Em carne doce:

Salma Jô, vocalista do Carne Doce, fala sobre a sua maior referência na música

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Salma Jô é a vocalista e toda a força por trás do Carne Doce, nome imprescindível da rica cena indie brasileira, mais especificamente de Goiânia, nos últimos anos. Para o nosso especial Popload das Minas, ela fala sobre a sua maior inspiração: Elis Regina.

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RodrigoGianesi

Salma Jô em foto de Rodrigo Gianesi

A minha diva Elis Regina

Elis Regina é a minha diva-mãe. Minha mãe a apresentou, me ensinou a adorá-la. O timbre das duas é do mesmo tipo. São elas as minhas maiores referências e inspirações femininas.

Quando a escuto, faço com o conhecimento que adquiri ao longo do anos, com menos idolatria, reconheço erros e fraquezas que não percebia, mas admiro ainda mais a excelência, percebo ainda mais por que ela foi e por muitos ainda é considerada a maior. Encontro nela muita riqueza técnica e emocional, encontro várias mulheres e eu mesma, criança e adulta. É um berço.

Ser a maior cantora popular do Brasil era um objetivo confesso de Elis. Aos 20 já era a cantora mais bem paga do país. Era competitiva a ponto de puxar tapete de outras cantoras. Não era somente a intérprete, escolhia canções com o objetivo de fazer as melhores versões delas, melhores que as dos próprios autores. Estava sempre em busca de novos compositores e de letras fortes. Amadrinhou, lançou ou ajudou a consagrar Milton, Gil, Edu Lobo, Belchior, Ivan Lins entre outros. Para quem quiser saber mais, recomendo “Nada Será Como Antes”, biografia de Julio Maria.

Esta gravação para a TV Record foi um dos últimos registros antes de sua morte:

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CENA – Carne Doce mostra seu “Falo” duas vezes: o vídeo “hollywoodiano” e ao vivo em SP

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* A gente falou dele ontem, adiantou imagens e hoje mostra na íntegra. Confira a “superprodução hollywoodiana” dos goianos para “Falo”, vídeo da música de múltiplos significados da banda Carne Doce, que foi lançado nesta manhã. “Falo”, o vídeo, é o décimo a sair do álbum “Princesa”, um dos melhores discos da CENA em 2016. E sua história pode ser resumida ~simplesmente~ como um retrato histórico não identificado de um homem (padre?) que é capturado por meninas em uma igreja e levado para uma fogueira. “Falo” foi gravado na Fazenda Santa Esther, em Amparo (SP), em outubro.

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E ontem, no Sesc Pompeia, o Carne Doce se apresentou na Mostra Prata da Casa, projeto indie do Sesc que está na etapa de dar seu palco aos melhores shows do ano passado dentro de sua programação. Desse show, temos imagens da performance na hora de “Falo”, cujo vídeo foi mostrado antes de a banda entrar em cena.

“Falo”, o vídeo, e “Falo”, ao vivo.

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CENA – Uma terça quase ordinária. Carne Doce no SESC, Pethit na Bud, Papisa na galeria

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* Sem nada muito esperto para a noite do Valentine’s Day? A CENA pode te ajudar a criar um clima.

* Os namorados Macloys e Salma Jô levam a banda goiana Carne Doce, de excelente apresentação ao vivo, para estrear a fase 2017 do projeto Prata da Casa, no Sesc Pompeia. A mostra reúne ainda, na mesma noite, outro show bem bom, o da banda carioca Ventre. O grupo do Rio deve já tocar alguma música nova, pois seu segundo álbum já está em plena gestação. O Carne Doce vai aproveitar o show do Sesc para exibir, em premiére, o novo vídeo de música do álbum “Princesa”, do ano passado. Numa superprodução “hollywoodiana”, a banda mostra o visual da canção “Falo”, de múltiplos significados. O vídeo estará rodando amanhã aqui na Popload. Só para adiantar, em “Falo”, e por causa dele, as mulheres pegam em armas. Abaixo, uma imagem de “Falo”, o vídeo.

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** Exposição mais show e performance, o projeto Divinas ocupa o lado “ar livre” da Galeria Vermelho com… divinas. A fotógrafa Mariana Cobra exibe 40 fotografias analógicas (!) com quatro mulheres reais do Uruguai, mas em formato de zine. Nesse ambiente “feminino”, a artista Rita Oliva faz show de seu projeto recente Papisa, tudo a ver com o dia (Valentine’s) e com a noite (Divinas). O show da Papisa acontece às 20h30 (mas o evento estará rolando desde 19h). E o acesso ao espaço é grátis.

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*** Com show de seu álbum “Rock Star Sugar Darling” (2014), o paulistano Thiago Pethit é a atração da noite no galpão-porão da marca Budweiser. A balada vai das 20h às 2h e ainda tem DJ set da Jess Pauletto (Big in Japan) e do Thiago Sabota (Protection).

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CENA – Casa do Mancha invade BH para mini-festival em parceria com a local Shake Shake

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A “casinha” tem ido cada vez mais longe, está ficando cada vez maior… Ninguém segura a Casa do Mancha, berço de grande parte da #CENA e um dos principais (se não o principal) ‘palcos’ para as bandas independentes em São Paulo hoje. Palco entre aspas porque a casa do Mancha, você sabe, é tipo uma casa-estúdio mesmo. E é ali, na salinha despretensiosa de Mancha Leonel, na Vila Madalena, que os melhores novos artistas nacionais se apresentam hoje.

Depois do festival próprio “Fora da Casinha”, chegando em sua terceira edição, a “casa” estabeleceu tentáculos em outros festivais independentes em outras regiões do país, como um palco no Festival Bananada, em Goiânia, e no Festival Dosol, em Natal. E agora chegou a vez de Belo Horizonte, com um mini-festival em parceria com a Shake Shake, projeto que tem por objetivo “chacoalhar” a cena mineira valorizando a produção autoral e alternativa do estado. É o… SHAKE MANCHA.

O evento será realizado em dois dias, neste fim de semana, e em duas casas diferentes: A Autêntica e A Obra Bar Dançante, com uma apresentação especial do Carne Doce, banda goiana que aproveita para divulgar o novo disco “Princesa”, e com shows de Kill Moves, Sci-Fi, novo projeto do Bruno Faleiro (ex-Câmera), Young Lights e Sara Não Tem Nome. No fim do post você vê a programação completa. Para o serviço completo, clique aqui.

SHAKE MANCHA

10/2 | sexta-feira | 22:00 às 2:00
Shows: Carne Doce (Goiânia) | Young Lights | Sara Não Tem Nome

DJ Nest, Fabrício Nobre
Local: A Autêntica

11/2 | sábado | 21:00 às 5:00
Shows: Kill Moves | Sci-Fi

DJs Mancha, Fabrício Nobre, JP Cardoso, Gentil (Young Lights)
e Guto (Dead Lover’s Twisted Heart)
Local: A Obra Bar Dançante

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CENA – Carne Doce mostra que te odeia, mas com muuuuuito amor

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* O quarteto goiano Carne Doce, banda conduzida com muito amor pelo casal Macloys Aquino e Salma Jô (foto abaixo), soltou nesta terça mais um de seus vídeos bonitos. É para a música “Eu Te Odeio”, fofura em forma de canção que pertence ao belo “Princesa”, o segundo álbum da banda, um dos grandes discos da CENA nacional de 2016.

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O álbum é bem feminino, quase um solo conceitual da incrível Salma, com a participação de seus boys. Mas que não chegaria a esse resultado se não fosse a presença de seu companheiro, MacLoys, e a delicadeza sonora empregada pelos outros dois caras da banda.

E esta “Eu Te Odeio”, o vídeo, representa bem o magnetismo do relacionamento do casal da banda, que impregna boa parte das canções.

Frases como “Eu te odeio/ Nunca mais me beije aí/ Que eu morro de rir/ Que me dá um negócio/ Que eu vou tê um troço/ E a gente vai ter que terminar”, em um vídeo “entrega” como este, é bonito de ver. E de ouvir.

** O vídeo é dirigido por Benedito Ferreira.

** O Carne Doce se apresenta quinta agora, dia 20, no Complexo Pub, em Goiânia. No sábado 28, na outra semana, o grupo leva seu ótimo show para o Circo Voador, no Rio, numa espécie de “invasão goiana”, já que a atração de fundo vai ser a internacional e conterrânea Boogarins. A banda toca no SESC Pompeia, em SP, no dia 14 de fevereiro. A tour completa do Carne Doce neste começo de 2017 está no Facebook da banda.

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