Em chet faker:

Apenas: uma música inédita do muso Chet Faker

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* O outro gato. Não o meu.

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Mesmo estando com a amizade algo estremecida com o Chet, por causa dessa pegada crooner-líder de banda / cantor de microfone na ponta do palco, não dá para não reverenciar esse australiano que chacoalhou o indie nos últimos tempos.

Daí que, do nada, ele resolve soltar uma música inédita, “Bend”, que foi de certa forma desperdiçada, já que o som não entrou na seleção final de músicas do incrível “Built On Grass”, o discaço que revelou o galã indie para o mundo.

“Bend” apareceu no canal oficial do cantor no YouTube. Na descrição, há apenas a info de que a faixa é uma sobra de estúdio do álbum. Corre um papo que foi uma gentileza em retribuição ao fato dele ter esse nome em homenagem ao meu gato. Mas não confirmo.

Vamos ver se isso quer dizer alguma coisa para um futuro próximo.

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E o Chet Faker galã na TV, batendo palminhas?

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* Calma, Chet, ainda vou me acostumar. Acho. Mas por enquanto continuo estranhando essa pegada crooner-líder de banda-cantor de microfone na ponta do palco do músico australiano Chet Faker, um dos fazedores de música a partir de botões mais legais dos últimos anos.

De todo modo, a força das grandes pequenas canções dele supera posturas quaisquer. E daí que não deixa de ser bonita essa performance do cara que copiou o nome do meu gato ao vivo para a TV americana.

Para o programa do Jimmy Kimmel, em vídeos divulgados hoje, Chet mostrou as pérolas “1998” e “Gold”, com baixo, bateria e guitarra atrás.

Chet Faker, atração do último Coachella, que arrastou um público Chico Buarque recentemente no Rio de Janeiro, usando as mãos para bater palminhas, você vê embaixo.

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Chet Faker ontem no Rio, em noite de Chico Buarque

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* O músico australiano Chet Faker fez show solitário ontem no Rio de Janeiro na bela casa de shows Sacadura 154, na zona portuária. O “solitário” fica por conta de ser uma apresentação única no Brasil, pulando São Paulo desta vez por motivos de paúra de avião e outras complicações nervo-justificadas.

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Esse concerto solitário de Faker foi muito bem acompanhado, por mais paradoxal que seja.
Acompanhado por 2500 pessoas na platéia e por dois caras no palco, no caso um baixista e um baterista muito bons, porque Chet Faker agora tem momentos de crooner e achou de colocar cada vez mais uma presença de banda no palco.

O público, constituído em sua maioria por um contigente de meninas bonitas cariocas (perdi alguma coisa em sua transformação, Chet?), levou à Sacadura 154 um climão de novela, pelos altos backing-vocals incidentais tipo show do Chico Buarque (veja se estou mentindo, depois de ver o vídeo de “Talk Is Cheap”, abaixo).
Deixa o Chetão cantar, garotas!

Embora essa coisa Chet Faker Band faça o show ir para um perigoso caminho “jazzy” às vezes (palavras de um amigo que tem banda), ele sai muito do lugar comum e brilha quando sozinho no palco, atrás de suas três mesinhas, mestre de botões que é. Além de APENAS ter uma voz magnífica para a música que toca e ter letras e melodias de chorar de tão bonitas e cheia de almas (soul?), ainda que sejam construídas na pegada eletrônica em sua essência. Tá me entendendo, haha?

Chet Faker arrasa. Arrasou. E ainda vai arrasar em São Paulo também (e de novo), parece.


** O “gato” Chet Faker, que anda copiando nome de outros gatos mais gatos por aí, tocou no Rio graças a agitos dos empolgados do Queremos!

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Última chamada para o Chet Faker no Rio. Vai vacilar?

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* Só para lembrar, o músico australiano extracool Chet Faker, que chupou seu nome de batismo do meu gato ruivinho Chet e além disso lançou um maravilhoso disco de estreia no ano passado, o “Built on Glass”, se apresenta exclusivamente aos cariocas no próximo dia 19 de março, uma quinta-feira. O show, que não vai acontecer em São Paulo desta vez, está marcado para o Sacadura 154, espaço de eventos na Zona Portuária do Rio de Janeiro, no bairro Gamboa, Centro.

* Só para alarmar, vem o aviso. Dos mais de fabulosos 2 mil ingressos colocados à venda, até esta hora do almoço de segunda restavam apenas cerca de 80 entradas. Ou seja. Deve acabar até amanhã. O show no Rio é de responsabilidade do coletivo de arrecadação Queremos!.

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Chet Faker, dono de uma bela mistura sonora que tem electronica, R&B e uma voz de arrebentar, tocou no ano passado no Cine Joia, em SP, meio enterrado num line-up de hip hop dentro de um festival da Converse. Presente no Lollapalooza argentino e no chileno, ele, que cada vez mais anda saindo de trás da mesa de som para assumir o papel de crooner, só quis tocar no Rio de Janeiro desta vez, por causa de alguns probleminhas pessoais disfuncionais que atravessa.

Bem, lá vamos nós para o Rio…

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Prepara a Ponte Aérea. Chet Faker só toca no Rio, em março

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* Talk is cheap, my darling!

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Já estão à venda no site dos brothers do Queremos! os ingressos para a apresentação do agora “front leader” Chet Faker no Rio de Janeiro, em março. O músico australiano, que até então sempre construi seus shows ao vivo por trás de uma mesa de efeitos com pedais para loops, toca no Sacadura Cabral, na Gamboa, no dia 19.

Duas coisas importantes a respeito de Chet Faker.
* Ele NÃO toca em São Paulo. Não quer. Disse que já se apresentou na cidade e prefere descansar, na cidade-purgatório da beleza e do caos. Faker tocou em evento da Converse no Cine Joia, em agosto do ano passado, em set rápido, para um público constituído de fãs do rapper Busta Rhymes. Se Faker não vem a São Paulo, São Paulo tem que ir a ele no Rio para ver um “show real” seu, basicamente.
* Não vindo a São Paulo, Chet Faker não terá a oportunidade de conhecer Chet, meu gato ruivo, que tem o nome em sua homenagem. Chet o meu nasceu no dia em que Chet o australiano tocou no Cine Joia.

** Status: vendo passagem para o Rio para março.

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