Em collapsed in sunbeams:

Arlo Parks leva sua casa para uma session linda em rádio de Nova York

>>

* Ainda firme em ritmo de divulgação do novo e belo disco “Collapsed in Sunbeams”, a jovem cantora inglesa Arlo Parks continua nos presenteando com lindas e sensíveis sessions pelo mundo, direto do seu quarto em Londres.

A sensível artista, que viu sua carreira ascender astronomicamente no meio de uma pandemia, tem se apresentado e visto a repercussão do seu trabalho assim mesmo, em casa, mas nos oferecendo toda sua delicadeza, mesmo ao falar de assuntos intensos como amor, sexualidade ou saúde mental, que talvez seja um dos temas mais incutidos hoje na música..

Desta vez a performance foi para a WFUV, tradicional rádio do circuito indie americano, localizada na cidade de Nova York, reduto forte da música alternativa nos EUA. Parks cantou três músicas acompanhada somente de um guitarrista. Abaixo você confere esta lindeza.

Hurt

*

Caroline

*

Hope

>>>>

Arlo Parks vai a Paris cantar “Caroline” na TV francesa

>>

* A incrível chanteuse britannique Arlo Parks deu um pulo na França para cantar uma musiquinha linda de seu primeiro álbum, o belo “Collapsed in Sunbeams”, lançado em janeiro. A cantora foi uma das convidadas musicais do programa de TV “20h30 le Dimanche” de ontem à noite, no canal de TV France 2.

Em Paris, Parks estava em casa. A mãe dela é parisiense e ela aprendeu primeiro francês do que inglês.

No programa, Arlo Parks fez performance para “Caroline”, um dos singles de seu disco de estreia, acompanhada apenas por um delicado som de guitarra. Magnifique.

>>

Arlo Parks leva as flores ao Jimmy Fallon, para cantar sobre o “black dog”

>>

arlo2

* Semana agitada para as novas musas indie. Quem também se apresentou na TV americana nesta semana, foi a inglesa Arlo Parks, 20 anos, no programa “The Tonight Show”, do Jimmy Fallon.

Seguindo um visual intimista, semelhante à performance que fez semanas atrás, no Jimmy Kimmel, Arlo segue na jornada (dsclp) de divulgação de seu belíssimo disco de estreia “Collapsed in Sunbeams”, lançado no mês passado.

Para o programa, a música escolhida foi “Black Dog”, canção que reforça nossa geração indie-mental health. Na letra, Parks canta “I’d take a jump off the fire escape/ To make the black dog go away, Alice/ I know that you are trying/ But that’s what makes it terrifying”, algo como “Eu daria um pulo na escada de incêndio/ Para fazer o cão preto ir embora, Alice/ Pelo menos eu sei que você está tentando/ Mas é isso que faz ser tão aterrorizante”. O “black dog” é uma alegoria à depressão.

A performance do vídeo gravado e enviado ao Fallon é da linha de produção de fofuras e sentimentos característico de Arlo Parks. Com banda e envolvendo flores. Lembrou em um momentinho a doce mania do Morrissey do começo. Com outro destino para a mensagem “flores”.

Confira o vídeo da apresentação de Arlo Parks no Fallon:

>>

Arlo Parks nas estrelas: a performance na TV americana e o documentário da rádio da BBC

>>

Captura de Tela 2021-02-01 às 2.07.09 PM

* Segue batendo forte a repercussão do lançamento do álbum de estreia da cantora inglesa Arlo Parks, 20 anos. “Collapsed in Sunbeams” saiu sexta passada e “andaram” falando maravilhas do disco por aí, por tudo o que um álbum assim significa para os dias de hoje, além de ser sonoramente quase perfeito, daquele jeito que a música jovem inglesa de vez em quando procura o chamado “perfect pop”.

Para ajudar no barulho da chegada do disco, Arlo Parks foi a atração na própria sexta do programa de TV do Jimmy Kimmel, o “Live”, um destes vários e importantes das noites americanas. No caso do “Jimmy Kimmel”, este conta com patrocínio da Apple Music e envolve playlists etc. Arlo Parks bombando bem.
Para o programa do Kimmel, Parks mandou uma linda performance ao vivo e com banda, num cenário fofo a seu nível, para a música “Hurt”, uma das preciosidades de seu “Collapsed in Sunbeams”.

***

* No final de semana pintou no Youtube um documentário “acidental” que a Radio One, da BBC inglesa, fez com Arlo Parks, de duração de 26 minutos.
A ideia era antes da pandemia e dos derivados lockdown, estamos falando de pré-março de 2020, dar uma câmera na mão da jovem artista promissora, para que ela registrasse momentos da produção de seu disco de estreia.

Mas daí veio a pandemia e a história mudou “um pouquinho” e acabou virando o interessante “Arlo Parks: A Popstar in a Pandemic”. Menos de meia hora de felicidade para a sua segunda-feira com a mais excitante nova artista do mundo hoje.

>>

Believe the hype! Saiu o maravilhoso disco de estreia de Arlo Parks. E ele é mais ou menos assim…

>>

* Pronto, caceta. O encantado disco de estréia da inglesa Arlo Parks, musa das músicas sensíveis e lindas, musa da enorme geração com perturbações “mental health” que busca mais em canções do que em pílulas uma ajuda para a alma, musa da galerinha LGBTQIA+ por ser bissexual aberta e tratar disso em letras e vídeos, pequena musa das delicadas causas migratórias por ser meio africana, um quarto francesa e na outra parte por ter nascido no bairro de Hammersmith, em Londres, foi lançado.

E, conforme 99% das previsões baseadas em single absurdamente lindos, o disco de estreia dela, “Collapsed in Sunbeams”, é um absurdo de bom.

Captura de Tela 2021-01-29 às 12.06.43 PM

Arlo Parks, por tudo que a compõe como ser humano, e por essa carga que atribuíram a ela como esperança para a chamada “ansiedade do século 21”, se chama Anaïs Oluwatoyin Estelle Marinho e tem 20 anos, mais para os 19 do que para os 21. Arlo Parks é Marinho, pensa.

A menina está na cena inglesa espalhando sua simpatia e uma voz extraordinariamente pop e sofrida e alegre ao mesmo tempo desde 2018, pelo menos, e desde então “Collapsed in Sunbeams” foi esperado. Com uma pandemia no meio, ela foi soltando ótimos singles e vídeos, como “Caroline” e “Black Dog” e umas covers de Radiohead, banda da qual é fã descarada, a ponto de recriar “Creep” com sua voz particular e atualizar o hino algo rejeitado de Thom Yorke para a nova geração, ou para a geração dela pelo menos, que eu tenho certeza que daqui uns anos muitos fãs vão achar que “Creep” é dela.

“Collapsed in Sunbeams” começa com um poema musicado rápido exatamente com esse nome (sim, Parks é poetisa) que termina mais ou menos assim:

“Nós todos estamos aprendendo a confiar em nossos corpos
Encontrando paz em nossas próprias distorções
Você não deveria ter receio de chorar na minha frente às vezes”

A partir disso entram 11 das faixas mais gostosas reunidas num disco talvez neste ano inteiro. Que vão do pop normal ao pop elaborado. Do mais puro indie ao trip hop viajante do som negro engajado de agora. Da mais perfeita tradição da música feminina desde Amy Winehouse e Lily Allen até algo que se assemelha, pelo menos em traços, às canções do enigmático grupo SAULT, vanguardista da ocasião.

Como diz o superbamba jornalista Alexis Petridis, do jornalaço “The Guardian”, o hype está justificado.

E o começo de sua resenha sobre o disco no diário britânico é um primor de boas colocações para uma cantora nova como Arlo Parks. Permita-me reproduzir aqui, em inglês não tão difícil, para a poesia anglicana não se perder.

“It’s hard to know how to feel about the state of Arlo Parks’ career. The obvious response is to be hugely impressed: here she is, at 20 years old, surfing a wave of critical acclaim, the release of her debut album heralded by vast billboards around London and what’s effectively her own TV special, courtesy of Amazon. Not bad for someone who was hopefully uploading their demos to the BBC’s Introducing site a couple of years ago. Then again, it’s a hard heart that doesn’t also feel a twinge of pity. The poor woman has been stuck with the Voice of a Generation tag, a surefire way of lumbering an artist with expectations anyone would struggle live up to: “a term that can create problems for anybody,” as Bob Dylan – who should know – once put it.”

Na onda do lançamento de seu disco de estreia, com todos os “elementos Arlo Parks” embutido ela apresentou um vídeo para a faixa “Hope”, até ontem à tarde inédita.

Esquece que a canção tem esse título de “esperança” e um instrumental dos mais incríveis embalando a voz mais aconchegante que você vai querer ouvir neste ano na música pop. O vídeo é sobre a dor de se sentir só no meio de bastante gente. E tem absurdos momentos alegres, fofos. Como você consegue, Parks?

Daí a música se interrompe, porque a personagem que dá vida ao vídeo desaba em choro. E o que se ouve, por um tempo, é exatamente isso: um choro desesperador. Aí tudo vai se acalmando e a música vai voltando aos pouquinhos, apenas por uns “uhm uhm uhm” saído da boca de Parks até a canção ser reestabelecida em sua “normalidade” e um final lindo. Em que, porém, nada está resolvido”.

Puta merda!

>>