Em balaclava fest:

SLOWDIVE vem ao Brasil em maio para a quinta edição do Balaclava Fest

>>

Screen Shot 2017-03-23 at 15.18.51

Póin! Todo mundo mirando no sapato e dançando para a parede porque… SLOWDIVE, grupo expoente do shoegaze da virada dos anos 80 para os 90, vem ao Brasil em maio! A banda inglesa se apresenta por aqui pela primeira vez e será a grande atração da quinta edição do Balaclava Fest, festival da galera indie-guerreira e multifuncional da Balaclava Records.

O Slowdive, você dever lido por aqui, retomou suas atividades há dois anos, após duas décadas (!) parado, lançando sua primeira música inédita desde 1995 em janeiro deste ano. “Star Roving”, o tal single, veio com a promessa de um novo disco, já gravado mas ainda sem data de lançamento nem muitos detalhes divulgados.

O Balaclava Fest acontece no Cine Joia, em São Paulo, no dia 14 de maio e os ingressos estão à venda aqui e na bilheteria da casa! O lineup terá o reforço da banda instrumental E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante além de outras atrações ainda não confirmadas.

Slowdive sendo Slowdive no mais recente single:

>>

CENA – É hoje! Balaclava Fest tem a banda inglesa Yuck e a americana Mild High Club puxando shows do Ventre e do Bilhão em SP

cena

* A galera multifuncional da Balaclava Records, guerreira da cultura indie brasileira, faz hoje em São Paulo a quarta edição de seu festival, botando para rodar no palco do Clash Club, na Barra Funda, como principais atrações, a banda indie mais americana da cena inglesa, o Yuck, que volta ao Brasil para shows, e a californiana e psicodélica Mild High Club.

A armada gringa tem abertura das bandas nacionais Ventre e Bilhão, ambas do Rio de Janeiro. Todas as bandas do Balaclava enquanto produtora do festival são do grande elenco da Balaclava enquanto selo mesmo. O trio Ventre é a nova aquisição. O Bilhão é uma dupla, formada por Gabriel Luz e Felipe Vellozo, este último também faz parte do Séculos Apaixonados e da banda da Mahmundi.

bala

Este é o quarto festival que a Balaclava arma dentro de um espaço ousado de um ano e sete meses, para fazer circular seus artistas. Mac DeMarco, Swervedriver, The Shivas e Mac McCaughan foram alguns dos nomes internacionais trazidos pela produtora. Supercordas, Quarto Negro, Séculos Apaixonados e Nuven estão entre os brasileiros escalados dentro das outras três edições.

O Yuck, que está em sua terceira passagem pelo Brasil, tocando no festival Se Rasgum (Pará) e na edição gaúcha do Balaclava Fest, lançou em fevereiro deste ano o bom “Stranger Things”, seu terceiro álbum. O single de “Cannonball” está tocando bastante nas rádios indies inglesas, pude perceber na viagem recente.

Acompanhe abaixo o horário dos shows. Os ingressos para o Balaclava Fest de hoje pode ser comprados aqui.

Captura de Tela 2016-11-14 às 1.19.54 PM

** A foto da home da Popload, relativa a este post, é de Carly Hoskins e traz uma sobreposição com a baixista Mariko Doi, do Yuck.

>>

Domingão com cheiro de shoegaze. Swervedriver estrela Balaclava Fest, em São Paulo

>>

080115_swervedriver1

No fim da tarde deste domingo, 1º de maio, o Cine Joia recebe a edição #3 do Balaclava Fest. No palco, bandas como Supercordas, Quarto Negro, Medialunas e Swervedriver, grupo inglês que apareceu no fim dos anos 80 e fez parte do movimento indie-shoegaze, que andou ensaiado uma espécie de ressurreição nos últimos anos com os retornos de grandes expoentes como Slowdive e Ride.

O Swervedriver, por exemplo, encerrou seus trabalhos mais ou menos em 1998. Voltaram uma década depois para shows esporádicos. Sumiram de novo e retornaram ano passado com disco novo e tudo. E é com a turnê de “I Wasn’t Born To Lose You” que eles visitam o país.

A Popload convidou o Walter Matsuzoe para falar um pouco do contexto britânico naquela época, quando se armou bem o movimento até que o grunge chegasse, literalmente, chutando tudo.

No início da década de 1990 um certo (literalmente) barulho começou a tomar conta da cena indie inglesa. A fórmula infalível era sempre a mesma: franjas, guitarras distorcidas que formavam uma parede sonora, vozes tímidas e olhos sempre direcionados para o chão. Era o tal “shoegazing” que tomava forma.

A gravadora da vez era a Creation Records (que muito espertamente assinou contrato com boa parte destas bandas) e que tinha como grande nome o My Bloody Valentine, pai e mãe dos barulhentos da época e que inspirou todos, de Slowdive a Chapterhouse, com todas aquelas guitarras barulhentas e camisetas listradas. Durante os shows o som era muito alto, muito melancólico e absurdamente lindo.

Desta mesma gravadora e também de Oxford, duas bandas se destacaram. Ride era uma delas, responsáveis pela obra prima “Nowhere”, aquele com a capa de uma onda se formando no meio do oceano e que representava exatamente aquilo que estava acontecendo. Uma onda que poderia desaparecer ou virar um tsunami.

A segunda banda era o Swervedriver, que emplacou um belo hit, “Rave Down” (vídeo acima). Com um som ainda mais pesado e voltado para a Psicodelia, com influências de Stooges e Mc5, tiveram o primeiro álbum ,”Raise”, produzido por Alan Moulder, engenheiro de som de primeira que mais tarde trabalhou com Smashing Pumpkins e NIN.

Esta “onda” sonora chamada shoegazing poderia ter se transformado em uma coisa muito maior se não fosse interrompida pelo verdadeiro tsunami chamado Nirvana, que em 1991 com o álbum “Nevermind” e todos os grunges cabeludos acabaram com toda a festa. Mas esta é uma outra história.

Quem viveu aquela época não se esquecerá jamais…

SERVIÇO
Data: 01/05 às 17:00
Line up: Supercordas, Quarto Negro, Medialunas e Swervedriver
Local: Cine Joia – Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade
Ingressos: R$40 a R$80

>>

O incrível Mac DeMarco está chegando. Sábado lidera festival indie em São Paulo

>>

Screen Shot 2015-11-18 at 20.40.13

* Se semana passada São Paulo teve um final de semana dos mais movimentados, neste que se aproxima, dentro de um feriado local, não vai ser diferente. Um artista clássico da música indie e um da novíssima geração, fundamentais cada um na sua área, cada um na sua época, se apresentam em São Paulo no sábado. E, o melhor da história, teoricamente dá para ver os dois.

No Citibank Hall, você sabe, canta o senhor Morrissey. No Audio Club, dentro do festival Balaclava, se apresenta o maluco Mac DeMarco, um dos principais nomes da nova onda de guitarras sem controle do novo garage-rock americano (ele é canadense) com cargas descaradas de psicodelia. Na verdade mundial, se juntarmos a turma toda: DeMarco, Ty Segall, Connan Mockasin, Ariel Pink, Parquet Courts. Enfim.

Morrissey tem show marcado para 21h30, mas deve começar às 10, como aconteceu nesta terça no teatro Renault. DeMarco, se o script se confirmar, começa a tocar às 0h30, na Barra Funda, já avançando no sábado.

Dentro do festival Balaclava, Mac DeMarco tem a boa companhia de uma brigada brasileira formada por Terno Rei, Mahmed, Séculos Apaixonados, Nuven e Jovem Palerosi, que se dividem entre o palco principal e o clubinho do Audio.

Abaixo, veja a arte animada oportuna de apresentação da turnê brasileira do Mac DeMarco, que começa sexta no Se Rasgum Festival, em Belém, com o paulistano Balaclava Fest no dia seguinte, num trabalho classe de D.W. Ribatski. E confira os horários do festival, em outra imagem, logo após.

via GIPHY

Screen Shot 2015-11-18 at 20.01.18

>>