Em boogarins:

CENA – Paus, de Portugal, convoca os vocais psicodélicos de Dinho Boogarins em novo EP

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* Não obstante finalmente se tornar robusta em seu território, a CENA brasileira estica seus tentáculos além-mar. Nome sempre presente no line-up dos principais festivais da Europa, o quarteto português PAUS reforça os alicerces da ponte Brasil-Portugal lançando um single em parceria com o embaixador da psicodelia indie tupiniquim: o Dinho Almeida, vocalista do Boogarins. A faixa, “Corpo Sem Margem”, faz parte do novo EP comemorativo de 10 anos da banda lusitana, “LXSP”, com data de lançamento para esta sexta-feira.

A banda PAUS pode não ser totalmente conhecida em terras brasileiras, mas em seu país de origem já conseguiu alcançar o topo das listas de melhores discos do ano e também destaque nos festivais da região, como o grandioso Primavera Sound espanhol. O quarteto é dono de quatro discos, vários EPs e uma série de turnês pelo mundo, enfileirando boas críticas e construíndo relações, amizades… Entre elas esse networking com a banda goiana mais internacional de todos os tempos.

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O encontro entre Dinho (foto) e a banda de Lisboa aconteceu em 2018, quando PAUS e Boogarins se reuniram no palco do festival MIL (Lisbon International Music Network) para uma jam. A conexão entre estilos e sonoridades foi tanta que a parceria transbordou para o estúdio e acabou em uma viagem do quarteto para São Paulo, gerando uma construção totalmente conjunta da letra e melodia entre o grupo, Dinho e o produtor Kastrup (Tom Zé, Zeca Baleiro, Jorge Drexler). A partir da junção de todos esses artistas nasceu “Corpo Sem Margem”, faixa que mescla questões políticas em sua letra com ritmos tortos em sua sonoridade, originando uma canção grande em significados, ritmos e conexões.

Além da faixa em som, a gravação ainda virou um elaborado lyric vídeo/webclipe trazendo imagens da passagem da banda por São Paulo, misturando cenas de estúdio, da capital e também do processo de gravação do EP, tudo isso produzido por dois amigos do grupo, Ricardo Silveira e Tomás Brice. Segundo Hélio, integrante da banda, “o vídeo é quase que uma imagem direta daquilo que experienciamos todos os dias no nosso percurso entre o hotel e a Red Bull Music Studios. Aprovamos logo de primeira, tal foi a identificação de todos com as imagens”.

Sobre o EP completo que irá sair nesta sexta, o público pode esperar uma extensão do que foi apresentado na faixa ao lado de Dinho, trazendo mais participações e misturas, entre elas colaborações da compositora Maria Beraldo e do rapper Edgar.

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CENA – Festival Bananada fica oficial, vai agitar Goiânia por uma semana inteira e escala 90 atrações. Quer ir com passaporte ouro?

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* Uma espécie de Glastonbury brasileiro menos hippie mais urbano, por ser fora-do-eixo e ainda assim juntar uma cavalar quantidade de bandas em seu line-up, o tradicional festival indie Bananada anunciou ontem em um evento em São Paulo (no eixo, portanto) que vai botar para circular em Goiânia, entre 12 e 18 de agosto, cerca de 90 atrações, seja grupos ou DJs. Parece sempre que o Bananada chama todo mundo da cena indie nacional para tocar. Só que não, felizmente.

Comparação acochambrada ou não, você há de concordar: o Fabrício Nobre, capo do Bananada, é uma espécie de Michael Eavis tupi.

O festival, de guerreiros 21 anos de idade, botou no topo de seus dias principais (dias 16, 17 e 18) nomes como Criolo, Duda Beat (foto da home da Popload), Baco Exu do Blues (abaixo), Boogarins e Pitty, e acontece em uma arena montada no estacionamento do Passeio das Águas Shopping, na capital goiana.

7 - Baco Exu do Blues [divulgacao]

A programação mistura artistas (Tulipa Ruiz & João Donato; Jaloo e MC Tha), bota som de festa no palco (Teto Preto, foto abaixo), elenca o melhor da cena instrumental (Metá Metá e Bixiga 70), veteranos (Hurtmold 20 anos), novatos (Tuyo), locais (Brvnks, Mateus Carrilho, Goiaba e os Tranquilos), gringos (Frente Cumbiero/Colômbia, Paus/Portugal e The Holydrug Couple/Chile), eletrônicos (Faul, Kefing).

3 - Teto Preto [divulgacao]

Confira o line-up completo, abaixo, e de quebra concorra a UM PAR DE PASSAPORTES BANANA OURO, que vale para os sete dias do festival, da parte de clubes (segunda à quinta) e a do festivalzão na arena principal (sexta a domingo).

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O esquema você conhece: email no lucio@uol.com.br pedindo. Sorteio x vencedorx até o fim desta semana e boto aqui o nome de quem levou. Linha de assunto: Bananada. Se você é de Goiânia, está em casa. Mas, se você é forasteiro, uma viagenzinha a Goiânia para o Bananada é recomendadíssimo. A cidade fica muito legal.

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CENA – Com mais questões do que respostas, Boogarins lança seu aguardado disco “Sombrou Dúvida”

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Grupo que tem levantado cada vez mais a bandeira verde e amarela na CENA indie na gringa, o Boogarins lançou nesta sexta-feira seu novo e aguardadíssimo disco, “Sombrou Dúvida”.

O projeto é o sucessor do discaço “Lá Vem a Morte”, de 2017, e traz no título um jogo de palavras em português, que se aproxima de “Sombra ou Dúvida”. Deve dar um nó ainda mais na cabeça dos gringos, hoje o principal consumidor dos quatro rapazes do neopsicodelismo vindos de Goiânia.

Quando a Popload anunciou o título do álbum lá em janeiro, o vocalista e guitarrista Dinho Almeida, numa das explicações possíveis, afirmou que a banda não quis escrever canções dizendo às pessoas o que fazer, mas em vez disso ajudá-las a encontrar seu caminho seja ele qual for. Então, no disco há mais questões que respostas.

No total, são 10 novas músicas que podem ser ouvidas abaixo. Bora?

“Sombrou Dúvida” – Tracklist
1. As Chances
2. Sombra ou Dúvida
3. Invenção
4. Dislexia ou Transe
5. A Tradição
6. Nos
7. Tardança
8. Desandar
9. Te Quero Longe
10. Passeio

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CENA – Boogarins anuncia para maio lançamento de “Sombrou Dúvida”, o quarto disco

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* Extra, extra. A mais internacional das bandas brasileiras, ou a atual banda brasileira mais internacional, o Boogarins, que um dia foi de Goiânia e agora não tem mais CEP definido, anuncia via Popload que vai lançar seu próximo álbum, “Sombrou Dúvida”, no próximo dia 10 de maio. A capa, toda artsy e lindona, é esta aqui:

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“Sombrou Dúvida”, sucessor do discaço “Lá Vem a Morte”, de 2017, traz no título um jogo de palavras em português, que se aproxima de “Sombra ou Dúvida”. Deve dar um nó ainda mais na cabeça dos gringos, hoje o principal consumidor dos quatro rapazes do neopsicodelismo.

Falando exatamente nisso, e na esteira do anúncio do disco, são divulgadas algumas datas de shows do quarteto no exterior, em agenda que passa a ser montada agora. Duas na Inglaterra (18 de julho em Brighton e 19 em Bristol) e uma na Polônia (3 de agosto no OFF Festival).

“Sombrou Dúvida” terá uma distribuição mundial a partir do mais-que-um-selo OAR (Overseas Artists). O vocalista e guitarrista Dinho Almeida, numa das explicações possíveis para o título do álbum novo, afirma que a banda não quis escrever canções dizendo às pessoas o que fazer, mas em vez disso ajudá-las a encontrar seu caminho seja ele qual for. Então, no disco há mais questões que respostas.

O tracklist de “Sombrou Dúvida” é o seguinte:

1. As Chances
2. Sombra ou Dúvida
3. Invenção
4. Dislexia ou Transe
5. A Tradição
6. Nos
7. Tardança
8. Desandar
9. Te Quero Longe
10. Passeio

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Melhores do Ano da Popload. Qual o SHOW NACIONAL de 2018? Vote

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* Estou para dizer que nunca tivemos, no Brasil, para a seara independente, um ano como 2018. Numa época bem difícil nossa como nação, com economia zoada e forte tendência ao desmantelamento de projetos legais, a CENA caminhou linda, mesmo que aos trancos e barrancos. As bandas crescem e aparecem, os festivais indies se consolidam e se conectam e se ajudam cada vez mais e o público, ah o público, tem ido atrás.

Seja em São Paulo, na Barra da Tijuca, em BH, Caxias do Sul, Floripa, Natal, Recife, Brasília, Uberaba, Uberlândia, Goiânia, Salvador, o coração indie pulsa que é uma beleza.

E o que é mais incrível, como tem sido de uns anos para cá, todo mundo acaba reunido em dezembro na SIM SP, misturado até com gringos, num centro cultural que tem uns 30 clubes como tentáculos.

Daí surgem coisas como eu ter visto uma carioca tocando num festival em Florianópolis e decidido botá-la num festival em São Paulo. Ou um festival do Recife vir acontecer em São Paulo, consagrando um rapper baiano, dentro de um ex-clube eletrônico gay que estava praticamente desativado para eventos indies. Ou um produtor goiano arquitetar a melhor programação da noite paulistana numa revampirizada casa da fervente Potato Valley. O indie brazuca tá foda.

No meio dessa movimentação toda, ora pois, tem os shows em si. Todo dia, toda hora, em todo lugar. Todo tipo de banda, todo tipo de pegada, todos os ritmos, toda formação possível e impossível. A cena brasileira independente enriqueceu.

Como resultado de tudo isso, a gente quer saber seu voto. Venha quem vier. Jaloo no Balaclava Fest, Edgar no Festival DoSol em Natal, Letrux no sol escaldante no Popload Festival, Boogarins no Coquetel Molotov em Recife, Baiana System sacudindo o Bananada em Goiânia, Maurício Pereira na Casa de Francisca no Centrão, O Terno na semana que vem no Cine Joia (faça sua projeção, ué), Carne Doce no Agulha em Porto Alegre, LETO no CRIA Festival dentro da Casa das Caldeiras enquanto fora tinha 20 mil pessoas na festa do título do Palmeiras, Liniker & O Terno no Popload Festival, Supervão na Casa da Luz, no chão da pista, durante a SIM SP, Luedji Luna no Coala, Black Pantera no Centro Cultural, Raça no Locomotiva em Piracicaba, Rakta no Locomotiva em Piracicaba, Elza Soares no Cine Joia, Holger no Meca Fabriketa, Luiza Lian no Teatro Oficina, Heavy Baile (RJ) na festa do Bananada (GO) na SIM SP dentro do Z.

Entende o rolê que tá?

Vota aí, então. VOTA AQUI, então.

Semana que vem sai a lista da Popload e a da galera, em post de resultados. No meio dessa diversidade louca, quem vai ganhar, será?

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** As fotos deste post: A primeira é da banda Holger em performance num dos Balaclava Fest no ano, em imagem de Fabrício Vianna. A segunda é do rapper baiano Baco Exu do Blues no Coquetel Molotov SP, foto de Youtube. A terceira é O Terno em ação no Locomotiva Festival, em Piracicaba. A quarta, de Luiza Lian (feita por Thais Mallon), no clube Z, no Largo da Batata, durante a SIM SP, em foto de Fabricio Vianna, que também é responsável pela da home da Popload, um “vu-pá” da Letrux no Popload Festival.

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