Em dirty projectors:

“Cool Your Heart”, faixa do último disco do Dirty Projectors, ganha EP só para ela

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Dizem que algumas canções ganham vida própria e talvez seja o caso de “Cool Your Heart”, uma das faixas centrais do último disco homônimo lançado pelo Dirty Projectors, no início deste ano.

A música, que em sua versão original tem a participação da cantora Dawn Richard e ainda Solange Knowles como uma das compositoras, ganhou agora um EP só para ela, cheio de versões remixes, liberado pela banda para audição na íntegra.

O EP conta com “releituras” de Ludwig Göransson (colaborador de Childish Gambino), Equiknoxx, Dre Skull, DJ Dad e o produtor de grime Tarquin.

A audição completa pode ser conferida abaixo. Dirty Projectors fica massa de vários jeitos.

** Aqui, a versão original.

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Depois de 4 anos, 7 meses e 11 dias, Dirty Projectors mostra para o mundo seu novo álbum

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A espera dos fãs foi longa. E, parece, da própria banda também. David Longstreth usou as redes sociais para anunciar que depois de 4 anos, 7 meses e 11 dias, o novo disco do seu Dirty Projectors, homônimo, já pode ser ouvido pelos fãs, a três dias do lançamento oficial.

O novo disco é o sétimo de estúdio da banda indie art rock do Brooklyn e tem lançamento oficial na próxima sexta, 24. A primeira audição apareceu em transmissão ao vivo no Facebook. Agora, as 9 faixas inéditas do álbum estão disponíveis nas plataformas de streaming.

É bom tirar um tempinho para ouvir esse “Dirty Projectors”, porque as reviews na gringa para o sucessor de “Swing Lo Magellan” são animadoras. Vem que vem, David.

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Sério… Contra Trump, Sleater-Kinney recebe The National e Dirty Projectors no palco e cantam Creedence

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Depois da histórica Women’s March em protesto à eleição de Donald Trump e o modo peculiar de o novo mandatário tratar as mulheres, a ONG Planned Parenthood organizou uma festa no famoso clubinho 9:30 e reuniu bandas como Sleater-Kinney e National, além de comediantes como Tig Notaro, Cameron Esposito e Janeane Garofalo para uma noite animadinha.

Em dado momento deste after, que teve toda a renda voltada para a instituição, as Sleater-Kinney receberam o vocalista e líder do National, Matt Berninger, no palco para uma cover conjunta de “Fortunate Son”, do Creedence Clearwater Revival.

Dave Longstreth, do Dirty Projectors, também entrou no auê. O momento, claro, foi registrado por fãs mais espertinhos e pode ser conferido abaixo.

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A eleição de Donald Trump e seus desdobramentos musicais: o som novo e épico do Dirty Projectors

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* Na verdade tem mais a ver com a saída do Obama do que com o Trump. Mas fica o recado. A música nova do Dirty Projectors, “Up in Hudson”, oito minutos de um som quebrado, muitos metais e um vocal característico da banda, a música também, e além, é sobre essa geração do indie rock, veio na descrição da banda.

A letra mistura o indie com o rap americano. Tupac Shakur e Kanye West são evocados. Com uma questão regional Nova York/Los Angeles. “Now I’m listening to Kanye on the Taconic Parkway ridin’ fast / And you’re out in Echo Park blasting Tupac, drinking a fifth for my ass”.

O Dirty Projectors anunciou que lançará o próximo álbum, “Dirty Projectors” (capa acima), no dia 24 de fevereiro. Desde o ano passado, a banda do incrível David Longstreth tem soltado músicas novas, do sétimo disco de estúdio: “Keep Your Name” e “Little Bubble”, precederam esta “Up in Hudson”.

Dá uma ouvida. Música ryca.

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É assim que a gente gosta, 2017! A volta do Dirty Projectors com música nova e vídeo… zen-melancólico

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Para compensar a avalanche de erros de 2016, este ano chegou mimando a gente com músicas movas do The xx, surpresas de Elliott Smith e Jens Lekman, disco novo das Sleater-Kinney e agora, a volta (ou quase) do quinteto americano Dirty Projectors.

Tudo bem que a banda, liderada por David Longstreth, ensaiou uma volta no final do ano passado com “Keep Your Name”, música lançada em setembro e que já dava indícios de um novo disco. Foi a primeira inédita em quatro anos (o adorado Swing Lo Magellan’, último disco do DP, é de 2012!).

E assim como fizeram da última vez, deram um sinal de vida com um teaser lançado no primeiro dia útil do ano nas redes sociais sem qualquer alarde ou divulgação, apenas com a mensagem: “Do Not Wanna Live In A Little Bubble”, ou, “não quero viver em uma pequena bolha” (a gente te entende, David!).

Não é a primeira vez que ouvimos falar de “Little Bubble”. No ano passado, sem querer (?), o Spotify “vazou” a notícia de que uma música nova do Dirty Projectors estava disponível no serviço de streaming. Usuários receberam a mensagem por email, que incluía até uma arte, mas o link para a música-surpresa estava quebrado. Ninguém da banda ou do Spotify se pronunciou sobre o caso. Oops.

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“Little Bubble” reaparece hoje com o pacote completo: áudio e vídeo dirigido pelo próprio David Longstreth ao lado de Adam Newport-Berra.

O visual é colorido (contrastando com “Keep Your Name”, todo em preto e branco) e nele, Longstreth aparece um tanto melancólico e sozinho, como todos nós há exatamente uma semana — inconsoláveis –, cantando alternadamente para a imensidão da natureza (e o vazio lá fora) e para seu mundinho particular dentro de uma estufa (ou só para o seu tablet mesmo). Lindo:

Dirty Projectors já tocou em São Paulo, no Cine Joia, em novembro de 2012.