Em Damon Albarn:

Top 10 Gringo – Chegamos ao dia em que isso ia acontecer. Cinco primeiros lugares no ranking. Culpa da Amy, da Billie, da Simz, do Damon e da Peggy. Não nossa!

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* Acho que não foi uma semana de primeiro lugar óbvio. Parece que todos os sons destes últimos dias exigiram uma carga a mais de cuidado, de escutar mais uma vez para sacar qual é, nessa tarefa às vezes cruel (para nós) de ter que botar as melhores canções em ranking. Não estamos reclamando, veja bem. Queremos ter essa “dificuldade” toda semana. Mas sabe essa sensação? Avaliando poderia muito bem ser qualquer uma das talvez cinco primeiras faixas um justo primeiro lugar. Mas… Veja bem…
Vamos fazer o seguinte, então. Vamos ter CINCO músicas em primeiro lugar. Desculpe-nos por isso. Do sexto lugar em diante o Top 10 volta ao normal. Olha, tem vez não queríamos estar na nossa pele. Queríamos sim, haha

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1 – Amyl and the Sniffers – “Guided by Angels”
Em uma das estrofes deste som, a loirinha elétrica Amy, a líder da banda australiana, conta que energia boa ou ruim ela tem em excesso e vai usar e proteger essa energia toda como uma moeda valiosa. E é essa energia que vemos sendo bem gasta por toda essa música que ainda que seja a coisa mais tradicional em uma linha de punk, mesmo com várias ideias já gastas de tanto uso, aqui funciona superbem e coloca Amy e sua trupe como das coisas mais legais do rock agora.

1 – Billie Eilish – “NDA”
Ainda que assuma uma estética mais colorida, “NDA” reforça a dica de que talvez o título “Mais Feliz do Que Nunca”, uma tradução para o nome do seu segundo álbum, nas plataformas logo mais, seja uma ironia de Billie. Até aqui as intricadas letras falam de um ex-namorado problemático e situações abusivas. Mas em “NDA” a conversa segue por temas nada leves, entre segredos, fama, stalkers e um desejo de mudar de carreira. E, como a própria Billie observou, esta talvez seja uma de suas canções mais experimentais até aqui, pelo simples fato das estruturas verso e refrão estarem meio desajustadas (como ela era no primeiro disco). E, mesmo que possam ser identificadas, não estão padronizadas como parece ser o tom de sua nova fase.

1 – Damon Albarn – “Polaris”
Damon Albarn, que parece detestar qualquer reclusão, dado o número de projetos que abre, teve que encarar na pandemia um isolamento forçado que dá pinta de ter rendido um novo disco solo, após um longo hiato (pelo menos solo) desde 2014. Seria um álbum instrumental, uma brisa sobre paisagens islandesas (alô, Fábio Massari!!), mas ele resolveu colocar letras nessas ideias e a coisa se expandiu um momento em outras reflexões. Esta segunda mostra do disco tem duas versões: uma edit e outra um pouquinho maior. Pode ir direto na maior que tem uma introdução deliciosa.

1 – Little Simz – “I Love You, I Hate You”
Uau!! Daquelas canções confessionais de arrepiar. Little Simz aborda suas tretas com um pai ausente com aquela sinceridade e abertura que geralmente são evitadas nesse tópico. Em um disco que um dos singles é sobre sua introversão, dá para imaginar o sofrimento e a carga que custaram essa demonstração de um sentimento que não é lá muito premiado. Ainda mais com uma música incrível como esta. Little Simz arrebenta sempre.

1 – Peggy Gou – “I Go”
Neste som, a badalada DJ sul-coreana radicada em Berlim revista os tempos de adolescente em que a cultura rave britânica só existia em seu aparelho de som, já que essa onda cultural não alcançou ela na sua Coréia. E, assim, faz seu revival dos anos 90. Os Chemical Brothers certamente dariam um aval (lembra o hit “Go” deles? entendeu a Peggy aqui?), mas não podemos falar por eles. A gente, que não tem o mesmo cacife, garante este honroso primeiro lugar para ela. Ainda que dividido. Mas olha o quanto admiramos esse rolê da Peggy Gou.

6 – Courtney Barnett – “Rae Street”
Parece que o novo álbum da Courtney Barnett é seu exercício de paciência durante a pandemia. O que explica seu título: “Things Take Time, Take Time”. As coisas levam tempo. Entre elas, as 24h de um dia. Dia que Courtney observa passar lentamente na primeira canção divulgada. Sua observação atenta sempre se volta ao refrão, que alerta: tempo é dinheiro, mas dinheiro não é amigo de ninguém. Sacou?

7 – Angel Olsen – “Gloria”
A ideia de regravar uns clássicos dos anos 80 parece das piores e das mais cansadas. Não na mão da Angel Olsen, que pelo visto deve caprichar em seu EP que vai reler Billy Idol, Men without Hats e Alphaville, entre outros. A primeira mostra, “Gloria”, de Laura Branigan, desacelera o hit pensando na lembrança que Olsen tem da primeira vez que o escutou, com suas tias, em um Natal. Como a lembrança é um slow-motion, ela segurou o ritmo da canção na sua interpretação. Não falamos que a ideia nas mãos dela não ia ser cansada?

8 – Vince Staples – “Law of Averages”
Em um disco que leva seu nome, o rapper de Comptom faz uma obra extremamente pessoal e mais para dentro, tanto nas letras quanto nas escolhas sonoras. Existe uma certa textura que se mantém em todas as faixas. Um trabalho para ser absorvido aos poucos.

9 – Inhaler – “It Won’t Always Be like These”
A gente está de olho neste som desde o ano passado, mas agora veio o álbum dos garotos e tudo volta. A banda liderada pelo filho do Bono U2 parece que se garantiria ainda sem essa anedota que todo mundo sabe que sempre ajuda um pouquinho no rolê. Dublin, pós-punk, umas pitadas mais moderninas. Talvez te convença também. E, sim, carrega um timbre do pai, na voz, que dá até uma assustada às vezes. Normal.

10 – Dee Gees – “You Should Be Dancing”
E não é que ficou decente a versão de Bee Gees que o Foo Fighters, sob o nome-zoeira Dee Gees, inventou de fazer? Realmente, dá para esperar algo desse disco de covers dos australianos da disco que a banda de Dave Grohl vai soltar nesta semana com outras quatro versões (mais um punhado de canções ao vivo do FF mesmo). Para esta, tem que ir lá no Youtube.

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* A imagem que ilustra este post é da vocalista Amy Taylor, da banda Amyl and the sniffers, que aparece completa na foto da chamada da home da Popload.
* Este ranking é formulado pelo duo Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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Damon Albarn e seu mullet lançam música nova. Ouça a bela “Polaris”, que também ganhou vídeo ao vivo

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* Mister Damon Albarn, o cara do Gorillaz e O CARA do Blur, entre outras bagunças sonoras variadas em que se mete, vem aí com seu segundo disco solo, “The Nearer The Fountain, More Pure The Stream Flows”, que vai ser lançado no dia 12 de novembro apenas.

Originalmente concebido como uma peça orquestrada inspirada nas paisagens da Islândia”, palavras dele, o disco solitário, apenas ele e esse mullet zoado que tem ostentado, vai trazer conversas sonoras sobre fragilidade, perda, emergência e renascimento. O primeiro disco solo de Damon Albarn, “Everyday Robots”, é de lááá de 2014, e o moço aproveitou a solidão do lockdown a que fomos submetidos para, enfim, trabalhar sozinho.

Então, como vemos os temas abordados são apropriados, achamos. Já pudemos sentir o que é isso com o belo primeiro single, faixa que leva o mesmo nome do álbum. E hoje temos o segundo exemplar da empreitada rumo à introspecção de Albarn, a ainda mais bela “Polaris”.

A música foi ao streaming e também veio em forma de performance ao vivo, tirada do filme que vai acompanhar todo o novo álbum, o “The Nearer The Fountain, More Pure The Stream Flows”.

“Polaris”, ao que consta, é uma evocação à estrela-guia que possa conduzir aqueles que perderam o rumo com esta situação anormal que entramos com o vírus, desde o ano passado.

Esse filme preto e branco ao vivo faz parte da série “Sublime Boulevards – Performance Films”, que traz Albarn acompanhado de uma bandaça ao vivo, incluindo um quarteto de cordas.

Ele pode ser visto aqui embaixo, em toda a sua grandiosidade. Na sequência, o tracklist de “The Nearer The Fountain, More Pure the Stream Flows”, algumas delas tendo aparecido na performance de Albarn na recente edição online do Glastonbury, e a lista de shows futuros dele no Reino Unido e Europa, em 2022. Porque, obviamente, vamos acompanhar tudo daqui.

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** O tracklist do disco:
1. The Nearer The Fountain, More Pure the Stream Flows
2. The Cormorant
3. Royal Morning Blue
4. Combustion
5. Daft Wader
6. Darkness to Light
7. Esja
8. The Tower of Montevideo
9. Giraffe Trumpet Sea
10. Polaris
11. Particles

** As datas da turnê 2022
21 e 22 Fevereiro – London (Barbican)
23 e 24 Fevereiro – Dublin (National Concert Hall)
26 Fevereiro – Luxembourg (Philharmonie)
28 Fevereiro – Brussels (Bozar)
1 Março – Brussels (Bozar)
2 Março – Eindhoven (Muziekgebouw)
4 e 5 Março – Paris (Philharmonie)
6 Março – Lyon (Auditorium)
7 Março – Hamburg (ElbPhilharmonie)
9 Março – Copenhagen (KB Hallen)
11 Março – Reykjavik (Harpa)

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Popnotas – A série do Mark Ronson. O crush da Faye Webster. A fragilidade do Damon Albarn. E as demos cinquentonas da Joni Mitchell

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– Já que estamos na onda de seriados e filmes sobre música, vem aí mais. “Watch the Sound with Mark Ronson” vai trazer, veja só, o espertíssimo produtor britânico explorando, ao lado de gente sincera como Paul McCartney, Questlove, King Princess, Dave Grohl, Ad-Rock e Mike D (Beastie Boys) e Charli XCX, questões tecnológicas que mudaram os rumos das gravações. Como Ronson lembra no trailer, são essas tecnicidades que separaram meras boas músicas de boas gravações, aquele conjunto da obra que pesa tanto no fim. Em cada episódio, Ronson se desafia a criar uma música nova a partir dessas técnicas – reverberação, sintetizadores, auto-tune, sequenciadores de ritmo, samples e distorção. Interessante! A série vai passar na Apple TV+ e estreia, pelo menos no anúncio gringo, no dia 30 de julho.

– Só aumenta nossa ansiedade para o novo álbum da Faye Webster, cantora americana de 23 aninhos e já três álbuns lançados. “I Know I’m Funny Haha”, que tem risadinha no nome, saí nesta sexta já, mas ela aproveitou para mandar um novo single e vídeo poucas horas antes do lançamento. De novo, um título engraçado: “A Dream with a Baseball Player”, som que tem um balanço e tanto. Na explicação de Webster, é sobre um crush dela. No caso, por jogadores de baseball.

– Não dá para dizer que o grande Damon Albarn esteve parado neste anos todos. É um homem de muuuitos projetos paralelos, além mesmo de Gorillaz e Blur, mas disco sozinho, com seu nome mesmo estampado na capa assumindo toda a bronca, não rolava desde sua estreia no distante 2014. “The Nearer the Fountain, More Pure the Stream Flows”, seu segundo solo oficial, chega em novembro a partir de uma proposta ousada de Damon. “Originalmente concebida como uma peça orquestrada inspirada nas paisagens da Islândia, este último ano rendeu um retorno à música, uma vez em lockdown, e a desenvolver o trabalho para 11 faixas, explorando mais temas de fragilidade, perda, emergência e renascimento”, escreve em nota sobre o disco. A faixa título, já disponível, dá conta de explicar esse tom que o álbum deve ter. E o mullet do Albarn, conforme vimos na edição online do Glastonbury e na foto da home da Popload, continua firme.

1. The Nearer the Fountain, More Pure the Stream Flows
2. The Cormorant
3. Royal Morning Blue
4. Combustion
5. Daft Wader
6. Darkness to Light
7. Esja
8. The Tower of Montevideo
9. Giraffe Trumpet Sea
10. Polaris
11. Particles

– Faça um favor a si mesmo e ouça agora as demos que a inesquecível Joni Mitchell liberou do clássico “Blue”, que completa 50 anos neste ano (e ela, 78). São cinco canções que chegaram de surpresa em um simpático EP. A cantora e guitarrista canadense (e pianista e ativista e pintora) também postou um vídeo muito fofo no Twitter, celebrando que “finalmente” o Blue anda recebendo boas críticas. Quem falou mal desse disco lá em 1971 teve coragem, hein?

Blur ganha outra batalha contra o Oasis, desta vez no futebol. Chelsea, campeão da Champions League e time do Damon Albarn, zoa rival com as letras dos Gallagher

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* A cultura pop britânica é maravilhosa. Ainda mais associada ao futebol. A final do maior torneio de clubes do planeta, a europeia UEFA Champions League, aconteceu sábado passado com dois times ingleses como protagonistas: o Chelsea e o Manchester City.

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Assim que os dois finalistas foram conhecidos, apressadamente os britânicos já polarizaram a disputa, trazendo para o campo musical. Virou o time do Oasis contra o time do Blur. O Manchester City é o notório time dos irmãos Gallagher, Noel e Liam, que se odeiam mas são unidos pelo amor declarado constantemente pelo mesmo clube. Do lado do Blur, o vocalista Damon Albarn, que também é do Gorillaz, é um famoso torcedor do Chelsea.

No ano passado, os rivais do britpop Blur e Oasis comemoraram 25 anos da famooooosa batalha que aconteceu em agosto de 1995, quando as bandas, no auge de suas popularidades e da popularidade do movimento, lançaram um single no mesmo dia: “Roll with It”, no caso do Oasis, “Country House”, pelo Blur. Está tudo contado aqui.

Mas o negócio é que foi algo que dois grupos de porte grande dificilmente fazia: botar nas lojas singles e álbum no mesmo dia que o outro. Aí virou guerra. Das bandas, dos fãs, das vendagens. E, neste caso específico, o Blur ganhou.

E ganhou de novo no último sábado, desta vez no futebol, 26 anos depois então da batalha do britpop.

A partida decisiva entre Man City x Chelsea, do sábado, foi disputada em jogo único no Porto, em Portugal. E o mais-ou-menos azarão Chelsea fez 1 x 0 no timaço do supertécnico Guardiola.

DETALHE: como você pode ver aí embaixo, tanto Noel e Liam Gallagher como Damon Albarn viajaram a Portugal para ver a finalíssima da Champions League. No caso dos irmãos do Oasis, foram separados, claro.

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DETALHE 2: O Man City do Guardiola e do Noel/Liam vem ganhando títulos ultimamente e toda vez as canções do Oasis são cantadas no vestiário. Principalmente “Wonderwall”. Na última conquista da poderosa liga inglesa, faz uns dez dias, Guardiola fez um vídeo cantando o hino “Don’t Look Back in Anger” todo felizão e talvez um pouquinho alcoolizado haha. Quando Pep Guardiola chegou do Bayern de Munique para assumir o Manchester City em 2016, o time inglês preparou uma grande apresentação em que, para os jornalistas, Noel Gallagher recepcionou o treinador, com uma grande entrevista aberta.

DETALHE 3: Um dos times de Londres mais odiados pelos ingleses por conta de ser de um bairro rico, “de playboy”, o Chelsea é também um dos mais queridos por conta de seu passado musical. Foi o berço do punk inglês nos anos 70, quando nasceu dentro da loja da estilista Vivienne Westwood, a “loja dos Sex Pistols”, e era a banda dos integrantes do mitológico The Clash, que fizeram o seminal disco “London Calling” num estúdio numa das ruas perto do estádio do Chelsea.
Essa coisa playboy x galera da classe trabalhadora alimentou muito o britpop, porque o Blur foi montado em escola de arte e o Oasis, por moleques de rua de Manchester.

Enfim, o Chelsea ganhou a finalzaça da Champions League do City. Ou seja, o Blur ganhou mais essa do Oasis. E a zoeira da conta do Chelsea nas redes com memes que trazem letras da banda rival rolou forte. E maravilhosa.

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Popnotas – Foo Fighters viajandão no novo vídeo. Flying Lotus dando poderes musicais ao guerreiro Yasuke. Artistas vs. streamings, episódio 2400. E o single novo da Angel Olsen

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– Repare no dia de hoje. Aqui no Brasil a gente lê 20/04, mas, nos Estados Unidos, por exemplo, se lê 4/20. Ou seja, aquela senha que maconheiros entendem muito bem. E daí que neste dia de celebração, digamos, o Foo Fighters aproveita para lançar um vódeo chapadíssimo da balada mais psicodélica do álbum “Medicine at Midnight”, lançado em fevereiro: a música “Chasing Birds”. Temos por aqui animação caprichada e lotada de referências a antigos vídeos da banda para fãs mais atentos perceberam – reparamos por aqui em “Everlong” – no caso, a mão gigante do Dave e o Pat Smear tirando seu disfarce de si mesmo -, a sala vermelha do vídeo de “Monkey Wrench”, o jato vermelho em “The Pretender”.

“Yasuke” é um anime que vai ser veiculado na Netflix a partir do final de abril. A animação é baseada na história real de um guerreiro de ascendência africana chamado Yasuke. A trilha sonora do desenho ganhou nada mais nada menos que duas inéditas do DJ e produtor bamba Flying Lotus – uma com participação do grande baixista Thundercat e outro com os toques produtivos de Niki Randa.

– Artistas na Inglaterra se reuniram para pedir que o governo atue para acertar o modelo de pagamento dos serviços de streaming. A carta aberta que conta com mais de 150 artistas incluí nomes como Paul McCartney, Stevie Nicks, Kate Bush e Damon Albarn – assinaram um documento instando o governo a corrigir o modelo de streaming. A reunião de artistas nesta carta é uma conquista da campanha #BrokenRecord, que luta para demonstrar a distorção atual do modelo de negócios, que premia os serviços de streamings, as gravadoras e praticamente abandona os produtores e os artistas, defendem.

Angel Olsen soltou um novo single: “Alive and Dying (Waving, Smiling)”. A música é parte do box “Song of the Lark and other far Memories”, que a cantora e multiinstrumentista lança no dia 7 de maio. O box é a reunião dos discos gêmeos “All Mirrors” e “Whole New Mess” – respectivamente um é o “original” e outro conta com releituras e inéditas. “Alive and Dying (Waving, Smiling)” é uma versão de “Waving, Smiling”, uma das inéditas do álbum “Whole New Mess”, de 2020, porém com um arranjo de cordas de Jherek Bischoff, que dá uma aura completamente nova para a música, que antes era um lamento ao violão.

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