Em anderson .paak:

“Fadinhos” do Silk Sonic lançam o novo single, “Skate”. Superduo Mars & .Paak está tentando deslizaaaaar

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* O bacanaço projeto dos feras Bruno Mars e Anderson .Paak, o Silk Sonic, reapareceu novamente nesta sexta importante para dar sua contribuição e chacoalho na cena pop. Os caras, bons de paradas musicais juntos ou separados, lançam agora single e vídeo novos para a faixa “Skate”. Bem a calhar em temporadas olímpicas.

A nova múica do duo superestelar vai estar no álbum “An Evening with Silk Sonic” a ser lançado ainda neste ano, sem data certa divulgada por enquanto.

“Skate” é a segunda canção da duplinha. Chega depois da já extrafamosa “Leave the Door Open”, que morou um tempo no primeiro lugar da “Billboard” e fez do Silk Sonic o “grupo do ano” do importante Bet Awards 2021, em junho.

Era groove que você queria? Então toma essa maravilhosa “Skate” em som e imagem. E tudo bem se a banda toca e dança (sim, o Silk Sonic dança até sentados) para umas meninas de… patins. Não confundir esse “skate” com o da Rayssa. Mas, tanto lá quanto cá, o sentido daqui é deslizar.

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Top 10 Gringo – girl in red roqueira vai para as cabeças. Jorja Smith dolorida cola no topo. E o Black Keys fecha a trinca com uma novinha dos anos 20

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* A gente é meio tradicional das ideias às vezes, gostamos de álbum. Daí a estranheza de uma semana onde nenhum álbum nos impactou. Por isso, o Top 10 desta vez está com muitos singles – que prometem, já que é para botar sob essa perspectiva, grandes álbuns para logo mais. Ou grandes EPs, vá lá. Tudo bem, tem material do disco de releituras do Paul McCartney – que saiu talvez até melhor que o “McCartney III” original, na nossa modesta opinião. Mas, em single ou em disco, a gente garante uma boa seleção semanal. E, principalmente, uma boa e significativa playlist para o momento.

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1 – girl in red – “You Stupid Beach”
E seguimos amando o som da norueguesa Marie Ulven, a garota de vermelho. “if i could make it go quiet”, seu álbum de estreia agendando para o próximo dia 30, apresenta mais um single nota 10. “You Stupid Beach”, assim como o último single, a ótima “Serotonin”, vem no embalo indie-rock que parece até som inglês. Longe de ser melosa, lamuriosa. Traz o gás que parece ser a real de girl in red, para além do que projetam em sua música “de menininha”, principalmente pelo séquito especial de fãs que a perseguem. Jogando isso tudo para o alto, “You Stupid Bitch” vai ao rock “puro” mais do que costuma ir Lorde e Billie Eilish, a quem com certa razão gostam de associar sua existência.

2 – Jorja Smith – “Gone”
Saudade do sotaque britânico da Jorja. Aqui ela se derrete em uma música dolorida de perda. Aquele fim de relacionamento que deixa a pessoa sem chão, sabe? Mas tudo isso naquele flow dela que quase chega ao rap, mas ainda é muito cantado, muito interessante, novo e fresco. O que nos empolga é que este é só o segundo single de um EP que ela está preparando para maio.

3 – Black Keys – “Crawling Kingsnake”
“Crawling Kingsnake” é daqueles blues que datam dos anos 20 e que a primeira gravação conhecida é dos anos 40. É nesse pique de ir atrás de relíquias que o Black Keys prepara um disco de covers. Mas tudo tocado daquele jeitão deles, que quem não manja pode até confundir com inédita. E tudo bem também.

4 – Jarv Is… – “Swanky Modes” (Dennis Bovell Remix)
O dândi Jarvis Coker tem esse projeto dele chamado Jarv Is…. Com ele lançou um álbum, “Beyond the Pale”. “Swanky Modes”, um dos sons deste disco, reapareceu em single com três versões: um remix do pioneiro do reggae Dennis Bovell e mais duas encharcadas em dub. Dennis deu um show aqui com seu leve toque que tira a coisa mais reta e caretinha da versão original. Uma provocação leve que dá um outro sabor a música.

5 – Liz Phair – “Spanish Doors”
Sem lançar um álbum novo há 11 anos, a veterana cantora e multiinstrumentista Liz Phair mostra que manteve o fôlego. Em um caldo que mistura, segundo a própria, The Specials, Madness, R.E.M., Yazoo, the Psychedelic Furs, Talking Heads, Velvet Underground, Laurie Anderson e The Cars, temos um bom saldo de seus dias de roqueira e de dias mais pop. Lá atrás Liz ajudou a formar esse rock feminino de posicionamento. Depois observou tudo o que veio. E agora ainda quer dizer, e bem, uma coisa e outra sobre isso.

6 – Chvrches – “He Said She Said”
Os escoceses do Chvrches estão de volta com a primeira inédita desde 2018. “He Said She Said” mantém os parâmetros iniciais da banda quando surgiu, a começar pela voz inconfundível da vocalista Lauren Mayberry. Em outras palavras, um indie feito para as pistas de dança. Aliás, é escutar a música e já imaginar um remix que dê uma acelerada ali ou torne a canção ainda mais chiclete, ainda que o assunto, aqui, seja misoginia daquelas bem pesadas.

7 – Rina Sawayama – “Chosen Family”
Rina encontrou um par perfeito em Elton John para esta letra sobre a família que construímos pela vida em encontros que não são de sangue, mas de algo ainda mais profundo – uma experiência que Elton tem. Além de emprestar sua voz com conhecimento de causa, o veterano Sir britânico ainda adiciona seu piano na música, dando um brilho extra e clássico onde na versão original tínhamos um instrumental mais sintético, digamos. Fino.

8 – Bomba Estéreo – “Deja”
A conhecidíssima e sempre bacana banda colombiana Bomba Estéreo, na real um duo formado por Li Saumet e Simon Mejia que é inchado quando a dupla sai em suas bombásticas turnês dance estereofônicas, está preparando sua volta e soltaram mais um single do álbum que vem por aí. “Deja”, a faixa-título, é um estouro daqueles. Sabe quando os graves tremem? Pois é.

9 – Paul McCartney – “When Winter Comes (Anderson .Paak Remix)”
A versão original da música é um típico McCartney ao violão em uma história do campo. Anderson .Paak chega no rolê com piano e bateria, joga o refrão para o começo da música e está lá: é outra canção quase. E tão boa quanto – sim, acho que comentamos isso em outras versões desse disco de releituras do “McCartney III” aqui, mas é a realidade. Será que o Paul topa dar seus outros discos para o mesmo experimento? É uma ideia. Lembra de creditar a gente, Sir Paul.

10 – White Stripes – “Fell In Love With A Girl (Alternate Take)”
O White Stripes celebra os 20 anos de “White Blood Cells”, seu terceiro disco, e solta um take alternativo da música que colocou eles no mundo – se bem que alguns anos depois outra música ia colocar eles no universo, mas essa é outra história. Uma delícia ver a dupla ainda tateando o clássico, deixando brechas nos versos, passagens instrumentais em dúvida. É como ver um hit no berço ainda. Esta versão ainda não está nos streamings, só no Youtube. Enquanto não chega, vamos com a original na playlist. Depois trocamos.

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* A imagem que ilustra este post é da cantora norueguesa girl in red.
** Repare na playlist. A gente inclui as 10 mais da semana, ou quase isso, mas sempre deixa todas as músicas das semanas anteriores. Pensa no panorama que isso vai dar conforme o ano for seguindo…
*** Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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Popnotas – A vida do Mancha após o fim da Casa do Mancha. A session do Middle Kids no ar daqui a pouco. O Anderson …Pack reimaginando o Paul McCartney. E o single-cover do Black Keys

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– Uma das notícias mais terríveis do cenário independente brasileiro na pandemia foi o fechamento da importantíssima Casa do Mancha, meses atrás. Lar (mesmo) da nova música da CENA, o clubinho da Vila Madalena, em SP, não conseguiu mais ser mantido de pé por seu criador, Danilo Leonel, o Mancha. A boa nova que acaba de ser anunciada foi que Leonel foi convidado oficialmente para ser o novo coordenador de Centros Culturais e Teatros de SP, pelo secretário municipal da Cultura de SP, Alê Youssef, ex-dono de outro templo importantíssimo para a CENA, o há tempos extinto Studio SP, do Baixo Augusta. A história é que o Mancha vai ajudar também a pensar o circuito cultural paulistano na retomada do setor quando tudo isso acabar.

– Daqui umas horinhas (acompanhe a contagem regressiva no vídeo abaixo) entra no ar uma session de três músicas que o trio australiano Middle Kids fez para a The Current, rádio indie esperta de Minneapolis, Minnesota, que a gente gosta bem. A banda de Sydney vai tocar “Stacking Chairs”, “R U 4 Me?” e “Questions”, músicas de seu recém-lançado segundo álbum, “Today We’re the Greatest”. Recomendamos.

– Enfim saiu hoje “McCartney III Imagined”, o álbum “III” de Paul McCartney construído com remixes e covers de todas as músicas do disco original, lançado no ano passado. Tem versões mccartianas de Josh Homme (Queens of the Stone Age), Ed O’Brien (Radiohead), Beck, St. Vincent e Damon Albarn (Blur e Gorillaz), entre outros. Abaixo, a esperta interferida que o músico americano Anderson .Paak deu em “When Winter Comes”, levando o Paul para um ooooooutro lugar.

– No dia 14 de maio sai o novo disco do duo americano The Black Keys (foto na home), banda de Ohio que até já foi headliner do Lolla Brasil uma vez, num certo dia de 2013. “Delta Kream” é o álbum, que foi feito numa “sentada” de dez horas de estúdio com o objetivo de honrar as tradições do hill country blues do Mississippi, de onde o duo parece beber mesmo com seu indie-country. Hoje foi lançado o primeiro single de “Delta Kream”, a música “Crawling Kingsnake”, que na real é uma cover de John Lee Hooker.

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Top 10 Gringo – Fizemos um feng chui no nosso ranking. E o Silk Sonic chegou tomando conta do topo. E, veja, tem até o Wallflowers e não estamos nem nos anos 90

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* Uma semaninha com muitas novidades, ainda que relativamente morna – a princípio, vá lá. Afinal a gente nunca sabe como algumas músicas vão envelhecer na nossa playlist. Ou será que estamos muito exigentes achando morno um encontro de dois gênios do pop atual e de um ex-beatle com um membro do Radiohead? Ou então o retorno de uma banda bem legal dos anos 90 e de bons singles de vários artistas que estão prontos para serem as novas sensações dos próximos dez anos? Vai saber. Ah, e resolvemos tirar do Top 10 as músicas do Dry Cleaning, porque tava meio covardia. Fizemos a limpa, tudo novo, só deixamos a St. Vincent. Porque é a St. Vincent, né?

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1 – Silk Sonic – “Leave the Door Open”
Anderson .Paak e Bruno Mars são dois caras talentosos, cada uma na sua função, com seus públicos e som. A união dos dois não tinha como dar errado. Ainda que talvez não esteja produzindo nada de muito novo, vale a junção pela tiração de onda, por criar música no instinto do estúdio em poucos dias, um respiro dentro da pandemia que tiraram os dois de suas rotinas. Aqui eles abusam do quanto sabem de música, da boa música. Sobram referências ao melhor da soul music clássica.

2 – Wavves – “Sinking Feeling”
A querida banda californiana Wavves está de volta. O grupo de Nathan Williams traz seu surf rock mais psicodélico para outros campos em “Sinking Feeling”, música que fala do nosso tão recorrente e importante assunto, o indie mental-health. Segundo o vocalista, a faixa é uma canção sobre uma onda de depressão que não para de voltar. Ainda que não seja um tema leve, talvez eles nunca tenham soados tão pops também – mesmo com uma sujeirinha e tortuosidade no solos no som.

3 – St. Vincent, “The Melting of the Sun”
Segunda semana de St. Vincent por aqui e repetimos uma ideia: ela é dona de uma das guitarras mais espertas do mundo hoje. Nesta balada, segundo single de seu álbum “Daddy’s Home”, que sai no próximo 14 de maio, ganhamos de presente um senhor solo de guitarra, que nem parece com solo de guitarra, mas é sim. É uma coisa tão fora da curva que até fica difícil reparar no que veio antes ou depois desse evento nesta música.

4 – Sinead O’Brien, “Kid Stuff”
Irlandesa, de Dublin, a cantora-poetisa Sinead O’Brien solta sua primeira novidade de 2021. Mais um som envolvente na letra – quase quilométrica – e no seu jeito de cantar, quase falado, como se recitasse seus escritos, interpretasse suas emoções. Sempre além de apenas a música. Está aí uma aposta nova, uma artista que quando resolver escrever um álbum completo vai produzir algo que vai ficar para a história. Conheça antes.

5 – Sorry – “Don’t Be Scared”
E os ingleses do Sorry, que ainda colhem os elogios de seu álbum de estreia bem-sucedido do ano passado, seguem com “fluidez de gênero”, digamos assim, já que seu som transita entre o indie, eletrônico, jazz e pop. Segundo o quinteto, o EP novo, “Twixtustwain”, reflete a sua sensação de “claustrofobia” vivida durante a pandemia. Sabemos bem o que é isso. Ouça qualquer música do disquinho. Mas ouça principalmente esta “Don’t Be Scared”.

6 – Japanese Breakfast – “Posing in Bondage”
O projeto synth-pop da coreana Michelle Zauner traz mais um single do seu próximo álbum, “Jubilee”. A música, “Posing in Bondage”, fala sobre solidão e saudade. Nele a artista comenta: “Nenhum lugar parece mais solitário do que uma mercearia vazia à 1h da manhã”. Pensa em um sonzinho melancólico gostoso de escutar, uma música que se desenvolve bem devagar sem nunca soar desinteressante.

7 – The Wallflowers – “Roots and Wings”
É algo especial a volta do Wallflowers, a banda do Jakob Dylan, filho do velho Dylan. Sonoramente na mesma toada de roots rock de antes, meio do pai, meio viajante na linha War on Drugs, para citar uma banda “mais atualizada”, mas não faz mal. Ainda que talvez seja mais chocante para os brasileiros saberem que eles planejam uma turnê assim que “Exit Wounds”, seu novo álbum, for lançado, em julho. Não aqui obviamente. Para nós, resta só a música.

8 – London Grammar – “America”
Este lançamento fresquinho do trio britânico de indie pop é uma das mais bem acabadas reflexões sobre a inexistência do sonho americano, que embora seja americano está impregnado em milhões de cabeças de ingleses, brasileiros e do resto do mundo. Na canção, o personagem reflete sobre abandonar de vez aquele sonho que nunca existiu para ele, que era algo ilusório. Um reflexão carregada de melancolia talvez pelo tempo e pelo custo que ela demorou em acontecer.

9 – Years & Years – “StarStruck”
Sabe uma canção para dançar bem resolvida e só – que já é bastante coisa? É isso que o ótimo Olly Alexander, que agora assume sozinho a responsa do Years & Years, produz aqui. Tanto que o vídeo da música é uma supercoreografia da renomada Sherrie Silver, responsável por “This Is America”, vídeo obra-prima do Childish Gambino. Olha o naipe.

10 – Paul McCartney – “Slidin (EOB Remix)”
Um encontro de um ex-beatle com um atual Radiohead não é pouca coisa. Ainda que o toque de Ed O’Brien seja sútil, ele transforma bem a canção original, dando velocidade e destaque a voz gritada do Paul, que é algo sempre impressionante. Dá para dizer que é melhor que a versão original sem medo.

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* A imagem que ilustra este post é da dupla Anderson .Paak e Bruno Mars, o Silk Sonic.
** Repare na playlist. A gente inclui as 10 mais da semana, ou quase isso, mas sempre deixa todas as músicas das semanas anteriores. Pensa no panorama que isso vai dar conforme o ano for seguindo…
*** Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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Popnotas 2 – O filme novo do Dave Grohl. O vídeo fera do Years & Years. Lil Nas X nas paradas do mundo. Silk Sonic dominando os EUA

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– Até quem encana que nosso amigo Dave Grohl não vive seus melhores momentos na música admite que o rapaz se encontrou mesmo foi na onda de fazer documentários: os já conhecidos “Sonic Highways” (2014) e “Sound City” (2013), por exemplo, são duas obras bem legais. E vem aí mais um documentário by Grohl. É o filme “What Drives Us”, um doc que começou sobre a experiência das turnês em vans e evoluiu para uma avaliação sobre o que realmente motiva um músico a embarcar nessa vida. O documentário tem entrevistas com Jennifer Finch, do L7, Tony Kanal, do No Doubt, Flea, do Red Hot Chili Peppers, Lars Ulrich, do Metallica, entre outros. O “What Drives Us” estreia no dia 30 de abril pela Amazon Prime. Dá uma sacada no trailer:

– “Starstruck”, primeiro single do grupo inglês Years & Years desde o álbum “Palo Santo”, de 2019, e depois de o dono da banda, Olly Alexander, ter estourado com a supersérie “It’s a Sin”, ganhou um vídeo responsa, divulgado hoje. Dançando sozinho, o talentosíssimo Olly domina a cena em uma coreografia da renomada Sherrie Silver, responsável por “This Is America”, vídeo obra-prima do Childish Gambino.

– “Montero (Call Me by Your Name)”, do Lil Nas X, pegou o primeiro lugar esta semana no Billboard Global 200 – ranking lançado em setembro do ano passado para listar quais são os singles mais bombados no mundo, em uma conta da publicação que leva em consideração vendas e streamings em 200 países. Tudo bem que ele já tinha ficado em segundo no nosso top 10 gringo, mas conseguiu mais uma grande conquista com seu single arrasa-quarteirão, de vídeo idem. Que, aliás, já estava em primeiro no tradicional Hot 100 – single mais vendidos só nos EUA – na semana passada.

– Na semana passada porque quem está agora no topo da América é o single de esteia do supergrupo Silk Sonic, projeto dos bambas Bruno Mars & Anderson .Paak (foto na home). A música primeirona do rolê é a deliciosa “Leave The Door Open”. O feito representa ainda a oitava vez que uma faixa de Bruno Mars é número um no chart Billboard Hot 100. Dupla de muitos prêmios Grammy nas costas, eles dizem que a pretensão é lançar um álbum ainda este ano. O vídeo oficial de “Leave The Door Open” é muito bom. E, falando em vídeo, a apresentação deles da música no último Grammy virou tipo um “vídeo oficial 2”. Relembramos os dois, aqui embaixo

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