Em donald trump:

Jack White toca White Stripes no recreio de uma escola. E “para” o Trump também

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Divulgando seu novo disco “Boarding House Reach”, Jack White tem sido notícia não apenas pela proibição de filmagens amadoras dos seus shows, mas também por alguns fatos inusitados.

O primeiro deles rolou semana passada, quando Jack apareceu de surpresa na Woodrow Wilson High School, em Washington, e tocou nada menos que 45 minutos durante o horário de recreio entre as aulas. Com banda e tudo. Um registro do superhit “Seven Nation Army” não nos deixa mentir.

Já no final de semana, em um show um pouco maior, no festivalzão Governors Ball, White dedicou a canção “Icky Thump”, uma das melhores daqueeeeeeeeele duo, a Donald Trump. No verso “Well, you can’t be a pimp / and a prostitute too”, ele citou o atual presidente dos EUA, para delírio da galera.

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Em session linda, National faz cover de Ramones e conta historinha envolvendo o Joey e o Trump

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Senta que lá vem música boa. O incrível National, facilmente uma das melhores bandas do mundo, esteve recentemente na tão incrível quanto KCRW, uma das estações de rádio mais legais da América, para um bate-papo e uma session no tradicional Morning Becomes Eclectic.

O National esteve lá justamente para mostrar canções do seu belo novo álbum, “Sleep Well Beast”, lançado há algumas semanas. Dele, a banda mostrou as faixas “Nobody Else Will Be There”, “Walk It Back”, “Born to Beg”, “Guilty Party” e “Carin at the Liquor Store”.

Sobrou tempo, ainda, para uma improvável cover de “The KKK Took My Baby Away”, dos Ramones, lançada originalmente em 1981. Na intro, o vocalista Matt Berninger disse que a música fala de uma “história real”, em que Joey Ramone estava tendo um relacionamento com uma garota no colegial e aparentemente Donald Trump, no carro luxuoso de seu pai, levou seu amor embora. “Aconteceu no Queens muitos anos atrás”, disse ele.

Essa história apareceu um tempo atrás no Twitter do produtor e comediante Jake Fogelnest, em agosto deste ano.

* O National, nunca é demais lembrar, é uma das atrações do Lollapalooza Brasil em 2018. Um sideshow em lugar pequeno não cairia mal, hein? Abaixo, a session completa.

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The Smiths “volta” para avisar: Trump vai matar a América!

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Lá se vão três décadas que os Smiths, uma das bandas mais seminais da história, resolveu encerrar suas atividades para (provavelmente) nunca mais voltar. Ainda assim, a trupe de Manchester continua dando o que falar.

Foi lançado no Record Store Day inglês, realizado no último sábado, um vinil contendo duas versões nunca lançadas antes de “The Boy With The Thorn In His Side” e “Rubber Ring”. Até aí, tudo bem. Mas um pequeno detalhe tornou as 5.000 cópias do single ainda mais peculiar.

No lado A do disco, os vinis vieram com uma frase “Trump Will Kill America”, certamente uma das poucas concordâncias existentes entre Morrissey e Johnny Marr, a dupla dinâmica do grupo.

Outro fator que chamou a atenção dos fãs é o crédito da capa, feito por um tal “Esteban”, que na verdade é a versão espanhola de “Steven”, o primeiro nome do Moz.

** Fotos: oelkanimor

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O mundo contra Donald Trump. Toro Y Moi também contribui com sua arte em forma de protesto

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O sempre inquieto Chaz Bundick, conhecido especialmente pela alcunha Toro Y Moi, é mais um artista a engrossar o coro contra Donald Trump, o novo presidente dos Estados Unidos.

O músico da Carolina do Sul botou seu nome no projeto “Our First 100 Days”, que consiste no lançamento de 100 músicas novas, uma para cada dia dos primeiros 100 da nova presidência.

A colaboração de Toro Y Moi para o projeto é a faixa “Omaha” e é marcada pela repetição da frase “You’ve got to set your mind free”. Além de Chaz, outros nomes que estão envolvidos com a ação são Algel Olsen e Meat Wave.

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Agora em HD: o protesto de Roger Waters contra Trump, diante de 300 mil pessoas no México

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Em outubro do ano passado, Roger Waters fez um show histórico e gratuito na imponente Zócalo, praça da constituição na cidade do México, para cerca de 300 mil pessoas. À época, o ex-Pink Floyd estava em turnê pela cidade, onde realizou dois shows “fechados”, no estádio Foro Sol.

A apresentação no Zócalo foi recheada de protestos contra Donald Trump, que foi chamado de “idiota” por Waters diversas vezes e teve uma montagem de seu rosto aplicada no corpo de um porco.

No palco, uma superprodução com diversos telões reforçavam o discurso de manifesto do músico. Durante a performance da clássica “Pigs”, do disco “Animals”, de sua ex-banda, um porco inflável com diversos dizeres contra o, naquele momento, candidato à presidente dos EUA, sobrevoou o público.

Agora que Trump tomou posse, Waters, que é inglês, resolveu liberar o registro profissional desta performance e botou um recado em seu Facebook: “A resistência começa hoje”.


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