quatro músicas de destaque, alcançamos nove verdadeiros achados. Mais um prova do nosso mantra aqui: a CENA brasileira é talentosa. E nós, às vezes, nem tanto.

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1 – Rodrigo Amarante – “Tango” (Estreia)
Uau. Agora só aumenta a expectativa pelo segundo disco solo do Rodrigo Amarante que saí nesta sexta, dia 16. Em “Tango”, a letra usa as instruções da dança para descrever um relacionamento onde existe confiança e parceria. Musicalmente aponta para uma leveza e alegria que lembra as faixas mais bem-humoradas de Amarante tanto nos Los Hermanos quanto no Little Joy. Não é um passo nostálgico, longe disso, ainda que leve a gente novamente para alguns verões de carnavais possíveis. Ouvimos outras do disco, tão boas quanto, adiantamos. Mas não vamos atropelar os processos e vamos com esta primeirona do Top aqui, por ora.

2 – Zopelar – “Jump” (Estreia)
Bem interessante esse espertíssimo trabalho do conhecido DJ e produtor de eletrônica da agitada noite e madrugada paulistana, o Pedro Zopelar, de olhar para o passado da música brasileira a partir das pistas – um dos locais onde a música que o toca respira e vive. E conta história. “Um tributo aos DJs dos Bailes das antigas que foram responsáveis por disseminar a mensagem do Funk e Soul em SP”, ele diz. E, ouvindo, nos sentimos indo a esse passado bonito.

3 – Bonifrate – “Cara de Pano” (13)
Voltamos a levantar esse som do músico carioca Bonifrate por aqui porque, primeiro, a gente curtiu bem e, segundo, finalmente chegou o seu novo álbum solo, “Corisco”, que celebramos single a single neste mesmo espaço. Discaço.

4 – Criolo – “Fellini” (Re-Estreia)
A gente já tinha ficado de cara que, em “Fellini”, Criolo usava os recursos narrativos do cineasta italiano para contar uma história múltipla. As mil faces geniais dessa conversa criada pelo rapper cantor agora ganharam um supervídeo que novamente dialoga com a obra do famoso diretor de cinema. Era obrigatório que esse som voltasse ao Top 50.

5 – Marisa Monte – “Medo do Perigo” (Estreia)
Mais uma da Marisa, especialmente por conta de uma reflexão rápida. A gente já elogiou ela por aqui, hora de reverenciar um de seus parceiros no disco. Se destacam na obra as faixas dela com Chico Brown, filho de Carlinhos, neto de Chico Buarque, um sobrinho de João Gilberto. É com Chico os melhores momentos de Marisa no álbum “Portas”. “Medo do Perigo”, por exemplo, revela que ele está cumprindo a promessa de juntar as peças do quebra-cabeça deixado por João.

6 – Yannick Hara e Dy Fuchs – “Stalkers e Haters” (Estreia)
Duas pragas da vida digital são o alvo em mais um trabalho quase cyberpunk do rapper oriental-paulistano Yannick. Se a estrutura musical não fosse tão eletrônica poderia ser fácil uma letra do Ratos de Porão, saca?

7 – Lucas Ranke – “Alucina” (Estreia)
Ranke, uma referência do rock gaúcho, reuniu outras referências do rock gaúcho para uma série de compactos que celebram sensações. O primeiro tema é a mente, e daí que o título “Alucina” é bem apropriado. A banda desta faixa reúne Marcelo Gross (Cachorro Grande), Giovanni Caruso (Faichecleres, Escambau), Eduardo Dolzan (Identidade, Júpiter Maçã, Wander Wildner) e Tuba Caruso (Faichecleres)

8 – ATR – “Intro’ (Estreia)
Aqui a gente não fala exatamente de uma música só, por isso optamos pela introdução de uma ideia incrível que o ART teve. A banda paulista resolveu criar sua própria trilha sonora para “Encouraçado Potemkin”, clássico do Eisenstein. E, melhor, não é preciso muito esforço para ver o filme com a nova trilha, porque está tudo disponível no YouTube da banda.

9 – Rubel – “O Homem da Injeção II” (Estreia)
Rubel lançou aqui um samba politizado sobre a vacina – onde uma revolta contra o pancrácio que rege o país deixa apenas o “rei” vestido. E em estúdio conseguiu reunir um dos times mais brilhantes de música brasileiros. Pega só: tem Arthur Verocai no arranjo de cordas, Antonio Neves nos arranjo de metais e uma banda com Esguleba e Jaguara na percussão, Mauro Diniz no cavaquinho, Carlinhos 7 Cordas no violão, Teo Lima na bateria e Jorge Helder no baixo. Caramba!

10 – Amaro Freitas – “Sankofa” (1)
Amaro Freitas, pianista de Recife escreveu bastante e bem sobre sua proposta no álbum “Sankofa” e a gente pirou na ideia: “Trabalhei para tentar entender meus ancestrais, meu lugar, minha história, como homem negro. O Brasil não nos disse a verdade sobre o Brasil”. A expressão “sankofa” é justamente sobre esse tipo de processo, visitar o passado para possibilitar novas compreensões e futuros. Uma busca, que como revela Amaro, apresenta as inconsistências do que temos em nossas mãos atualmente. Muita coisa foi contada errado, muita coisa foi apagada e isso é um dos motivos de termos problemas de imaginar futuros novos. Sem dúvida, um mundo trilhado por esse álbum de Amaro não dá chance para fascistas, por exemplo. Essa é a energia aqui.

11 – Rodrigo Brandão – “O Sol da Meia-Noite” (2)
12 – Pabllo Vittar – “Não É Papel de Homem” (3)
13 – 2DE1 – “Emersão” (4)
14 – Marisa Monte – “Totalmente Seu” (5)
15 – Letrux – “I’m Trying to Quit” (6)
16 – Giovanna Moraes – “Rosalía” (7)
17 – Taco de Golfe – “Tratados de Obrigação” (8)
18 – Nill – “Singular” (9)
19 – Ana Frango Elétrico – “Promessas e Previsões” (10)
20 – Mineiros da Lua – “Armadilha” (11)
21 – Iara Rennóo – “Ava Viva” (12)
22 – Mallu Magalhães – “Pé de Elefante” (18)
23 – Isabel Lenza – “Tudo Que Você Não Vê” (14)
24 – Romulo Fróes – “Baby Infeliz” (15)
25 – Nelson D – “Algo Em Processo” (16)
26 – Ella from the Sea – “Lonely” (17)
27 – Linn da Quebrada – “I Míssil” (18)
28 – GIO – “Joias” (19)
29 – BNegão feat. Paulão King – “Cérebros Atômicos” (20)
30 – Edgar – “A Procissão dos Clones” (25)
31 – Tuyo – “Toda Vez Que Eu Chego em Casa” (26)
32 – Giovanna Moraes – “Baile de Máscaras” (27)
33 – Jonathan Ferr – “Amor” (33)
34 – Jadsa – “Mergulho” (34)
35 – Mulungu – “A Boiar” (35)
36 – Jup do Bairro – “Sinfonia do Corpo” (36)
37 – Lupe de Lupe – “Brasil Novo” (37)
38 – Bruna Mendez e June – “A Vida Segue, Né?” (38)
39 – Zé Manoel – “Como?” (39)
40 – Yung Buda – “Digimon” (40)
41 – Duda Beat – “Meu Pisêro” (41)
42 – FEBEM – “Crime” (42)
43 – Aquino e a Orquestra Invisível – “Os Prédios Cinzas e Brancos da Av. Maracanã” (43)
44 – Boogarins – “Supernova” (44)
45 – BaianaSystem – “Brasiliana” (45)
46 – Sophia Chablau e uma Enorme Perda de Tempo – “Delícia/Lúxuria” (46)
47 – Jota Ghetto – “Vagabounce” (47)
48 – Mbé – “Aos Meus” (48)
49 – Rico Dalasam – “Expresso Sudamericah” (49)
50 – LEALL – “Pedro Bala” (50)

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* Entre parênteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.
** Na vinheta do Top 50, o músico Rodrigo Amarante.
*** Este ranking é pensado e editado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix. Com uma pequena ajuda de nossos amigos, claro.

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POPLOAD ENTREVISTA: Conversamos com Amaro Freitas, pianista pernambucano que trata delicadamente de um nada delicado Brasil

1 - cenatopo19

É um prazer escutar Amaro Freitas fazendo música. É um prazer escutar Amaro Freitas falando de música.

Sobre a primeira afirmação, basta dar play em “Sankofa”, novo álbum do músico recifense. Seu piano cuidadoso, sensível, elaborado, capta nossa atenção de imediato. Não à toa, metemos de cara uma das músicas do álbum no topo do nosso Top 50 da semana passada. “Sankofa” nos revelou um jazz brasileiro moderno, atento ao mundo, mas naquele movimento que gostamos de notar por aqui: é o Brasil informando o mundo, não o contrário.

Sobre a segunda afirmação, a gente imaginou que ele era bom de conversa quando o viu escrevendo sobre o álbum (“Trabalhei para tentar entender meus ancestrais, meu lugar, minha história, como homem negro. O Brasil não nos disse a verdade sobre o Brasil”) e confirmamos isso quando sentamos com ele para um papo na nossa live de YouTube, na Popload TV.

Nessa hora que passamos juntos, fomos de seu começo na música, onde uma complicada situação financeira quase colocou tudo a perder. Passamos pela fase onde ele se virava tocando seu piano em tudo que é banda e chegamos até seu encontro com o jazz e o inicio de um sólida construção autoral que atingiu seu melhor momento até aqui neste terceiro disco solo.

Também sobrou espaço para a gente tratar de um certo amor por Milton Nascimento, com quem foi parceiro em gravações recentes e de quem ganhou um elogio por ter “sensibilidade nas escolhas”.

Melhor do que escrever é deixar vocês com nossa conversa na íntegra:

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Top 50 da CENA – Um piano tira a Pabllo do nosso topo. Amaro Freitas lidera, seguido pelo MC Rodrigo Brandão. Mas o terceirão é dela, sim

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* Na semana passada nosso primeiro lugar foi talvez um dos trabalhos mais pop da nossa história, né, Pabllo? Nesta semana aqui, jazz e música de improviso fazem um dobradinha no topo da nossa lista. É o universo reequilibrando as coisas. Pode reclamar, a gente esquece muita coisa, não dá conta de outras, mas não damos margem para dizerem que nós não tentamos escutar um pouco de tudo de lindo que é feito neste país hoje em dia na música, para criar nossa radiografia do que acontece de melhor por aí, hein? Dito isso, toma esta!

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1 – Amaro Freitas – “Sankofa” (Estreia)
Quem lê sempre nosso Top 50 já reparou que a gente ama quando o próprio músico traz palavras inspiradas sobre o que pensou para a canção em destaque. Parece um passo lógico, mas não é todo mundo que se arrisca a pelo menos traçar uma linha sobre o que acabou de entregar. O Amaro Freitas, pianista de Recife, por sua vez, escreveu bastante e bem sobre sua proposta no álbum “Sankofa” e a gente pirou na ideia: “Trabalhei para tentar entender meus ancestrais, meu lugar, minha história, como homem negro. O Brasil não nos disse a verdade sobre o Brasil”. A expressão “sankofa” é justamente sobre esse tipo de processo, visitar o passado para possibilitar novas compreensões e futuros. Uma busca, que como revela Amaro, apresenta as inconsistências do que temos em nossas mãos atualmente. Muita coisa foi contada errado, muita coisa foi apagada e isso é um dos motivos de termos problemas de imaginar futuros novos. Sem dúvida, um mundo trilhado por esse álbum de Amaro não dá chance para fascistas, por exemplo. Essa é a energia aqui.

2 – Rodrigo Brandão – “O Sol da Meia-Noite” (Estreia)
Quem já viu uma sessão de improviso do Rodrigo Brandão sabe a força que reside ali. Força de inspiração e criação afiada de um dos principais MCs da música brasileira faz tempo. Seu segundo trabalho solo é mais uma experimentação nesse sentido de composição em tempo real tocada por Marshall Allen, líder da Sun Ra Arkestra, com participação de um timaço de músicos nacionais (Tulipa Ruiz e Juçara Marçal, os saxofonistas Thiago França e Thomas Rohrer, o percussionista Paulo Santos (Uakti) e mais um par de integrantes do Hurtmold, Guilherme Granado e Marcos Gerez), além de três membros da Sun Ra (Knoell Scott, o brasileiro Elson Nascimento, e Danny Ray Thompson). Este álbum foi gravado em 2019, mas chega agora em 2021. Aguardemos.

3 – Pabllo Vittar – “Não É Papel de Homem” (1)
Ao optar em reler clássicos do tecnobrega e do forró que foram a trilha de sua adolescência em um contexto que respeita os gêneros e ainda absorve elementos da música pop atual, Pabllo enriquece sua já boa mistura e aproxima seu trabalho das experiências de hyperpop tocadas por artistas como Sophie e Charlie XCX. É uma inversão inteligente do senso comum que ronda o pop nacional. Em vez de deixar o pop mundial informar a música brasileira, aqui a música brasileira informa o pop do planeta. Não é um movimento simples, não. O Primavera Sound vai ver só.

4 – 2DE1 – “Emersão” (2)
Emersão, segundo um dicionário online, é tanto o movimento de um corpo que sai de um fluido no qual estava mergulhado quanto a reaparição de um astro que eclipsara. Significativo que esse seja o som de uma retomada após um relativo silêncio. E, bom, basta reparar na letra para sacar que a intenção dos gêmeos Fernando e Felipe Soares passa por uma aceitação de si mesmo e de assumir uma luta para alterar os aspectos que estão danificando o universo ao redor.

5 – Marisa Monte – “Totalmente Seu” (Estreia)
Em seu belo novo trabalho, Marisa escolheu uma coleção de velhas e novas parcerias. Ao lado de figuras batidas, como Nando Reis e Arnaldo Antunes, aparecem agora nomes como Chico Brown, Marcelo Camelo e os irmãos Silva, Lucas e Lúcio. Conectado com a obra de Marisa em uma esfera bem próxima (Silva dedicou um disco às canções dela), parece lógico que a parceria Silva/Marisa soe tão bem e seja a música que mais chame a atenção em uma primeira edição. “Totalmente Seu” é nível hit da Marisa que pode tocar por um ano, fácil fácil, em rádios e novelas.

6 – Letrux – “I’m Trying to Quit” (Estreia)
Vício é foda. Bebida, cigarro, um relacionamento. Letrux acerta um monte em resgatar essa letra escrita em 2013 e que seguiu tão boa ao longo destes anos. Como ela bem escreveu, ali foi o começo do fim do mundo. Não? Pela promessa, esse single é a abertura de uma série de mais três lançamentos individuais.

7 – Giovanna Moraes – “Rosalía” (Estreia)
Parte do seu álbum mais recente, “III”, Giovanna resolveu expandir a música “Rosalía” em um single que reapresenta sua bela música acompanhada de uma versão demo e outra que é descontrução da própria canção, indo atingir com ela um outro gênero. Se entendemos bem, isso é o que costumávamos ter com um bom lançamento de single.

8 – Taco de Golfe – “Tratados de Obrigação” (Estreia)
A dupla sergipana Gabriel Galvão e Alexandre Damasceno segue a apresentação da piração que veremos em seu álbum “Memorandos”. Que a gente, não sei se eles repararam, adivinhou o nome por aqui quando achou uma mensagem cifrada em morse no Bandcamp da banda. Ninguém valoriza nossos momentos de Sherlock?

9 – Nill – “Singular” (3)
Participação da Ana Frango Elétrico, sample do Paramore. Que som que o Nill lançou aqui para abordar as questões e inseguranças de dentro da sua mente. E a faixa é tão curtinha que pede por uns três replays a cada escutada.

10 – Ana Frango Elétrico – “Promessas e Previsões” (4)
E, por falar na Ana, um elogio a ela aqui por soltar um vídeo para um som seu do “distante” 2019. Esse jeito de trabalhar um álbum em slow motion é um ajuda e tanto para nós, jornalista, sobrecarregados por tanta coisa a escutar. Mirem-se no exemplo.

11 – Mineiros da Lua – “Armadilha” (5)
12 – Iara Rennóo – “Ava Viva” (6)
13 – Bonifrate – “Cara de Pano” (7)
14 – Isabel Lenza – “Tudo Que Você Não Vê” (8)
15 – Romulo Fróes – “Baby Infeliz” (9)
16 – Nelson D – “Algo Em Processo” (10)
17 – Ella from the Sea – “Lonely” (11)
18 – Linn da Quebrada – “I Míssil” (12)
19 – GIO – “Joias” (13)
20 – BNegão feat. Paulão King – “Cérebros Atômicos” (14)
21 – Rodrigo Amarante – “I Can’t Wait” (15)
22 – ATR – “Corazón (Badsista Remix)” (16)
23 – Bonifrate – “Casiopeia” (17)
24 – Mallu Magalhães – “Pé de Elefante” (18)
25 – Edgar – “A Procissão dos Clones” (19)
26 – Tuyo – “Toda Vez Que Eu Chego em Casa” (20)
27 – Giovanna Moraes – “Baile de Máscaras” (21)
28 – Marcelo Perdido – “Que Bom” (22)
29 – Gustavo Bertoni – “Old Ghost, New Skin” (23)
30 – Marina Sena – “Voltei pra Mim” (24)
31 – Rincon Sapiência – “Meu Mundo” (25)
32 – Supervão – “Amiga Online” (26)
33 – Jonathan Ferr – “Amor” (28)
34 – Jadsa – “Mergulho” (29)
35 – Mulungu – “A Boiar” (30)
36 – Jup do Bairro – “Sinfonia do Corpo” (31)
37 – Lupe de Lupe – “Brasil Novo” (32)
38 – Bruna Mendez e June – “A Vida Segue, Né?” (33)
39 – Zé Manoel – “Como?” (35)
40 – Yung Buda – “Digimon” (40)
41 – Duda Beat – “Meu Pisêro” (41)
42 – FEBEM – “Crime” (42)
43 – Aquino e a Orquestra Invisível – “Os Prédios Cinzas e Brancos da Av. Maracanã” (43)
44 – Boogarins – “Supernova” (44)
45 – BaianaSystem – “Brasiliana” (45)
46 – Sophia Chablau e uma Enorme Perda de Tempo – “Delícia/Lúxuria” (46)
47 – Jota Ghetto – “Vagabounce” (47)
48 – Mbé – “Aos Meus” (48)
49 – Rico Dalasam – “Expresso Sudamericah” (49)
50 – LEALL – “Pedro Bala” (50)

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* Entre parênteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.
** Na vinheta do Top 50, o pianista pernambucano Amaro Freitas.
*** Este ranking é pensado e editado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix. Com uma pequena ajuda de nossos amigos, claro.

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