Em cadu tenório:

POPLOAD ENTREVISTA – Hoje tem papo com Cadu Tenório, 19h, na Popload TV

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* Quando a gente escreve nossas resenhas sobre as músicas da semana, muitos artistas se manifestam compartilhando nas suas redes sociais e até comentando algo. Mas, que a gente saiba, nem sempre vem um comentário crítico seja lá positivo ou negativo sobre o que é escrito. Até porque o debate entre crítica e artistas no Brasil não está lá em um bom momento.

O carioca Cadu Tenório resolveu escrever um pouco mais quando falamos sobre um som dele ser sobre mais sentir do que entender. E a ideia dele chamou nossa atenção: “Gostei. Curto esse take/ideia, de que é mais importante SENTIR, haha. Acredito que aproveita-se mais assim, inclusive: Deixar que te atravesse e tal, sem tentar levantar (sustentar?) muros… Agora, claro, diria também que existe mutio a ser entendido/compreendido”.

Ideia massa, né? Por isso a gente resolveu convidar ele justamente para conversar sobre isso e sobre sua carreira na cena eletrônica e experimental carioca. Cadu desde 2010 atua solo e em projetos como Sobre a Máquina, Ceticências, VICTIM!, Vaso e Gruta. Se você não conhecer ele ainda, provavelmente já escutou seus sintetizadores e loops em seus trabalhos conjuntos com Paal Nilssen-Love, Juçara Marçal, Thomas Rohrer, Alice Caymmi, Marcio Bulk, Lívia Nestrovski, Rogério Skylab, Romulo Fróes, entre outros.

19h cola com a gente lá na Popload TV, nosso canal no YouTube? Para facilitar, tá aqui embaixo.

Top 50 da CENA – O rap e o metal comandam nosso ranking, puxadas pelas gêmeas Tasha e Tracie e pelo grupo Papangu. A Isabel Lenza completa o pódio oferecendo equilíbrio

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* Rap e rock juntos. Não é “Judgement Night”, disco clássico do filme clássico que reuniu nomes dos dois gêneros lá nos anos 90. São os nossos dois primeiros lugares desta semana – um recorte deste 2021 ainda muito loko que também traz outras boas novidades em clima mais MPB, clima pop e até cyberpunk. A CENA brasileira é ampla, geral e irrestrita. A gente não cansa de dizer isso por aqui. Assim como não cansamos de avisar que a nossa playlist é o jeito mais eficaz de se atualizar sobre a CENA. Já segue ela?

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1 – Tasha e Tracie – “Lui Lui” (Estreia)
Quem tá ligado no mundo da moda já conhece as gêmeas paulistanas Tasha e Tracie há um tempo. Elas ficaram famosas pelo blog “Expensive Shit”, onde ensinavam a se vestir bem sem gastar muita grana. No blog, elas também davam seu show de conhecimento com uma pesquisa sobre arte, cultura e som. Elas não rimavam quando apareceram pela primeira vez, mas eram do rap. Foi um toque do mestre Kl Jay que acertou esse detalhe. Ele as alertou que na cultura hip hop todos podem fazer a arte que quiserem. E elas resolverem investir nas rimas. E que belo investimento. Seu primeiro álbum, o recém-lançado “Diretoria”, é arrasador. E, no pique, são 22 minutos de ideia boa atrás de ideia boa. “Igual nós vocês quer viver/ Mas igual nós ‘cês não quer morrer”, “Nasci com a boca que elas compra”, “Pra ter o que você tem só precisa de um paicpague/ Pra fazer como eu faço; muita vivência de base”. São só alguns exemplos das boas linhas. A gente escolheu “Lui Lui” aqui no top, mas poderia qualquer um dos outros sons.

2 – Papangu – “Ave-Bala” (Estreia)
Muito interessante o som metaleiro e progressivo dessa banda de João Pessoa, Paraíba. A gente que nem é tão versada nesse ramo sabe pelo menos reconhecer algo muito bem-feito – e tem um rolê conceitual muito bem construído ali, com referências à literatura brasileira, ao imaginário nordestino e ainda carrega um papo político sobre relações sociais e com a natureza que corre por fora da narrativa mais explícita da banda. Preste atenção nesses caras.

3 – Isabel Lenza – “Eu Sou o Meu Lugar” (Estreia)
No belo disco conceitual de Isabel Lenza sobre se descontruir e reconstruir após um relacionamento complicado, um dos momentos bonitos é a afirmação de saber que você é seu lugar, responsável por seus atos e por sua felicidade. Uma resolução que permite que a personagem volte a amar a si e outros na sequência. Uma boa lição, cantada dentro de uma atmosfera confiante e acolhedora, o que serve como mais uma arma de enfrentamento de situações delicadas. Boa, Lenza.

4 – Valciãn Calixto – “Exu Não É Diabo (Èsù Is Not Satan)” (1)
Em “Macumba 2.0”, álbum recém-lançado, o músico piauiense Valciãn Calixto dá uma aula sobre as religiões de matriz africana buscando desmistificar conceitos errados criados com a intenção de desarticular e criminalizar sua prática. Neste som, Exu é comtemplado e explicado por Valciãn em um forró que mantém sua pesquisa sonora avançando sobre o indie e experimentações lo-fi. Se isso não é uma riqueza sonora brasileira por onde quer que se olhe, não sabemos mais o que é. Valciãn é o nosso Sufjan Stevens do Nordeste, fala que não.

5 – Jade Baraldo – “Não Ama Nada” (Estreia)
Jade em seu primeiro single por uma gravadora grande mantém sua busca por um pop esperto. E chega mirando nos aproveitadores, que sugam sua confiança, seu trabalho e sua fama. Falam que amam, não amam nada.

6 – Cadu Tenório – “Psycho Zaku” (2)
Não que a gente entenda tudo, mas é um barato a viagem experimental do carioca Cadu Tenório. Em “Are You Okay” temos uma porção de músicas longas que vão se construindo e desconstruindo em loops, ruídos, colagens. E, pensando melhor, será que tem algo mesmo para ser entendido? É sentir, talvez, o verbo mais apropriado.

7 – 1LUM3 – “Lovecrime” (3)
A voz da 1LUM3 segue sendo uma das mais bonitas da CENA e aqui ela capricha em boas letras e nas produças certeiras – é pop, mas não tem muito cara de pop, saca? “Lovecrime” é daquelas que nascem com cara de hit, um som sobre amores que já se despedaçaram e seguem nas nossas mentes.

8 – Letrux – “Isso Aqui É um Campo Minado” (4)
Aqui Letrux nos apresenta mais uma música que ela escreveu há muito tempo e nunca tinha gravado. Talvez essa seja uma de 2007 e 2008 e já revela um pouco do que ela faria mais para a frente. Dá uma sensação engraçada ver letras de uma Letrux que não existe mais sendo cantadas pela Letrux de hoje. Como isso chama não sabemos, mas tem uma sensação aí.

9 – Mariá Portugal – “Cheio/Vazio” (5)
E, por falar em música esquisitinha, que delícia essa experimentação da Mariá Portugal. A baterista/compositora que já tocou com vários grandes nomes da MPB, além de ser parte do sensacional Quartabê, faz uma música que chega a ser tradicional até seus dois minutos – dali em diante as formas e tempo parecem se dissolver e voltar e sumirem de novo. Difícil descrever. Este single fará parte de seu novo álbum, “Erosão”.

10 – Yannick Hara e VNDROID – “Incêndio Doloso” (Estreia)
Single feito de maneira urgente, essa dupla cyberpunk reflete sobre o recente incêndio que levou uma parte do acervo da nossa cinemateca. Música enquanto denúncia e registro das consequências da atual gestão do país.

11 – Guilherme Arantes – “A Desordem dos Templários” (6)
12 – Autoramas e Rodrigo Dead Fish – “A Cara do Brasil” (7)
13 – Marcelo Perdido – “Carnaval” (8)
14 – GIO – “Sangue Negro” (9)
15 – Tuyo – “Turvo” (10)
16 – Linn Da Quebrada – “I míssil” (11)
17 – Priscilla Alcântara – “Tem Dias” (13)
18 – Macaco Bong – “Hacker de Sol” (14)
19 – Rodrigo Amarante – “Maré” (17)
20 – Tagore – “Capricorniana” (18)
21 – Rodrigo Brandão – “O Sol da Meia-Noite” (19)
22 – Criolo – “Fellini” (20)
23 – Amaro Freitas – “Sankofa” (21)
24 – Pabllo Vittar – “Não É Papel de Homem” (22)
25 – Nill – “Singular” (23)
26 – Ana Frango Elétrico – “Promessas e Previsões” (24)
27 – Iara Rennó – “Ava Viva” (26)
28 – Romulo Fróes – “Baby Infeliz” (28)
29 – BNegão feat. Paulão King – “Cérebros Atômicos” (29)
30 – Edgar – “A Procissão dos Clones” (30)
31 – Tuyo – “Toda Vez Que Eu Chego em Casa” (31)
32 – Giovanna Moraes – “Baile de Máscaras” (32)
33 – Jonathan Ferr – “Amor” (33)
34 – Jadsa – “Mergulho” (34)
35 – Mulungu – “A Boiar” (35)
36 – Jup do Bairro – “Sinfonia do Corpo” (36)
37 – Lupe de Lupe – “Brasil Novo” (37)
38 – Bruna Mendez e June – “A Vida Segue, Né?” (38)
39 – Zé Manoel – “Como?” (39)
40 – Yung Buda – “Digimon” (40)
41 – Duda Beat – “Meu Pisêro” (41)
42 – FEBEM – “Crime” (42)
43 – Aquino e a Orquestra Invisível – “Os Prédios Cinzas e Brancos da Av. Maracanã” (43)
44 – Boogarins – “Supernova” (44)
45 – BaianaSystem – “Brasiliana” (45)
46 – Sophia Chablau e uma Enorme Perda de Tempo – “Delícia/Lúxuria” (46)
47 – Jota Ghetto – “Vagabounce” (47)
48 – Mbé – “Aos Meus” (48)
49 – Rico Dalasam – “Expresso Sudamericah” (49)
50 – LEALL – “Pedro Bala” (50)

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* Entre parênteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.
** Na vinheta do Top 50, os irmãs rappers Tasha e Tracie.
*** Este ranking é pensado e editado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix. Com uma pequena ajuda de nossos amigos, claro.

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Top 50 da CENA – Com todas as permissões pedidas, Exu ocupa o topo do nosso ranking. Dá-lhe Valciãn Calixto. Cadu Tenório e 1LUM3 completam o pódio

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* Como explicar a seleção desta semana? Temos um importante primeiro lugar, que bate de frente contra um problema sério do Brasil atual, que é o preconceito religioso. Um trabalho que tem toques experimentais assim como alguns dos outros escolhidos para este ranking – Cadu, Mariá. Quando a música é mais tradicional na forma, é experimental na sua gravação – Letrux está gravando pela primeira vez algumas canções que escreveu há mais de dez anos e isso dá uma sensação de deslocamento muito interessante. Então, aprofundando mais na temática acima, nosso primeiro lugar é sobre Exu. Nenhuma conclusão diferente da de que estamos de frente para a melhor CENA musical do Planeta Terra.

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1 – Valciãn Calixto – “Exu Não É Diabo (Èsù Is Not Satan)” (Estreia)
Em “Macumba 2.0”, álbum recém-lançado, o músico piauiense Valciãn Calixto dá uma aula sobre as religiões de matriz africana buscando desmistificar conceitos errados criados com a intenção de desarticular e criminalizar sua prática. Neste som, Exu é comtemplado e explicado por Valciãn em um forró que mantém sua pesquisa sonora articulada com indie e experimentações lo-fi. Se isso não é uma riqueza sonora brasileira por onde quer que se olhe, não sabemos mais o que é. Valciãn é o nosso Sufjan Stevens do Nordeste, fala que não.

2 – Cadu Tenório – “Psycho Zaku” (Estreia)
Não que a gente entenda tudo, mas é um barato a viagem experimental do carioca Cadu Tenório. Em “Are You Okay” temos uma porção de músicas longas que vão se construindo e descontruindo em loops, ruídos, colagens. E, pensando melhor, será que tem algo mesmo para ser entendido? É sentir, talvez, o verbo mais apropriado.

3 – 1LUM3 – “Lovecrime” (Estreia)
A voz da 1LUM3 segue sendo uma das mais bonitas da CENA e aqui ela capricha em boas letras e nas produças certeiras – é pop, mas não tem muito cara de pop, saca? “Lovecrime” é daquelas que nascem com cara de hit, um som sobre amores que já se despedaçaram e seguem nas nossas mentes.

4 – Letrux – “Isso Aqui É um Campo Minado” (Estreia)
Aqui Letrux nos apresenta mais uma música que ela escreveu há muito tempo e nunca tinha gravado. Talvez essa seja uma de 2007 e 2008 e já revela um pouco do que ela faria mais para a frente. Dá uma sensação engraçada ver letras de uma Letrux que não existe mais sendo cantadas pela Letrux de hoje. Como isso chama não sabemos, mas tem uma sensação aí.

5 – Mariá Portugal – “Cheio/Vazio” (Estreia)
E, por falar em música esquisitinha, que delícia essa experimentação da Mariá Portugal. A baterista/compositora que já tocou com vários grandes nomes da MPB, além de ser parte do sensacional Quartabê, faz uma música que chega a ser tradicional até seus dois minutos – dali em diante as formas e tempo parecem se dissolver e voltar e sumirem de novo. Difícil descrever. Este single fará parte de seu novo álbum, “Erosão”.

6 – Guilherme Arantes – “A Desordem dos Templários” (1)
Em seu novo disco, o veterano Guilherme Arantes investiu em recuperar suas raízes progressivas. Para quem não sabe, ele, que ficou conhecido por suas baladas mais românticas, teve uma fase progressiva e roqueira com a banda Moto Perpétuo. A pecha “romântica” que vem grudada a seu nome não faz jus à totalidade de sua carreira. Neste retorno às origens, digamos, ele escreveu a épica “A Desordem dos Templários”, um som de mais de sete minutos com diversas seções, inclusive uma em ritmo de baião. A música parece usar de símbolos antigos para falar dos dias atuais. Em um momento, Guilherme canta: “Cada dia é uma batalha desigual em nome de uma paz/ E tudo que se entende por ‘normal’ é a bandeira incandescente da exclusão”.

7 – Autoramas e Rodrigo Dead Fish – “A Cara do Brasil” (2)
A parceria Autoramas e Rodrigo, vocalista do Dead Fish, chega em uma música veloz e urgente – no clima e na duração. Ela tem quaaaase um minuto, mas dá conta de resumir um ano, quase dois da condução criminosa da pandemia no Brasil, que já custou perto de 600 mil vidas. Para que serve o punk bom, não é mesmo?

8 – Marcelo Perdido – “Carnaval” (3)
Por falar em pandemia e governo que conduz tudo da pior maneira possível – não teve como ter Carnaval neste ano. Mesmo sendo sem ser. Sendo. E aí fica na nossa cabeça esta bela música do Marcelo Perdido com participação do Teago Oliveira, da Maglore, que fala sobre um Carnaval que não foi, mas é. Talvez a canção esteja mesmo falando disso um pouco. Especialmente sobre a nossa força de manter a festa, em amplos sentidos. Estamos muito errados, Marcelo?

9 – GIO – “Sangue Negro” (4)
Que experiência foi trocar uma ideia com GIO, no Popload Entrevista. Está aí um menino cheio de sugestões boas na cabeça idem. O novo álbum do músico baiano, ex-Giovani Cidreira, além de uma ida a sua ancestralidade com a chave do afrofuturismo, é sua tentativa de colocar essas ideias na prática. Trabalhar pelos seus, por sua história e por seu valor. Por que abaixar a guarda para fazer parte de um mundo que não te respeita? Por que querer fazer parte daquela outra festa? Veja bem a nossa festa. Ela que é bonita e ela que diz um tanto de coisa para nós. Ainda que tantos teimem em jogar na nossa cabeça que não é bem assim. Eles estão errados.
A faixa “Sangue Negro”, escrita com o primo Filipe Castro, abre a obra – no YouTube um curta deles mostra as origens da família de GIO e suas histórias. Ao resumir um pouco da ideia do disco, ele escreveu: “É sobre não esquecer que somos pessoas iluminadas, detentoras de um poder ancestral, de um potencial que o sistema racista, que nos mata todos os dias e nos entrega sobras, descarta e nos faz esquecer, retirando o direito de existir na memória, na musicalidade e nas experiências culturais deste país.” Este álbum vai longe, em vários sentidos. E seguimos aqui celebrando ele.

10 – Tuyo – “Turvo” (5)
Velha conhecida dos fãs, “Turvo” é uma canção que finalmente o trio curitibano resolveu colocar em disco. E a vez dela chegou em “Chegamos Sozinhos em Casa, Vol. 2”. Porém, “Turvo” aparece totalmente desconstruída da versão conhecida pelos fãs. Acelerada, mais eletrônica e mais suingada, é de longe das canções mais viciantes do álbum. Esta é para tocar um milhão de vezes por aí.

11 – Linn Da Quebrada – “I míssil” (6)
12 – Bivolt – “Pimenta” (7)
13 – Priscilla Alcântara – “Tem Dias” (8)
14 – Macaco Bong – “Hacker de Sol” (9)
15 – Rincon Sapiência – “Todo Canto” (10)
16 – Mary Olivetti – “Black Coco” (12)
17 – Rodrigo Amarante – “Maré” (13)
18 – Tagore – “Capricorniana” (15)
19 – Rodrigo Brandão – “O Sol da Meia-Noite” (19)
20 – Criolo – “Fellini” (20)
21 – Amaro Freitas – “Sankofa” (21)
22 – Pabllo Vittar – “Não É Papel de Homem” (22)
23 – Nill – “Singular” (23)
24 – Ana Frango Elétrico – “Promessas e Previsões” (24)
25 – Mineiros da Lua – “Armadilha” (25)
26 – Iara Rennó – “Ava Viva” (26)
27 – Isabel Lenza – “Tudo Que Você Não Vê” (27)
28 – Romulo Fróes – “Baby Infeliz” (28)
29 – BNegão feat. Paulão King – “Cérebros Atômicos” (29)
30 – Edgar – “A Procissão dos Clones” (30)
31 – Tuyo – “Toda Vez Que Eu Chego em Casa” (31)
32 – Giovanna Moraes – “Baile de Máscaras” (32)
33 – Jonathan Ferr – “Amor” (33)
34 – Jadsa – “Mergulho” (34)
35 – Mulungu – “A Boiar” (35)
36 – Jup do Bairro – “Sinfonia do Corpo” (36)
37 – Lupe de Lupe – “Brasil Novo” (37)
38 – Bruna Mendez e June – “A Vida Segue, Né?” (38)
39 – Zé Manoel – “Como?” (39)
40 – Yung Buda – “Digimon” (40)
41 – Duda Beat – “Meu Pisêro” (41)
42 – FEBEM – “Crime” (42)
43 – Aquino e a Orquestra Invisível – “Os Prédios Cinzas e Brancos da Av. Maracanã” (43)
44 – Boogarins – “Supernova” (44)
45 – BaianaSystem – “Brasiliana” (45)
46 – Sophia Chablau e uma Enorme Perda de Tempo – “Delícia/Lúxuria” (46)
47 – Jota Ghetto – “Vagabounce” (47)
48 – Mbé – “Aos Meus” (48)
49 – Rico Dalasam – “Expresso Sudamericah” (49)
50 – LEALL – “Pedro Bala” (50)

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* Entre parênteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.
** Na vinheta do Top 50, o músico piauiense Valciãn Calixto.
*** Este ranking é pensado e editado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix. Com uma pequena ajuda de nossos amigos, claro.

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