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Dave Grohl compara Billie Eilish ao Nirvana e diz que o rock não morre por causa dela. Sacou?

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O mundo pop está todo de olho na garota fenômeno Billie Eilish. Com apenas 17 anos, a norte-americana tem causado furor e chamado a atenção não apenas de “gente comum” mundo afora, mas também de pessoas que já estão neste meio há muito tempo e são pra lá de consagradas.

A última palavra de peso a respeito da cantora veio de Mr. Dave Grohl. O líder do Foo Fighters deu declarações fortes sobre Billie em um bate-papo com Michael Rapino, o CEO da gigante Live Nation, em um evento da PollstarLive nos Estados Unidos.

Grohl disse que suas filhas estão obcecadas com a Billie Eilish e foi além (bem além), comparando a cantora ao Nirvana dentro de um contexto específico. “A mesma coisa que está acontecendo com ela, aconteceu com o Nirvana em 1991. As pessoas perguntam: ‘o rock está morto?’. Daí, quando eu vejo alguém como a Billie Eilish, vejo que o rock não está perto de morrer”.

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Apesar de se mostrar por dentro do que a cantora vem fazendo, Dave confessou que está difícil acompanhar as mudanças do mercado. “Eu não sei a diferença entre o Pandora e o Spotify. Não é para mim. Eu não tenho o app. Perdão”.

Ele falou ainda que hoje não se vê sem fazer música no futuro e contou que, há muito tempo, teve dúvidas sobre isso. “Depois da morte de Kurt, eu não queria tocar música de novo. O mundo todo caiu para mim. Foi uma merda”.

Novo e i(e)minente fenômeno do pop que apareceu nas redes sociais ano passado, a garota Billie Eilish é uma das grandes apostas da música para já, e anunciou que em 29 de março sai seu aguardado disco de estreia, chamado “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?”.

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Tributo a Chris Cornell em Los Angeles comove o rock. Veja muitos vídeos

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* Aconteceu ontem em Los Angeles, durou mais de quatro horas, no Brasil já era de manhã quando acabou e teve a maior quantidade de gente conhecida da música o evento tributo ao saudoso roqueiro grunge Chris Cornell, ex-Soundgarden e Audioslave entre outras bandas significantes, que se matou aos 52 anos em um quarto de hotel em Detroit, em maio do ano passado. Chamou-se I Am the Highway – A Tribute to Chris Cornell.

O grande show, assistido pela Popload ao vivo via Periscope, alternou entre mostrar os singles esperados e coisas menos óbvias da carreira do Chris Cornell. De cara, as melhores partes: Dave Grohl cantando “Show Me How to Live”, do Audioslave”, Ryan Adams cantando a maravilhosa “Fell on Black Days”, do Soundgarden, e Miley Cyrus (!!!!) cantando “Say Hello to Heaven”, do histórico Temple of the Dog (banda-embrião da famosa cena de Seattle do final dos 80, começo dos 90, aquela em que o Nirvana apareceu em 1991 e BOOOOOM!!. No ano passado Seattle deu a Cornell uma estátua de bronze no imponente Seattle Center, parque de artes que tem a “agulha”).

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Miguel cantando “Reach Down”, com Temple of the Dog, foi destaque da noite, também. Os Foo Fighters, acima, mandaram três músicas bem lado Z do Soundgarden, o que foi bem interessante. O “Queen” Josh Homme cantou “Rusty Cage” na versão Johnny Cash, interpolando um trecho de “Hand of Doom”, do Black Sabbath, no meio. Metallica tocou duas covers (ruins) de Soundgarden, e inexplicavelmente, tocou duas músicas próprias (why?).

No último segmento da noite, foi o esperado momento do Soundgarden tocar com convidados nos vocais. Taylor Momsen (The Pretty Reckless) e o relativamente desconhecido Marcus Durant mandaram bem em suas respectivas músicas. Taylor Hawkins (Foo Fighters) foi excepcional nas absurdas “I Awake” e “The Day I Tried to Live” – que também contaram com Buzz Osborne (Melvins). Para fechar a grande noite em memória de Cornell, uma bela versão de “Black Hole Sun” com a cantora folk Brandi Carlile, e Peter Frampton na guitarra.

O principal evento deste ano que mal começou e já considero pacas. Entre muuuuitas coisas, teve…

* “The Day I Tried to Live (com Taylor Hawkins)

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* “Say hello to Heaven” (com Miley Cyrus)

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“All Night Thing” (com Fiona Apple)

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* “Show Me How to Live” (com Dave Grohl)

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* “Fell on Black Days” (com Ryan Adams)

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* Todas do Foo Fighters

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* “Hunger Strike” (Brandi Carlile e Chris Stapleton)

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* “Hunted Down” (meio Alice In Chains, meio Pearl Jam, e Josh Freese, ex-NIN, moendo na batera)

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* “Redemption Song” (Ziggy Marley e Toni Cornell, filha do Chris Cornell)

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* “Black Hole Sun” (com Brandi Carlile, e Peter Frampton)

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Parece aquele cara do Nirvana… Dave Grohl toca bateria em reedição de “All Apologies” em show surpresa

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Falamos aqui que Mr. Dave Grohl participou de um evento beneficente tradicional, organizado anualmente pelo também músico Warren Haynes, no último final de semana. O líder do Foo Fighters aproveitou para mostrar ao vivo, pela primeira vez, seu projeto experimental “PLAY”, com alguns amigos convidados.

O que pouca gente sabia, até agora, é que a noite se estendeu para além do evento e teve uma festinha pós. Nela, Dave subiu ao palco de novo, ao lado de Warren, e tocou nada menos que “All Apologies”, som clássico de sua ex-banda, Nirvana, lançado no disco “In Utero”, em 1993.

O registro, claro, foi feito por fãs mais espertos e já está rodando por aí na internet.

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Dave Grohl convida amigos e monta jam ao vivo do seu projeto “Play”. E ainda toca algumas do Foo Fighters no violão

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Em agosto deste ano, Dave Grohl soltou um vídeo de um projeto pessoal, “Play”, no qual tocou uma canção instrumental que dura 23 minutos. Na ocasião, o líder do Foo Fighters tocou, além dos convencionais guitarra e bateria, instrumentos como baixo, pandeiro, teclado e até xilofone. Entre outros.

Daí que ele resolveu convidar alguns amigos para reeditar o projeto ao vivo pela primeira vez. E foi neste final de semana, no evento Warren Haynes’s 30th annual Christmas Jam, em Asheville, na Carolina do Norte.

Grohl, que tocou bateria, recebeu no palco a ajuda dos amigos Alain Johannes, Jason Falkner e Barrett Jones (todos nas guitarras) e ainda Chris Chaney no baixo, Drew Hester na percussão e Greg Kurstin nos teclados. Ele ainda tocou canções do Foo Fighters ao violão junto com o anfitrião Warren Haynes.

Alguns registros da noitada já estão disponíveis e podem ser conferidos abaixo.

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Dave Grohl, 16, baterista. Surge gravação do líder do Foo Fighters tocando em uma banda punk, em 1985

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O onipresente Dave Grohl teve uma passagem de sua vida adolescente revelado. Datada de 1985, apareceu uma gravação do líder do Foo Fighters, na flor de seus 16 anos de idade, tocando bateria na banda punk Mission Impossible.

Chamada “Now I’m Alone”, a canção está na trilha sonora de “Salad Days: A Decade of Punk”, documentário que explora a cena punk do it yourself de Washington, nos anos 1980 e 1990.

Roteirista e diretor do doc, Scott Crawford disse à Rolling Stone que a Mission Impossible foi uma banda fenomenal ao vivo, mas durou pouco. “Fui a várias de suas apresentações na Virgínia e os caras me faziam pirar. Eles eram todos músicos excelentes e assistir Dave atrás da bateria era sempre uma emoção”.

A gravação pode ser conferida abaixo.

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