Em Annie Clark:

Produzido pela St. Vincent e o último da baterista Janet Weiss: saiu “The Center Won’t Hold”, novo disco do agora duo Sleater-Kinney

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Na leva de lançamentos que esta sexta-feira 16 de agosto nos trouxe, está o novo e aguardado disco do antes trio Sleater-Kinney.

A respeitável trinca de meninas, formada no meio dos anos 90 em Olympia, Washington, e que sempre fez muito barulho com um rock pesado desde aquela época, se aventurou mais em “The Center Won’t Hold”, álbum que tem produção da adorada St. Vincent, que buscou colocar um pouco de refino no caos costumeiro do grupo.

Outra notícia importante no meio disso tudo é que a baterista Janet Weiss, apesar de ter gravado o álbum, deixou o grupo por incompatibilidade de ideias, o que acentua ainda mais essa pegada “mais moderna” da banda ícone do movimento riot grrrl e que ficou 15 anos separada.

Falando sobre este 10º álbum da carreira, Carrie Browstein disse que o projeto é mais confessional do que de costume. “Sempre misturamos nossa parte pessoal com política. Mas, neste disco, pensamos mais sobre nós no meio de todo o caos”.

“The Center Won’t Hold” está disponível nas principais plataformas de streaming pelo mundo, entre elas a Deezer, player oficial da Popload.

Sextou!

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St. Vincent desconstrói o Red Hot Chili Peppers em versão intimista para “Breaking the Girl”

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Annie Clark já provou que em tudo que toca vira ouro. Inclusive quando o assunto é cover. No último domingo, em um show beneficente em prol das vítimas dos incêndios que assolaram a Califórnia recentemente, ela resolveu mandar uma cover de Red Hot Chili Peppers.

O show foi em Los Angeles e St. Vincent tocou no violão “Breaking the Girl”, canção que faz parte do clássico “Blood Sugar Sex Magik”, disco lançado em 1991.

Antes da apresentação, ela ainda agradeceu ao guitarrista do RHCP, Josh Klinghoffer, que “corrigiu os acordes” pouco antes dela subir ao palco.

O último álbum de St. Vincent é “Masseduction”, lançado em 2017. Ela será uma das atrações do Lollapalooza, em Interlagos, no mês de abril.

* A versão original.

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O show da St. Vincent no Austin City Limits. O programa, não o festival

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Hehe.

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Além do festival Austin City Limits, o programa de TV homônimo, que transcende quatro décadas de existência no ar, teve no último final de semana, junto com o evento, o lançamento de sua temproada de número 44.

A responsável por dar o pontapé inicial com o pé direito na nova fase do programa foi nada menos que a estilosa St. Vincent. Em uma apresentação de quase uma hora, ela tocou nada menos que 13 canções, especialmente de seu mais recente disco, “MASSEDUCTION”.

Sobrou espaço também, claro, para sons de outros discos de Annie Clark, incluindo “Cruel”, “Digital Witness” e “Marrow”. A íntegra da apresentação, cortesia da PBS, pode ser conferida abaixo.

SETLIST
Sugarboy
Los Ageless
Pills
New York
Savior
Masseduction
Marrow
Cruel
Cheerleader
Digital Witness
Rattlesnake
Fear the Future
Slow Disco

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St. Vincent pode tudo. Até tocar metal e errar o nome da música

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Diva indie que a gente não para de amar, Annie Clark tomou conta do Instagram da BBC 6 Music na sexta passada e respondeu, com seu violão (às vezes), aos questionamentos e observações dos fãs.

Em um dado momento, perguntaram para St. Vincent quais eram seus riffs de guitarras favoritos, que ela gostaria de ter criado. Ela não titubeou e logo emendou “Cowboys From Hell”, do Pantera.

Não o bastante, Annie ainda tocou e cantou “Forty Six & 2”, do Tool, que ela de forma bastante fofa errou o nome, chamando de “My Shadow”. Mas ela pode, claro.

O vídeo flagrando os dois momentos pode ser conferido abaixo.

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St. Vincent segue mais charmosa do que nunca e agora quer cair na pista de dança

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A diva indie Annie Clark, aka St. Vincent, segue por aí distribuindo charme, estilo e riffs. Ela, que está em processo de divulgação de seu mais recente disco, “MASSEDUCTION”, tem trabalhado uma nova versão para uma das canções do projeto.

“Slow Disco” ganhou versão repaginada e se tornou “Fast Slow Disco”, com pegada eletrônica e tudo. Annie parece ter curtido tanto a nova versão que até a tocou ao vivo no programa do Jools Holland, ontem, na BBC.

* A versão de estúdio também pode ser conferida abaixo.

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