Em blossoms:

Session nova do Blossoms, a melhor banda inglesa hoje, mais ou menos

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* Enquanto rolava o Popload Festival, quinta-feira passada, a banda Blossoms, favoritíssima da Popload e quase-de-Manchester, apareceu nos estúdios de Maida Vale, em Londres, para mais uma de suas sessions famosas, desta vez e de novo para o programa “Live Lounge”, da Radio One, da BBC.

No velho esquema de tocar uma música própria e uma cover inusitado, o Blossoms fez performance da fofíssima “How Long Will This Last”, música de seu segundo disco, “Cool Like You”, lançado neste ano, um dos belos discos de 2018.

Como cover, o Blossoms arriscou mandar um hit do mano tatuado Post Malone, que vem se apresentar no Lolla BR no ano que vem. Fizeram a música “Better Now”. E, olha, não ficou ruim, não. Bem, não estou dizendo também que ficou bom, haha.

Blossoms é massa.

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London calling. As houses de Londres. O Soft Cell. O All Points East retornando “diferente” e com mais três dias de shows (Nick Cave esgotadão é no domingo)

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* Popload em Londres. Alguém me defende dessa “Everyone Acts Crazy Nowadays”, do Unknown Mortal Orchestra, please? Tava no Tesco ontem comprando musly e a música estava tocando. Anteontem fui procurar um tapete e na loja tasca ouvir o novo hit do UMO rolando. Acho a música gostosinha, óbvio. Mas juro que eu não entendo por que essa banda, essa música, este momento. Mas, vou dizer, nem ia comprar o tapete. No fim acabei levando. Seria por causa de “Everyone Acts Crazy Nowadays”? Sou desses?

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“Equipe Popload” conferindo a instalação “Babel”, do artista brasileiro Cildo Meireles, na Tate Modern, em Londres. Muitos dos rádios estão ligados em estações inglesas variadas, em volume mínimo audível, provocando a “cacofonia do ‘low'”, muita informação e nenhuma ao mesmo tempo. Diz muito dos tempos atuais, mesmo sendo uma obra de 2001

HOUSE – O conceito de “clube” para sócios, as houses, explodiu em Londres nos últimos anos e não chega a ser novidaaaaaade. São Paulo teve uma tentativa isolada, uns anos atrás e mais ligada à arte, a TOFIQ, ali na Groenlândia, no Jardim Europa, que não durou muito. Agora tem essa nova Tokyo, no Centro, mais ligada à música.
House, pelo menos as inglesas, são aqueles prédios de quatro, cinco andares em que só entram sócios de carteirinha. Que podem trazer “convidados”. Depende de quão sócio frequente e “importante”de algum jeito você é, mais convidados “comuns” você pode levar. Em alguns casos, em algum evento que você está promovendo na “house”, tipo um aniversário, pode até passar uma lista para mais amigos entrarem.
Uma house, como a de Shoreditch ou de Portobello, tem um ou dois restaurantes delícia cheio de mesas e sofás, drinks responsa, comida bem aprazível, luz pouca, sonzinho bom em altura boa saindo das caixas. Em outros ambientes tem pista de dança, sala para leitura, sala para trabalhar, um bar só para drinks e cerveja, uma ou duas pistas de dança para festinhas abertas ou fechadas, alguma arte ou alegoria artística espalhada por corredores, uma mesa enorme em alguma sala para quem quer contratar um chef para cozinhar (daí pode usar a cozinha) para uns 10 amigos.
Algumas das principais cidades do mundo têm sua house e elas podem ter ligação uma com as outras. Você pode ser um australiano de Sydney com carteirinha de membro de lá e, em viagem, entrar na de Nova York ou Tóquio, que têm alguma afiliação, parentesco urbano com a house australiana.
Uma das coisas que eu acho mais legais é que geralmente é uma porta no meio de um quarteirão qualquer, sem evento no Facebook, sem estar no guia de nada, sem letreiros em neon na frente. É geralmente uma porta qualquer ao lado de um kebab e de uma loja qualquer de telefonia em que você toca a campainha e alguem vem te resgatar para quatro ou cinco andares de diversão (na maioria dos casos), seja ela gastronômica, social, musical ou até para ter um sossego e trabalhar.
Enfim.
Tudo isso para dizer que hoje em dia as houses tão aparentemente mais bombando que os clubes em Londres. Claro, uma impressão turística de quem vem de fora e deu umas saídas à noite nos últimos dias. O tal “olhar estrangeiro”.
Fui a três tipos de house em uma semana aqui, não por opção, apenas “naturalmente levado”, sempre como convidado. Uma diferente da outra, uma mais chic que a outra, uma mais para “mais velhos”, outra “para galera”.
Soube que o Alex Arctic Turner frequenta a de Shoreditch (na real, até já vi ele lá uma vez, uns dois anos atrás), inclusive para fazer seu aniversário, dar uma palhinha acústica para sua turma etc. Os DJs dos mais atuantes da eletrônica vira e mexe estão sendo contratados para uma festinha em alguma sala de house reservada.
Dá uma impressão de exclusivismo e de segregação. E talvez seja um pouco. Mas, se for enxergada apenas como uma “opção”, é uma modalidade que pode salvar a noite. Principalmente numa cidade de noite esquisita como São Paulo.

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* SOFT CELL – Um dos mais fundamentais e divertidos e dramáticos duos dos anos 80 na música pop, na mistura do electropop fino, indie-drama, causa gay em sintetizador, sofrências pontuais e tudo mais, está de volta para um show único e final para sempre forever no dia 30 de setembro. A apresentação do gênio Marc Almold e do synth-amigo David Ball, está com os ingressos em sua parte final de vendas, uma loucurinha pop das boas porque o concerto é na gigantesca The O2, arena onde cabem 20 mil pessoas. David Bowie amava os caras.
A dupla lançou uns quatro álbuns nos anos 80, comecinho, mas o fundamental é o primeiro, o “Non-Stop Erotic Cabaret”, que tem um monte de hino, dos quais se destaca a imortal “Tainted Love”.
Para coincidir com a apresentação última das últimas acabou porra o Soft Cell vai lançar, também em setembro, uma caixa de dez discos, com originais, demos, ao vivo, raridades e coisas e tal.
Em abriu, no Record Store Day, lançou um compacto com um novo remix para a maravilhosa “Say Hello Wave Goodbye”. Para esse show de final de setembro será que eu…

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* CATFISH HOJE, THE NATIONAL AMANHÃ, NICK CAVE NO DOMINGO – É igual, mas é diferente. E lá vamos nós de novo gastar horas no Victoria Park, no East London.
O novo megafestival inglês All Points East, que na semana passada em sua primeira edição teve de LCD Soundsystem a The XX e Bjork com umas 90 bandas no meio, também chamado de “Coachella London” porque é feito por americanos, volta para mais três dias de shows de todos os tipos, credos, tamanhos.
E nome diferente, para confundir não confundindo: APE Presents.
Repare na pegada: o All Points East apresenta hoje, sexta, a nova geração inglesa, estrelando Catfish and the Bottlemen, Blossoms, Frank Carter & The Rattlesnakes, The Hunna, Neighbourhood e outra penca. Amanhã, sábado, dia indie de respeito com The National, War on Drugs, Future Islands, Cat Power, Broken Social Scene, Warpaint e outros.
O domingo é clássico maravilha. Nick Cave & The Bad Seeds + Patti Smith & Her Band, Courtney Barnett, St Vincent, Baxter Dury, Black Lips, o imortal Psychedelic Furs e por aí vai.
O dia do Nick Cave, dos seis shows do All Points East, é o único esgotado de todos.
A Popload vai cobrir o APE Presents e trazer aqui e nas redes som e visão do festival.

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O lindo Blossoms toca Oasis em session. E tudo fica muito mais claro na música inglesa

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* A última melhor banda nova inglesa do mundo, todos sabemos, é o Blossoms, de Stockport, a “Osasco de Manchester”. O quinteto, fã de Beatles e Arctic Monkeys com a mesma voracidade. Tiveram o lindo disco de estreia lançado no final do ano passado, “Blossoms”, e chegaram no número 1 do chart inglês, na época na frente do Drake.

Fizeram no Glastonbury do ano passado um show elogiadíssimo e neste ano estão cogitados para tocar, apenas, no mitológico Pyramid Stage, acho que o palco mais desejado do mundo por uma banda. E, acabou de ser anunciado, eles tocam bem alto no terceiro dia do colossal Reading Festival, abaixo só de Muse e Liam Gallagher. Olha os moleques.

Recentemente, eles foram ao Live Lounge, programa de sessions cool da Radio One (BBC) e mandaram uma sensacional cover de “In Da Club”, do rapper treta americano 50 Cent, misturando no meio “Careless Whispers”, para fazer uma singela homenagem ao saudoso George Michael.

Agora eles cometeram, nesta semana, uma deliciosa session especialmente para emissora cool inglesa Absolute Radio, boa em várias mídias. Nela, tocaram quatro músicas de seu álbum, MAIS “Talk Tonight”, musicaça do Oasis, numa performance de chorar de boa. Que banda legal!

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Oficial: o Blossoms é a melhor banda do mundo nas últimas horas

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A Inglaterra oficialmente tem um novo hype. Quinteto indie pop de Stockport, cidade colada a Manchester, o Blossoms alcançou o topo das paradas britânicas hoje, com seu disco de estreia homônimo.

Banda que tem tipo 3 anos de estrada, os cinco garotos dizem amar tudo de música pop britânica, de Beatles a Arctic Monkeys, e praticamente tudo o que existe entre John Lennon e Arctic Monkeys. Eles bateram nos charts o rapper Giggs com quase 10 mil discos de diferença. Em 3º apareceu o astro Drake.

Antes de formarem o Blossoms, cada integrante tinha um grupo com outros amiguinhos, diferentes. A descrição de como a banda “explica” seu som é ótima: “Ethereal nostalgic sonance”. Antes do disco de estreia #1, eles tinham lançado os EPs“Blown Rose” e “Charlemagne”. No último ano, foram atração de suporte de nomes como Paul Weller e Libertines.

Abaixo uma performance recente da banda no tradicional programa Soccer AM, que mistura música e futebol na TV inglesa. Na session eles tocam os singles “Charlemagne” e “Getaway”. Logo depois, dá para ouvir o disco lançado semana passada e mais vendido no mercado inglês nesta semana.

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Blossoms mostra em session para onde a cena inglesa vai

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* Uma das bandas “rising star” da nova cena inglesa, o Blossoms, de (arredores de) Manchester, levou suas guitarras pop para dar um rolê na Radio One, da BBC. O quinteto, que de uma ceeeeerta forma regurgita anos 80 em sua sonoridade, uma espécie de banda-neta do Simple Minds, foi ao distinto programa Live Lounge tocar seu novo single, “At Most a Kiss”, e aproveitou para fazer uma cover guitarrística do hit pegajoso WSTRN, “In2”, uma das músicas mais frequentes das paradas britânicas do ano passado.

O Blossoms, que em 2015 andou abrindo shows do Paul Weller, neste janeiro já foi a atração de abertura de um dos concertos de arena do Libertines. Com esses popinhos gostosos e essa apadrinhada toda de bandas e rádio, os Blossoms, digamos, está encaminhado para quando o primeiro álbum for lançado, agora em 2016.

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