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Billie Eilish sobe pelas paredes em sua estreia no Saturday Night Live

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Menina que deixou a música pop de ponta-cabeça, primeiro lugar da Billboard com 17 para 18 anos de idade com seu álbum “When We All Fall Asleep Where Do We Go”, Billie Eilish mostrou em sua estreia no Saturday Night Live a razão de ser o nome mais intrigante da música hoje em dia.

Pisando pela primeira vez no palco de um dos programas mais tradicionais da TV americana, a cantora fez uma apresentação espetacular do hit “Bad Guy”, tocando em um cenário no qual, veja bem, ela pisou em quatro paredes possíveis, desafiando a gravidade, ficando até de cabeça para baixo. O truque para isso a gente ainda não sabe. Haha.

Depois, com seu brother Finneas, ela fez uma reedição tocante de “I Love You”, no encerramento do programa.

Billie Eilish vem ao Brasil em 2020 para dois shows, como antecipou a Popload. A nova esquisita/genial queridinha do pop tocará dia 30 de maio em SP e no dia seguinte no Rio, com ingressos sendo vendidos a partir da próxima sexta-feira, 4 de outubro.

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Exclusivo: fenômeno BILLIE EILISH vem ao Brasil em maio para dois shows

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* Bomba, bomba. Dona de uma das turnês mais disputadas do planeta hoje, a “garotinha estranha” Billie Eilish tem duas datas garantidas em São Paulo e Rio de Janeiro em maio de 2020, a Popload apurou. Os shows da cantora de 17 anos, talvez o nome mais incensado da nova cena pop, acontecem dia 30/5 no Allianz Park (SP) e dia 31/5 na Jeunesse Arena (RJ).

O anúncio oficial pode sair ainda nesta semana, nas próximas horas. Junto com os preços dos ingressos, que também a Popload conseguiu com exclusividade. Em SP eles custarão de R$ 320 (cadeira superior) a R$ 680 (pista premium). A pista “normal” sairá por R$ 380. No Rio, show “fechado”, a pista vai custar R$ 620 (mesmo preço do camarote). Cadeiras, nas duas categorias existentes, são R$ 340 e R$ 540.

A primeira turnê de Billie Eilish para estes lados é sul-americana. Ela toca ainda em Buenos Aires (Argentina), dia 2 de junho, e Santiago (Chile), no dia 4.

Billie Eilish está chacoalhando a música nos EUA, de um jeito… familiar. Tem o irmão como parceiro (o Finneas) e a sombra da mãe nas decisões de sua carreira meteórica. Diz que não gosta muito de fazer shows e que os processos de gravação em estúdio e o tanto de gente que a cerca tornam seu “hobby” facilmente chato.

Capa recente da revista americana “Rolling Stone”, Eilish ganhou um enunciado mais ou menos assim na publicação, para justificar a manchete “O Triunfo do Esquisito”: “A nova maior estrela do pop tem 17 anos e ganhou essa fama toda fazendo as coisas de seu jeitinho, sem ligar para o que as pessoas pensam – inclusive quando ela diz que ainda grita alto pela mãe, na madrugada, depois de um pesadelo, que diz ter constantemente”.

Já viu os vídeos dela?

Ela surgiu em 2017, com o EP “Don’t Smile at Me”, que brilhou no Top 20 americano incluindo álbuns e foi bem colocado ainda nas paradas da Inglaterra, Austrália, Canadá e Japão. O disquinho saiu depois do zunzum que Eilish causou após lançar a música “Ocean Eyes” no Soundcloud, no ano anterior.

Com seu disco de estreia, então, o ótimo “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?” (olha a paranoia dos pesadelos, de novo), lançado em março deste ano e que já rendeu CINCO singles em altos postos da “Billboard”, Eilish se tornou a primeira artista nascida depois do ano 2000 a ter um single número 1 nos EUA.

A tour deste álbum, que passa por aqui em 2020, começou no arrasador show no Coachella Festival, em abril deste ano. No próximo sábado, como atestado de fama absurda, Billie Eilish será a convidada musical do tradicional programa de TV nova-iorquino “Saturday Night Live”. Vamos ver o resultado disso aqui na segunda-feira.

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Leia mais sobre shows incríveis no Brasil aqui.

A boa e bizarra garota Billie Eilish vai ao inferno em novo vídeo

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* Maior fenómeno pop dos dias de hoje, a “sinistra” Billie Eilish, uma espécie de filha da SIA e considerada pela “Rolling Stone” americana em capa a responsável pelo “Triunfo dos Esquisitos”, soltou seu vídeo oficial e lindão para “All the Good Girls Go to Hell”

A música é um dos muitos singles a fazer de seu álbum de estreia, “When We All Fall Aslee, Where Do We Go”(boa pergunta!!!), lançado em março o disco número 1 nos EUA/Canadá, em vendas no ano.

O vídeo de “All the Good Girls Go to Hell”, em que Billie é tipo uma morcega mutante no inferno, para dizer o mínimo, foi lançado antes na conferência de ações para pensar a problemática do clima, em Nova York. Para dizer o máximo, a narrativa confronta com Deus e o Diabo se perguntando “que merda é esta que os seres humanos querem fazer com o planeta”. O inferno, no caso, é aqui. A cantora, 17 anos, é teen engajadíssima.

Chega aqui na Amazônia e Brasília para ver isso bem de pertinho, Eilish querida. Aproveita e faz uns showzinhos.

Em sua conta do Instagram, Billie Eilish mandou um textão junto com o anúncio do vídeo e da conferência. “Right now, there are millions of people all over the world begging our leaders to pay attention. Our earth is warming up at an unprecedented rate, ice caps are melting, our oceans are rising, our wildlife is being poisoned and our forests are burning.”

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* Billie Eilish vai participar, no final do mês, dia 28, do eterno programa “Saturday Night Live”, como atração musical (que sempre manda duas músicas ao vivo neste sábado à noite)
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Billie Eilish, 17 aninhos e só com um disco nas costas, arrasta multidão em show histórico no Glastonbury. Headliner em breve?

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Foto: Grant Pollard/Invision/AP/Shutte

Foto: Grant Pollard/Invision/AP/Shutte

O domingo do Glastonbury apresentou gente das antigas na programação de shows em seus palcos principais. O dia fechado pelo The Cure teve nomes como Mavis Staples e Kylie Minogue, por exemplo, na arena principal. Não muito longe dali, algo estava acontecendo.

O mundo pop tem estado de olho em Billie Eilish, maior fenômeno do pop em 2019, que está na estrada com seu disco de estreia, tocando em grandes festivais e grandes arenas. Para uma menina de 17 anos, isso é muita coisa.

Não o bastante e tamanho o hype, Billie debutou no Glastonbury logo no Other Stage, um dos principais e mais legais palcos do festival inglês, e causou comoção geral em um público que, literalmente, ia de 7 a 70, segundo relatos.

O mais engraçado é dar uma zapeada online nos canais ingleses que cobriram o evento e consequentemente o show da Eilish. A NME não hesitou em meter nota 5/5 para a apresentação da norte-americana. O jornalista Thomas Smith não teve pudor em meter logo no título que quem perdeu o show histórico dela, fez uma escolha bem errada. A frase original soa melhor: “If you missed Billie Eilish’s once-in-a-generation Glasto show, you fucked up big time”.

No texto, Thomas faz um histórico recente de revelações do pop que estiveram no Glastonbury “no momento certo” da ascensão e listou Lady Gaga em 2009, no mesmo Other Stage, e ainda Adele, que fez um set acústico em 2007 e reapareceu uma década depois para ser headliner.

Foto: Andy Hughes

Foto: Andy Hughes

O “momento certo” de Billie Eilish foi absurdo do jeito que tudo na vida da garota tem sido. Ela foi escalada para tocar no fim de tarde, praticamente no mesmo horário de Miley Cyrus, outra estrela pop e já consolidada na cena há tempos. O que rolou, para o espanto de muitos, foi um empate: cerca de 40 mil pessoas em cada shows. Veja bem: estamos falando de uma menina de 17 anos, com um disco só na carreira, que subiu ao palco vestida com uma roupa que mais parecia um pijama de adolescente (ela diz que veste um número bem maior para que ninguém julgue seu corpo), ao lado do irmão compositor tocando teclado, e com imagens um tanto quanto perturbadoras no telão. Isso sob um sol de rachar.

Talvez por isso (outra review), a jornalista Anna Leszkiewicz – que deu 4/5 no Independent – tenha resumido bem o show de pouco mais de uma hora de duração em uma frase simples: “o carisma sombrio e irônico de Eilish que permeia o álbum é bem traduzido ao vivo”.

Não bastasse a intensidade da apresentação, Billie deu um pequeno puxão de orelha nos fãs e pediu para que fizessem menos registros nos celulares e “vivessem mais aquele momento”. Sem querer, o discurso dela foi de encontro ao do jornalista da NME sobre tratar a apresentação como “momento único”. Lembra? “If you missed Billie Eilish’s once-in-a-generation Glasto show, you fucked up big time”…

O público cantando cada palavra de “bury a friend” parece endossar o discurso da mídia inglesa.

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Austin City Limits anuncia programação absurda e bota a Billie Eilish entre os headliners, junto com The Cure, Tame Impala e Guns N’ Roses

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Um dos festivais que mais cresceram nos últimos anos e hoje é considerado um dos maiores do mundo, o Austin City Limits anunciou seu line-up ofensivo para a edição 2019, que acontece nos finais de semana de 4 a 6 e 11 a 13 de outubro.

O evento do Texas elencou nada menos que oito atrações entre as principais, com destaque para a garota fenômeno Billie Eilish, que aos 18 aninhos figura com seu nome no cartaz do mesmo tamanho que os do Guns N’ Roses e The Cure, pensa. Completam os headliners o Tame Impala, Mumford & Sons, Childish Gambino, Cardi B e Robyn (as duas últimas atrações em um fim de semana cada).

Também estão na programação nomes como The Raconteurs, Thom Yorke, Rosalía, Banks, Jenny Lewis, Idles e grande elenco.

Confira tudo:

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