Em charly coombes:

Popload Live: hoje, 17h, no Stories da @poploadmusic, papo e música com o britânico Charly Coombes

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* An englishman in Brazil é o convidado de hoje da Popload Live, 17h, na conta de Stories do @poploadmusic. Recebemos para conversa e música o (podemos dizer) multiinstrumentista britânico Charly Coombes, que na real nasceu nos EUA mas se criou musicamente no Reino Unido, até se basear em São Paulo, Brazil-sil-sil.

Há uns cinco anos no Brasil, pois casado com uma brasileira, Charly já está integrado à CENA nacional, embora mantenha uma ponte-aérea produtiva com o UK, devido a sua trajetória no britpop, especialmente com ligações à banda Supergrass (o figura Gaz Combees é seu irmão). Nos anos 2000, antes de ser responsável pelos teclados do Supergrass por um período, Charly fez parte da banda 22-20s, que chegou a abrir shows para o Oasis.

Sua carreira solo, fora de bandas mesmo, se firmou no Brasil. Desde 2005, já lançou três álbums, produzidos aqui e lá. E está a caminho do quarto, que já tem dois singles lançados. Um deles, “Animal Heart”, traz o irmão Gaz na guitarra e Laurence “Loz” Colbert, ex-Ride, na bateria.

Bom, assunto para esta primeira “live gringa” não vai faltar. Já, já, 17h.

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A live da Popload foi criada para proporcionar, em tempos de clausura, papo e performance com pessoas legais da nossa música. Inclusive… tocando música.

Já rolou por aqui conversa e som com Flavio FingerFingerrr, André Aldo, Eduardo Apeles, Vivian Kuczynski, Lucas Fresno, Rita Papisa Oliva e Ale Sater, do Terno Rei, Bianca e Rodrigo do Leela, Lucas da Glue Trip, Fefel do Boogarins, Duda Brack, Clarice Falcão, Gabriela Deptuski, do My Magical Glowing Lens, Jay Horsth, do Young Lights, Salma & Macloys, do Carne Doce, a trinca Naíra, Érica e Caro, do sexteto Mulamba, e João Erbetta, do Los Pirata, o Popoto, da banda Raça, a Sara Não Tem Nome e o produtor paulistano CESRV, o internacional Sessa, o cheio-de-histórias-incríveis Supla, a multimídia Lia Paris, o rapper afrojaponês-andróide Yannick Hara e a guitarrista e cantora Brvnks. Tudo regado a som ao vivo, adaptado, rearranjado, diferente, tecnicamente perdoadíssimo.

Já teve até DJ set, do ótimo Willian Mexicano, com a digníssima diva pop Pabllo Vittar participando animada. E a do Lúcio Morais, do Database. Já teve conversa sobre a história da CENA brasileira com um dos personagens principais dela desde sempre, o agitador Fabrício Nobre. Já teve papo de jornalismo musical com Pedro Antunes, editor da “Rolling Stone”, também conhecido como o inventor do programa “Tem um Gato na Minha Vitrola”. Já conversamos com Bruno Natal, do podcast Resumido, e Thiago Ney, da newsletter MargeM, dois instrumentos ~modernos~ vitais para entender o mundo hoje.

A ideia da live é que ela, diária, de segunda a sexta no período de quarentena, não necessariamente tenha um horário padrão para rolar, mas até que tem acontecido bastante às 17h. A gente avisa aqui e nas redes o horário certo do dia.

Então, hoje, às 5 da tarde, no Stories do @poploadmusic, conversa e som com o músico inglês Charly Coombes, radicado em São Paulo.

E lembrando que as Lives passaram a ficar disponíveis no igtv da conta do Popload Music, para outras revisitações ou mesmo para ver pela primeira vez. Escolha sua opção, mas veja.

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An englishman in São Paulo, Charly Coombes caminha para o novo disco mostrando o single binacional “Animal Heart”

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* A CENA brasileira está tão, digamos, inspirada que até uma clara ponte com a música inglesa foi construída por dois englishmen que atualmente moram em SP, estão integrados aos movimentos sonoros daqui, mas mantém sua produção em nível “internacional”, em muitos sentidos dessa produção: o capo do Ladytron, de Liverpool, o Daniel Hunt, que escolheu o Brasil como residência mas segue “normal” com a carreira de sua banda inserida no electroindie britânico de onde nasceu e fez fama, nos anos 00.

Outro dessa linguagem especial é Charly Coombes, o rapaz aí embaixo, de alta trajetória no britpop, especialmente com ligações à banda Supergrass, radicado em São Paulo faz uns cinco anos já. Este também com um pé e meio aqui, mas mantendo relações musicais com a cena inglesa. Ou internacional, vai.

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Coombes apresenta amanhã na geral, mas veja já aqui, seu mais novo single, em áudio e vídeo, a bela “Animal Heart”, música gravada entre SP e UK, que traz o irmão famoso Gaz Coombes na guitarra e vai estar em “All in the End Is Harvest”, quarto e novo disco do multiinstrumentista inglês que tem lançamento marcado para abril.

Não apenas por si só, a música é realmente especial, porque também traz as batidas de Laurence “Loz” Colbert, baterista do Ride, outra banda-instituição do rock inglês. E também porque traz um andamento de várias velocidades, melódica e alegre. Alegre no sentido de urgente e pra cima. “Upbeat”, como dizem na Inglaterra. Da voz às guitarras, do synth à bateria e letra. Tudo em cima.

Bom. Ouve e me fala.

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Antes, uma palavrinha do Gaz Coombes sobre “Animal Heart”. E do próprio Charly.

“​Essa música me deu também uma oportunidade de trazer esse senso de volta às minhas raízes e de me reconectar no estúdio trazendo meu irmão Gaz para tocar guitarra e meu amigo de longa data, Loz Colbert, para tocar bateria. Foi maravilhoso ter o envolvimento deles no disco, na realidade essa é a primeira vez que meu irmão Gaz e eu colaboramos juntos em um disco meu​”, conta Charly. “​Há muito tempo queria tocar guitarra em um disco do Charly, finalmente ele me chamou! Foi maravilhoso estar no estúdio junto com ele novamente”​ , pontua Gaz.

Pronto. Agora só ouve. E vê, que é um lyric video.

** As fotos no post e na página principal são de Rayana Coombes.

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POPLOAD SESSION E CENA APRESENTAM… CHARLY COOMBES

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* Uma Popload Session internacional. Ou já paulistana. Você escolhe.

O britânico Charly Coombes, que mora em SP já tem mais de três anos, com carreira que resvalou no britpop e em março deste ano lançou um “disco brasileiro”, comparece à session deste site para mostrar uma versão de “Fool”, faixa de seu mais novo álbum, “Run”, e um cover de, veja bem, David Bowie.

O inglês, com seu terceiro álbum, do qual ele toca para nós a música “Fool”, anda in love com a terra que escolheu para viver e trabalhar. Inclusive andou dizendo em entrevistas que São Paulo, para ele, representa o que Berlim teria significado para seu conterrâneo mais famoso, o saudoso David Bowie, em termos de experimentalismo.

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Daí que, nesta Popload Session, Charly Coombes vem com a digna cover de “Modern Love”, hit absurdo de Bowie. Sobre a escolha, Coombes diz que foi porque, além de ser grande fã do Bowie, é uma música que sempre quis tocar no palco. Já havia até pensado em inclui-la no setlist dos shows de “Black Moon”, seu álbum anterior, também gravado no Brasil. Mas desistiu da ideia, pois a vibe do disco destoava do clima de “Modern Love”. Mas que agora, com “Run”, mais pesado e mais oitentista, faz total sentido.

Além disso, Charly Coombes finalmente encontrou, segundo ele, um excelente saxofonista, Tato Cunha, que era a peça que faltava para uma boa performance da música de David Bowie.

Realmente, session classe A. E vamos a ela, então.
Senhoras e senhores, com vocês… Charly Coombes.

** Charles Coombes se apresenta nesta sexta-feira, 30, na Casa do Mancha. O show é da turnê do mais recente disco, “Run”. O horário marcado para o início é 21h. O ingresso na Casa do Mancha, adquirido apenas na hora, é de R$ 25. A casa abriga até 100 pessoas.

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CENA – O inglês Charly Coombes toca hoje em sua São Paulo

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Feriadão de shows em São Paulo, com a CENA até que bem movimentada para quem está na cidade. Tem Dr. Hank (RS) e Goldenloki amanhã no Z Palco, Maglore sábado e domingo na Casa do Mancha, Holger na segunda.

Mas, antes, nesta noite de quinta pré-greve, no Breve, na Pompeia, o inglês Charly Coombes, de altas ligações com o britpop no geral e na grande banda Supergrass, se apresenta em show marcado para as 21h. Britânico com jeitão paulistano, por estar radicado há três anos no Brasil, o multiinstrumentista faz o show em cima de seu terceiro disco, o “belo e cheio de texturas” “Run”, recém-lançado.

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CENA – Charly Coombes, inglês, lança “Run”, seu disco bem paulistano

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* É praticamente um CENA, vai. O cara é gringo, mas mora aqui em SP já tem um tempo. E criou seu novo álbum aqui. E toca por aqui. E produz bandas da CENA daqui. E fez música para a cidade. Então:

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O inglês Charly Coombes, multiinstrumentista radicado há três anos no Brasil e com nome ligado à cena britânica por entre outras coisas ser o irmão mais novo dos Coombes do Supergrass, lançou na última sexta-feira, via Spotify, seu terceiro disco, o belo e cheio de texturas “Run”.

“Run” vem expandir o alcance do britpop multifacetado de Coombes, que se lançou solo em 2013 com o debut “No Shelter”, que foi seguido por “Black Moon”, este já um disco “brasileiro” do músico.

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Charly Coombes já havia lançado, no começo do mês, o single de “SPX”, sigla para “Sao Paulo Experiment”, em homenagem à cidade que virou sua cidade, talvez a música mais grandiosa do terceiro álbum, exaltamente para resumir o sentimento que o inglês tem da grandiosa São Paulo.

São Paulo, para Coombes, representa o que Berlim representou para seu conterrâneo David Bowie, quando o famoso ídolo morto recentemente foi viver tempos de experimentalismos na cidade alemã.

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“Run” obviamente esbarra no britpop, mas centra força em algo mais antigo que ele, pelo forte uso de sintetizadores. Tá mais para Duran Duran que para Oasis. O disco foi gravado em seu próprio estúdio, em sua casa, aqui em São Paulo.

Abaixo, você ouve “Run”, um álbum inglês, porém “nosso”.

** As fotos deste post e da home da Popload são de Rayana Coombes, brasileira, a mulher do músico.

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