Em beatles:

Idles desconstrói Strokes em cover, destroça “Reptilia” e vira polêmica indie

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* A bandaça inglesa pós-punk gritaria rouca Idles movimentou o fim de semana com três shows em streaming nos estúdios Abbey Road, em Londres. A gente anunciou as apresentações aqui. Foram três sets diferentes, cada um deles misturando material “clássico” do Idles, músicas do discaço “Ultra Mono”, a ser lançado em setembro, e umas covers surpresa.

E as homenagens do Idles para outras bandas foram, uma por show, para Strokes, a maravilhosa “Reptilia”, Ramones, com o hino “I Wanna Be Sedated”, e Beatles, com a enorme “Helter Skelter”, misturadinha ali no meio com um trecho de “Pure Morning”, do Placebo. Enfim, referências.

O legal das covers do Idles é que todas elas foram destruídas, desmontadas, para surgirem de novo no modo Idles de desconstrução punk. Não sobrou pedra sobre pedra das músicas como as conhecíamos. E todas ficaram muito boas.

A de “Reptilia”, em especial, causou uma certa convulsão indie no Twitter, muita gente odiando. Mas o que queriam? Que o Idles cantasse Strokes como Strokes?

Guitarras completamente descontrol e o Joe fazendo uma voz ruim e “doente” para a música que ficou até engraçado pensar o tanto que o Julian Casablancas se apresentou ao vivo com a garganta frágil e… ruim e doente.

Achei, em particular, um grande serviço do Idles para a banda de Nova York, que não engrena na animação nunca mais, mesmo depois de finalmente lançar um disco bom. A guitarrada final de dois minutos para a versão do Idles é espetacular. Ali, lá no fundo da barulheira, dava até para imaginar que tinha “Reptilia”. Mas sei lá.

Abaixo, o Idles desmontando, então, Strokes, Beatles e Ramones, que virou, no caso deste último, algo muito perto de um Sisters of Mercy, de tão dark.

Gostamos aqui desse Idles, viu. Mais agora com essas covers.

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* Já já postaremos mais Idles aqui, agora as do disco novo.

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Há 63 anos, Paul McCartney conhecia John Lennon e o ensinava a afinar a guitarra

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* Não somos muito de efemérides necessariamente, ainda mais quando elas são quebradas, mas um dia como este vale o registro, por ser talvez o dia mais importante do rock, para muitos.

No dia 6 de julho de 1957, há exatos 63 anos, Paul McCartney e John Lennon se encontraram pela primeira vez, numa festa da igreja de St. Peter, em Liverpool.

John Lennon, 16 anos, fazia parte dos Quarrymen, banda que naquela tarde festiva tocou num palco montado em terreno atrás da igreja, que tinha também como atração um desfile de cachorros da polícia e a coroação de uma rainha da igreja.

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Os Quarrymen, que na época era um sexteto liderado por Lennon, viria anos depois a dar nos Beatles. Paul, 15 anos, entraria nos Quarrymen três meses depois desta tarde em que conheceu Lennon. E no ano seguinte levaria para a banda o guitarrista George Harrison.

Reza a lenda que Paul foi apresentado naquele dia a Lennon pelo então baixista dos Quarrymen, que era seu coleguinha na escola Liverpool Institute. E, depois de conversarem alguns minutos, Paul teria ensinado a Lennon um jeito diferente de afinar a guitarra.

E a magia se fez.

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Banda inglesa Blossoms faz da quarentena um belo disco com Beatles, Tame Impala e vídeos legais

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* O simpááático grupo inglês Blossoms, de Manchester, anunciou que vai pegar suas ótimas “isolation covers”, que vem sendo apresentadas nas redes durante o “Lockdown” britânico, e transformá-las num disco real de covers a ser lançado neste ano inclusive em vinil e CD, em data a ser anunciada.

Cada um na sua casa, no sofá, sala, cozinha, quintal, e às vezes com um convidado especial participando da esperta edição, o Blossoms já revelou suas versões quarentenescas para Tame Impala (com o guitarrista galã Miles Kane cantando), Frank Ocean. Músicas deles mesmos e até dos Beatles vão entrar na roda.

O Blossoms entregou a capa do álbum, com fotos isoladas do quinteto, como manda as regras dos dias de hoje.

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As versões apresentadas em vídeo no Instagram da banda já foram para o Youtube e a partir de hoje entram em áudio para download nas plataformas tipo Apple Music, Spotify, Deezer etc. A primeira a ir para o formato nesta madrugada foi a cover de Frank Ocean, para “Lost”. E seguem este cronograma:

hoje: Lost (Frank Ocean)
amanhã: My Swimming Brain (single do mais recente álbum do Blossoms, lançado em janeiro)
quarta: Paperback Writer (Beatles)
quinta: There’s A Reason Why (I Never Returned Your Calls) (o maior hit do Blossoms, 2018)
dia 11: If You Think This Is Real Life (outro single “novo”)
dia 12: The Less I Know the Better (Tame Impala, com Miles Kane)
dia 18: Dreaming of You (The Coral, com James Skelly, que inclusive produz os discos do Blossoms)

Os vídeos que já rolam da série “Blossoms in Isolation”, incluindo o da incrível versão para “Dreaming of You”, hit dos anos 2000 com o Coral, com o próprio James Skelly cantando, lançada no fim de semana, são:

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Além de “Parasita”, Oscar consagra ainda mais a Billie Eilish, que fez cover “só” dos Beatles

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Na noite em que o Oscar consagrou o filme sul-coreano “Parasita”, a menina fenômeno Billie Eilish proporcionou um dos momentos mais tocantes da noite.

Com toda sua originalidade, a cantora e seu brother inseparável Finneas ficaram com a responsabilidade de fazerem uma cover de “Yesterday”, dos Beatles, na seção “In Memoriam”, da premiação.

O seguimento relembrou mortes recentes de Kobe Bryant e Kirk Douglas, além de Agnes Varda, Peter Fonda, Doris Day, entre outras.

Em fase espetacular em sua curta carreira, Eilish recentemente quebrou recordes no Grammy ao ser a artista mais jovem a conquistar os quatro principais prêmios, entre eles o de disco do ano. Ela também, em breve, vai lançar a música que servirá como trilha sonora do novo filme de James Bond, “No Time to Die”.

Como se não bastasse, ela fará sua estreia em palcos brasileiros no final de maio, com shows em São Paulo e Rio.

Tá bom assim?

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A reunião possível dos Beatles, com Paul e Ringo tocando juntos em Los Angeles

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Neste final de semana, Paul McCartney e Ringo Starr promoveram mais uma pequena reunião dos Beatles. O novo encontro, que tem sido cada vez mais frequente, aconteceu na cidade de Los Angeles, em show da Freshen Up Tour, do Paul.

Ringo apareceu na parte final do show e tocou bateria em duas músicas: “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (Reprise)” e “Helter Skelter”. Quem também apareceu para uma parceria não programada foi Joe Walsh, do Eagles, que tocou guitarra em “The End”.

Momentos depois, Paul disse que o mais legal da história é que eles não haviam planejado nada para aquela noite e acabou acontecendo.

Os registros podem ser conferidos abaixo.

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