Em black drawing chalks:

CENA – Bananada 7 de 7 – Mano Brown, Karol Conka, Far From Alaska, Rakta, Teto Preto, Tulipa Ruiz…

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* Popload em Goiânia. Para acabar esse Bananada sem fim…

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Crossover de coisas, ideias, pessoas, nunca pensei que num mesmo festival indie pudesse ter, sei lá, Black Drawing Chalks e Mano Brown. Quase num mesmo horário, estar tocando a banda indie shoegaze sorocabana Wry num palco e a rapper paranaense Karol Conka em um outro. Assim foi o Bananada de domingo, dia 14, encerrando uma semana cabulosa de som bom, lugares incríveis, gente bacana, tudo certo.

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Abaixo, um dos melhores momentos do Bananada 2017 em sua noite final. Com vídeo de galera e fotos incríveis do Ariel Martini, parte integrande do não menos incrível I Hate Flash

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Mulherada power. Acima, a possante Angela Carneosso em show fora do normal do Teto Preto, a banda-festa. Abaixo, as garotas do feroz Far From Alaska, bandaça internacional do Rio Grande do Norte, momentos antes de entrarem em ação no Bananada 2017

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Mano Brown, dos Racionais, em show do seu outro projeto, o groovie Boogie Naipe, a grande atração de domingo no festival goiano

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A bombada rapper Karol Conka em dois momentos no Bananada 2017

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Três entidades do rock brasileiro reunidas no Bananada, acima o show conjunto dos goianos do Black Drawing Chalks com os Hellbenders; abaixo, Chuck Hipolitho arrebentando a bateria do Forgotten Boys, de SP

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Tulipa Ruiz recebe Liniker em sua apresentação no Bananada 2017

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Acima, Paula Rebellato comanda os teclados do assombroso grupo pós-pós-punk feminino Rakta, de SP; abaixo, momento da banda goiana Brvnks no palco-casa-do-mancha do Bananada 2017

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E fim…

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CENA – Bananada, 3 de 7 – Austin é aqui: a noite de quarta teve Far From Alaska, Black Drawing Chalks, Ventre e o escambau

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* Popload em Goiânia. A moleza de ver shows “apenas” em cinco/seis casas noturnas pequenas da cidade está acabando…

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* Não consegui ver o show conjunto tudo misturado do Ventre com o E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante, no Sesc Centro, porque optei por outros baladas. Mas quem viu disse que foi o fino da bossa (veja a foto abaixo, de Ariel Martini/I Hate Flash). Esse encontro carioco-paulistano indie teria sido tão legal que as bandas pensam em repetir o formato. A ver.

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Como o Ventre e Sesc são muito mainstream para mim (brincadeirinha!), optei por ir ver o showcase da valente e velha-de-guerra Midsummer Madness no Rum, que promoveu shows das bandas Justine Never Knew the Rules, da República de Sorocaba, e do Lava Divers (MG). Guitarras desobedientes em clima shoegazer no primeiro, indie-rock mineiro absurdamente bem ritmado com baterista mulher que canta no segundo. Noite bem bacana.

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Justine Never Knew the Rules, acima, e Lava Divers, abaixo, tocam no showcase da Midsummer Madness, no bar-estúdio Rum, dentro da programação do Bananada. Mais abaixo, imagem de Ana Zumpano (Lava Divers) em ação. Fotos de Fabrício Vianna, poploader de longa data

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Enquanto os chilenos Magaly Fields e o famosinho Perrosky internacionalizavam o Rock, do outro lado do Centro uma galera ia enchendo o tradicional clube rrrrrock goiano Diablo Pub, para ver os curitibanos do Trem Fantasma, os locais Black Drawing Chalks e o cada vez mais bombado Far From Alaska, de Natal (RN). Tudo um showcase do site/festival Tenho Mais Discos Que Amigos. O primeiro grupo, do Paraná, exerceu ao vivo uma regressividade sulina que ficava melhor quando o som escapava para algo perto do psicodelismo. Tipo aqui.

Eu pago um pau para o Black Drawing Chalks, daqui de Goiânia, banda que mais se aproxima do grupão americano Queens of the Stone Age no sentido: desempenham um som na fórmula metal (80%) / stoner (20%) caprichada e parecem que estão se divertindo muito entre eles e com a turma deles. Claro, como tradição, tomaram chuva de cerveja da plateia. Sempre um prazer vê-los ao vivo. Vi apenas uma lasquinha do show da atração maior da noite, a banda nordestina Far From Alaska, que encheu seu set, soube, de músicas do próximo disco, “Unlikely”. Mais por minha culpa do que deles/delas. A parte que eu vi, um cara ao lado soltava repetidamente uma frase tipo de dez em dez segundo que parecia um mantra: “Que foda! Que foda!”. Parece que foi assim o show todo.

Captura de Tela 2017-05-11 às 8.54.26 PM

Acima, a banda Black Drawing Chalks em ação no Diablo Pub. Depois, entrou em cena as meninas e meninos do Far From Alaska, de Natal, terminando de quebrar tudo. Estas duas fotos, mais a espetacular da home da Popload, são de Ariel Martini, do grande I Hate Flash, velhos parceiros

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CENA – Bananada da quarta tem Ventre e E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante, juntos. Mais: chilenos, Justine e o poderoso Far From Alaska

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* Popload em Goiânia. Bananada hoje fica internacional.

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Ainda nas casas, ainda engrenando para o fim de semana bombástico, o festival recebe no Rock, nesta quarta, os chilenos Magaly Fields e Perrosky, esse já mais conhecido no intercâmbio de cenas indies daqui e de lá.

No Sesc do Centro, a partir das 20h, tem um crossover de bandas: a carioca Ventre e a paulistana E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante tocam ao mesmo tempo, numa grande jam. Em alguns momentos, uma das bandas acompanha o repertório da outra. O show “diferente” faz parte da parceria do Bananada com o Dia da Música, festival que acontece por todo o país com centenas de shows. Como característica do festival, hoje no Sesc não vai ser cobrado ingresso.

A fervura da noite, na vibe e no volume, acontece na tradicional casa roqueira Diablo Pub: o sessentista Trem Fantasma, do Paraná, abre os trabalhos de uma programação que tem o grande Black Drawing Chalks, banda da casa, e o “ousado” Far From Alaska (foto na home da Popload), do Rio Grande do Norte, que gravou o disco novo, “Unlikely”, nos Estados Unidos, graças a um belo crowdfunding para a pré-venda do álbum.

No Rum (ex-República), estúdio-bar que tem um belo palco, dois shows legais e shoegazers dividem a atenção do Bananada da quarta: a sorocabana Justine Never Knew the Rules e a mineira Lava Divers.

A programação completa e quem arma os showcases em parceria com o Bananada é a seguinte:

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Um pouco de Primavera Sound no Brasil. E feito por brasileiros

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Imagino que não seja exagero dizer que o cada vez maior-melhor-mais-concorrido Primavera Sound de Barcelona seja o festival no mundo hoje que cresce em doses cavalares, a ponto de ser o destino mais procurado pelos fãs de boa música, seja ela nova ou de vanguarda.

O festival, que acontece entre os dias 29 e 31 de maio na cidade do Neymar e do Messi, tem lá suas dezenas de atrações incríveis que vão do Arcade Fire ao National, passando pelos veteranos Pixies e Nine Inch Nails, sem deixar de lado os novos campeões de audiência Disclosure, Haim e Metronomy. Tem ainda o nosso Caetano Veloso, a volta do Slowdive e um tal Queens of the Stone Age.

Mas talvez a grande notícia que cabe ao Brasil neste festival espanhol cada vez mais plural é a armada indie verde e amarela que vai representar o nosso país por lá.
Quatro bandas brasileiras – Boogarins, Black Drawing Chalks, Móveis Coloniais de Acaju e Single Parents – farão shows no Primavera, em agito arquitetado com o festival goiano Bananada, em tour produzida pela A Construtora, empresa indie de bookings e gravações que agitam a cena local.

O mais legal disso tudo é que quem não pode ir até Barcelona ver o que os brasileiros vão aprontar por lá, pode ter um gostinho dessa conexão Brasil-Espanha uma semana antes do festival. Vai rolar o Primavera Sound Gig Brasil, com as quatro bandas se apresentando na mesma noite, a de 23 de maio, no Cine Joia, em São Paulo. Um dia antes, a balada é em Brasília, no Arena Club, sem o Single Parents, mas com o grupo de art rock português The Legendary Tigerman.

Brasil e Espanha: imagina na Copa…

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Black Drawing Chalks no Sxsw, no Primavera Sound e no Inferno (São Paulo)

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Nesta sexta-feira, conhecida como amanhã, a banda goiana de indie-metal Black Drawing Chalks faz seu primeiro show em São Paulo neste ano. O agito será no Inferno Club (Augusta, 501) e o grupo vai revisitar o repertório de seus dois últimos discos, que figuraram em diversas listas de “melhores do ano” na imprensa daqui.

Espécie de “Queens of the Stone Age encontra Metallica velho” do cerrado, o BDC cai na estrada em fevereiro para turnês em São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Em março, a excursão é na gringa. Eles farão shows nos Estados Unidos incluindo o big festival South by Southwest, em Austin, no Texas.

Além disso, o Black Drawing Chalks é um dos grupos brasileiros confirmados no incrível Primavera Sound, de Barcelona, que rola na última semana de maio, junto com Arcade Fire, Pixies, Nine Inch Nails, Queens of the Stone Age, Caetano Veloso, Slowdive, The National, Single Parents, Móveis Coloniais de Acaju, Boogarins…

O show de amanhã no Inferno terá abertura do Corazones Muertos. Ingressos aqui.

* A agenda do BDC no momento:
30/Jan – Campinas/SP
31/Jan – São Paulo/SP
01/Fev – São Carlos/SP
08/Fev – Anápolis/GO
13/Fev – Piracicaba/SP
14/Fev – Bauru/SP
15/Fev – Americana/SP
20/Fev – Belo Horizonte/MG
21/Fev – Uberlândia/MG
22/Fev – Goiânia/GO
01/Mar – Goiânia/GO
11 a 16/Mar – SXSW2014 – Austin, Texas, EUA
30/Mai – Barcelona, ESP