Em beyonce:

Sem poder acontecer real, Glastonbury virtual remonta o passado de quinta a segunda para comemorar seus 50 anos

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* Glastonbury x Coronavírus. Previsto para acontecer nesta semana entre os dias 24 a 28 de junho, mas cancelado pela pandemia, o gigantesco festival inglês anunciou um “line up virtual” para comemorar seu 50º aniversário. Se 205 mil pessoas compareceriam in loco para ver essa especialíssima edição cinquentenária do festival, a ideia agora é milhões de longe relembrando os grandes momentos do evento nesses anos todos.

Bom, talvez recriar a “experiência glasto” em casa não seja tão fácil. Sem aquele monte de barro, litros de cerveja quente, o (des)conforto dos banheiros químicos, a aglomeração de gente “alterada” (inclusive saudade do galerão)… Massss, sem outro jeito, dá para você recordar alguns dos shows icônicos do maior festival do mundo ao longo destes 50 anos.

A edição que agora em 2020 traria como headliners sir Paul McCartney, Kendrick Lamar e Taylor Swift, além de mais de outros MIL (!!!) shows na programação, resolveu proporcionar a seus fãs parte da experiência através de playlists (divididas por palcos), galeria de fotos, eventos, palestras e até uma exposição online com curadoria do ótimo museu britânico Victoria & Albert (V&A, de Londres). Tudo isso é o chamado Glastonbury Experience.

Na TV, a BBC, que transmite o Glasto desde 1997, também terá parte da sua programação dedicada ao festival a partir de quinta feira, só com pesos pesados e seus shows clássicos: Nick Cave & The Bad Seeds, Oasis, Radiohead, The Cure, Beyoncé, Jay-Z, LCD Soundsystem, Amy Winehouse, Lady Gaga, David Bowie (!), Arctic Monkeys, Blur, entre muitos outros. E, claro, as “novidades” quentinhas da música: Billie Eilish, Fontaines DC, Idles, Haim, Stormzy…

O gigantesco lineup de shows antigos do Glasto vai ser mostrado em streaming na plataforma BBC iPlayer, que não funciona fora do Reino Unido. Fiquemos de olho no canal da BBC Music no Youtube. Ou pensamos em outro jeito. Mas teremos que ver.

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Por aqui a gente não consegue nem separar os favoritos da lista acima, mas enquanto isso vamos de playlists para ir entrando no clima, cada uma representando um dos principais palcos do festival:

(PYRAMIDE STAGE PLAYLIST)

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(THE PARK STAGE)

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(JOHN PEEL STAGE)

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(WEST HOLTS)

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(OTHER STAGE)

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* A foto que chama este post na home da Popload é da primeira aparição do Oasis para show no Glastonbury, em 1994.

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Beyoncé volta à causa com música nova e reivindicações antigas. Ouça o surpreendente single-surpresa “Black Parade”

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* Na sexta à noite, quase entrando no sábado, mas ainda no feriado do Juneteenth americano (que oficialmente comemora o fim da escravatura nos EUA), a cantora pop Beyoncé surgiu nas redes sociais com duas novidades engajadas. Uma delas uma música-surpresa.

“Black Parade” é a poderosa canção revelada, seu primeiro single solo inédito desde que lançou de uma vez sobre nós o rompante álbum “Lemonade”, com todas suas músicas aparecendo de uma vez. Isso em 2016.

Beyoncé, que tem participado ativamente desde o primeiro momento dos protestos à cerca da morte do George Floyd, anunciou ainda uma campanha para ajudar pequenos negócios pertencentes a negros.

“Black Parade”, acompanhe a letra abaixo, exalta a história negra, bota o dedo na feridaça da brutalidade policial, cita tradições africanas, pede reparação para seu povo e clama, claro, pela justiça social que em pleno 2020 ainda insiste em não existir.

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K-pop q-lindos. Banda BTS ajuda causa black com milhões e faz show de formatura virtual para estudantes sem-festa

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* Longe de sermos fãs da música, mas que fofura o que move essa boy band coreana BTS, os Beatles do nosso tempo pela devoção e frenesi que causa em seus adoradores.

No final de semana, motivados pela banda no Twitter, os fãs do septeto k-popper, chamados ARMY, fizeram uma correria na internet para arrecadar U$ 1 milhão (cerca de R$ 5 milhões) para a organização americana Black Lives Matter, que luta contra a supremacia branca violenta.

Um tweet do grupo dos cantores dançarinos na sexta estimulou a movimentação da “One in an Army”, coletivo de fãs do BTS pelo mundo que assumiram a engenharia das doações. “Nós estamos em solidariedade com a ARMY negra. Eles são parte de nossa família. Somos solidários às pessoas negras de qualquer parte. Suas vozes merecem ser ouvidas”, disse um porta-voz do One in an Army.

Fãs de k-pop em geral têm clara consciência da importância da absurda movimentação da nova geração em redes sociais para muito além da música que eles veneram. Na semana passada, essa galera k-popper articulou um movimento cavalar para abafar em massa a hashtag racista #whitelivesmatter, que se contrapunha aos protestos pela morte do negro George Floyd, sufocado estupidamente pelo policial branco de Minneapolis, no dia 25 de maio.

O BTS, ainda neste final de semana, resolveu participar do eventaço virtual “Dear Class of 2020”, em homenagem aos formandos de escolas e universidades americanas que por motivos óbvios não vão ter suas tradicionais festas de formatura.

Realizada na plataforma Youtube, dentro da série Youtube Originals, o “Dear Class of 2020” juntou discursos e shows, além dos do BTS, de gente e artistas como o casal Obama (organizadores do evento), Beyoncé, Lady Gaga, Lizzo (tocando flauta com a Filarmônica de Nova York), uma parada do Finneas Eilish envolvendo o Bono e o Chris Martin e até a galera dos Simpsons, entre outros.

Já que o moral deste post é destinado ao grupo coreano, a gente diz que eles gravaram para os formandos três músicas no National Museum of Korea, fazendo performances em um medley das músicas “Boy with Luv,” “Spring Day” and “Mikrokosmos.”

Mas a gente aproveita aqui para descarregar outros momentos do “Dear Class of 2020”, cuja festa em momento tão importante na vida dos formandos teve que ser no Youtube. Mas com uma lista de atração sensacional de tão variada.

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O Melhor do Twitter: “O Zuck, o Nick & a Bey” edition

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Direto ao ponto: esta edição extraordinária do OMDT é culpa da sexta-feira 13 com Nick Cave. O (outro) lado bom é que ela chega numa segunda-feira pós-Beychella. Win-Win. Também temos Animais Anti-Fascistas, Gatos Melodramáticos, Anitta x Hanseníase, Empreendedorismo x Astrologia, o Leifert Imigrante, o Robô do Zuck e o Velho chamado Nick. E muito mais.
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Coachella, mas pode chamar de Beychella. O show completo da diva pop e dezenas de fotos do festival da Califórnia

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Por maior que seja um festival, às vezes, acontece do evento ser de certa forma “engolido” por um artista. E por mais que o Coachella tenha lá seus quase 200 shows, diversos palcos, gente bonita, as babes, vodka, sorvete, bandas pequenas, bandas médias e artistas consagrados, a edição de 2018 já ficou marcada pela presença de Beyoncé, ao ponto do festival estar sendo chamado de Beychella 2018.

Tudo bem que o evento que acontece em Indio, apesar de big e esgotar ingressos para seus dois finais de semana de forma antecipada, tem perdido a relevância nos últimos anos justamente por escalar artistas de grande escalão como headliners, por dar uma atenção maior para a música eletrônica radiofônica e de certa forma deslocar cada vez mais bandas médias, um pouco por culpa delas. Ou é superindie ou superpop, não tem meio termo.

Tudo bem, também, que alguns festivais tão grandes quanto (ou até maiores), tipo o Glastonbury, Primavera Sound e Roskilde ainda se viram com programações equilibradas e mantêm ainda boa parte de suas origens. Pode incluir o Popload festival aí também. Hehe. Mas isso é discussão para outra hora.

Voltando para o Beychella. Basta dar uma rápida conferida na imprensa internacional para vermos classificações como “histórico”, “espetacular” e “lendário” para o show de duas horas da principal estrela do pop nos últimos tempos, em uma apresentação que ocorreu com delay de um ano, já que em 2017 Beyoncé estava escalada, mas precisou cancelar sua presença no evento porque estava grávida.

De volta, ela não perdeu tempo, escalou um balé de 100 dançarinos, dividiu o palco com seu marido Jay-Z, a irmã cool Solange e suas amigas de Destiny’s Child, e enfileirou hits no deserto da Califórnia, fazendo do seu show uma atração a parte do festival, para muitos maior que o festival. Até para o The New York Times, que não teve pudor em cravar em suas páginas: “Beyoncé Is Bigger Than Coachella”.

** Mas o Coachella não viveu só de Beyoncé neste seu primeiro final de semana. St. Vincent, Moses Sumney, Vance Joy, David Byrne, Belly, Perfume Genius, The War On Drugs, Soulwax, Vince Staples, First Aid Kit, Eminem, Angel Olsen, Fidlar, alt-J e muitos outros fizeram seus shows no campo de polo em Indio. Um pouco de cada a gente vê abaixo, em fotos. Como bônus, o tal show da Beyoncé em vídeo, completo, que não deve durar muito na internet. Setlist aqui.

A gente volta a falar de Coachella na nossa programação ainda.

++ FOTOS ++
Créditos: Coachella e Desert Sun

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