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Top 10 Gringo – Wet Leg mete duas músicas no top 3. Mas o primeirão da semana é o/a Carpetgarden

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* A semana foi mais devagar lá na gringa, mas ainda assim arrumamos o fino entre lançamentos e alguns relançamentos. Se deixamos escapar algo, a culpa é das seis horas vendo o filme dos Beatles, né? Quem não se perdeu naquelas seis horinhas tão boas desde que o doc foi lançado?

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1 – Carpetgarden – “IDC”
Jovem de 20 e poucos anos que se declara sem gênero, David Sweet é a pessoa por trás do projeto Carpetgarden. Pessoa californiana (só podia, pela voz e pelas letras certeiras, ácidas e sem medo), suas ideias musicais passam dos sons mais ásperos até uma suavidade pop (ouça também a excelente “Break My Heart”, onde ela explora esse lado mais tranquilo), dá para dizer que estamos perto de um(a) artista prestes a explodir. Se bem que David já acumula algumas centenas de milhares de ouvintes mensais no Spotify. Mas deve bombar mais logo. Fica de olho daí que estamos de olho daqui.

2/3 – Wet Leg – “Too Late Now/Oh No”
As meninas inglesas Rhian Teasdale e Hester Chambers lideram uma das bandas mais interessantes do ano, a explosiva Wet Leg. Pelo menos até aqui são quatros singles e nenhum erro. É muita empolgação com tão pequeno repertório? Talvez, mas elas prometem e já estão escaladas para tocar no México abrindo para o Idles e tudo – e logo mais vem o primeiro álbum por aí. Logo mais, entenda, é 8 de abril de 2022. O mundo indie está preparado para o disco de estreia das Wet Leg?

4 – Years & Years – “Sweet Talker”
O pequeno gênio Olly Alexander, dono do Years & Years, conseguiu fazer um hit aqui. Se a música vai alcançar o tamanho da gigantesca “King”, seu maior sucesso até aqui, é questão de tempo para ver. Tem potencial, viu.

5 – Ovlov – “Strokes”
Apesar do nome desse som, a onda do Ovlov, banda de Connecticut, passa longe dos Strokes, o grupo. Com um rock com fortes influências emo, a vibe aqui é para quem curte melodias pop com guitarras que alternam entre a limpeza extrema e a pura sujeira. Se essa é a sua praia, como é a nossa, eles entregam tudo.

6 – Bloc Party – “Traps”
É interessante ver os ingleses do Bloc Party reaparecerem em uma nova alta do pós-punk na ilha. Se eles já tinham renovado o gênero uma outra vez lá no começo do grupo, no distante 2005, agora eles já têm alguma autoridade para avisar a molecada como é que se tira um som. E eles conseguem recuperar a energia dos melhores momentos da banda neste single. Queremos um álbum novo, com certeza.

7 – Leon Bridges – “Summer Rain feat. Jazmine Sullivan”
Com participação de Jazmine Sullivan (se ligue em “Pick Up Your Feeling”, som dela e um dos hits do ano), o grande Leon Bridges traz sua bela voz em uma canção extra para seu álbum “Gold-Digger Sound”, agora em versão de luxo.

8 – Fontaines D.C. – “Sha Sha Sha – Live at Kilmainham Gaol”
Enquanto o Fontaines, uma das nossas bandas favoritas, não desembarca por aqui, temos que nos contentar com esse excelente álbum ao vivo que eles soltaram, que dá boa dimensão de como a banda é firme no palco. Além de ser uma boa sugestão para outros grupos ainda novinhos de já se arriscarem em discos ao vivo logo cedo. Mal não faz.

9 – Billy Preston – “I’ve Got a Feeling”
Um dos baratos de “Get Back”, novo documentários dos Beatles, é ver em alta definição a mudança de humor que Billy Preston provoca na banda quando aparece para ajudar o grupo em alguns números. “I’ve Got a Felling”, uma das crias dos tempos de “Let It Be”, seria regravada por Billy em uma versão tão boa quanto a dos Beatles em seu álbum lançado em 1970, “Encouraging Words”. Beleza total.

10 – David Bowie – “Ashes to Ashes”
Ah, os relançamentos seguem nos pegando. E na nova coleção que reúne a obra de David Bowie entre 1992 e 2001 temos ele em uma apresentação para a BBC com muitos hits em ótimas versões. É sempre um prazer escutar a clássica “Ashes to Ashes”, ainda mais nos moldes que a superbanda que acompanhava David nos anos 2000 sabia dar para esta musicaça em especial.

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* A imagem que ilustra este post é de David Sweet, do Carpetgarden.
** Este ranking é formulado pelo duo Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

Top 10 Gringo – O novato Geese chega ao topo. Adele encosta com baladaça. Outra nova, Just Mustard, completa a trinca

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* Muita banda nova, muito artista das antigas e até alguns “inativos” chegam no nosso top 10 dessa semana. Um bom resumo do que foi esse ano confuso até dizer chegar, com lançamento demais em todas as medidas – muitas estreias, muitos retornos e relançamentos suficientes para não dar tempo de escutar as novidades. É muita coisa toda sexta, mas a gente ainda tenta dar conta de dizer o que é que presta nesse caos. Vem dando certo, vai.

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1 – Geese – “Opportunity Is Knocking”
A gente já contou a história do Geese, mas vamos repetir resumidamente, vai: quinteto do Brooklyn de adolescentes amigos que tocavam no high school. Com data para encerrar as atividades escolares, é descoberta por um olheiro musical e são convencidos a seguir juntos, porque cada um iria para uma universidade diferente. Leia-se: a banda não só não acaba como ganha a chance de gravar um disco. “Pior”: eles dão supercerto! A chamada apelativa é para avisar que o primeiro disco deles, “Projector”, é fácil um dos cinco discos mais interessantes da gringa neste ano. No mínimo uma das melhores estreias, vai. Não é a primeira vez que a gente destaca eles por aqui. Que Strokes dos bons tempos é esta música.

2 – Adele – “Oh My God”
Segundo single de “30”, o taaaal novo álbum da Adele, a faixa se destaca por ser o momento dançante do disco e também pela letra em que a cantora se permite se jogar um pouco em novas aventuras após um tempo de recolhimento. É quase a “Voltei pra Mim”, da Adele, para usarmos como referência o hit da Marina Sena. Mas sem insinuação de plágio desta vez. Disco “grande” da Adele. Música idem.

3 – Just Mustard – “I Am You”
Tem um tempinho que estamos de olho nesta banda irlandesa que promete ser a próxima sensação do país de bastantes “sensações” recentemente. O primeiro disco dela, “Wednesday”, já apontava isso lá em 2018. Agora, o novo single, confirma que talvez esteja chegando a hora para valer. Lógico que é sensação em termos bem fechados, digamos, afinal estamos falando de um grupo que segue a tradição do barulho-arte, que não é lá das mais populares, mas amamos mesmo assim. Ah, eles abrem uma turnê do Fontaines DC do ano que vem e parece que um tal de Robert Smith declarou que curte eles.

4 – Robert Plant e Alison Krauss – “Going Where the Lonely Go”
A parceria entre Robert Plant, veteraníssimo vocalista do Led Zeppelin, e a cantora country Alison Krauss rendeu em 2007 o belo “Raising Sand”, com regravações de folks e countrys antigos. O sucesso da empreitada deixou a promessa de uma sequência em suspense por anos, até que finalmente saiu “Raise the Roof”, que segue a proposta do primeiro encontro da dupla. E funciona que é uma beleza mais uma vez. Tente não se emocionar com essa triste composição dos anos 80 de Merle Haggard.

5 – Elbow – “The Seldom Seen Kid”
Os ingleses do Elbow, além de lançarem um bom novo álbum, “Flying Dream 1”, 20 anos depois da estreia com “Asleep in the Back”, causaram uma confusão na cabeça dos fãs. A delicada “The Seldom Seen Kid” leva o mesmo nome do disco que a banda lançou em 2008 e que não tem nenhuma faixa com esse nome. Fica a curiosidade.

6 – Bloc Party – “Traps”
Peso e energia marcam o retorno do Bloc Party. Kele Okereke e sua turma não lançavam nada havia cinco anos. E mostram nesta volta a garra de quem quer mostrar para muita bandinha nova que já tinha uma turma lá atrás fazendo um pós-punk vigoroso. Mas sem pressa: o disco completo só vem ano que vem.

7 – Yard Act – “Payday”
Por falar em disco que só chega ano que vem, tem a aguardada estreia da Yard Act, banda de Leeds que lembra coisas como Fall e Modern Lovers, pensa na responsa. Provável primeiro melhor disco do ano que vem, já que o lançamento tá logo aí, em janeiro. Esse novo single da banda só aumenta a expectativa. Certeiro.

8 – David Bowie – “Can’t Help Thinking about Me”
Primeiro single que Bowie lançou com o nome de David Bowie e não mais como David Jones, a faixa de 1966 é parte do repertório de regravações que o astro cool planejou fazer em 2000/2001. “Toy”, nome deste álbum, foi gravado mas nunca lançado, por questões da gravadora na época. Agora com a caixa “Brilliant Adventures”, que reúne praticamente tudo que David Bowie fez entre 1992 e 2001, finalmente vamos ter acesso ao álbum perdido.

9 – Oasis – “My Big Mouth – Live at Knebworth”
Coisas da vida. “My Big Mouth” era uma música fresquinha do Oasis quando a banda arriscou tocá-la para as milhares de pessoas presentes em Knebworth. Ela já rolava ao vivo tinha alguns shows, mas era um teste de fogo – uma inédita num listão de hits. Com um mar de guitarras que a versão ao vivo não dava conta de ter, ela foi parar no álbum seguinte da banda, o polêmico “Be Here Now”. Porém, ainda que apareça no disco, a canção praticamente sumiu dos setlists da banda dali em diante.

10 – The Beatles – “Get Back” – Rooftop Performance
E segue grande a ansiedade pelo documentário do Peter Jackson a partir do material das sessões de “Let It Be” dos Beatles, que começa a aparecer oficialmente nesta quinta. Serão seis horas em contato com muita coisa inédita. “Get Back”, que sai na Disney Plus, trará pela primeira vez o último show dos Beatles no telhado da Apple Corps em versão completa.

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* A imagem que ilustra este post é de Cameron Winter, vocalista da banda Geese.
** Este ranking é formulado pelo duo Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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Fotógrafo Mick Rock, o olho privilegiado do rock, morre aos 72 anos

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* A música perdeu hoje o olhar de um de seus maiores fotógrafos. Morreu de causa ainda desconhecida, e aos 72 anos, Mick Rock, mundialmente conhecido como “O Homem Que Fotografou os Anos 70”.

Famoso entre outras coisas por ser o cara que mais capturou o astro David Bowie em muitos de seus momentos camaleônicos, Mick Rock traz em seu currículo poses famosas de gente como Iggy Pop, Syd Barett (Pink Floyd), os caras dos Ramones, Blondie, Madonna e Snoop Dogg, além de capas de disco famosas, como a do “Queen II” e “Transformer”, de Lou Reed.

Em 2014, Mick Rock veio ao Brasil para a exposição It’s Rock, de imagens suas, realizada no MIS, em São Paulo, parte dos eventos do Music Video Festival (m-v-f). A mostra contou com 20 fotos, livros e algumas capas de disco clicadas por ele.

Confira algumas de suas imagens famosas.

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Do alto aé embaixo, David Bowie no espelho, foto de 1972; Mick Rock e Lou Reed, em 1975; “Debbie Harry Orange Smile”, o sorriso laranja da “mina do Blondie”, de 1978; Madonna, em 1980; a capa do álbum “Queen II”, capa de Mick Rock, lançado em 1974; e “Freddie Mercury Purple London”, também de 1974.

R.I.P, Mick Rock!

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E o single novo do… David Bowie?

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* No ano que vem, logo no comecinho, em 8 de janeiro, o saudoso gênio planetário David Bowie completaria 75 anos se não tivesse nos deixado em 10 de janeiro seis anos atrás. Tanto as homenagens para o que seria seu aniversário quanto os lamentos para sua morte estarão concentradas em dois boxsets novos a serem lançados: o “Brilliant Adventure”, que compreendem gravações de Bowie de 1992 a 2001, incluindo material ao vivo de shows em Dallas (1995) e Paris (1999); e “Toy”, o disco que era para ser (em 2001) mas não foi, acabou caindo na internet (2011) e vai ganhar lançamento oficial tanto dentro de “Brilliant Adventure”, que sai agora tanto no final de novembro, semana que vem, quanto como caixa de luxo no dia 7 de janeiro.

Entendeu tudo?

Então, hoje, conhecemos embaladamente oficioso o vídeo da performance na capital francesa de 1999, no Elysée Montmartre, da faixa “Can’t Help Thinking about Me”, música originalmente de 1965 e que marcou a virada de nome artístico do cantor inglês, de David Jones para David Bowie.

Ou seja, pouca história contida neste “mero” vídeo.

Ah, um detalhe. Hoje é o lançamento do vídeo. Amanhã o single chega aos streamings, junto com um bônus de “Can’t Help Thinking about Me” também ao vivo, mas dessa vez tirado de uma session gravada nos estúdios da BBC em Londres, em Maida Vale Studios em 25 de oububro de 1999, para o programa do grande Mark Radcliffe, da Radio 1.

Ufa!

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Top 10 – Wet Leg ousa ocupar o topo do ranking. Desbancando o “novo” Idles e a linda Courtney Barnett. Mas cabe todo mundo

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* UAU! Que semana. Difícil escolher um primeiro lugar. As meninas do Wet Leg se destacam, mas como não pensar no IDLES em nova forma? Ou na Courtney Barnett cada vez mais reflexiva? Ou no Pond abrindo novos horizontes? Na dúvida, nosso conselho sempre é pegar todas as recomendações do top 10 na nossa playlist. É o melhor que você pode fazer.

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1 – Wet Leg – “Wet Dream”
E segue muito bem a dupla Wet Leg, formada por Rhian Teasdale e Hester Chambers. Com apenas dois singles, as meninas da mítica Ilha de Wight, Norte da Inglaterra, estão fazendo um superbarulho. Barulhinho bom, para sermos mais assertivos. “Wet Dream”, de acordo com Teasdale, é “uma música de separação”. Criada a partir de uma situação em que um dos ex dela passou por uma fase de enviar mensagens de texto depois que terminaram, contando que tinha tido um sonho com ela. Típico. Quem mandou ser mala? Agora virou música. Bem boa, aliás.

2 – Idles – “The Beachland Ballroom”
Um Idles como a gente nunca tinha visto. Oficialmente pelo menos. A barulheira da banda ainda está lá, mas a produção de Kenny Beats e a inspiração do próprio grupo abre o espectro sonoro para abraçar toques de soul e um órgão que dá todo um clima – sem dúvida um dos takes vocais mais inspirados de Joe Talbot. Um Idles bom para tocar em rádio brasileira, diríamos. Agora vai.

3 – Courtney Barnett – “Write a List of Things to Look Forward to”
Estamos gostando do que apareceu até agora do futuro novo álbum da nossa australiana predileta. Os três singles de “Things Take Time, Take Time” apontam uma Courtney mais calma e reflexiva – até agora nada muito explosivo e barulhento foi lançado. Essa canção especificamente é a primeira que ela escreveu para o novo disco, em um momento complicado de falta de inspiração que começou a acabar com ela indo morar sozinha e se reconectar consigo. E com uma esperança no futuro.

4 – Pond – “Song for Agnes”
Daqui a pouco nesta lista vai aparecer uma música do David Bowie. E é impossível não pensar em Bowie ao escutar esta nova do Pond. Sai os fortes toques psicodélicos e entra um jeitão de pensar em música pop até que bem radiofônica. Tem até um sax…

5 – Kali Uchis e SZA – “Fue Mejor”
SZA encaixou muito bem neste remix de um dos hits de Kali Uchis no álbum “Sin Miedo (del Amor y Otros Demonios)”. A música é basicamente a mesma, mas sem o rapper PartyNextDoor. Detalhe: ele rimou em inglês enquanto a SZA foi mais na proposta da Kali, que fez este álbum quase todo em espanhol, e rimou em espanhol também com muita desenvoltura, pela primeira vez se aventurando na língua. Que dupla!

6 – Remi Wolf – “Anthony Kiedis”
Por falar em favoritas da casa, a gente está ansioso pelo primeiro álbum da Remi Wolf. Não tem muito tempo que a Dora Guerra dedicou uma Semiload a ela. Esse single divertido que consegue relacionar, de uma forma muito louca, ficar isolada na pandemia a amar a família como Anthony Kiedis ama, só aumenta nossas expectativas. Sim, ele mesmo: o Anthony Kiedis.

7 – Elton John e Stevie Wonder – “Finish Line”
Dois magos do pop reunidos. Não é o primeiro encontro deles: Wonder já tocou sua gaita em “I Guess That’s Why the Call It the Blues” e ambos cantaram com Dionne Warwick e Gladys Knight em “That’s What Friends Are for”. Além de ser um encontro bonito, é para ficar de cara com o quanto a voz de Stevie Wonder, que tem quase a mesma idade de Elton John, segue intacta.

8 – Illuminati Hotties – “Knead”
É muito bom o trabalho de Sarah Tudzin à frente de seu projeto Illuminati Hotties. De LA ela toca seu terceiro álbum, “Let Me Do One More”, que saiu sexta passada, ainda em imersão auditiva por aqui. Se a letra de “Knead” é um tanto quando indecifrável, as guitarras de Sarah seguem fáceis de amar de qualquer canto do mundo.

9 – The Specials – “Get Up, Stand Up”
Em um disco dedicado a canções de protesto que abrange músicas feitas entre 1924 e 2012, o lendário grupo inglês de ska Specials brilha agora em optar por uma versão acústica que dá um outro tom ao clássico de Bob Marley. É Marley de um jeito diferente e o próprio Specials de um jeito diferente. Emocionante.

10 – David Bowie – “You’ve Got a Habit of Leaving”
Em 2000, David Bowie juntou uma banda para regravar releituras de músicas suas antigas que estavam perdidas por aí. Uma delas era “You’ve Got a Habit of Leaving”, lançada por Davy Jones & The Lower Third, seu último registro antes de virar David Bowie. Mas o disco foi engavetado e nunca viu a luz do dia. Agora, com o lançamento da quinta caixa que desbrava sua longa discografia, o tal álbum perdido, chamado “Toy”, estará presente. E um Bowie é sempre um Bowie.

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* A imagem que ilustra este post é do duo inglês Wet Leg.
* Este ranking é formulado pelo duo Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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