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Noel Gallagher zoa Dave Grohl e diz que vai criar uma petição para o Foo Fighters se separar

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No último final de semana, o Foo Fighters foi a principal atração dos festivais ingleses de Reading e Leeds. Em uma das apresentações, o vocalista Dave Grohl e o baterista Taylor Hawkins, que botou uma foto dos irmãos Liam e Noel Gallagher em seu instrumento, disseram que iriam abrir uma petição para a volta do Oasis, justo nessa semana em que se completam 10 anos do fim da banda.

Pois bem. Noel Gallagher sacou a repercussão e deu sua resposta daquele jeito, no palco, na noite de ontem, durante show em San Diego.

Primeiro, Noel perguntou se haviam fãs do Oasis no local. Prontamente respondido, ele entrou no assunto. “Alguém por aí vai assinar a petição do Dave Grohl para que a gente se reúna? Pois eu gostaria de criar uma petição para que o Foo Fighters se separe”, sugeriu o músico inglês, com seu humor peculiar, indicando que os fãs poderiam se dirigir à banca de merchandising. Haha. Em seguida, ele ofereceu a canção “Black Star Dancing” para o “Tio Dave”.

Vale lembrar que Oasis e Foo Fighters possuem boa relação de longa data e a resposta do Noel não passou de uma zoeirinha básica. Ou não…

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O mundo quer a volta do Oasis, parte 2 – Foo Fighters estampa bateria com foto de Noel e Liam e quer petição por uma reunião

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Fã confessos do Oasis desde sempre, Dave Grohl e Taylor Hawkins resolveram prestar uma homenagem e fazer uma pressão de leva pela volta do grupo dos irmãos Gallagher.

Na noite do último domingo, no show no Reading Festival, a banda norte-americana botou uma foto dos brothers de Manchester na bateria e deu algumas declarações no palco.

Antes de tocarem a cover de “Under Pressure”, o baterista Taylor Hawkins disse que “um dia desses teremos o Oasis de volta”.

Logo em seguida, Dave completou: “Nós estamos tentando. Quantas pessoas querem ver o Oasis fazer um show? Nós estamos tentando. Vamos assinar uma petição. Todos aqui, ok?”. Logo depois, Hawkins zoou dizendo que a reunião ainda não aconteceu porque Liam e Noel têm dinheiro demais.

Os caminhos de Oasis e Foo Fighters se cruzam há pelo menos 15 anos, quando o grupo de Grohl abriu alguns shows da banda britânica. Em 2017, foi a vez de Liam Gallagher fazer shows de abertura para os americanos, em rolês que renderam até uma cover impagável de “Come Together”, dos Beatles, na Califórnia.

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Dave Grohl compara Billie Eilish ao Nirvana e diz que o rock não morre por causa dela. Sacou?

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O mundo pop está todo de olho na garota fenômeno Billie Eilish. Com apenas 17 anos, a norte-americana tem causado furor e chamado a atenção não apenas de “gente comum” mundo afora, mas também de pessoas que já estão neste meio há muito tempo e são pra lá de consagradas.

A última palavra de peso a respeito da cantora veio de Mr. Dave Grohl. O líder do Foo Fighters deu declarações fortes sobre Billie em um bate-papo com Michael Rapino, o CEO da gigante Live Nation, em um evento da PollstarLive nos Estados Unidos.

Grohl disse que suas filhas estão obcecadas com a Billie Eilish e foi além (bem além), comparando a cantora ao Nirvana dentro de um contexto específico. “A mesma coisa que está acontecendo com ela, aconteceu com o Nirvana em 1991. As pessoas perguntam: ‘o rock está morto?’. Daí, quando eu vejo alguém como a Billie Eilish, vejo que o rock não está perto de morrer”.

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Apesar de se mostrar por dentro do que a cantora vem fazendo, Dave confessou que está difícil acompanhar as mudanças do mercado. “Eu não sei a diferença entre o Pandora e o Spotify. Não é para mim. Eu não tenho o app. Perdão”.

Ele falou ainda que hoje não se vê sem fazer música no futuro e contou que, há muito tempo, teve dúvidas sobre isso. “Depois da morte de Kurt, eu não queria tocar música de novo. O mundo todo caiu para mim. Foi uma merda”.

Novo e i(e)minente fenômeno do pop que apareceu nas redes sociais ano passado, a garota Billie Eilish é uma das grandes apostas da música para já, e anunciou que em 29 de março sai seu aguardado disco de estreia, chamado “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?”.

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Tributo a Chris Cornell em Los Angeles comove o rock. Veja muitos vídeos

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* Aconteceu ontem em Los Angeles, durou mais de quatro horas, no Brasil já era de manhã quando acabou e teve a maior quantidade de gente conhecida da música o evento tributo ao saudoso roqueiro grunge Chris Cornell, ex-Soundgarden e Audioslave entre outras bandas significantes, que se matou aos 52 anos em um quarto de hotel em Detroit, em maio do ano passado. Chamou-se I Am the Highway – A Tribute to Chris Cornell.

O grande show, assistido pela Popload ao vivo via Periscope, alternou entre mostrar os singles esperados e coisas menos óbvias da carreira do Chris Cornell. De cara, as melhores partes: Dave Grohl cantando “Show Me How to Live”, do Audioslave”, Ryan Adams cantando a maravilhosa “Fell on Black Days”, do Soundgarden, e Miley Cyrus (!!!!) cantando “Say Hello to Heaven”, do histórico Temple of the Dog (banda-embrião da famosa cena de Seattle do final dos 80, começo dos 90, aquela em que o Nirvana apareceu em 1991 e BOOOOOM!!. No ano passado Seattle deu a Cornell uma estátua de bronze no imponente Seattle Center, parque de artes que tem a “agulha”).

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Miguel cantando “Reach Down”, com Temple of the Dog, foi destaque da noite, também. Os Foo Fighters, acima, mandaram três músicas bem lado Z do Soundgarden, o que foi bem interessante. O “Queen” Josh Homme cantou “Rusty Cage” na versão Johnny Cash, interpolando um trecho de “Hand of Doom”, do Black Sabbath, no meio. Metallica tocou duas covers (ruins) de Soundgarden, e inexplicavelmente, tocou duas músicas próprias (why?).

No último segmento da noite, foi o esperado momento do Soundgarden tocar com convidados nos vocais. Taylor Momsen (The Pretty Reckless) e o relativamente desconhecido Marcus Durant mandaram bem em suas respectivas músicas. Taylor Hawkins (Foo Fighters) foi excepcional nas absurdas “I Awake” e “The Day I Tried to Live” – que também contaram com Buzz Osborne (Melvins). Para fechar a grande noite em memória de Cornell, uma bela versão de “Black Hole Sun” com a cantora folk Brandi Carlile, e Peter Frampton na guitarra.

O principal evento deste ano que mal começou e já considero pacas. Entre muuuuitas coisas, teve…

* “The Day I Tried to Live (com Taylor Hawkins)

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* “Say hello to Heaven” (com Miley Cyrus)

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“All Night Thing” (com Fiona Apple)

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* “Show Me How to Live” (com Dave Grohl)

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* “Fell on Black Days” (com Ryan Adams)

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* Todas do Foo Fighters

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* “Hunger Strike” (Brandi Carlile e Chris Stapleton)

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* “Hunted Down” (meio Alice In Chains, meio Pearl Jam, e Josh Freese, ex-NIN, moendo na batera)

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* “Redemption Song” (Ziggy Marley e Toni Cornell, filha do Chris Cornell)

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* “Black Hole Sun” (com Brandi Carlile, e Peter Frampton)

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Parece aquele cara do Nirvana… Dave Grohl toca bateria em reedição de “All Apologies” em show surpresa

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Falamos aqui que Mr. Dave Grohl participou de um evento beneficente tradicional, organizado anualmente pelo também músico Warren Haynes, no último final de semana. O líder do Foo Fighters aproveitou para mostrar ao vivo, pela primeira vez, seu projeto experimental “PLAY”, com alguns amigos convidados.

O que pouca gente sabia, até agora, é que a noite se estendeu para além do evento e teve uma festinha pós. Nela, Dave subiu ao palco de novo, ao lado de Warren, e tocou nada menos que “All Apologies”, som clássico de sua ex-banda, Nirvana, lançado no disco “In Utero”, em 1993.

O registro, claro, foi feito por fãs mais espertos e já está rodando por aí na internet.

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