Em chet faker:

Mulherada dançando de patins uma música linda de morrer. Apenas o vídeo novo do Chet Faker

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O australiano bamba Chet Faker, que recentemente deu o ar da graça num show curto incrível e pouco visto no Cine Joia, em São Paulo, lançou agora há pouco um vídeo oficial para “Gold”, uma das musicaças do disco cheio de musicaças “Built on Glass”, um dos grandes discos deste ano, em abril.

“Gold”, a música, dance music com alma, com “soul”, é outra de levada cool que mostra o alcance da eletrônica própria de Chet Faker, que leva as batidas para onde quer, no ritmo que quer. De arrancar suspiros.
“Gold”, o vídeo, traz três patinadoras dançando a música numa estrada escura, com o próprio Chet Faker fazendo uma ponta enigmática. Talvez.

“Gold” tem um remix bala feito pelo parça Flume, DJ e produtor mais carregado de eletrônico, também australiano. Um re-work solto agora em julho.

Tudo, vídeo e remix, aqui embaixo. O mais puro gold.

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Chromeo, Chet Faker, F*cked Up em SP. Em breve. E de graça!

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Agenda indie agitada para as próximas semanas em São Paulo. Em projeto alinhavado pela marca de tênis Converse, cerca de 20 artistas se apresentarão entre os dias 30 de julho e 3 de agosto, de graça, no Cine Joia.

O festival, Converse Rubber Tracks Live Brasil, traz ao país bandas como Chromeo, Chet Faker, Brand New, Busta Rhymes, Dinosaur Jr. e The Clutch. Grupos nacionais como Vespas mandarinas e Single Parents também estão no meio da “bagunça”.

Para conseguir ingressos, é necessário se cadastrar no site do projeto. As entradas estarão disponíveis na quarta-feira, 23/07, às 12h.

* Confira o line-up completo:
Quarta, 30/Julho – Chromeo, Classixx, Schoolbell, Godasadog
Quinta, 31/Julho – Brand New, Minus The Bear, Vespas Mandarinas, Coyotes
Sexta, 1/Agosto – Busta Rhymes, Chet Faker, Don L, Nego E
Sábado, 2/Agosto – Dinosaur Jr., F*cked Up, Single Parents, Churrasco Elétrico
Domingo, 3/Agosto – Clutch, The Sword, DLC, magüeRbeS

Falar é de graça. Devastadora session de Chet Faker para rádio californiana

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* Coisa de uma semana atrás o programaço “Morning Becomes Ecletic”, que passeia nas manhãs pelas ondas do rádio na California, gravou uma sessão sonora com o incrível músico australiano Chet Faker. No programa, da emissora indie cool KCRW, Faker tocou, entre outras, a maravilhosa “1998” e o hit “Talk Is Cheap”, tudo de seu álbum de estreia, “Built on Glass”, lançado recentemente.

O vídeo da primeira foi liberado na semana passada. O de “Talk Is Cheap” acabou de ser. No site da KCRW dá para ouvir o programa todo por streaming, com entrevista e tudo.

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I like the way you work it. Chet Faker ao vivo no Brooklyn

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Semana passada, mais precisamente no sábado à noite, fui novamente ver o músico australiano Chet Faker girar botões precisos e impor sua voz amargurada de cantor de soul em Nova York. A apresentação de Faker foi no Music Hall of Williamsburg, no Brooklyn.
O produtor de Melbourne segue mostrando em duas mesas e um teclado o seu recém-lançado primeiro disco, o lindo “Built on Glass”, mais algumas músicas de seu EP anterior, entre elas a cover de “No Diggity” (Blackstreet), do ano passado, que deu visibilidade a Chet Faker.

Diferentemente do show improvisado em “gaiola” no club Output, na mesma semana, não havia bateria no palco e ninguém subiu para constituir uma banda de suporte a Chet Faker. Era ele e ele.

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Você sabe quando o cara tem o público na mão quando uma casa lotada faz silêncio total nos momentos introspectivos e quase sem som de algumas passagens das músicas do produtor australiano. Os gritinhos de galera só se ouviam quando a poderosa e sentimental voz de Chet Faker preenchiam esses vazios sonoros.

Diferentemente do show passado, esse deu para fazer uns registros rápidos em vídeo.

* A Popload esteve em Nova York a convite da marca italiana de óculos Ray-Ban

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Nova York: a fila errada, o show certo. Talvez…

Popload em Nova York. Ontem comprei ingresso para ver o Howler, entrei desavisado na fila do Wailers e acabei dentro do show do Chet Faker.

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A saga da terça-feira besta em Nova York foi isso mesmo, uma saga. Primeiro porque tratou de esfriar à noite quando eu estava só de camiseta, porque o dia foi quente. Depois porque acabei comprando vinil demais (mais do que eu pretendia) na Rough Trade do Brooklyn e tive que ficar carregando sacola para lá e para cá.

Aproveitei e comprei o ingresso para o Howler, que tocaria na loja mais tarde. Daí de um pulo um quarteirão de onde estava para tentar achar um ingresso para a esgotada apresentação do australiano Chet Faker. Era uma apresentação tipo extra, bônus, porque o show dele mesmo aqui em Nova York será no Music Hall of Williamsburg. Também, claro, está esgotado. Mas ontem ele tocaria num bar pequeno chamado Output, que eu não conhecia.

Tanto eu não conhecia como no caminho eu vi uma fila gigante de galera e pensei: deve ser para o Chet Faker. E dei um tempo ao lado, para ver se sobrava um ingresso. Eu estava no lugar errado. Ali, era a fila para o concerto da histórica banda jamaicana Wailers no Brooklyn Bowl. Percebi a confusão quando virei a esquina, haha. Mas foi olhar para o outro lado da rua e ver a “fila certa”. Galera entrando para o Chet Faker no bar.

Um Cristo apareceu para me vender um ingresso que sobrou por 20 doletas, antes que eu congelasse. Fair enough.

O Output é um bar pequeno que tem o booth de DJ de um lado nobre e um palco-gaiola espremido no canto oposto. O Chet Faker foi ali. Girando botões, dançando fora do ritmo de sua própria música e às vezes (em algumas canções) utilizando um baterista e um baixista para dar peso a seu som, o show algo improvisado de Chet Faker foi espetacular, visto grudado na grade da “gaiola”, na escada, no andar de cima, na frente do palco ou encostado no balcão do bar. O bonitão Chet, com seu visual Father John Misty, sente seu soul eletronizado como um mantra e é difícil não se contagiar. Que o diga o monte de mulheres que tomavam a linha de frente do público, que cantava tudo.

O Chet Faker “mais show” eu devo ver no sábado, no Music Hall. Daí falo mais.

O clube tinha uma política dura contra vídeos e fotos dentro da casa. Então, o que deu para captar do clima da apresentação do Chet Faker, está aí embaixo, em áudio.

Consegui ainda, depois, pegar boa parte do show do Howler na Rough Trade. Embora o segundo disco não seja nem sombra da energia indie-punk do primeiro disco dessa banda que parece britânica, mas são de Minneapolis. Os rapazes continuam afiados.

Como você vê, não paguei 100 mil dólares para ver a Lykke Li no museu nem fui na Lady Gaga no Madison Square Garden. Mas senti um pouco não ter ido ver o Royal Blood no Mercure Lounge, em Manhattan. Até o Jimmy Page foi!!!!

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* A POPLOAD está em Nova York a convite da Ray-Ban, poderosa marca de óculos italiana, que arrebanhou uns jornalistas do mundo todo para lançar, aqui em Nova York, sua nova coleção, dentro de um projeto chamado District 1937 e com ligação às artes plásticas. A garota-propaganda do lançamento é a “garota” Debbie Harry, 68 anos, da icônica banda Blondie, que nos áureos tempos do punk e new wave já fazia propaganda de graça para a Ray-Ban, imagino, dada às milhões de fotos dela como pin up de óculos escuros. O Blondie, banda da história local, tocará nesse evento da Ray-Ban, que também servirá para a banda comemorar seus 40 anos de estrada. Outro grupo que se apresentará nesse lançamento é o MR MS, duo indie pop também de Nova York que diferentemente do Blondie não tem nem 40 MESES de estrada.

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