Em dave grohl:

Times like Those, os 25 anos do Foo Fighters, em vídeo comemorativo

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* Já devo ter contado essa história aqui mil vezes, mas toma a 1001.

Em 1995, Dave Grohl, um ano e pouquinho depois da morte de Kurt Cobain e o consequente fim do Nirvana, anunciou que ia lançar uma banda nova, o Foo Fighters. A banda, que consistia nele mesmo tocando tudo, já existia meses depois do suicídio do líder da então sua ex-banda, e Grohl passou a chamar uns amigos para experimentar as músicas ao vivo, em selecionados e quase secretos shows. Então, no meio do ano de 1995, Grohl lançou a primeira música oficial, “This Is a Call”, em junho. Em julho lançou o álbum, sob o nome “Foo Fighters”, e no mês seguinte estava na Inglaterra para tocar no gigantesco Reading Festival, o primeiro show para a galera inglesa da nova vida de um cara que até no ano anterior havia tocado no Nirvana (ele tinha feito um show “experimental” minúsculo, quase fechado, em Londres, no mês anterior. No Reading, por tudo o que envolvia, estava tipo comoção mundial. Isso era big news!!!! E eu fui lá ver meu ex-Nirvana.

Alguém do Reading Festival botou Dave Grohl para tocar como atração máxima da tenda da BBC Radio One, que era o segundo maior palco do Reading, mas não era o palco principal. Óbvio que deu merda.

Cheguei cedinho para ver o Foo Fighters, tipo uma hora antes, ainda com a banda anterior tocando, e a tenda já estava bem cheia. Cavei um lugarzinho no meio e imaginei que o tumulto ia passar assim que o show acabasse e trocasse o público para ver o Foo Fighters. Só piorou. Ondas humanas transportava a galera de um lugar para o outro na tenda. Eu fui levado em várias dessas, muitas vezes sem ter os pés no chão por longos segundos. Então, em nome de querer respirar, fui me deixando ser cuspido para fora da tenda e acabei saindo dela.

Quando Dave Grohl entrou no palco e o show começou, achei que ia morrer, mesmo estando do lado de fora da tenda, vendo a apresentação de cantinho. O mais engraçado é que, por estar do lado de fora da tenda, quando o FF encerrava uma música e a barulheira dava uma folguinha, de onde eu estava dava para ouvir o som da Bjork, que tocava calmamente lááá no palco principal, para um grande público mas não o sufoco que estava ali no Foo Fighters, no mesmo horário.

Dias depois, comprei uma fita casseta pirata com o show, em Camden Town. Não teve uma música em que acabasse e o Dave Grohl não ameaçasse parar a apresentação, de tanta loucura descontrolada que estava. Ondas humanas que não acabavam nunca, galera espremida na grade e nem aí para o aperto, povo escalando todos os postes que sustentavam a tenda do show.

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Enfim. Tudo isso para lembrar que hoje o Foo Fighters compartilhou o vídeo “Times like Those”, meia hora de uma pequena celebração filmada de Dave Grohl e amigos para os 25 anos do Foo Fighters. Tipo 30 minutos dos caras comendo pipoca, vendo uns vídeos antigos e discutindo o começo da carreira da banda.

Tem imagens do primeiro show do Foo Fighters como tal, no comecinho de 1995, até de eles invadindo um pequeno estúdio na Islândia em 2003 onde uma banda punk de moleques estava ensaiando. E acabaram convidados para ser a atração de abertura no dia seguinte, no show do Foo Fighters no país.

Feliz aniversário, FF!

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Inspirado em Bowie, Foo Fighters lança a braba no “Saturday Night Live”. E não é que é bem boa?

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* Cumprindo o prometido, a banda Foo Fighters, de um cara aí que se chama Dave Grohl, mostrou sua canção nova sábado no programa “Saturday Night Live”, na TV americana, onde foi a atração musical.

O grupo mostrou, ao vivo, lá nos estúdios do “SNL” mesmo em Nova York, sem mandar vídeo gravado, a bem boa “Shame Shame”, com backing vocals femininos, guitarra alternando rasgos com cadência tranquila e “ôôôôs”, radiofonicamente bem superior às últimas produções inéditas do FF nos últimos anos.

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“Shame Shame” vai estar no décimo disco do Foo Fighters, chamado “Medicine at Midnight”, ou o disco “X”, como a banda tem preferido armar algum suspense, por conta do marketing que está sendo feito em algumas cidades americanas, como já falamos por aqui. Lembra o caso da brasileira Helena, né?]

“Shame Shame” já começa a desenhar o primeiro disco do grupo desde o álbum “Concrete and Gold”, de 2017, inspirado em “Let’s Dance”, do David Bowie, pelo “caráter diferentão e pop” (segundo Grohl), previsto para fevereiro de 2021.

Quem no começo do vídeo aparece apresentando o Foo Fighters no “SNL” é o genial ator e comediante Dave Chappelle. E, de lambuja, o FF tocou ainda no programa o hit forever bem apropriado para estes tempos: “Times Like Theses”.

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Em meio ao caos, Foo Fighters dá spoilers do disco “X” da carreira. E deve mostrar música nova na noite de sábado

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A pandemia não acabou, os EUA estão prestes a ter um novo presidente (ou uma guerra civil), mas Dave Grohl está na área para tentar salvar o mundo.

Está cada vez mais próximo o lançamento do décimo disco do Foo Fighters. Ou o disco “X”, como a banda tem preferido tratar na surdina, através de ativações de marketing que estão sendo feitas em algumas cidades americanas.

Os primeiros indícios vieram semana passada, quando uma fã brasileira, chamada Helena Baltrušaitis, viu no letreiro de um teatro na Hollywood Boulevard a logo do grupo acompanhada do “X”, o 10 em algarismos romanos. Dias depois, a mesma projeção foi feita em um prédio em Sherman Oaks, na Califórnia, seguida de uma animação de um caixão em chamas.

O projeto, na verdade, parece estar pronto desde o início do ano e teve seus planos de lançamento mudados no meio do caminho. Em uma entrevista no mês de maio, para a rádio americana ALT 98.7, Dave Grohl disse que o álbum 10 do Foo Fighters seria como o “Let’s Dance” na discografia do Bowie.

“Ele é repleto de canções que mais parece hinos, para cantar junto. É quase um disco dance, mas não dance de música eletrônica, e sim um disco de dance moderno. Tem grooves. Para mim, é como se fosse o nosso ‘Let’s Dance’, do Bowie. Foi o que quisemos fazer, queríamos algo divertido”, contou o vocalista à época.

Outros dois indícios de que a volta do FF está próxima veio nas últimas horas, quando a banda soltou um teaser de uma gravação inédita, guiada especialmente por bateria, em uma animação que mostra o olho do simpático guitarrista Pat Smear.

Além disso, o Foo Fighters foi confirmado como atração musical do próximo sábado no Saturday Night Live, que terá apresentação do gênio Dave Chappelle. Tudo aponta para que Dave Grohl e seus amigos mostrem ao mundo o single do primeiro disco do grupo desde “Concrete and Gold”, lançado em 2017.

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#LPX

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Dave Grohl faz música dedicada a Nandi Bushell, a baterista de 10 anos sensação da internet

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* Dave Grohl tem a fama de ser “o cara rock’n’roll mais legal que existe”, o que pode carregar também, na acepção dos mais maldosos, de o “cara mais chato do rock”, essas coisas.

Mas o grupo 1 da categorização grohliana ficou maravilhado com a música criada por ele, ou pelo Foo Fighters quando se imagina que ele é o FF, em homenagem à incrível figurinha Nandi Bushell, de 10 anos de idade, uma das grandes atrações do “lado bom” do confinamento, por ter viralizado por ter virado uma estrela da internet ao tocar instrumentos com uma habilidade que deixa todo mundo “whaaaaaat?”.

Principalmente na bateria, instrumento que ela toca desde os 5 e de onde já nos entregou vídeos incríveis performando músicas de bandas e gente tipo Rage Against the Machine, Nirvana, Led Zeppelin, Dua Lipa, System of a Down, Queens of the Stone Age.

De seus vídeos no Youtube e seus engajamentos no Twitter, Nandi já foi parar em programas de TV até nos EUA e em campanha para o movimento Black Lives Matter.

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Agora em setembro Nandi entrou na vida de Dave Grohl, ou ao contrário, de dois jeitos: primeiro Grohl aceitou participar de um desafio de bateria com Nandi, lançado via Twitter, tocando uma música do Them Crooked Vultures, banda que o ex-Nirvana tem (tem ainda?) com o Josh Homme (QOTSA) e o John Paul Jones (ex-Led Zeppelin). É o “Dave Grohl VS Nandi Bushell EPIC Drum Battle – Dead End Friends – Them Crooked Vultures”.

Agora, como um “segundo desafio”, Grohl improvisou uma canção de “heroína do rock” com o nome de Nandi Bushell, um tributo explícito à melhor garota que faz tributos no mundo hoje.

Grohl pegou uma de suas famosas camisas de flanela grunge, suas filhas para backing vocals e mandou a canção escrita especialmente para a baterista mirim. Tocando baixo, guitarra e bateria, além de cantar.

Nandi ficou maravilhada com a música dedicada a ela, óbvio. E avisou que a batalha de bateria não vai parar por aí. E virá talvez maior. Nandi Bushell promete fazer o cover dessa música da qual ela é o tema, tocando todos os instrumentos. Ish!

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Do Weezer ao Júnior Groovador, Nirvana une tribos e rouba a cena no primeiro final de semana do Rock in Rio

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Entre as diversas generalidades que ocuparam o Rock in Rio neste primeiro final de semana, chamou a atenção um depoimento de Dave Grohl no sábado, ao relembrar o Nirvana.

Na parte final do show do Foo Fighters, Dave ofereceu a antiga canção “Big Me”, presente no disco de estreia do FF, ao Weezer. Tudo porque, horas antes, Rivers Cuomo e Cia. tocaram “Lithium”, do Nirvana, que Grohl disse ter assistido do backstage e… chorado.

Ex-baterista do grupo, Dave relembrou a primeira vez que veio ao Brasil, justamente com o Nirvana, para o Hollywood Rock. “Foi a primeira vez que tocamos para mais de 100 mil pessoas”, disse, fazendo referência ao show de São Paulo, que arrastou 110 mil pessoas ao Morumbi para ver a maior banda do mundo naquele momento, certamente em um de seus shows mais caóticos na carreira.

“Eu estava no backstage e ouvi o Weezer tocando Lithium. E eu tenho que ser honesto: eu chorei um pouquinho. Foi tão bom! Eu tenho saudade de tocar essa música”, confessou Grohl.

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Em outra passagem, essa de alegria, o Fantástico flagrou Dave dando um abraço efusivo em Júnior Groovador, baixista potiguar que viralizou na web ao botar uma pitada de forró em “Smells Like Teen Spirit”, que rendeu uma versão ao vivo, no palco do Rock in Rio, com o Tenacious D, banda do ator Jack Black. Dave disse que Groovador “é o cara” e que correu para ver a apresentação.

O Nirvana vive.

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