Em dave grohl:

Com as luzes toda para ela, banda Foo Fighters manda a melhor versão do clássico “My Hero” para rádio inglesa

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* Bom, esta é a semana Foo Fighters, não tem como escapar. Ou foi o mês Foo Fighters. Ou está sendo o ano Foo Fighters, sabemos lá. Tudo por causa do lançamento do décimo disco da banda de Dave Grohl, “Medicine at Midnight”, que sai amanhã às plataformas e lojas. Ou, vamos combinar, “Medicine at Midnight” será lançado hoje midnight.

O disco é bem bom, pelo que a gente já ouviu por aqui, e em se tratando do alto grau de desgaste qualitativo e novidadeiro que um grupo de rock como o FF atinge a certa altura da carreira, levando sempre o grau de exposição a vários níveis a que se submete um ser humano bacana e pirado em música como o cara que um dia sentou na bateria do almighty Nirvana e, quando a bandaça antológica acabou, resolveu montar uma outra, sua, assumindo o protagonismo guitarrístico e vocal que um ato desses exige.

E, por ter essa proximidade e por Dave Grohl ser um cara que quer estar em todo lugar a todo momento com sua música ou com a música dos outros, é que falamos que vivemos uma era Foo Fighters.

E, de tudo o que já publicamos da banda nestes últimos dias que antecedem o lançamento do novo álbum, tem essa passagem de Grohl e companhia pela gigantesca Absolute Radio (tem o app? É demais!!), a estação que transmite para o Reino Unido mas que na internet vira uma rede enorme segmentada, por nichos, estilos e tal.

Passagem virtual, né? Acho que o Foo Fighters alugou todos os estúdios e pequenas casas de shows da Califórnia para gravar material inédito para cada rádio, TV e site em que eles têm aparecido.

Para a Absolute Radio fizeram um pacotão. Deram entrevistas sobre o disco novo, tocara umas canções do disco X e deixaram uma preciosidade clássica FF para “My Hero” que a Absolute Radio subiu em seu canal de Youtube. Olha que maravilha.

E embaixo tem o FF em performance para a nova “Waiting on a War”, do disco novo.

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POPNOTAS – A espada na carne de Phoebe Bridgers, a morte de Phil Spectors e o Foo Fighters no show do presidente (o deles)

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* Sexta passada o Foo Fighters foi mostrar seu novo single, a balada sensível “Waiting on a War”, no programa do Jimmy Kimmel, na TV americana. A gente deu aqui. No fim de semana surgiu uma outra do mesmo programa, dessa vez pesando mais a mão. A banda de Dave Grohl tocou a “crunch” “No Son of Mine”, outro single já conhecido do álbum “Medicine at Midnight”, que sai logo mais em fevereiro. A taxa de energia liberada por esta música, a “No Son of Mine” é boa. Ao vivo então.

* Falando em Foo Fighters, o grupo vai ser uma das atrações do SHOW DO BIDEN, quarta agora, o festival virtual transmitido desde Washington DC, que representará o lado musical da inauguração de Joe Biden na cadeira de presidente dos EUA. Xô, Trump. O “line-up” vai ter também, pelo que consta (a escalação ainda não é oficial), a Lady Gaga cantando o hino americano mais shows de Bruce Springsteen, Fall Out Boy e John Legend, entre outros.

* Outro personagem da música a ser batido pela Covid-19, em notícia que chegou neste domingo, foi o famoso produtor e músico e compositor americano Phil Spectors, aos 81 anos. Spectors morreu num hospital fora da prisão da Califórnia onde vinha cumprindo uma pena de assassinato da atriz Lana Clarkson nos últimos 11 anos. O ex-produtor, responsável pela revolucionária técnica à época do “wall of sound”, foi intubado no dia 31 de dezembro. Ele tinha mais oito a cumprir de sua sentença de 19 anos. Seu trabalho na música, dos anos 50 aos 70, foi gigantesco. Envolveu uma penca de músicas número 1 nas paradas americanas, tipo “Be My Baby” com as Ronettes e ““You’ve Lost That Lovin’ Feeling“, com os Righteous Brothers, além de produzir discos mil com Beatles, Ramones, Leonard Cohen, Céline Dion, Ike and Tina Turner.

* A espertíssima cantora californiana Phoebe Bridgers, uma das melhores coisas da música que a gente gosta no complicado ano de 2020, mostrou no fim de semana uma tatuagem nova. De uma espada rasgando um bilhete. O desenho saiu de uma espada real dada a ela por um fã tempos atrás, depois que ela revelou que o cancelado músico e produtor Ryan Adams uma vez que excursionavam juntos deu uma espada para cada uma das mulheres envolvidas na tour, menos para ela. Phoebe Bridgers e Mandy Moore, ex-mulher de Adams, junto com outras mulheres, acusaram o músico em 2019 de abusos e má conduta sexual e manipulação psicológica. “Phoebe, Espero que você goste dessa espada de verdade. Você não precisa dela, mas você a merece. Obrigado por dividir suas canções tristes com a gente”, disse o fã, cujo arroba é @_dr_woo_, ao entregar a espada à cantora. “Obrigada, Doctor Woo …e este é meu pulso”, falou Phoebe agora, no post, mostrando a tatuagem feita.

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Foo Fighters vai à TV com a música nova sobre a guerra ao vivo. Veja performance de “Waiting on a War”

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* Apareceu um peso pesado em um dos programas de entrevista do fim de noite da TV americana, que estava apelando aos indies para salvar a parte das atrações musicais. Falamos disso ontem.

O Foo Fighters escolheu o do Jimmy Kimmel para enviar um vídeo da nova música, “Waiting on a War”, gravada ao vivo.

“Waiting on a War” é o terceiro single do disco “Medicine at Midnight”, o décimo álbum do Foo Fighters, que sai dia 5 de fevereiro. A música foi lançada ontem nas plataformas.

A nova canção do FF é uma baladinha típica do Dave Grohl. Com sentimento. Foi feita depois que a filha de 11 anos disse que estava com medo de ter guerra. Enfim. Para tocar em rádio.

Ontem Dave Grohl fez aniversário. 52 anos.

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Foo Fighters, perseguindo o David Bowie, lança terceiro single no dia do aniversário de Dave Grohl. Ouça “Waiting on a War”, que vem com um manifesto

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* Ficamos conhecendo hoje o terceiro single da banda americana Foo Fighters para o disco novo, o décimo, o “X”, chamado “Medicine at Midnight”, que será lançado agora em fevereiro, dia 5. O tal álbum já conhecido como o “Let’s Dance” da turma do Dave Grohl, em alusão ao clima dance pop classe do disco do David Bowie dos anos 80, considerado uma das muitas guinadas na carreira do saudoso astro britânico.

Enfim: depois das boas “Shame Shame” e “Non Son of Mine”, temos agora “Waiting on a War”, uma quase-balada que ganha um crescendo no final que realmente parece que a guerra (ou o medo de) chegou para o Foo Fighters. Está tudo contido nela.

“Waiting on a War” vem com um manifesto de Dave Grohl dedicando a música a sua filha Harper e os medos de guerra provocados pela desesperança política. Que a filha de 11 anos vive agora e que ele viveu lá atrás quando tinha a idade dela. Dave está emotivo. Hoje, dia em que sai esse terceiro single, é seu aniversário de 52 anos (veja abaixo o manifesto, em inglês).

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Dave Grohl canta (e toca) “Rock and Roll”, do Velvet Underground

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* Acabou em grande estilo o ótimo projeto do gente-fina Dave Grohl para o feriado judaico Hanukkah, festa da luz do grupo étnico-religioso que durou, pelo menos dentro dessa Hanukkah Sessions do não-judeu Grohl, mas em parceria com o grande produtor judeu Greg Durstin, oito noites de homenagens musicais de artistas e bandas da galera de ascendência hebraica.

Grohl e Durstin tocaram Beastie Boys, Drake, Mountain, Peaches, Bob Dylan, Elastica, The Knack e, para terminar o projeto, sexta à noite, o enorme Velvet Underground.

Foram dois dias e meio de gravação dos vídeos, que terminaram com “Rock and Roll”, da banda de Lou Reed, segundo Grohl, que em todas cantou e tocou nirvanicamente bateria, é uma canção sobre esperança.

Veja como ficou. Na cola, vai a homenagem ao grande grupo californiano The Knack, famosíssimo nos anos 70. Para o Knack, Greg e Durstin tocaram “Frustrated” na noite 7. Assim, fechamos todas as covers da dupla para a Hanukkah Sessions.

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