Em Blondie:

Miley Cyrus canta hinos LGBTQ+ em show para o Pride, o mês do orgulho. Veja ela fazendo “Believe”, da Cher

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* Rockstar do momento, a intrépida Miley Cyrus promove amanhã um show especial para a causa LGBTQ+ no mês do Orgulho (Pride), em streaming. Gravado em Nashville no começo do mês em um auditório, e com participações especiais (o bombado rapper cantor Orville Peck é um deles), o evento online chamado Stand by You. A transmissão será feita na plataforma de vídeos por assinatura Peacock, do grupo Universal.

O show, de uma hora de duração, traz Miley Cyrus interpretando algumas músicas suas e vários hinos LGBTQ históricos, de unidade e empodeiramento. Alguns destes são: “True Colors”, de Cindy Lauper, “Heart of Glass”, do Blondie, “Dancing Queen”, do Abba, e um medley de músicas da Madonna (“Music”, “Express Yourself” e “Like a Prayer”.

Como o Peacock não é um serviço disponível para o Brasil, vamos ter que esperar esse show espirrar para o Youtube. De todo modo, para esquentar o rolê streamico, Miley subiu em sua conta a performance para a famosaça “Believe”, da cantora Cher, outro dos hinos da causa que ela vai botar no Stand by You.

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WTF, Miley querida? A sexta é de “Plastic Hearts”, disco novo dela que embute as ótimas covers de Cranberries e Blondie

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* Talvez o grande evento deste dia oficial de lançamentos de discos seja o novo álbum da imparável Miley Cyrus, “Plastic Hearts”, seu sétimo disco, “roqueiro”, que nas plataformas de streaming é apresentado com 12 faixas mais três bônus.

Começando pelos participantes especiais do disco, temos a musa britânica Dua Lipa e dois “veteranos do rock”: Billy Idol, Joan Jett e Stevie Nicks.

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A gente já conhece alguns bons singles deste álbum irregular, que é bem bom quando é bom e meio chatinho nas faixas menos empolgadas. Mas tem que respeitar o disco que tem como primeira faixa uma com o nome de “WTF Do I Know”. Da parte boa do disco.

As três faixas bônus que integram a versão online de “Plastic Hearts” são um remix de “Midnight Sky”, do disco normal, que aqui ganha o nome de “Edge of Midnight” e tem um featuring da Stevie Nicks. Outra é uma cover impressionante de “Zombie”, grande música da banda irlandesa The Cranberries, com Miley entrando na pele perturbada de Dolores O’Riordan. Essa versão é de show recente gravado em Los Angeles, para um streaming de salvamento da prejudicada galera dos bastidores musicais.

A terceira surpresa colocada a mais no álbum é outra cover espetacular, desta vez para “Heart of Glass”, inesquecível hit do Blondie que Miley fez para o festival da plataforma de streaming iHeartRadio.

“Plastic Hearts” veio à luz durante a pandemia num momento muito conturbado da vida da cantora. E isso está espalhado no disco. Ela vem de uma separação recente, a casa dela foi uma das que pegou foto em Malibu, na Califórnia, e isso tudo levou Miley para a direção do rock, como expurgo de coisas que já não a pertencem mais, desse passado recente. Repare a voz mais rasgada dela nas músicas do álbum, mais do que nunca. E nessas ela se encontrou. E está mais equilibrada, segura de si. Acho que o próximo disco “de rock” dela, se a Miley não mudar de novo (isso é um elogio, ela se transforma sempre), vai ser bem melhor que este, que não é ruim, veja bem. Mas que deixou algumas coisas pelo caminho.

Mas, enfim, a gente vai botar aqui abaixo, de “Plastic Hearts”, a faixa de abertura, a “WTF Do I Know”, e as duas covers bônus. Para seu deleite roqueiro com a Miley Cyrus.

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Um festival para indie raiz não botar defeito. Vem aí o Cruel World, com Morrissey, Blondie, Bauhaus e grande elenco. Só que na Califórnia…

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Morrissey Performs at The Anthem in Washington, D.C.

A “velharada indie”, com todo o devido respeito, está em festa. É que a gigante Goldenvoice, produtora responsável por eventos como o Coachella, resolver fazer um festival voltado para a galera que já era indie lá nos anos 80.

Dia 2 de maio, a cidade de Carson, na Califórnia, vai receber o Cruel World, festival que reunirá grandes ícones da new wave, do pós-punk, do gótico e tudo mais.

Entre as atrações estão Morrissey, o Bauhaus com formação original, o Blondie, o Devo e o Echo and the Bunnymen. Tem ainda Gary Numan, Marc Almond, KVB, Violent Femmes, The Psychedelic Furs, Public Image LTD. e até o She Wants Revenge. Pensa…

Os ingressos serão colocados à venda nesta sexta-feira, 14 de fevereiro. Animou?

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Especial Popload: A resistência ao tempo de cinco grandes nomes do rock

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* Este post é oferecido por TNT Energy Drink

Desde que discos são gravados, shows realizados ou mesmo que existe o universo pop tal como conhecemos, envelhecer aos olhos do público é um desafio para poucos. Dentro do rock, por exemplo, a questão do tempo é ainda mais complicada. Questão essa que, por razões óbvias, não era enfrentada no surgimento do gênero, mas que inevitavelmente passou a ser encarada por alguns de seus principais protagonistas…

Para ilustrar melhor essa situação, basta imaginar que o jovem Mick Jagger não tinha como se espelhar em nenhum senhor de 75 anos vocalista de uma banda de rock. Donos de momentos geniais e revolucionários, mas também alvo de muitas críticas, pensamos em cinco exemplares únicos de resistência ao tempo na história do rock. Exemplares que ainda podem ser encontrados em palcos pelo mundo este ano. E um deles bem perto de nós.

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Rolling Stones – (Mick Jagger, 75 anos, foto. Keith Richards, 75 anos. Charlie Watts, 78 anos. Ronnie Wood, 72 anos)

Começando a pesquisa para este texto, uma breve procura por “Rolling Stones” no Google para descobrir quando a banda foi formada. O primeiro link oferecido é sobre um show que a banda acabou de fazer no Canadá. Vinte músicas, duas horas de apresentação e Mick Jagger dançando pelo palco a seu modo. Alguém aí se lembra da notícia de que ele passou por uma cirurgia cardíaca há alguns meses? Ah, detalhe, também vimos quando os Rolling Stones começaram: 1962, ano também do primeiro show deles.

Onde encontrar os Rolling Stones em 2019.

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U2 – (Bono, 59 anos, foto. The Edge, 57 anos. Adam Clayton, 59 anos. Larry Mullen Jr., 57 anos)

Não é que o U2 esteja por aí há mais de 40 anos. É que eles estão por aí por todo esse tempo com a mesma formação. Sim, a banda já teve uns outros integrantes, mas foi antes de se chamar U2. E o que importa é que o quarteto que segue unido até hoje estava lá desde o começo, em 1976. Dos pequenos shows até as grandes arenas e estádios do mundo. Até o recorde de turnê mais lucrativa da história. E ainda com fôlego para visitar este ano pela primeira vez Singapura e a Coréia do Sul, com uma turnê que passou pelo Brasil no distante ano de 2017.

Onde encontrar o U2 em 2019.

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Iggy Pop – (72 anos)

Talvez nem venha ao caso falar da resistência de Iggy Pop a si mesmo por conta de alguns detalhes de sua vida pessoal. Só pela energia disposta no palco ele já deixa muita gente sem acreditar como o homem ainda segue de pé e correndo e pulando e cantando tanto a cada apresentação. Se Iggy não teve a regularidade de shows dos Rolling Stones e do U2 ao longo dos anos, pelo menos conseguiu empatar o jogo com sua disposição e entrega. Em 2015, tivemos a chance de ver sua aula magna de rock, como definiu Pedro Antunes no “Estadão”, no Popload Festival. Aula magna de rock, disposição e energia, vale ressaltar.

Onde encontrar o Iggy Pop em 2019.

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Blondie – (Debbie Harry, 73 anos, foto. Chris Stein, 69 anos. Clem Burke, 64 anos)

O Blondie é outro exemplo de resistência que tivemos o prazer de ver ao vivo em um Popload Festival. Debbie Harry, Chris Stein e Clem Burke passaram por hiato, pelos integrantes que foram embora e por um longo período com a banda parada depois de uma fase de muitas brigas e poucos ingressos vendidos. Quem viu o Blondie chegar neste estado aos anos 80 provavelmente nunca imaginaria que a eles AGORA voltariam a ter uma década tão produtiva quanto a dos anos 70 (foram exatamente três álbuns lançados entre 2011 e 2017). Mas foi o que aconteceu. E eles seguem na estrada, lógico.

Onde encontrar o Blondie em 2019.

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Patti Smith – (72 anos)

Prometemos que íamos falar de um símbolo de resistência ao tempo que ia se apresentar aqui por perto e chegou a hora de destacar a musa Patti Smith. Com tantas atividades e interesses artísticos diversos, a vida de Patti Smith no palco não é só intensa e cheia de momentos complicados (como quando caiu do palco e quebrou uma vértebra), mas também vem se mostrando mais presente com o passar do tempo, especialmente após sua retomada em 1996 depois de uns bons anos ausente dos discos e das apresentações ao vivo. A cantora, que chega a São Paulo no dia 15 de novembro para o Popload Festival, vem de um 2019 movimentado com muitos shows e festivais importantes pelo mundo, assim já tinha sido em 2018.

Onde encontrar a Patti Smith em 2019.

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* O energético TNT patrocina o Popload Festival 2019.

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Melhores do Ano da Popload. Qual o SHOW INTERNACIONAL de 2018? Vote

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* Estou em dúvida aqui se tiro o Nick Cave da contenda, para facilitar para os outros. Você me entende? Ou não?

Mas ok, vamos lá. Melhores shows internacionais do incrível ano de 2018 de taaaaaantas apresentações gringas boas. Escolha o seu em nossa enquete ou aponte outro que não está nas opções oferecidas.

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Ano que começou com Phoenix em Curitiba, teve o espetacular Gorillaz na chuva no Jockey, todo o Lollapalooza com os mágicos LCD Soundsystem, Liam Gallagher e David Byrne, não esqueçamos a Laninha Del Rey arrasando, o especialíssimo Mogwai tropicalizando um barulho no Butantã, os supraindies Connan Mockasin e Thee Oh Sees, o galã Father John Misty chamando todo mundo para uma intimidade no palco do mais bonito auditório do Brasil, At the Drive in brigando com fãs da Lorde, a Lorde em si e de sutiã, o Death Cab for Cutie tocando sentado mas tocando, a volta incrível do Franz Ferdinand, a dobradinha Foo Fighters & Queens of the Stone Age, o fodaço Deerhunter. A reta final com Morrissey e New Order.

Teve também três shows históricos. O histórico porque é sempre histórico Radiohead, o primeiro do Roger Waters no Allianz, mais pela tensão política absurda e provocando quase uma guerra de classes e de pensamento real, e o transformador Nick Cave & The Bad Seeds, retornando ao país para uma dessas experiências sonoras e sensoriais que fica muito injusto chamar de “show”.

A gente, semana que vem, vai publicar aqui duas listas. Uma de melhores da Popload em si, outra dessa convocação deste post, chamando você a votar através deste link aqui. VOTE!!!

Grande parte dos concertos sugeridos tem um “olhar paulistano”, por causa da força de SP como praça de shows e tal. Fique livre para votar, por exemplo, no Noel em Belo Horizonte (eu estava lá e até votaria, se…) ou Franz Ferdinand em Natal.

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** A foto do LCD Soundsystem no Lolla, a primeira deste post, é de Marcelo Brandt, do G1. Na sequência, o Franz Ferdinand em ação em São Paulo, do Fabrício Vianna/Popload. A do Radiohead, a terceira, tem crédito de César Tavares, do G1. A que fecha, da Lorde, é de Fabrício Vianna, da Popload, assim como a do Nick Cave, na home.

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