Em Cake:

POPLOAD TV – Programa Gliv Rocks conta, com 20 discos, a história do grande ano de 2001

>>

* Outro ano mágico para o tipo de música que gostamos foi 2001, que também teve lá seu tipão de “revolucionário”, sim. Foi conhecido como a explosão do “novo rock”, quando bandas na linha Strokes e White Stripes capitaniaram um movimento que, foi dito à época, devolveu as guitarras à música pop. E o indie bombou de novo, tal qual 1991, que retratamos na Popload TV, com o programa Gliv Rocks, no episódio passado.

Se ali fizemos a brincadeira do “19 discos mais legais de 91”, toma então o “20 discos legais de 01”, que dá continuidade a esta parceria incrível e documental do Gliv Rocks com a Popload TV, o canal do Youtube da Popload.

Na pegada de Alê Zampieri, o apresentador e mr. Gliv, contamos a história cronológica de tantos discos ótimos que fizeram um dos anos mais legais de nossas vidas na música.

Para o deleite de sua memória e desculpa qualquer gatilho, se você tem mais de 30 anos. Se não tiver, serve para ter a noção do que foi 2001 e quais os efeitos aquele período deixou na música que é feita hoje.

***

* Obviamente, o programa gerou uma playlist de 20 músicas representativas dos 20 discos de 01.

>>

Banda que varreu os anos 90 com vídeos engraçadinhos, Cake solta sua primeira música em sete anos

>>

Banda de Sacramento que ficou marcada nos anos 90 graças aos seus vídeos engraçadinhos, o Cake lançou uma nova música, sua primeira em sete anos.

“Sinking Ship” é o primeiro material de estúdio desde “Showroom of Compassion” e abre boatos para um possível sétimo álbum de estúdio do grupo liderado por John McCrea.

A nova faixa vem acompanhada de um vídeo stop-motion, dirigido por Owen Streeter. A banda também informou que lançará novas músicas em breve.

>>

O nome do cara é FREAK. E ele veio para barbarizar o indie inglês

>>

Captura de Tela 2017-01-23 às 11.06.09 AM

* Connar Ridd não parece ser um rapaz exatamente dos mais fáceis. Pilota a nova banda mais barulhenta do Reino Unido com seu nome artístico FREAK, como gosta de ser chamado, em maiúsculas e negritado, para soar assim mesmo… barulhento. Vem de Chelmsford, interior da Inglaterra, como o Rat Boy, outro moleque da nova geração de, digamos, indie-agressivo (haha). Estudaram juntos na escola. Já fui a Chelmsford uma vez, para um festival, lembro-me de ter tomado a maior chuva da minha vida, porque tive que atravessar a cidade a pé até a estação de trem já que não conseguia transporte, e não deu para sentir que a molecada local era algo perturbada. Mas, enfim.

FREAK, vocalista e guitarrista, tem 19 anos e “assustou” o indie britânico no ano passado com o sugestivo EP “What Happened?” e o single “Nowhere”, nomes que ilustram bem essa cena em particular que deve ser uma camada debaixo dos brilhantes Slaves e Fat White Family e algo mais movimentado e energético que o indie-nhenhé de grupos como The 1975 e Catfish & The Bottlemen, bandinhas até que legais, mas que não vão muito além disso, pelo menos não parecem ir até este momento da vida deles. E das nossas. Mas são kids, temos que dar tempo ao tempo. Não por acaso, é o 1975 e o Catfish que estão no Lollapalooza brasileiro deste ano.

Acontece que o nosso amigo FREAK, que para dar uma referência faz o Arctic Monkeys parecer banda de festa infantil (a definição não é minha), lançou semana passada um single novo, talvez do que estará em seu primeiro álbum, em gestação. Chama “Cake” e veio com um vídeo que consiste em Connar levar bolo na cara. Mas não é tipo “Os Trapalhões”. Um monte de FREAKS atira de longe pratos de bolo nas fuças de um Freak sentado e amarrado. Deve ter estourado muitas das várias espinhas da cara do moleque mais raivoso do indie britânico. Com tudo fazendo sentido.

>>

LOLLA 2013: Rio e SP recebem 4 shows cada em clubes, fora do festival

>>

O incrível Lollapalooza Brasil ainda vai acontecer daqui quatro meses, mas o burburinho em cima do festival é constante. Nos últimos dias, através de suas redes sociais, o a organização do festival tem falado em “quatro surpresas”, sem dar maiores dicas. Pelo que a Popload anda apurando, não se trata de novos nomes no line up, como muito vem se especulando. Nas próximas horas até sábado agora, esse mistério deve ser revelado oficialmente.

As tais “quatro surpresas” devem ser os chamados side shows, que recebem o nome de “Lolla Parties”. Na próxima edição, a movimentação deve acontecer em São Paulo e no Rio de Janeiro durante a semana do festival, inclusive nos dias em que rola o evento no Jockey Club.

Ao que tudo indica, existe um pacote de seis, sete bandas e, deste pacote, quatro delas se apresentarão no Circo Voador no Rio de Janeiro e quatro se apresentarão em São Paulo. Os shows que rolarem no Rio de Janeiro não serão necessariamente os mesmos da capital paulista.

O pacote deve ser formado pelas bandas Two Door Cinema Club, Hot Chip, Alabama Shakes, Foals, Major Lazer e The Hives. Cake e Passion Pit também podem estar envolvidos.

Quanto ao line up do festival, como já informado no início, não deve haver alterações. Nem de perda, nem de adição de novos nomes. A grade, parece, está mesmo fechada. O evento acontece nos dias 29, 30 e 31 de março.