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Brasil: um morto por minuto. Brian Wilson ao vivo no Colbert: “God Only Knows”

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* Parabéns aos envolvidos. E parabéns especial ao apresentador americano Stephen Colbert, que tirou do refúgio a lenda Brian Wilson para recriar, no piano e de sua casa, um clássico de sua também mais que lendária banda Beach Boys. E ainda, de bônus e também ao piano, outra canção de seu bonito trabalho solo.

A mensagem do programa do Colbert é cristalina sobre Brian Wilson: suas estimadas canções sempre refletiram tempos difíceis e num mesmo sentido propuseram um refúgio deles.

Já há anos debilitado, mas sempre em turnê com suas músicas, Wilson, 77 anos, fez para a série #PlayAtHome de Colbert performances tocantes de “God Only Knows”, clássico de 54 anos de idade, e “Love and Mercy”, de seu disco “I Just Wasn’t Made for These Times”.

Até parece que essas músicas em especial foram escolhidas em homenagem ao Brasil!

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Com Brian Wilson, Grimes, Pharrell e até uma bênção do Prince, Janelle Monáe divulga o aguardado álbum “Dirty Computer”

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A estilosa popstar Janelle Monáe botou na praça nesta sexta seu aguardadíssimo disco novo, “Dirty Computer”, uma das principais apostas para “melhor disco de 2018”.

O projeto é o primeiro dela em cinco anos e pinta como o sucessor do também elogiado “The Electric Lady”, que fez a cantora estourar em nível mundial no ano de 2013.

O álbum, terceiro dela na carreira, conta com um time pesado de convidados, incluindo o beach boy Brian Wilson, Pharrell Williams, Grimes e ainda Zoë Kravitz.

“Dirty Computer” tem também uma leve ajuda do saudoso Prince. À época em que começou a trabalhar a ideia do disco, Janelle pegou dicas com o astro sobre os equipamentos e direcionamentos musicais que o projeto deveria ter. “Isso é tudo o que você precisa”, teria dito Prince a Janelle, revelação feita pelo produtor Chuck Lightning em entrevista para a Rolling Stone.

Com diversas variáveis sonoras, mas sempre centrado no R&B, “Dirty Computer” tem 14 faixas e uma pegada de empoderamento feminino latente, algo que Janelle tem feito questão de explicitar nos últimos tempos.

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Todo soltinho, Brian Wilson divulga mais uma canção inédita do disco que sai na próxima sexta

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No início deste mês, Mr. Brian Wilson mostrou uma música inédita e perdida em seu baú chamada “Some Sweet Day”. A faixa está em “Playback”, projeto que reunirá canções que marcaram sua trajetória solo e virá turbinado por duas faixas nunca antes lançadas, uma delas a citada. A outra é “Run James Run”, esta novinha, escrita e gravada neste ano, lançada agora.

Atualmente, Brian está por finalizar a turnê comemorativa dos 50 anos do seminal “Pet Sounds”, um dos discos essenciais da história da música. O rolê começou em janeiro do ano passado e só vai terminar no fim deste ano, na América do Norte.

“Playback”, o novo disco, chega ao mercado na próxima sexta-feira, 22 de setembro.

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Para embalar o feriado: Brian Wilson mostra música inédita, com som de anos 60 e perdida nos anos 90

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No próximo 22 de setembro, o veterano e cultuado Brian Wilson promoverá o lançamento de mais um disco na carreira. “Playback” reunirá canções que marcaram sua trajetória solo e virá turbinado por duas faixas nunca antes lançadas.

Uma delas é “Some Sweet Day”, gravada nos anos 90, e que aparece só agora nesta compilação. A canção foi escrita por Brian e seu fiel parceiro, Andy Paley.

Em comunicado, a mente brilhante do Beach Boys contou que escreveu a música para um filme e sempre teve em mente, na gravação, que soasse como as canções pop de bandas femininas dos anos 60. “Creio que é uma ótima música, com boa letra e uma melodia cool”, descreveu o músico.

“Some Sweet Day” pode ser ouvida abaixo.

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O Primavera Sound de Barcelona, visto sob a ótica de Parquet Courts e Ty Segall

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* Popload em Barcelona.

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Tem um Ty Segall no meio do povo. Foto: GETTY

Tem um Ty Segall no meio do povo. Foto: GETTY

* Mais um Primavera Sound histórico acabou na Europa, neste final de semana, com shows num centro cultural lindo de Barcelona que vendia mojitos como água e reuniu dos curitibanos Water Rats e os paulistanos Inky, O Terno e Aldo the Band, ao histórico Mudhoney e aos bagunceiros punk do Black Lips, com direito a um show surpresa do Deerhunter. Que lugar é esse?!?!?!

Antes, por quatro dias, há algumas estações de metrô dali, 20 minutos de táxi, no incrível Parc del Fòrum, por quatro dias centenas de banda se apresentaram para mais de 200 mil pessoas neste primeiro dos grandíssimos festivais do verão europeu, que agora vai ter música chacoalhando o velho continente de todo jeito, por todos os lados. A Popload vai ver se encaixa mais um no circuito, desta vez um… digamos… diferente.

Já a absurda Barcelona, uma das cidades mais legais para circular no planeta, já se prepara agora para mais uma extracool edição do vanguardista Sónar, que acontece enquanto pertinho daqui, na França, as principais seleções de futebol se digladiam na Euro 2016, aumentando os agitos locais em escala assustadora.

Daí que, então, o que queríamos dizer neste começo de semana é que o Primavera pode ser grosseiramente dividido em uns quatro blocos de shows legais. O primeiro é o do show do Radiohead, que faz parte de uma outra liga, de uma outra coisa. O segundo é aquele que juntou atrações como o fundamental LCD Soundsystem, a sempre maravilhosa PJ Harvey, a comoção saudosa do Brian Wilson tocando clássico e clássicos dos Beach Boys, a balada psicodélica para multidões do Tame Impala e mais alguns outros. O terceiro é ver o indie brasileiro fazendo a farra muita ou pouca gente no sempre movimentado palco de novíssimas tendências, enquanto o palco de novas tendências era o Pitchfork, já para um indie mais… popular. Repare nas congruentes incongruências dessa fala toda acima e você tem a medida do que é o Primavera Sound.

Agora, você tem o quarto tipo de shows legais, onde solam dois heróis atuais do indie americano: Parquet Courts e Ty Segall. Que shows maravilhosos. Molecada agitada na frente, cabeças se mexendo e crowdsurf rolando solto do primeiro ao último acorde, momentos que constroem as melhores vibes do festival. Aqui não tem contemplação, não tem divisão público e banda: é envolvimento. É o tipo de show que eu gosto de estar. Assim:



* A foto da chamada na home, com as menininhas legais, é da WARP.

** A Popload voa pela Europa a convite da KLM e Air France.

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