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CENA – Mais uma vez, com entusiasmo, a Popload oferece um lançamento do Mineiros da Lua. Ouça “Queda”, o disco de estreia

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Fotos: Gabriel Almeida

Fotos: Gabriel Almeida

Há mais ou menos dois anos, a Popload teve o orgulho de oferecer em primeira mão o EP “Turbulência”, da psicodélica e plural banda Mineiros da Lua. Nome já consagrado na CENA de Belo Horizonte, eles chegam neste 10 de junho com “Queda”, o disco cheio de estreia de uma carreira com ascensão meteórica.

Com 9 faixas novinhas, o grupo, que nos últimos tempos dividiu palco com nomes como Boogarins, Mahmed e gorduratrans, explora também sua brasilidade neste seu primeiro álbum, fruto de um amadurecimento nítido dos quatro amigos que refletem sobre os turbulentos tempos vividos.

O álbum, conceitual, teve seu processo inicial com as composições no começo do ano passado e os trabalhos se estenderam até o início deste ano. Com referências nacionais a nomes como Gonzaguinha, João do Vale e Nelson do Cavaquinho, passando pelas influências que vão desde o Clube da Esquina ao Sepultura, e ainda de olho na gringa em figuras como Explosions in the Sky e Daughters, o Mineiros da Lua tentou condensar nestas 9 canções todo o seu arsenal de inspirações musicais.

“A ‘Queda’ é uma experiência para sair do mundo da lua. É sair da caverna de Platão e sentir o ardor dos olhos, causado pela realidade que nos cerca, mas que tentamos tanto evitar”, contam. “O álbum é sobre aceitar a realidade. Aceitar que até poucas décadas atrás multidões se reuniam para assistir enforcamentos, e que esse hábito provavelmente ainda persiste, de maneira adaptada. Aceitar a tristeza, porém, sem o fim nela mesma, identificando a como ponto de partida e, principalmente, aceitando que estamos vivos para fazer a diferença”, completam.

O discão, imperdível, pode ser conferido abaixo. As datas dos shows de lançamento de “Queda” são: 29/06 em BH (A Autêntica com Young Lights e Pata), 30/06 em Mariana/MG (Teatro Sagarana com Wagner Almeida e Kossovo), 14/07 em São Paulo (Estúdio Fiaca) e 21/07 no Rio de Janeiro (Audio Rebel com Amarelo Manga e Tom Gangue).

** Ouça em outras plataformas:
http://bit.ly/QUEDAyoutube
http://bit.ly/QUEDAspotify
http://bit.ly/QUEDAdeezer
http://bit.ly/QUEDAapplemusic

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CENA – Os mineiros do Young Lights invadem São Paulo e fazem session incrível em uma sala de estar

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Uma das bandas mais legais da CENA mineira, a Young Lights pinta na Popload para lançar uma session incrível, registrada na cidade de Cotia/SP, no final do ano passado.

O local preparado foi a sala de estar casa-estúdio Bem Maior, de Sérgio Ugeda, o que influenciou até no nome do projeto, “Living Room Sessions”. Na apresentação, o Young Lights tentou mostrar um pouco do que é o seu show, um dos mais intensos e vigorosos do indie no Brasil hoje. Quem já foi, sabe bem.

As canções escolhidas para a session foram “Eyes Closed”, “Strangely Intimate” e “Understand, Man”, todas do disco “Young Lights”, lançado em 2017, um dos melhores daquele ano na escolha da Popload. Completa o setlist “Alaska, I Just Want to Be Home”, do primeiro EP do grupo, “An Early Winter”, de 2013.

A session dura pouco mais de 20 minutos e foi o primeiro registro da banda com o guitarrista Matheus Fleming (Câmera) e o último com o também guitarrista Vitor “Boss” Ávila, que deixou o grupo mês passado. Completam a formação Jay Horsth (Voz/Violão/Piano), João Pesce (Baixo) e Bruno Mendes (Bateria).

A direção e montagem é de Guilherme Garo, com o trio Sérgio Ugeda, Rodrigo Montorso e JP Cardoso cuidando do áudio. Coisa de qualidade.

Setlist
00:00 Eyes Closed
05:39 Strangely Intimate
12:22 Understand, Man
18:16 Alaska, I Just Want to Be Home

** Dia 12 de abril tem show n’A Casinha, rolê indie intimista em BH.

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CENA – Do centro-oeste, Superquadra vai atrás de um norte em novo disco

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Uma das boas bandas da CENA de Brasília, o Superquadra lança por agora seu segundo disco, “Norte”. Isso porque eles estão quase atingindo a maioridade de 18 anos de estrada, pensa.

O Superquadra é uma das mil ideias de Cláudio Bull, sujeito que como eu disse aqui uma vez é a história viva da cena musical brasiliense de caráter independente e um dos caras mais versáteis da cidade: trabalha com produção de eventos, jornalismo cultural, historiador de arte e é professor universitário. Nos palcos e estúdios, Bull liderou também a Divine, banda ícone indie da Brasília da virada do século; e hoje, além do Superquadra, também tem o Da Silva. E é DJ.

“Norte”, o disco, é um lançamento da Quadrado Mágico e é composto por 10 faixas que passeiam pelo indie rock, às vezes com uma pitada mais pop e acessível. A inspiração do projeto é a cidade de Brasília e pode ser entendido como a busca intimista por um norte. Entre as inspirações estão referências fracas, tipo David Bowie, Kraftwerk, Radiohead, Caetano Veloso, Massive Attack, Clube da Esquina e T. Rex. Tudo junto e misturado.

O Superquadra conta, além do Bull, com Badá (baixo), Vitinho (bateria), Bruno Sres e Wilton Rossi (guitarras).

O álbum já está nas principais plataformas de streaming, tipo o Spotify, e pode ser conferido abaixo.

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CENA – Lembra o Bazar Pamplona, nossa “banda de cinema”? Então, eles não só voltaram como lançam vídeo “literário” aqui como tocam amanhã em SP e lançam álbum novo já em janeiro

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O ano de 2019 vai começar com uma grande e boa novidade no indie. A banda Bazar Pamplona colocará no mercado, logo em 18 de janeiro, seu terceiro disco de estúdio, “Banda Vende Tudo”, bancado por um financiamento coletivo.

Bom, estamos começando de trás para frente a falar das novidades do tradicional quinteto, que está largando de um hiato de seis anos parado.

Esse caminho de retomada da carreira do grupo se iniciou em 2017 e por vias cinematográficas, digamos, com um pedido da escritora e cineasta alemã Helene Hegemann, que solicitou a utilização de uma faixa do grupo na trilha sonora do filme “Axolotl Overkill”, que bombou no circuito indie europeu e acabou premiado no importantíssimo Festival Sundance, nos Estados Unidos. Contamos essa história aqui, na época.

Deste novo disco a sair daqui um mês, a Popload antecipa em forma de vídeo o novo single “Capítulo Primeiro”, som que homenageia “o poder transformador dos livros e a potência de vida contida nas palavras”. O vocalista Estêvão Bertoni completou: “ela tem um dos arranjos mais diferentes do disco. Para participar da faixa, chamamos o Tony Berchmans, pianista que tem um projeto maravilhoso chamado Cinepiano, no qual ele compõe ao vivo trilhas sonoras para filmes originalmente mudos. Ele acabou fazendo a mesma coisa ao gravar com a gente, porque a gente não tinha nenhuma ideia prévia de arranjo para o piano, então ele foi interpretando a letra, trecho a trecho”, conta.

O single é a terceira amostra do novo projeto. Antes, foram lançadas “Bom Mesmo é Ouvir um Riff dos Stones” e “Dias Gordos”. Além de Bertoni, o Bazar Pamplona conta também com João Victor dos Santos (guitarra), Rodrigo Caldas (bateria), Rafael Capanema (baixo e teclado) e Pinguim Miranda (teclado e baixo).

* Nesta sexta-feira, como saideira de 2018 e preparativos para 2019, o Bazar Pamplona fará um show especialíssimo na Casa do Mancha (Rua Felipe Alcaçova, s/n – Vila Madalena), a partir das 21h, com as entradas custando R$ 20. Bora?

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CENA – A boa onda do Glue Trip passa por SP no domingo. Show é no Z. E com o JP

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* SP, Z, JP.

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No domingo mais movimentado do ano em São Paulo, aparentemente, guarde sua energia para o programa mais alto astral da data, que vai rolar das 18h às 22h no clube Z, no Largo da Batata, a região mais agitada da cidade hoje. (Ok, aqui não vamos contar com a festa do Palmeiras, que também promete ter o astral elevado. Só para não misturarmos assuntos.)

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O Glue Trip, banda de psicodelia paraibana (toma essa, Tame Impala!), se apresenta na festa mensal CENA. O show, sempre bom deles, pode ser encarado como um outro lançamento em São Paulo do discaço “Sea at Night”, o segundo álbum do quarteto, que saiu em setembro e do qual já ouvi gente dizer que é tipo uma mistura praieira e malemolente de Daft Punk com Disclosure e Unknown Mortal Orchestra. Ok?

A abertura fica à cargo do músico mineiro JP Cardoso, com banda de notáveis no suporte, ameaçando tocar música nova inclusive.

Quem vamos?

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