Em boogarins:

Encontro Boogarins e Ava Rocha encerra hoje o hiperreal Coquetel Molotov. Popload adianta 5 minutos da performance “crua” do show

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* Acaba hoje, com um show conjunto da banda goiana Boogarins e da incrível cantora carioca Ava Rocha, a longa edição virtal do tradicionalíssimo festival recifense Coquetel Molotov. O CQTL MLTV 2021 representou a 17ª edição do evento pernambucano, um dos mais longevos da CENA brasileira, que sempre foi importante e caprichado desde que o indie brasileiro era uma matagal intransponível.

O festival começou no dia 11 e trouxe um agito online que incluiu paineis de discussão, mentorias, oficinas e workshops, mas que teve seu auge ontem e vai ter hoje com a série de shows conceitual no Youtube do festival como se fosse um filme experimental único para abrigar atrações musicais, em duas partes.

São performances gravadas em estúdio em Recife (Criatório) e São Paulo (Fauhaus) transportadas em 3D para um cenário desenhado especialmente para o “cinema” que o Coquetel Molotov propõe como linguagem para aliviar o cansaço das lives comuns que inundaram o mundo virtual na pandemia.

De Alessandra Leão (PE) a Derek (SP), de Tuyo (PR) a Jup do Bairro (SP), o line-up do CQTL MLTV 2021 trouxe 20 nomes, grande parte dele da nova cena pernambucana. Essa última atração citada, a bombástica trans paulistana Jup do Bairro, é uma das boas atrações de hoje no Youtube do Coquetel.

O principal da noite e que fecha o festival é o grande encontro de Boogarins e Ava Rocha, do qual trazemos, ainda sem a aplicação do cenário, uns bons 5 minutos que trazem o pouco o clima desse encontro. Veja abaixo cru e confira mais tarde em cinema, no Coquetel Molotov, o show dos goianos com a musa indie carioca.

Depois, veja a parte 1 do filme musical do Coquetel Molotov, mostrado ontem no canal do festival.

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Melhores discos do ano da POPLOAD, nacional: praticamente um empate triplo, mas a baiana Luedji Luna ficou em primeiro

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* A primeira coisa que me chamou a atenção na hora de decidir quais discos nacionais iam entrar no meu top 10 em particular, quando o comparei com o de álbuns internacionais, foi que eu ia ter que sacrificar mais discos da CENA brasileira em razão de escolher dez do que os álbuns gringos que eu deixei de fora.

Disse isso na edição que foi ao ar hoje do Popcast, o Podcast da Popload, apresentado por mim e pela minha fiel escudeira indie Isadora Almeida.

Nunca tinha me ocorrido isso em mil anos de Popload e rankings e escolhas. A CENA brasileira, claramente, e tendo meu humilde exemplo como… exemplo, está num tamanho gigantesco invejável para qualquer cena do planeta. Apesar de 2020 ter sido um ano tão desgraçado em vários níveis desta mesma CENA.

Doeu bastante em mim fazer este top 10, doeu também na Isadora, soube que doeu também para a semiload Dora Guerra. Deve ter doído bastante para o Vinicius “Top 50” Felix, que demorou demaaaaais para largar suas dez escolhas. Só o poploader Fernando Scoczynski estava tranquilão com a lista dele, que era “Bebel Gilberto mais 9”.

Seguindo o exemplo da nossa postagem de ontem sobre os discos internacionais, se a gente pegar as cinco listas de melhores álbuns de 2020 aqui, chacolhar, misturar, jogar para cima e ver o que bate, o que coincide ou o que maaaais coincide, no posto de álbum do ano segundo as contas da Popload quase deu um empate triplo.

Mas a cantora baiana Luedji Luna, com seu “Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água”, acompanhou as tendências e foi eleito por aqui o melhor disco do ano da CENA. Muito perto, empatados, os discos da paulistana Jup do Bairro e do pernambucano Zé Manoel acabaram em segundo. O álbum carioca do Thiago Nassif ficou em quarto. O “disco de ideias” dos goianos do Boogarins pegou o quinto lugar. Repara na riqueza geográfica desta CENA.

Captura de Tela 2020-12-18 às 5.17.52 PM

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** Lúcio Ribeiro

1. Jup do Bairro – “Corpo Sem Juízo”
2. Boogarins – “Manchaca Vol. 1”
3. Thiago Nassif – “Mente”
4. Zé Manoel – “Do Meu Coração Nu”
5. Luedji Luna – “Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água”
6. Vivian Kuczynski – “N Entendi ND”
7. Chuck Hipólitho – “Mais ou Menos Bem”
8. Giovanna Moraes – “Rockin’ Gringa”
9. Carne Doce – “Interior”
10. Supervão – “Depois do Fim do Mundo”

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** Isadora Almeida

1. Luedji Luna – “Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água”
2. Fleezus, Febem e CESRV – “Brime”
3. Zé Manoel – “Do Meu Coração Nu”
4. Jup do Bairro – “Corpo Sem Juízo”
5. Taco de Golfe – “Nó Sem Ponto II”
6. BK – “O Líder em Movimento”
7. Thiago Nassif – “Mente”
8. Carabobina – “Carabobina”
9. Fabiano do Nascimento – “Prelúdio”
10. Boogarins – “Manchaca”

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** Vinicius Felix

1. Zé Manoel – “Do Meu Coração Nu”
2. Marabu – “Fundamento”
3. Kiko Dinucci – “Rastilho”
4. Jup do Bairro – “Corpo Sem Juízo”
5. Mateus Aleluia – “Olorum”
6. Mahmundi – “Mundo Novo”
7. Rico Dalasam – “Dolores Dala Guardião do Alívio”
8. Luedji Luna – “Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água”
9. Pabllo Vittar – “111”
10. Vovô Bebê – “Briga de Família”

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** Dora Guerra

1. Luedji Luna – “Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água”
2. Thiago Nassif – “Mente”
3. Kiko Dinucci – “Rastilho”
4. Jup do Bairro – “Corpo Sem Juízo”
5. Zé Manoel – “Do Meu Coração Nu”
6. Marcelo D2 – “Assim Tocam os Meus Tambores”
7. Boogarins – “Manchaca Vol. 1”
8. Letrux – “Letrux aos Prantos”
9. Iza Sabino e FBC – “Best Duo”
10. Carabobina – “Carabobina”

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** Fernando Scoczynski Filho

1. Bebel Gilberto – “Agora”
2. Sepultura – “Quadra”
3. Carne Doce – “Interior”
4. Giovanna Moraes – “Direto da Gringa”
5. Mahmudi – “Mundo Novo”
6. Taco de Golfe – “Nó Sem Ponto II”
7. Luedji Luna – “Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água”
8. Deafkids & Petbrick – “Deafbrick”
9. Letrux – “Letrux aos Prantos”
10. Chuck Hipólitho – “Mais ou Menos Bem”

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** Tallita Alves

1. Luedji Luna – “Bom Mesmo É Estar Debaixo D’Água”
2. Letrux – “Letrux aos Prantos”
3. Pabllo Vittar – “111”
4. Mahmundi – “Mundo Novo”
5. Linn Da Quebrada – “Pajubá Remix II”
6. Giovanna Moraes – “Rockn’ Gringa”
7. Marcelo D2 – “Assim Tocam os Meus Tambores”
8. Silva – “Cinco”
9. Vivian Kuczynski – “N Entendi ND”
10. Boogarins – “Manchaca Vol. 1”

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TOP 50 DA CENA – Luedji Luna reina e a gente tenta explicar por quê. Mais: Chico Bernardes cresceu, o Wry português, Luna França e Ítallo França. O tudo a ver no nada a ver

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* Reparamos que a coisa está no seguinte pé: a cantora baiana Luedji Luna respira, mexe no top 5 do nosso Top 50. Agora ela lançou o discaço novo que ela já tinha lançado, mas desta vez foi para o Youtube (!!!!). Não entendemos nada, mas aceitamos demais. E isso, como é nossa bolsa de valores quando a situação econômica sofre algum abalo de qualquer nível, tem consequências diretas no nosso ranking. Está entendendo? Se tiver, explica para nós.
Nosso jovem Chico Bernardes cresceu, adulteceu. E que bela música ele fez para marcar essa passagem. De resto tem o Wry buscando protagonismo em português, a Luna França buscando protagonismo e ponto, e o Ítallo França (no relation) buscando protagonismo no time de futebol da quebrada dele lá em Arapiraca, Alagoas, mesmo sendo o camisa 2.
Que lindo tudo isso. Que linda nossa playlist da vez!

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1 – Luedji Luna – “Ain’t I a Woman” (4)
Ainda mais apaixonados pelo disco novo da Luedji, lançado há quase um mês, que fica nos vindo em ondas, como o mar, porque bom mesmo é estar debaixo dessas ondas. Agora botamos ele no primeiro lugar, já que ela insiste em ficar nas primeiras posições do nosso ranking. “Ain’t I a Woman”, uma das muitas boas faixas, e que pega o título do fundamental livro da autora e feminista Bell Hooks, traz o questionamento para dentro de uma história onde um homem esconde seu relacionamento com uma mulher negra. “Por acaso eu não sou uma mulher?”, questiona Luedji. Ao mesmo tempo, a música pode ser lida como uma denúncia mais ampla aos “apagamentos” das mulheres negras na sociedade como um todo.
2 – Chico Bernardes – “Em Seu Lugar” (Estreia)
Com arranjos floreados, a sonoridade do single novo de Chico Bernardes lembra as suas referências, como Fleet Foxes, e traduz uma sensibilidade que vai muito além de seus 21 anos. Desde uma voz mais segura até um violão mais refinado.
3 – Tuyo – “Sonho da Lay” (1)
Você anda sonhando? Ou já acorda apressado e perde o que sonhou? Vai ver a Lay Soares, parte do trio Tuyo, aprendeu com Sidarta Ribeiro, neurocientista que sabe tudo do assunto, a técnica de registrar os sonhos antes de eles sumirem na nossa mente. E transformou isso em canção. E que canção absurda de boa! Tuyo cada vez melhor. O som ainda tem a participação do cantor carioca Luccas Carlos.
4 – Silva – “Passou Passou” (2)
Atualmente entre os gigantes da MPB, Silva visita com esse ska-MPB suas raízes indie. A letra, dele e do irmão Lucas, é uma fofura sem tamanho. Dentro da MPB a caminho do mainstream, Silva é a voz de esperança e de habilidade em seu sentido, porque parece que a música é de fim, mas é de recomeço. E tem um vídeo maravilhoso, em plano sequência. Parece Belle & Sebastian. Com ou sem Anitta envolvida.
5 – Wry – “Uma Pessoa Comum” (Estreia)
“Noites Infinitas”, novo disco do Wry, traz a banda cantando em português em metade das faixas. No caso, em 50% do disco, é o nosso grupo querido de sempre, mas em outra métrica, outra levada, quase uma outra banda. Talvez seja o costume de saber que é o Wry. Problema nisso? Nenhum. Tanto que uma das nossas prediletas está em português.
6 – Luna França – “Minha Cabeça” (Estreia)
Lançamento do selo CENA na área. A gente sempre avisa. Mas nem teria sentido a gente lançar algo que não bate com o nosso gosto, não é verdade? ”Minha Cabeça” muito tem a ver com o momento atípico que estamos vivenciando em 2020 e é um acerto de Luna, cantora, tecladista, compositora e produtora, que já tocou com Tiê, Rafael Castro e Papisa. Ela assume o protagonismo agora e faz bonito. O futuro, dela, é logo ali.
7 – Carabobina – “Pra Variar” (3)
Bem boa a brisa do casal Alejandra Luciani, engenheira de som de primeira, e Raphael Vaz, mais conhecido por Fefel do Boogarins. Um pop torto, eletrônico, ruídos lá e cá, que pega na produção acertada da Alejandra. Para fãs e não-fãs de Boogarins _ mas quem não é fã do Boogarins, hein?
8 – Ítallo França – “O Time da Mooca” (Estreia)
Itallo relembra em uma canção suingada suas lembranças sobre bater uma bola na infância com os colegas. A letra é tão simples quanto rica ao trazer a escalação do time e umas cenas que trazem lembranças: “E eu era a no 02/ de caneta riscada na farda/ a marca da lama da bola/ na parede parda/o pé cheio de ferida”.
9 – Chuck Hipólitho – “Disincaine” (7)
A mão do Chuck para versões é assustadora. Ele pira em uma música e arrepia na sua versão. A da vez é a divertida “Disincaine”, de um outro ex-VJ da MTV, o senhor Gastão Moreira em sua banda R.I.P. Monsters. E o vídeo, feito e editado em pouco mais de uma hora, mostra o capricho audiovisual de Chuck, outra característica sua. Cara bom.
10 – Mahal Pita – “Oração ao Pretos-moços” (5)
Parte de uma narrativa multimídia que leva o nome de M8TADATAH, Mahal, que já colaborou com BaianaSystem, Afrocidade e Giovanni Cidreira no EP MANO*MAGO, lança este primeiro som que você só encontra no YouTube. É a porta de entrada de uma história que mescla o real e a ficção e reflete sobre alta tecnologia, extermínio da população negra e a noção de pós-morte.
11 – Lauiz – “Corona Music for Corona People”
12 – Nelson D – “Xenofunk” (6)
13 – Duda Brack – “Toma Essa” (8)
14 – Kiko Dinucci – “Habitual” (9)
15 – Marcelo Callado – “Borboletas” (10)
16 – Tagua Tagua – “Só Pra Ver” (11)
17 – Supervão – “Fim de Nós/Fim do Sol” (12)
18 – Gabrre – “Elephants” (13)
19 – Guilherme Held – “Corpo Nós” (14)
20 – Pessoas Estranhas – “Rubens” (15)
21 – Autoramas – “Carinha Triste” (16)
22 – KL Jay – “Território Inimigo” (17)
23 – Yannick Hara – “Necropolítica” (19)
24 – RAKTA – “Rubro Êxtase” (23)
25 – Ana Frango Elétrico – “Mama Planta Baby” (24)
26 – Marcelo D2 – “4º AS 20h” (25)
27 – Carne Doce – “Hater” (26)
28 – Rohmanelli – “Toneaí” (27)
29 – PLUMA – “Leve” (28)
30 – Luiza Lian – “Geladeira” (29)
31 – BK – “Movimento” (30)
32 – Vivian Kuczynski – “Pele” (31)
33 – Boogarins – “Cães do Ódio” (32)
34 – Jup do Bairro – “Luta por Mim” (33)
35 – Dexter, Djonga, Coruja BC1, KL Jay, Will – “Voz Ativa” (34)
36 – Mateus Aleluia – “Amarelou” (35)
37 – Valciãn Calixto – “Nunca Fomos Tão Adultos” (36)
38 – Letrux – “Vai Brotar” (37)
39 – Negro Leo – “Tudo Foi Feito pra Gente Lacrar” (39)
40 – Don L – “Kelefeeling” (40)
41 – Mahmundi – “Nós De Fronte” (41)
42 – Rico Dalasam – “Mudou Como?” (42)
43 – ÀIYÉ – “Pulmão” (43)
44 – Coruja BC1 – “Baby Girl” (44)
45 – Edgar – “Carro de Boy” (45)
46 – Giovanna Moraes – “Futuros do Passado” (21)
47 – Jhony MC – F.A.B. (47)
48 – Djonga – “Procuro Alguém (48)
49 – Vovô Bebê – “Êxodo” (49)
50 – Troá! – “Bicho” (50)

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* Entre parênteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.
** A imagem que ilustra este post é do Silva.
*** Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix, talvez o maior estudioso da nossa CENA. Com uma pequena ajuda de nossos amigos, claro.

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CENA – Boogarins vai transmitir show especial e cheio de “guloseimas” para o festival Levitation, do Texas. Você quer ver? Popload “te leva”

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* No próximo dia 30 de outubro, sexta-feira da semana que vem, às 21h, será transmitido um concerto inédito da banda Boogarins, numa produção em parceria com o incrível Levitation, maior festival de música psicodélica do planeta, um dos muitos eventos de Austin, Texas, terra onde os goianos produziram seus últimos discos. Tudo em casa. Até porque o show a ser veiculado pelos texanos foi gravado recentemente na Casa do Mancha, em SP.

Mas não é simplesmente uma live qualquer. Essa Levitation Session vai gerar produtos disponíveis para compra, que incluem o download do áudio do show, camiseta e pôster com a arte original da sessão.

BOOGARINS Levitation 4

O streaming da apresentação em si é pago e custa R$ 25,99. E lista de preços que incluem os quitutes psicodélicos extras do Boogarins para o Levitation pode ser comprado assim, na lojinha da banda:

R$ 25,99 – link para o show
R$ 65,99 – link + download
R$ 129,99 – camiseta Levitation + download
R$ 100 – pôster Levitation + download
R$ 300 – combo Levitation com stream pass, download, camiseta e pôster assinado

Para o streaming, a Popload convida cinco (5) fãs da banda, a ganhar o link da apresentação e ver o Boogarins ao vivo de graça neste show para o Levitation. É só me mandar um email, para lucio@uol.com.br, botando na linha de assunto a menção à banda goiana. Sorteio os cinco nomes até quarta da semana que vem (o streaming, de novo, é sexta).

Manda bala!

Mas, antes, quer um aperitivo? Desta mesma sessão para o Levitation, temos o vídeo de “Foi Mal”.

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CENA – Boogarins bota os fãs para trabalhar em uma música deles. Tá a fim?

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BOOGARINS

* O grupo goiano Boogarins preza tanto sua legião de fãs que decidiu botá-la para trabalhar um pouco, interferindo em uma de suas canções para transformá-la numa nova. A banda, que acabou de lançar uma das grandes surpresas de 2020, a compilação “texana” “Manchaca Vol. 1”, inventou de chamar sua galera para interagir mais ainda com eles e deu uma missão.

Até o próximo domingo de manhã, dia 11, quem se interessar em colocar as mãos na faixa instrumental “Are You Crazy, Julian?” é só mexer nela de qualquer modo e enviá-la para a banda. Vale tudo: declamar poema, mandar áudio de parente cantando, fazer a música virar um trap e até mesmo criar uma letra.

Todo material enviado será produzido pelo Benke Ferraz e será veiculada aos poucos nas redes da banda, além de ganhar um streaming com todas as versões reunidas no site da banda. Tem um formulário criado especialmente para essa ação, com todas as orientações.

Não é de hoje, o Boogarins mantém uma proximidade incrível com o povo admirador de suas músicas. Eles criaram um grupão de Whatsapp para interagirem e realizam uma “missa” no Zoom aos domingos de manhã.

Então, na “missa” deste próximo domingo, os rapazes do Boogarins vão começar a mostrar os resultados dessa transformação via fãs de “Are You Crazy, Julian?”.

A Popload acompanhou uma das missas e, se quiser já ver algumas versões, os caras do Boogarins explicando a parada e o Benke mexendo em algumas músicas, clica no vídeo abaixo.

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* A foto do Boogarins deste post é de Dylan O’Connor. A imagem da banda que ilustra a chamada na home da Popload é de Valéria Pacheco.

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