Em carne doce:

Atenção: confira os horários dos shows do Popload Festival 2017

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** Saiu a programação do melhor feriado do ano. Dia 15 de novembro, em São Paulo, você tem um encontro marcado com…

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Tudo o que você precisa saber sobre o Popload Festival como: trocar e carregar a pulseira, pontos de troca, o cashless, o que pode x não pode levar, ingressos do Popload Social, e mais AQUI.

** Apresentado por Heineken, Popload Festival acontece no dia 15 de novembro no Memorial da América Latina, com shows de Phoenix, PJ Harvey, Daughter, Neon Indian, Carne Doce e Ventre. O Nubank é o cartão oficial do evento, que ainda tem apoio de Doritos, Tanqueray, TNT e Spotify como player oficial**

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Popload Festival anuncia seu lineup gastronômico! Maní, Casa do Porco, Braz Ellettrica e Dona Onça são algumas das “atrações”

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Hummmm… Pizza do Bráz Ellettrica, mais uma atração do Popload Festival

O Popload Festival, você sabe, acontece bem no feriado do dia 15 de novembro, no Memorial da América Latina. Aquela coisa: shows incríveis do Phoenix e da PJ Harvey, bagunça do Neon Indian, apresentação linda do Daughter e os brasileiros bombadíssimos Ventre e Carne Doce em palcão. Fora outras coisinhas que vão rolar…

Já que você vai estar em casa mesmo, ou, então, vindo de longe para curtir festa em São Paulo, temos duas notícias que irão te convencer a chegar cedo ao Memorial, para o festival.

** A primeira delas é que a produção irá distribuir bilhetes de metrô aos primeiros dois mil fãs que entrarem no evento. A estação Barra Funda é ao lado (colada, praticamente) e os shows começam cedo e acabam a tempo de você voltar de transporte público para casa, então se programe para não perder essa!

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Sanduíche vegetariano da Casa Manioca criado para o festival. Foto de Roberto Seba.

** A segunda notícia-dica imperdível é também para pegar você pelo estômago, literalmente. O festival terá uma Feirinha Gastronômica formada por uns dos melhores restaurantes de São Paulo e com curadoria da chef Helena Rizzo, do restaurante Maní, de reconhecimento internacional. Apenas. Neste lineup à parte, além do já citado MANÍ (que vem com receitas especiais criadas para a ocasião), participam Z-DELI, A CASA DO PORCO com DONA ONÇA, JIQUITAIA e BRÁZ ELLETTRICA, dos chefs renomados Julio Raw, Janaina Rueda e Jeferson Rueda, Marcelo Côrrea Bastos e Benny Novak, respectivamente. Só fera.

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Torresmo de panceta com goiabada d’A Casa do Porco Bar

Helena Rizzo explica a sua “escalação particular” para a quinta edição do festival: “Pensei em comidas que acho que têm tudo a ver com um festival de música, como pizza e hambúrguer, e as de que mais gosto na cidade. Além disso, são feitas por profissionais que conheço e que já têm experiência em feiras, fora de seus restaurantes. Sabemos que agilidade e prática contam muito na hora de atender a uma multidão!” No cardápio, entradas, sobremesas e pratos clássicos de cada um deles, como o torresmo de pancetta com goiabada (foto) e a coxinha de galinha caipira da Casa do Porco e da Dona Onça, o Classic Burger do Z-Deli, as pizzas “neonapolitanas” do Bráz Ellettrica (foto que abre o post) e o nhoque de banana com ragu de carne seca do Jiquitaia (foto na home), só para citar alguns.

O ideal é chegar cedo ao festival, garantir o seu bilhete de metrô na faixa e almoçar com os amigos! Estejam avisados!

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Coxinha de Galinha Caipira do Bar da Dona Onça

**Apresentado por Heineken, Popload Festival acontece no dia 15 de novembro no Memorial da América Latina, com shows de Phoenix, PJ Harvey, Daughter, Neon Indian, Carne Doce e Ventre. O Nubank é o cartão oficial do evento, que ainda tem apoio de Doritos e Tanqueray e Spotify como player oficial**

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CENA – Popload Festival turbina sua quinta edição com o trio carioca VENTRE!

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Larissa Conforto, Gabriel Ventura e Hugo Noguchi

A menos de dois meses de sua quinta edição, esta que traz a diva PJ Harvey ao lado de Phoenix, Daughter, Neon Indian e Carne Doce, o Popload Festival anuncia a escalação da banda VENTRE! O trio carioca de rock experimental é destaque na #CENA indie nacional e já deu as caras por aqui outras vezes, principalmente pela sua intensa performance ao vivo em festivais que a Popload visitou no último ano e pelo incrível disco de estreia, “Ventre (抱きしめ と キス)”, de 2015.

Ventre é formada pela guitarra e voz de Gabriel Ventura, a bateria de Larissa Conforto e o
baixo de Hugo Noguchi. No ano passado, lançaram o DVD e álbum ao vivo “Ao vivo no Méier”, uma comemoração em grande estilo ao primeiro ano de vida do álbum homônimo e também a parceria com o selo Balaclava Records:

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O Popload Festival é apresentado por Heineken e acontece no feriado do dia 15 de novembro no Memorial da América Latina. O Nubank é o cartão oficial do evento, que ainda tem apoio de Doritos e Taqueray e o Spotify como player oficial.

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Popload Festival no SPOTIFY

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CENA – O CoMa Festival, em Brasília, a onda de “conferências de música” e o Far From Alaska

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A mescla de conferência sobre música e festival com preço popular realizada pelo CoMa, novo evento indie que aconteceu em Brasília no final de semana passado, atraiu a atenção da Cena brasileira. Armado no gramado entre a Funarte e o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o evento teve a ideia de misturar artistas conhecidos (até Lenine e Emicida) com apostas locais e do indie atual. E muita conversação sobre o estado de coisas da música brasileira feita hoje. Com o crescimento e expansão da festa-festival Picnik, mais este CoMa, Brasília estabelece-se ainda mais no mapa do indie brasileiro.

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Com um climão de festa de final de ano do indie nacional, o CoMa levou a BSB, se não todos, quase todos, os mais destacados veículos, produtores e programadores de festivais da cena para passarem dois dias juntos, tudo isso para discutir o presente e o futuro da música feita por aqui. A Popload esteve de olho no festival e participando de mesa, com representação do poploader gaúcho Afonso de Lima.

De consultoria para novas bandas até bate papo com os maiores festivais independentes da atualidade, o que arrematou o maior número de público foram os quatro palcos espalhados pelo megalomaníaco complexo erguido para abrigar a parte musical do evento. Com ingressos entre R$ 25 e R$ 125 (para festival + conferência) o público ocupou boa parte dos shows apresentados durante a programação e é sobre eles que a gente vai falar um pouco mais por aqui.

Sábado passado teve Emicida, mas também teve Ventre e Carne Doce. O dia começou tímido com um line-up que tinha até dupla sertaneja independente tocando no sol quente de 1h da tarde. No caminhar do dia, Lista de Lily, Baleia e Ventre foram aquecendo o que seria a noite de Emicida, mas que antes ainda nos daria um Carne Doce já acostumado com palcos grandiosos.

O Clube do Choro, com capacidade para quase 500 pessoas, teve fila de dobrar a esquina para ver o Baleia, enquanto a psicodelia da Lista de Lily chamou atenção no palcão debaixo do clima árido de Brasília. Logo depois, já no entardecer, a Ventre chegou a gritos de “Fora Temer” soltando uma porção de músicas do seu único e ótimo disco. E soltando ainda seus tradicionais discursos “textão de Facebook” protagonizado pela baterista-metralhadora Larissa Conforto, em forma e conteúdo. Na parte musical, que é o que interessa, o Ventre fez um show suado e barulhento, preparando os ouvidos para o que ainda viria: Silva, Mahmed, Carne Doce, Rico Dalasam, Emicida, Jaloo e o bloco de carnaval Divinas Tetas.

Em paralelo a todos esses shows, ainda rolava uma tenda eletrônica comandada pelo Picnik e cheia de convidados locais. Tinhq também expositores com marcas da região e produtos artesanais, outra ação do Picnik dentro do CoMa.

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* No domingo, a latinidade e o rock comandaram: Quatro Pesos de Propina, Francisco, El Hombre e também Far From Alaska (foto acima) e Scalene. Se no sábado lotou consideravelmente os palcos principais e o simpático Clube do Choro, domingo a impressão foi de um grupo ainda maior circulando pelo espaço quase infinito do complexo. O dia começou com atrações locais seguidas do Bratislava, Aloizio e a Rede (também local), Medulla e da junção by Balaclava Records de Ventre + E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante. Cuatro Pesos de Propina botou o Clube do Choro abaixo e reforçou a conexão latino-americana que o festival trouxe, no palco norte. Clarice Falcão arrebatou milhares de fãs teen com um stand-up comedy com cara de show muito bem executado, prendendo até os desavisados que passavam pelo bar e esperavam a Francisco, El Hombre tocar.

De volta ao Clube fechado, Selvagens à Procura de Lei entupiram a pequena sala e fizeram uma das maiores filas do festival (olha só, uma fila enorme que nem é para comprar cerveja). Na chegada da esperada Francisco, El Hombre, o palco norte acabou virando um grande baile latino, cheio de danças desengonçadas para todo lado.

No outro lado, Larissa Luz se apresentou com uma ótima surpresa, com um show alto e cheio de batidas pesadas. Na sequência, Far From Alaska estourou os PA’s do festival com o som de guitarra mais alto que ouvimos durante todos os shows que assistimos. O setlist veio cheio de novidades do seu recém-lançado disco poderoso, “Unlikely”, que havia saído dois dias antes da apresentação. O público cantou junto, pulou e até ensaiou uma roda punk sem muita experiência. Um dos grandes shows do festival. Tendência no festival, teve encontrão de bandas no palco do Far From Alaska. Supercombo, Clarice Falcão, Medulla e mais um monte de gente subiu ao palco no show do grupo do Rio Grande do Norte.

Na caída da noite e na última parte do festival, ainda aconteceram show dos gringos do O’Brother, dos locais da Scalene e do quase aposentado Lenine (com um set imensamente longo).

O CoMa acertou? Parece que sim, parece que muito. Com um line-up bem diversificado e valorizando a cena local, o CoMa chegou certo a Brasília. O mix de quatro produtoras conseguiu criar uma estrutura gigante e de qualidade para receber bandas interessantes e que conversam com o que de novo está acontecendo musicalmente, além de trazer nomes consagrados para dar o peso necessário a escalação. Talvez o complexo ultragrandioso não tenha ajudado muito a agrupar as pessoas o tempo todo, mas facilitou a circulação e também evitou filas para comida, bebida e pagamentos.

Conferência/Festival, esse modelo que ainda é novo por aqui mas está crescendo bastante, apresentou um pequeno problema em relação às agendas, já que dividiu o público entre grandes shows e grandes painéis. Solução? A gente deixa para os programadores. Para muito além disso, o CoMa conseguiu começar com o pé direito, tanto pela organização impecável como também pela estrutura de qualidade e a boa organização dos palcos, claro, tirando os atrasos que acabaram atrapalhando um pouco quem estava pontualmente organizado. Fora isso, potencial para uma segunda edição com ainda mais acertos.

BH – Neste final de semana, ainda com participação da Popload, presente, e mais um exemplo da onda “conferências de música” no estilo SIM-SP, está acontecendo em BELO HORIZONTE a dobradinha de festivais Sonâncias (de debate + show) + Transborda (festival). Ontem, sexta, a Popload participou de um debate sobre “comunicação e divulgação de bandas e eventos independentes”. Hoje, sábado, o Transborda leva para a lagoa da Pampulha, com entrada gratuita, um evento musical encabeçado pela banda da hora, os potiguares do Far From Alaska, e mais: os mineiros do Djonga, Young Lights, Pequeno Céu, El Toro Fuerte e a paulistana Iara Rennó.

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CENA – 50 shows e uma porção de palestras, começou o festival CoMa em Brasília

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* O Festival CoMa ocupa a agenda musical de Brasília neste final de semana trazendo um mix de debates, oficinas e shows (quase um SIM São Paulo em Brasília). É uma tendência muito forte já na cena indie, esses festivais que misturam bandas e muito bate-papo de “integração”. Semana que vem, em BH, acontece o parecido Sonâncias, outros dos eventos para lavar a roupa suja indie, criar reflexões e apontar caminhos, tudo aliado a apresentações ao vivo (O Sonâncias desemboca no festival Transborda, de agenda de shows repleta).

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Voltando, neste CoMa, ao todo, vão ser mais de 50 bandas espalhadas em diversos palcos e um circuito de 36 atividades ligadas a agenda da conferência paralela aos shows. A Popload participa desta edição com cobertura e em mesa de debate conta ou mostra um pouco do que vai acontecer por aqui.

Hoje o CoMa promove com um mix de palestras, workshops e debates no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, além de um “pitch” com a imprensa e convidados para que as bandas locais possam mostrar um pouco do seu trabalho. Dos painéis trazidos pela organização, estão diversos sobre empreendedorismo musical, circulação de bandas e festivais; já nos workshops, quem estiver no festival vai poder aprender sobre choro, grafite e percussão.

Em paralelo à tarde de conferência, os shows começam no conglomerado de espaços construído para o festival e batizado de Complexo CoMa. Na agenda estão alguns shows locais e figuras do indie nacional e até do, bem, sertanejo no início da tarde, até o fechamento da noite com Emicida, Jaloo e Divinas Tetas. Entre as bandas que tocam na tarde estão Fetuttines, Carne Doce, Ventre, Baleia, Mahmed e mais uma porção de novos nomes da cena.

No domingo a Popload participa do painel “Além da Crítica Cultural: Veículos de imprensa que se tornam plataformas multidisciplinares de conteúdo de música”, a partir das 15 horas, representada pelo poploader Afonso Lima, no centro de eventos da conferência. Ao mesmo tempo, uma porção de bandas sobe aos palcos do Completo CoMa.

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