Em Destroyer:

Versões de partir o coração: James Blake faz a Billie Eilish ao piano; Destroyer presta homenagem ao Lou Reed no Brooklyn

>>

090320_jamesblake2

Uma das coisas mais legais do pop é quando um artista presta homenagem a outro assim do nada. E foi o que rolou nos últimos dias envolvendo quatro nomes que curtimos bastante.

O genial James Blake resolveu se sentar ao piano para fazer uma cover lindíssima de “When The Party’s Over”, que ele diz ser uma de suas canções favoritas e “ridiculamente boa” de Billie Eilish.

Em outra ponta, o excêntrico e não menos talentoso Dan Bejar resolveu lembrar o gigante Lou Reed em um show do Destroyer no Brooklyn, nesse final de semana, ao entoar no palco a linda “Ecstasy”.

Os dois registros, um profissional e outro de galera, podem ser conferidos abaixo.

>>

Em novo vídeo confuso, Dan Bejar divulga “Cue Synthesizer”, mais um single do Destroyer

>>

080817_destroyer1

Dan Bejar, o canadense conhecido pela sua alcunha artística Destroyer, está para lançar mais um disco de estúdio.

Chamado “Have We Met”, o álbum foi inspirado em filmes dos anos 80, tipo “White Nights” e “Pretty In Pink”. O 12º álbum do Destroyer estará nas lojas dia 31 de janeiro. Este será o sucessor de “ken”, lançado em 2017, que foi inspirado na banda britânica Suede.

Para dar um novo gás na expectativa para o lançamento, Dan soltou o novo single “Cue Synthesizer”, o terceiro desta nova fase. Antes, já haviam sido divulgadas as canções “Crimson Tide” e “It Just Doesn’t Happen”.

A apresentação da nova música veio em forma de vídeo. Um tanto… confuso.

>>

Dan Bejar divulga “It Just Doesn’t Happen”, mais um single do novo álbum do seu Destroyer

>>

191119_destroyer2

O distinto Dan Bejar, conhecido pela sua banda/projeto Destroyer, anunciou recentemente que vai lançar um novo disco.

Chamado “Have We Met”, o álbum foi inspirado em filmes dos anos 80, tipo “White Nights” e “Pretty In Pink”. O 12º álbum do grupo estará nas lojas dia 31 de janeiro. Este será o sucesso de “ken”, lançado em 2017, que foi inspirado na banda britânica Suede.

“Have We Met” terá 10 canções novas e acaba de ganhar seu segundo single. Depois de “Crimson Tide”, Dan liberou agora a inédita “It Just Doesn’t Happen”. Há quem diga que a pegada é parecida com a fase do álbum “Kaputt”, lançado em 2011.

>>

Depois de soltar um disco influenciado pelo Suede, Destroyer anuncia álbum inspirado em filmes dos anos 80

>>

221019_destroyer2

Depois de lançar um disco inspirado no Suede, Dan Bejar promove a volta de sua banda indie canadense Destroyer, grupo que surgiu lá no meio dos anos 90 e ainda resiste ao tempo.

O sucessor de “ken”, lançado em 2017, será “Have We Met” (foto de capa na abertura do post), inspirado agora em filmes dos anos 80, tipo “White Nights” e “Pretty In Pink”. O 12º álbum do grupo estará nas lojas dia 31 de janeiro.

Da produção, que terá 10 faixas novas, Dan liberou o primeiro single, “Crimson Tide”, que ganhou vídeo e tudo. Com o álbum, o Destroyer cairá na estrada e começa turnê no dia 21 de fevereiro na indie Porland.

Have We Met – Tracklist
01 “Crimson Tide”
02 “Kinda Dark”
03 “It Just Doesn’t Happen”
04 “The Television Music Supervisor”
05 “The Raven”
06 “Cue Synthesizer”
07 “University Hill”
08 “Have We Met”
09 “The Man In Black’s Blues”
10 “foolssong”

>>

Pensando no Suede, Destroyer lança novo álbum para refletirmos sobre o mundo

>>

080817_destroyer1

Dan Bejar na área. O músico líder da banda indie canadense Destroyer está de volta com um novo disco para sua banda, que surgiu lá no meio dos anos 90, e criou desde então uma base fiel de fãs no circuito alternativo.

Intitulada “ken”, a obra tem 11 faixas novas e foi produzida por Josh Wells, do Black Moutain, que tem ocupado a bateria do próprio Destroyer desde 2012. A inspiração do nome do álbum, disse o Bejar há alguns meses, partiu da música “The Wild Ones” (1994), do Suede, que originalmente se chamava “ken”. De acordo com o vocalista, a conexão pela escolha não está bem clara, e ele nem estava pensando necessariamente no Suede, mas sim no fato da canção ser uma das melhores dos últimos 100 anos.

Ele também contou em comunicado que pensou bastante sobre os últimos anos da era Margaret Thatcher, uma época em que as músicas “o pegavam de um jeito doentio”, e que uma delas era justamente “The Wild Ones”, fato que os americanos não entendiam.

A obra completa pode ser ouvida abaixo, cortesia do Spotify.

080817_destroyer2

>>