Em connan mockasin:

Existe amor no indie, parte 2. Ouça “In Love”, do Soft Hair, banda do Connan Mockasin com o Sam Dust

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Talvez duo mais insano e imprevisível do indie-indie hoje, o Soft Hair é formado pelo Sam Dust (Late of the Pier e LA Priest) e o Connan Mockasin, uma das figuras mais irreverentes e complexas da cena nos últimos anos.

Connan vem da Nova Zelândia, terra da Lorde e também terra de contrastes, oceânica, colada como se fosse um apêndice na psicodélica Austrália. Mockasin, nome ótimo, e talvez influenciado pelo vizinho, faz uma psicodelia a seu modo, torta, neozelandesa. Que às vezes parece indie do Brooklyn, em outras parece… Space rock? Dream pop mais para nightmare pop? Ele tem sua receita própria e agora aplicou essa doideira ao Soft Hair, de um jeito sutil. Haha.

Sam e Connan são amigos desde 2009, quando o neozelandês abriu uma turnê do Late of the Pier. Desde então, trocam impressões sonoras até isso tudo virar banda e disco. O título homônimo sai no fim do mês, dia 28. E agora já conhecemos o segundo single do projeto, chamado “In Love”. O outro é “Lying Has to Stop”, tão bom quanto.

Estamos preparados para o Soft Hair?

Soft Hair – Tracklist
1. Relaxed Lizard
2. Jealous Lies
3. i.v.
4. Goood Sign
5. Lying Has To Stop
6. In Love
7. Alive Without Medicine
8. l.i.v

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James Blake testa suas novas cores e canções ao vivo. E com ajuda até do Connan Mockasin

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Depois de pegar o mundo indie com as calças na mão com o lançamento repentino de seu novo disco, o incrível produtor e músico inglês James Blake começa a testar ao vivo as canções de “The Colour in Anything”.

Na noite de ontem, o britânico se apresentou em Los Angeles e mostrou para seus fãs que canções como “Radio Silence”, “Modern Soul” e “Timeless” estão funcionando tão bem quanto no estúdio.

De quebra, Blake recebeu no palco um suporte especial dos cantores Moses Sumney e Connan Mockasin. Os primeiros registro, claro, já começam a pipocar, para dar uma dimensão do show.

James ainda não anunciou uma turnê mais armada e tem dois shows para fazer nos próximos dias. Nesta quarta-feira, ele se apresenta no Webster Hall, em Nova York. Já na próxima semana, a parada é “em casa”, na cidade de Londres.

“The Colour in Anything”, o álbum, tem 17 faixas e é o primeiro deles em três anos.

** As fotos são de Samantha Ayson (que abre o post) e Lesly Vergara (na chamada da home)

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Indie-cult que atravessa gerações. Rexy terá disco relançado e ganha homenagem até do Ariel Pink

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Este é mais um dos acasos que só a música pode proporcionar. Samantha Urabani, cantora que além da banda Friends tem seu nome ligado ao grande Blood Orange por suas colaborações, abriu seu próprio selo recentemente, chamado URU. E um dos seus primeiros lançamentos é de música velha, mas uma sacada incrível. Na próxima sexta-feira, 18 de março, o selo relançará “Running Out Of Time”, disco meio que esquecido do duo inglês de synthpop Rexy, de 1981.

O álbum é daqueles que não vingaram tanto assim na época, mas vira e mexe tem gente nova relembrando. Tanto que a própria Samantha, como chamariz para o lançamento (e para seu próprio selo, claro), regravou a faixa “Alien”. E convidou alguns amigos para fazerem o mesmo. O doidinho neozelandês Connan Mockasin gravou a faixa título, enquanto Ariel Pink reeditou “In The Force”, em parceria com a banda de dream pop de Los Angeles Puro Instinc.

As releituras podem ser ouvidas abaixo, junto com as faixas originais.

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Dev Hynes no gás. Agora ele soltou um EP com o Connan Mockasin

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O gênio Dev Hynes, produtor, músico e compositor queridíssimo por 10 entre 10 bandas novas, voltou a dar sinal de vida recentemente com a faixa “Sandra’s Smile”. Agora, Dev está envolvido em um EP com o compositor da Nova Zelândia Connan Mockasin, amigo do Mac DeMarco.

“Myths 001” foi gravado no Texas em março deste ano e é composto por três faixas: “La Fat Fur”, “Feelin’ Lovely” e “Big Distant Crush”. Tem até um pouco de anos 80 no registro.

O último álbum de Dev Hynes enquanto Blood Orange é o incrível “Cupid Deluxe”, de 2013. A expectativa é que venha coisa nova em breve. O EP com o Mockasin pode ser ouvido abaixo.

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Connan Mockasin leva doideira indie ao Boiler Room

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* A gente já viu muita coisa na música independente, mas esse Connan Mockasin…

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Esse sim, diferentemente da nossa Lorde, parece ter saído mesmo da Nova Zelândia, terra de contrastes, oceânica, colada como se fosse um apêndice na psicodélica Austrália. Então vem o Connan Mockasin, nome ótimo, e talvez influenciado pelo vizinho faz uma psicodelia a seu modo, torta, neozelandesa. Que às vezes parece indie do Brooklyn, em outras parece… sei lá o quê. Space rock? Dream pop mais para nightmare pop? Mockasin tem sua receita própria.

Ele lançou dois álbuns na Nova Zelândia, mas o Ocidente adotou o cara mesmo quando apareceu esse bom “Caramel”, no comecinho deste ano. Disco de dez faixas em que cinco delas se chamam “It’s Your Body 1”, “It’s Your Body 2”, “It’s Your Body 3”, “It’s Your Body 4” e “It’s Your Body 5”. E tudo faz algum sentido.

A primeira vez que eu fui ver o Mockasin ao vivo, durante o espanhol Primavera Festival deste ano, eu quis ler mais sobre o som dele, antes. Recordo-me de ter encontrado algumas definições
para o som do rapaz que misturava estilos com adjetivos bizarros, tipo “blues maluco + jazz para dementes + indie perturbado” etc… Não poderia ser ruim. Não foi.

Daí que, nesta semana, Connan Mockassin apareceu para se apresentar ao vivo para o mundo, via internet, como convidado do conhecido projeto Boiler Room, que mais faz transmissões insólitas de DJs ao vivo do que bota uma banda inteira para tocar.

Mas, daí, botaram o Connan. Ontem. Numa série “In Stereo”, do BR, realizada em Nova York. E, por algum motivo, o vídeo da apresentação está no site do Boiler Room disponível, em looping. Não quer se sentir esquisito? Veja enquanto não tiram. Mas, depois que tirar, aparece de novo alguma hora.

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