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Algo está acontecendo: Jesse Hughes vaza foto de Dave Grohl com Josh Homme em estúdio

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Hmmm… A internet está aí para denunciar várias coisas e o mais novo bafafá é uma foto em que Dave Grohl e Josh Homme aparecem juntos em um estúdio. Pode não ser nada, mas pode ser muita coisa também.

O registro foi publicado por ninguém menos que Jesse Hughes, o vocalista e líder da banda Eagles of Death Metal, que aparece ao lado dos dois amigos na foto. Minutos após publicar a imagem, ele a apagou.

Ainda não se sabe ao certo o que pode estar acontecendo, até porque existem algumas hipóteses plausíveis. A mais forte delas é que Dave pode reviver sua parceria com o Queens of the Stone Age, que tem previsão de soltar um disco novo no segundo semestre.

Mas, cabe lembrar que Dave e Josh são parceiros no sumido Them Crooked Vultures, ao lado de John Paul Jones, do Led Zeppelin. Ou, ainda, a dupla poderia aparecer em algum trabalho do EODM, por que não?

Vamos esperar as cenas e fotos vazadas dos próximos capítulos.

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Com “voz de menina”, Dave Grohl relembra sua primeira música da carreira

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Apareceu uma raridade envolvendo o distinto Dave Grohl, da época que ele nem era do Nirvana ainda. Antes de entrar para a banda que marcou época na música com uma certa revolução, Dave fazia parte do Scream, uma banda hardcore de Virgínia, da qual era integrante até o início da década de 90.

O registro de “Gods Look Down” foi liberado pelo estúdio Laundry Room, do produtor do Foo Fighters, Barrett Jones, e contém trechos desta que foi a primeira canção escrita por Dave e a primeira em que ele gravou todos os instrumentos, em versão demo.

A faixa original apareceu no último disco do Scream, “Fumble”, que foi gravado em 1989 e só lançado quatro anos depois. A filmagem é uma sobra da série “Sonic Highways”, que foi ao ar na HBO no ano de 2014. Dave acompanha atentamente ao áudio e resume a obra dizendo que na época “ele soou como uma menina”. Haha.

Em uma entrevista para a “Rolling Stone” americana, há alguns anos, Dave chegou a dizer que nunca mais tinha ouvido as gravações daqueles tempos. O vídeo pode ser conferido abaixo.

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Boletim Foo Fighters: a volta aos palcos, o guitarrista legal e uma cover de Rush

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E aí, saudades do Foo Fighters? A banda do onipresente Dave Grohl está com algumas novidades, após looooooooooongo hiato de 2 anos (!), o que para o grupo é uma eternidade. Vamos por partes.

Primeiro, a banda americana anunciou seu primeiro show em 2017. Será no festival NOS Alive, em Portugal, dia 7 de julho. Junto com o anúncio, o FF botou em seu site oficial a foto de um passaporte, indicando que viajará pelo mundo ano que vem, provavelmente com disco novo e tudo.

Outra novidade do grupo, na linha fofura, partiu do guitarrista Chris Shiflett. Ao saber que um fã da banda chamado Sinclair Belle teve sua guitarra (autografada pelo guitarrista do FF) roubada, o próprio Chris se encarregou de fazer uma surpresa ao cara e mandou uma novinha em folha com uma mensagem e tudo.

A última notícia do boletim Foo Fighters é ligada ao Rush, uma das bandas veneradas por Dave Grohl e Taylor Hawkins. Os dois emprestaram seus talentos como músicos para uma cover de “2112 Overture”, que está em um novo box comemorativo aos 40 anos do disco “2112”. Entre as canções bônus, está a instrumental feita pela dupla do FF.

Vale lembrar que o grupo sempre faz cover de “Tom Sawyer” em seus shows, participou da cerimônia de indicação do Rush ao Hall da Fama em 2013 e, ainda, a mãe do Dave e do Geddy Lee são tipo melhores amigas. Haha.

A versão de “2112 Overture”, feita por Grohl e Hawkins, pode ser ouvida abaixo, cortesia do Strumbo Show, da CBC Radio 2 americana.

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Dave Grohl versão bicão. E outra vez no show dos Prophets of Rage

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Fotos: Zimbio

Fotos: Zimbio

No fim de semana que passou, Dave Grohl apareceu novamente como “special guest” no show da superbanda Prophets of Rage, combo que mistura membros dos incríveis grupos rock/hip hop Rage Against the Machine, Public Enemy e Cypress Hill. Os anos 90 vivem.

O projeto resultou em um EP com cinco faixas que foi lançado no fim do mês passado e fez o grupo cair na estrada pelos Estados Unidos e Canadá.

Dave, que já havia participado na apresentação em Toronto, em agosto, repetiu a dose no gigante The Forum, nos arredores de Los Angeles. O líder do Foo Fighters tocou guitarra em “Kick Out The Jams”, hit clássico do MC5 lançado em 1969. No Canadá, a parceria tinha sido feita na mesma música. Ainda assim, nunca é demais. O registro amador do petardo sonoro em LA pode ser conferido abaixo.

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25 anos de “Smells Like Teen Spirit”, o hino que definiu o Nirvana e toda uma era

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Fica até meio sem sentido explicar para millennials ou para a geração que passou a se envolver mais com música a partir da internet o que foi a revolução mundial, musical, inspiracional e geracional mesmo que “Smells Like Teen Spirit” causou aos jovens do planeta, quando surgiu há exatos 25 anos, em 10 de setembro de 1991. Então, vamos categorizá-la simplesmente como “uma das duas músicas mais avassaladoras do século passado”. Assim, numa definição bem mais humilde.

Hit icônico de uma das bandas mais icônicas da história do rock, “Smells Like Teen Spirit” foi escrita pelo trio Kurt Cobain, Krist Novoselic e Dave Grohl. Single do pontual “Nevermind”, a faixa foi produzida pelo grande Butch Vig, que vem ao Brasil no fim do ano enquanto baterista do Garbage.

A faixa pintou como um tsunami na cena em 1991. Começou a tocar diariamente nas rádios universitárias americanas. Depois, de hora em hora. Ganhou as grandes estações de rádios, a MTV, o VMA, o mundo. Acabou com duas indicações ao Grammy da época nas categorias melhor performance vocal em hard rock e melhor canção de rock.

Fez Seattle se estabelecer como casa do grunge, fez o grunge se estabelecer como cena, fez o Nirvana destronar Michael Jackson nas paradas e ficar maior que o próprio grunge.

“Smells Like Teen Spirit” talvez não seja nem a “melhor música” do Nirvana para muitos fãs, mas é daquelas obras de arte que vão resistir sempre, para sempre.

No singelo registro/tributo da Popload à canção, selecionamos dez performances – do Nirvana ou não – que retratam um pouco do que a faixa foi, é, e continuará sendo.

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