Em black madonna:

Supermulheres, ativar: Saiu agora o novo single-vídeo “épico” da Dua Lipa. E já causou polêmica. Inclusive por causa do novo cabelo

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* É muita informação para um vídeo só. A musa pop britânica Dua Lipa lançou hoje o vídeo para “Levitating”, mas a “Levitating” da versão remix, não a “Levitating” da versão do delicioso e ultrapop disco dela, “Future Nostalgia”, o segundo álbum da Lipa, que saiu no finalzinho de março, no calor do início da pandemia (na Europa e aqui).

Esse remix é um dos que formarão o novo álbum dela, “Club Future Nostalgia. The Remix Album”, que será lançado logo mais, dia 28 de agosto, e trará remixes de várias músicas do disco, cheio de participações especiais poderosas. Esses remixes já vêm acompanhando os singles lançados e alguns estão até incluídos em chinfras bônus no lançamento do disco “normal” no Japão e Coreia, por exemplo. E, ainda por exemplo, o da faixa Physical vem com Mark Ronson e Gwen Stefani tornando a faixa, tanto quanto o disco de remix todo, “mistura de house dos anos 1990 e pop de 2020”.

Daí que hoje, então, chegamos com este single remix de “Levitating”, música que tem as presenças das divas Madonna e Missy Elliott. A primeira não está no vídeo bombástico da música. A segunda, Elliott, sim. O remix em si é da maravilhosa The Blessed Madonna, a DJ ex-Black Madonna, que resolveu mudar de nome por conta de… bem, você sabe.

O vídeo chegou como uma bomba nuclear nas redes sociais, Twitter em particular, óbvio. Muitos fãs odiaram, muitos fãs amaram. Tem de “Estragou a música e nunca mais quero ouvir Dua Lipa” (estou exagerando) a “Melhor faixa dance que eu ouvi em muitos anos” (nada exagerado aqui). Tem reclamação e longas discussões por que a Madonna não está no vídeo. E muitas e muitas sobre o novo visual da Dua Lipa, de cabelo vermelho.

Escolha suas brigas, mas ouça o remix, veja o vídeo.

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Até que enfim o Rock in Rio acertou na escalação. A Black Madonna toca no festival

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* Brincadeira, naturalmente. Mas entre Maroons 5s e Deffs Leppards o überfestival do Rio de Janeiro, que tem rock no nome, soltou agora o digníssimo line-up eletrônico. As duas principais atrações fazem história, cada um no seu nível e cada um a seu tempo.

A incrível DJ e produtora bombator de Chicago, Black Madonna, bola da vez há algum tempinho de tendas eletrônicas de bons festivais pelo mundo, vem ao Brasil em uma primeira oportunidade de bagunçar a pista do RiR com house divertida, para cima, “uplifting” como dizem lá fora, aliada a sua excelente escolha de repertório. Ela foi eleita pela revista “Mixmag” como a melhor DJ do mundo em 2016, no ano passado.

Outro nome obrigatório (e histórico) da lista é o do veterano DJ-lenda Grandmaster Flash, pioneiro do hip hop americano, personagem onipresente em qualquer dessas séries de hip hop recentes pela importância, criador do “scratch”, inventor do “rap” propriamente dito e outras coisas mais. Absurdo.

Entre outros nomes a serem destacados na electrolista, agora olhando para o lado nacional, o Rock in Rio acerta a chamar bombadas festas de São Paulo para o festival, como os sempre ótimos duo Selvagem, o Tessuto e os caras da Gop Tun. Os phynos do Fatnotronic estão escalados. O L_cio também. E, cereja do bolo, vai ter um back to back do Marky com o Mau Mau. Tem até o popularérrimo Vintage Culture, brasileiro de 23 anos cujo público para vê-lo no último Lollapalooza deu um certo medo, pelo tamanho. Com uma carreira de pouco mais de três anos, o cara já foi mais convidado para viajar o mundoo planeta do que as blogueiras de moda.

Não tivesse o resto, para todos os gostos e tamanhos, o Rock in Rio já valeria pela balada.

Captura de Tela 2017-04-05 às 10.36.41 AM

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