Em at the drive in:

Melhores do Ano da Popload. Qual o SHOW INTERNACIONAL de 2018? Vote

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* Estou em dúvida aqui se tiro o Nick Cave da contenda, para facilitar para os outros. Você me entende? Ou não?

Mas ok, vamos lá. Melhores shows internacionais do incrível ano de 2018 de taaaaaantas apresentações gringas boas. Escolha o seu em nossa enquete ou aponte outro que não está nas opções oferecidas.

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Ano que começou com Phoenix em Curitiba, teve o espetacular Gorillaz na chuva no Jockey, todo o Lollapalooza com os mágicos LCD Soundsystem, Liam Gallagher e David Byrne, não esqueçamos a Laninha Del Rey arrasando, o especialíssimo Mogwai tropicalizando um barulho no Butantã, os supraindies Connan Mockasin e Thee Oh Sees, o galã Father John Misty chamando todo mundo para uma intimidade no palco do mais bonito auditório do Brasil, At the Drive in brigando com fãs da Lorde, a Lorde em si e de sutiã, o Death Cab for Cutie tocando sentado mas tocando, a volta incrível do Franz Ferdinand, a dobradinha Foo Fighters & Queens of the Stone Age, o fodaço Deerhunter. A reta final com Morrissey e New Order.

Teve também três shows históricos. O histórico porque é sempre histórico Radiohead, o primeiro do Roger Waters no Allianz, mais pela tensão política absurda e provocando quase uma guerra de classes e de pensamento real, e o transformador Nick Cave & The Bad Seeds, retornando ao país para uma dessas experiências sonoras e sensoriais que fica muito injusto chamar de “show”.

A gente, semana que vem, vai publicar aqui duas listas. Uma de melhores da Popload em si, outra dessa convocação deste post, chamando você a votar através deste link aqui. VOTE!!!

Grande parte dos concertos sugeridos tem um “olhar paulistano”, por causa da força de SP como praça de shows e tal. Fique livre para votar, por exemplo, no Noel em Belo Horizonte (eu estava lá e até votaria, se…) ou Franz Ferdinand em Natal.

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** A foto do LCD Soundsystem no Lolla, a primeira deste post, é de Marcelo Brandt, do G1. Na sequência, o Franz Ferdinand em ação em São Paulo, do Fabrício Vianna/Popload. A do Radiohead, a terceira, tem crédito de César Tavares, do G1. A que fecha, da Lorde, é de Fabrício Vianna, da Popload, assim como a do Nick Cave, na home.

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Músico puto, banda que quase não veio, cantor carregado no colo, Debbie histórica, Lorde absurda, brazucas emocionantes, público lindo. Popload Festival 2018 viveu sua melhor e mais emocionante edição

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FAB_4433** Fotos de Fabrício Vianna

* É claro que o Popload Festival, como parte dos empreendimentos Popload, Popload Inc. e tal, é filho nosso. E estamos aqui para proteger a nossa cria. Então, não leve a mal que a gente considera este Popload Festival 2018, que aconteceu ontem em São Paulo para cerca de 14 mil pessoas, o melhor de todos.

Que acontecimento, que público lindo e absurdo, que shows, que água gostosa para se beber, que confusão nos bastidores com riscos graves pra escalação rolando enquanto a galera tomava sua cerveja e seu drink geladinhos, que chuva uma hora, que sol forte em outras, que frescura (no sentido de clima) à noitinha.

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* Que mulher essa Letrux, abrindo o festival deusa, de vermelho, dominando o já grande público para um primeiro show, esvoaçante e toda de vermelho, palco lindo, banda foda.

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* Que gostosura o Tim e a Mallu, novinhos e tão talentosos, segurando uma onda em um show diferente pra eles, fora da curva, delicado e intenso, recebendo um chuvaréu que lavou o Memorial e, se amenizou o calorzão de antes, ferrou uns looks caprichados e tudo mais.

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* Daí entra o primeiro gringo, a banda texana At the Drive In, histórica para os indies-indies, furacão sonoro para tirar o Popload Festival de sua zona de conforto. Banda putaça com alguém da plateia que eu não entendi, xingando muito, temperatura altíssima em todos os níveis, show rápido e veloz (conceitos diferentes). Resumindo: histórico, ainda que para uma boa parte do público era só “uns caras barulhentos”.

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* Depois teve a fofura master do Death Cab for Cutie em show guerreiro, porque quase não aconteceu. Seu líder, o vocalista e guitarrista Ben Gibbard, precisou ser levado ao palco no colo, por conta de um problema de saúde que o pegou horas antes de ir ao Memorial para a apresentação. Santa médica, santa medicação. Que comunicado importante e quase aterrorizante ontem que a Bel Lenza, da equipe da Popload, foi obrigada a pronunciar antes de a banda entrar em ação. Agregou público e banda. No fim, foi lindo. Espero que tenha sido lindo também para o Gibbard. Principalmente depois que os efeitos dos remédios que salvaram o show passaram.

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* Outro show que foi uma emoção no bastidor foi o do duo-banda americano MGMT. Você não tem ideia. Nem vai ter hahaha. Mas rolou lindo, com climão delícia de fim de tarde pós-chuva pré shows principais. Você também teve vontade de chorar em “Electric Feel” ou fui só eu?

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* Eu espalhei uns termos “históricos” acima, mas nada foi tão lendário quanto o Brasil finalmente ver o Blondie, a Debbie Harry e o baixista que já tocou com Elvis Presley em ação, aqui na nossa casa, ali na nossa cara. Tantos hits inesquecíveis, eternos. Não sei nem direito o que dizer.

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* Para acabar, entrou a menina Lorde, a atração principal. A responsável para o estouro da manada de fãs quando as portas se abriram, a da articulação na internet prévia, a garota neozelandesa com uma carreira de veterana mas que tem ainda 22 anos. Em sua segunda vez no Brasil, nem parece o bebê de um disco só que veio tocar no Lollapalooza de anos atrás, em um show entre o tímido e o confuso. Agora dona total de um palco, comandante de dançarinos, também de vermelho, ousadinha só de sutiã, distribuindo palavras de sabedoria com tão pouca mas intensa vivência. Que show. Que final consagrador com o megahit “Green Light” em clima carnavalesco, chuva de papel, galera pulando tipo o que acontecia em concerto do Nirvana.

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Bom, o Popload Festival 2018 está morto. Viva o Popload Festival 2019! Você vai amar saber qual banda a gente já fechou.

** VÍDEOS

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COPA POPLOAD 2018

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AGORA VAI! Somos todos Canarinho Pistola!

Hoje é dia de abertura da Copa e a nossa seleção também está pronta! Qual desses craques você vai ver em campo a partir de Agosto? Vem comigo:

CAPA

QUARTAS DE FINAL – AGOSTO

Começando pelas quartas de final, temos: Animal Collective, Rubel, Father John Misty e Cut Copy!

AVEY

PANDA BEAR

RUBEL

CUT01

CUT02

FATHER

SEMI-FINAL – OUTUBRO

Na semi-final da #CopaPopload, dois clássicos: direto da Austrália, Nick Cave & The Bad Seeds saem de um jejum de 30 anos e voltam a São Paulo para jogar em sua melhor forma. Celebrating David Bowie apresenta um show-tributo emocionante a um dos maiores craques do rock:

NICK

ANDRIAN

ANGELO

FINAL – NOVEMBRO!

A grande final é no dia 15 de novembro e este promete ser um jogo histórico! A capitã Lorde lidera o time formado por outras estrelas como Blondie, MGMT e Death Cab For Cutie. Veja quem estará em campo e nos vemos na torcida!

LORDE

BLONDIE

BEN

CEDRIC

OMAR

MGMT01

MGMT02

MALLU

TIM

LETRUX

INGRESSOS PARA TODAS AS PARTIDAS: AQUI!

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É nooooise!!! Banda texana At the Drive in se junta ao MGMT no Popload Festival

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* Vixe!!!!

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Direto de El Paso, TX, a veterana banda AT THE DRIVE IN surpreendeu os fãs em maio do ano passado ao lançar seu primeiro álbum de inéditas em 17 anos, “in • ter a • li • a” (do latim “entre outras coisas”). Uma das bandas mais influentes de post-hardcore do final dos anos 90, o grupo texano entrou em hiato em 2001, um ano após o lançamento de “Relationship of Command”, um dos maiores álbuns-porradas da década.

Na ocasião, os integrantes se dividiram entre dois projetos paralelos bem-sucedidos, como a banda The Mars Volta (Cedric Bixler-Zavala & Omar Rodríguez-López) e Sparta (Paul Hinojos, Jim Ward e Tony Hajjar). Em 2012, o quinteto se apresentou nos festivais Coachella e Lollapalooza, retomando as atividades apenas em 2016, mas sem o guitarrista e fundador Jim Ward (substituído por Keeley Davis).

Se o ATDI já é potente em estúdio, ao vivo ele se torna memorável. Em grande parte pela performance quase suicida de Cedric, com seus saltos improváveis, malabarismos.

E é por isso que o Popload Festival 2018 já está obrigatório, com o At The Drive in. Ainda mais somando ao MGMT.

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Não precisa nem aumentar o volume da TV: At the Drive-In toca alto seus novos singles no Kimmel

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O At the Drive-In lançou semana passada o disco “in • ter a • li • a”, o primeiro da banda de post-hardcore em quase duas décadas. Assim, o grupo de El Paso já caiu na estrada para divulgá-lo.

A mais recente parada foi no programa do Jimmy Kimmel para mostrar os singles “Call Broken Arrow” e “Hostage Stamps”. Ainda bem, a apresentação foi ao ar livre e não no estúdio, dado o barulho que o grupo faz quando toca ao vivo.

“in • ter a • li • a” tem 11 faixas inéditas e é o sucessor do aclamado “Relationship of Command”, que saiu láaaaaaá em 2000. O grupo passou o anos de 2016 ensaiando essa volta para valer, fato que se confirmou com este disco produzido por Omar Rodríguez-López em companhia de Rich Costey (Sigur Rós, Fiona Apple e Muse).

Toma essa, Kimmel. Toma essa, telespectadores americanos.

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