Em Drake:

Top 10 Gringo – Em semana com novas e “novas” de Radiohead, Drake, Lady Gaga e Abba, a Little Simz brilha em primeiro

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* Nesta semana podemos falar (repetir!!!) que o Top 10 Gringo traz um forte competidor para melhor álbum do ano. Estamos falando da rapper inglesa Little Simz. Ela não faz o mesmo barulho de um Drake ou Kanye West, mas, senhoras e senhores, ela dá uma aula aqui. E poderia ter fácil levado nas dez colocações, porque seu álbum, “Sometimes I Might Be Introvert”, lançado sexta passada, tem música para tanto – você notou que ao longo do ano a gente foi premiando single a single dela? Seria justo. Mas a semana teve peso pesados na área de lançamento, como os colossais Drake, Radiohead e Abba. Então a gente quis dar chance para eles também, vai. Para dar mais colorido à playlist caprichada que você já conhece, a que acompanha semanalmente este ranking não menos caprichado.

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1 – Little Simz – “Point and Kill (feat. Obongjayar)”
Disco de rap que tem mais de uma hora e só dá ideia certa em 2021? Não é aquele que você está pensando, provavelmente. Nem esse outro aí. O mérito é de Little Simz. Que álbum, gente. Tudo funciona aqui em “Sometimes I Might Be Introvert”, das letras da “pequena” Simz, que citam até uma passagem gastronômica em São Paulo, um oferecimento (cóf.) da Popload que trouxe ela para a cidade, até as produções inventivas sonoramente – com cordas bonitas, batidas de classe e maravilhosos backing vocals. Um disco que merece repetidas audições dada o número de camadas e faixas, são 19. Já viu o vídeo desta “Point and Kill”, novíssimo?

2 – Radiohead – “If You Say the Word”
Vem aí a reedição dos clássicos “Kid A” e “Amnesiac”, irmãos-gêmeos que vão ser relançados juntos com um disco de material inédito. É Radiohead, né? A gente não sabe dizer como eles não tiveram coragem de lançar uma música tão boa por tanto tempo, como esta que a gente destaca aqui. Esses não sofrem com ansiedade mesmo.

3 – Drake – “Way 2 Sexy (feat. Future and Young Thug)”
Esperta a sacada do canadense Drake de reaproveitar o velho hit “I’m Too Sexy”, do Right Said Fred, nessa parceria com Future & Young Thug. Ficou com a melodia e atualizou a letra de um jeito esperto. A música é o hit de cara do polêmico “Certified Lover Boy”.

4 – Amyl and The Sniffers – “Hertz”
É sempre impressionante a energia que esses australianos puxados pela espoleta Amy Taylor conseguem colocar em cada som. “Hertz” é uma música para sair pulando sem nem entender muito bem o que está rolando. Tanto que essa é basicamente a energia de parte do vídeo que ilustra a canção. E, note, a música tem ainda um solo de guitarra que presta em 2021. Não é pouca coisa.

5 – Lady Gaga – “Fun Tonight (Pabllo Vittar Remix)
A gente avisou que a Pabllo ia levar o Brasil para o mundo ao inventar algo nosso dentro do hyperpop. Não deu outra: a diva Lady Gaga quis um pouco de forró no seu álbum de remixes. Arrebentaram, todos os envolvidos.

6 – ABBA – “I Still Have Faith in You”
Muito louca a ideia de que o ABBA vai voltar a fazer shows com avatares. Parece obra de ficção científica, mas é isso. Enxergando a nova ordem mundial para uma banda deste naipe. O quarteto vai voltar, membros originais, shows presenciais, mas eles mesmo vão colar só virtualmente. Bom é que lançaram duas músicas inéditas que provam que eles ainda estão de fato na pista. Dois musicões que animaram até o mestre John Carpenter.

7 – Baby Queen – “Raw Thoughts”
Baby Queen é o nome artístico de Arabella Latham, uma menina da África do Sul que tentou a sorte com música na Inglaterra por anos e ficou a ver navios. Desempregada na pandemia, ela que trabalhava na Rough Trade começou a soltar seu novo material na boa e desta vez parece que está rolando. Single a single ela foi bombando mais e mais. Falam que agora até a Courtney Love é amiga dela. É um pop indie de qualidade que funciona bem. Ainda não sabemos como “Raw Thoughts” não estourou para valer. Mas não vai ser surpresa se ela subir de liga.

8 – Priya Ragu -“Good Love 2.0”
E da Suíça vem Priya Ragu. Filha de pais de um casal do Siri Lanka, a menina também arrepia em um pop extremamente bom. É dos melhores R&B do ano. Justin Timberlake pagaria muitos dólares para este som ser dele. E, tipo, mais uma artista recém-desempregada, já que tem poucos meses que ela largou o trabalho “normal” para se dedicar à música. E, detalhe, ela começa sua carreira já aos 30 e poucos anos. Para perseguir seu sonho. Admiramos.

9 – Johnny Marr – “Spirit Power and Soul”
Aqui o guitarrista lenda-viva do Smiths entra numa onda de fazer um electrosoul. E esta onda é muito boa, como geralmente é onde ele encosta a mão. Fãs do seu lado mais roqueiro não precisam nem ensaiar uma cara feia nesta pegada levemente mais eletrônica do homem. A guitarrinha marcante dele está ali.

10 – Suuns – “Clarity”
Mais um representante do Canadá. No caso, uma banda de art-punk, cabeçuda e que está por aí há um década fazendo seu barulhinho. É bem interessante o trampo novo do trio. Experimentação gostosinha de escutar. É estranho e superpop ao mesmo tempo, pelo menos na nossa cabeça.

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* A imagem que ilustra este post é da rapper inglesa Little Simz.
* Este ranking é formulado pelo duo Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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Drake bota Jay-Z e Lil Wayne, conecta com as artes plásticas e desenterra “I’m Too Sexy” em “Certified Love Boy”, disco lançado hoje

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* De cara, uma das melhores músicas do discão que o rapper canadense Drake soltou hoje, é “Way 2 Sexy”, com peso pesados na participação especial como Future e Young Thug. Ela está no já famoso “Certified Love Boy”, da capa artística polêmica para estes dias, sexto álbum do Drake, outro da linha anunciado-adiado-anunciado-adiado, que finalmente saiu.

“Way 2 Sexy (with Future & Young Thug)” é baseada e ainda traz sample no começo de “I’m Too Sexy”, sucesso pop monumental do duo de brothers ingleses Right Said Fred, do comecinho dos anos 90, com letra e vídeo musical tão bom e pop quanto divertido.

Claro que Drake leva o hit do Right Said Fred para um outro lugar, mas essa desencavada do canadense para “I’m Too Sexy” é muito oportuna para lembrarmos o tamanho de uma boa canção despojada num mundo zoado.

“I’m too sexy for my shirt/ Too sexy for my shirt/ So sexy it hurts” é uma das frases marcantes da música dos irmãos ingleses, que em 1991 foi número 1 na Inglaterra, nos EUA e no Japão. Para você sentir o tamanho da música, que andava adormecida, o Right Said Fred foi a primeira banda inglesa a botar uma canção no topo da “Billboard” americana desde os Beatles. A canção fez parte de trilha de 40 filmes e seriados de TV, como os “Simpsons” no auge.

Com Drake, “I’m Too Sexy” ganha tratamento hip hop marrento e uma daquelas batidas grave fortes típica do rapper, para virar “Way 2 Sexy”.

“I’m too sexy for this chain
Too sexy for your gang
Too sexy for this fame, yeah, yeah
I’m too sexy for the trap
Too sexy for that cap
Too sexy for that jack, yeah, yeah”

“Certified Love Boy”, este novo do “amigão” do Kanye West, tem ainda nas colaborações as presenças de Travis Scott (“Fair Trade”), Jay-Z (“Love All”) mais 21 Savage, Lil Baby, Lil Wayne, Ty Dolla $ign e Kid Cudi entre outros. Coisa muito séria.

Na quarta passada, dois dias atrás, apareceram enormes cartazes de Drake em muitas cidades dos EUA, Canadá e até na Nigéria, anunciando quem eram os convidados de “Certified Love Boy”. Em Nova York, um luminoso gigante na iluminadaça Times Square dizia “The Goat”, um dos apelidos de Jay-Z.

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A capa de “Certified Love Boy”, a dos 12 emojis de mulheres grávidas, causou muito buchicho nas redes, quando mostrada no começo desta semana. Quando apresentada, sem muitas explicações, a capa sugeria ser um desenho do polêmico artista plástico inglês e colecionador milionário Damien Hirst. A capa veio com um aviso “1 de 2 por Damien Hirst” e induz uma parceria entre os artistas cananadense e inglês, com uma outra obra vindo por aí.

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Entre os babados do disco novo do Drake está a música “No Friends in Industry”, que diiiiiiiiizem ser direcionada ao desafeto Kanye West.

No friends in the industry/ My brothers been my brothers, man, you n‘s ain’t no kin to me, a fact (Woah)/ … / I had to draw the line between my brothers and my enemies, a fact N‘s love to start the beef, don’t wanna keep it rap/ Yeah, he hit us up and now we owe you something back”. “Beef”, termo no hip hop popularizado pelo grande 50 Cent anos atrás para designar treta, talvez nossa “bifa”, é o apelido da guerrinha travada por Kanye West com Drake.

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Popnotas – O disco do Drake sai sexta, Kanye, e com uma capa estranha. O trailer oficial do doc do Velvet Underground. E o single ao vivo do Weezer

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– Acho que agora vai. Menos de uma semana depois de o Kanye West (ou a gravadora dele) escorregar o álbum novo dele para as plataformas de streaming, outro super-rapper norte-americano, no caso o canadense Drake, vai vir finalmeeeeeeeeeeeeeente com o disco novo. “Certified Lover Boy”, sexto disco de estúdio de Drake, há um ano sendo especulado num sai-não-sai danado, chega para nós na sexta-feira agora, dia 3. A data primeiro foi anunciada por ele num programa esportivo no final da semana passada. Hoje pela manhã, Drake postou no Instagram a confirmação de 3 de setembro e uma foto com 12 mulheres grávidas em forma de emoji. Hummmmm. Do disco, conhecemos o single “Laugh Now Cry Later”, lançado em agosto, também com vídeo. Agosto do ano passado, diga-se. Sobre o nome do disco, associado a sua capa…

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– Saiu nesta segunda o trailer oficial de “The Velvet Underground: A Documentary Film By Todd Haynes”, documentário sobre a lendária banda de vanguarda nova-iorquina dos anos 60, considerada uma das precursoras do punk americano junto com os Modern Lovers, da vizinha Boston. É o primeiro doc a sair das mãos do cultuado diretor indie Todd Raynes e tem estreia dupla marcada para 15 de outubro nos EUA, nos cinemas de arte e na plataforma Apple TV+. O filme sobre a banda de Lou Reed e John Cale, que chegou a ter como empresário o gênio da pop art Andy Warhol, foi mostrado em primeira mão em maio no festival de cinema de Cannes, na França. O documentário vai chegar às salas e plataforma da Apple ao mesmo tempo que uma trilha sonora oficial aos streamings, contendo um “best of” do Velvet Underground e uns materias inéditos, como demos, inéditas e ao vivo.

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– A banda Weezer lançou sexta-feira, como single, uma versão ao vivo para “All My Favorite Songs (Live from Hella Mega)”, faixa que abre o disco “OK Human” do começo deste ano, mas numa gravação tirada da turnê que a grupo californiano tem feito em tríade, com Green Day e Fall Out Boy. O vídeo, que saiu junto, tem uma colagem de momentos do Weezer nessa tour Hella Mega. Aqui:

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Top 10 Gringo: Semana da mulher tem a St. Vincent em primeirão e a girl in red na cola. Bonito. Kings of Leon pede bom espaço e o Drake chega mansinho

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* Semaninha boa lá fora, no agito dos lançamentos musicais, com reflexo direto no nosso top 10 internacional. Tem a St. Vincent com promessa de discão, tem a promessa girl in red cada vez mais perto de se tornar fenômeno, um retorno e tanto (e inesperado) do Kings of Leon, entre outros auês sonoros. Um mundo pop mais agitado nos cantos onde a pandemia deixa a cada dia mais de ser uma realidade, privilégio deles, incompetência nossa. E la nave va.

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1 – St. Vincent – “Pay Your Way in Pain”
St. Vincent voltou. E voltou com tudo. Gemidos acompanhados de um piano antigo, um riff sintetizado junto de uma bateria analógica. Universos misturados em uma letra sobre o preço que pagamos em dor e vergonha da nossa existência atual. Ou como explicou melhor à revista inglesa NME a própria Annie Clark: “É também sobre como não há nada que eu tenha feito na minha vida que não envolva algum tipo de luta”.
2 – girl in red – “Serotonin”
Billie Eilish europeia ainda por explodir – ou uma nova Lorde talvez -, a norueguesa Girl in Red (ou girl in red, tudo em minúsculos, um jeito significativo da nova geração de se expressar…) promete com seu álbum de estreia “if i could make it go quiet” (as minúsculas…). “Serotonin”, seu novo single, começa superindie nas guitarras e entra num quase hip hop pop (hip pop) e recebe a volta das guitarras às vezes. E tem “A LETRA” para o movimento indie-mental health que assola a música hoje, no Brasil e fora dele: “I’m burnin’ up on serotonin/ Chemical unbalance got me twisting things/ Stay blessed with medicine”. O que mais ou menos seria “Minha serotonina está bombando. O desequilíbrio químico me atrapalha toda. Fico plena com remédios”. Pesado. E leve depois dos remédios tomados.
3 – Kings of Leon – “Stormy Weather”
A gente está na turma que gostou do novo álbum do Kings of Leon. “When You See Yourself”, oitavo disco, recupera o fôlego perdido em alguns lançamentos qualquer-nota da banda nos últimos anos – onde andaram cada vez mais distantes do bom primeiro álbum e dos três seguintes que eram respeitáveis. Aqui as coisas funcionam bem. Temos boas guitarras, protagonistas, e uma bateria que vai da simplicidade de saber se fazer presente quando precisa. E um punhado de canções inspiradas, como o caso de “Stormy Weather”, que pede uma estrada, um rolê lá pelas quatro da manhã a procura de alguma coisa perdida que ninguém sabe ao certo o que é. Só quer ver se acha.
4 – No Rome, Charlie XCX e The 1975 – “Spinning”
Deu muita liga essa união entre o relativamente desconhecido No Rome e os gigantescos em popularidade (cada um na sua) Charlie XCX e The 1975. Daquelas canções que vão tocar infinitamente em qualquer rádio do mundo – das mais alternativas até as mais pops. Pegajosa demais. A Charlie comentou algo de supergrupo. A gente imagina que, se esse trio quiser lançar mais coisas juntos, não vamos reclamar.
5 – Drake – “What’s Next”
Talvez “What’s Next” não seja mais um hit nos portes que acostumamos a ver do Drake, mas é um bom som – até por ser um Drake mais rimador, um lado que de vez em quando ele deixa de lado demais e que ele sabe como poucos. E o refrão aceleradíssimo é um acerto e tanto: “I’m makin’ a change today”. Bora pro disco, Drakão.
6 – Amy Winehouse – “Valerie” (Live in London)
O disco ao vivo da Amy Winehouse que pintou nos streamings não é exatamente uma novidade – ele já rolava em DVD há um bom tempo e até em vinil. Mas ter uma acesso fácil a esse registro espetacular e no auge da Amy é algo que não dá para desprezar jamais. Um pouco antes do estouro mundial de “Back to Black”, ela está cantando tudo o que sabe, com o melhor repertório possível, banda afiada. Vale escutar todas, fomos de “Valerie” porque, além de ser maravilhosa (e na real ser uma cover do estupendo The Zutons), vale sacar a versão mais suingada que ela fazia ao vivo em relação à que está no álbum solo do Mark Ronson, o produtor-magia.
7 – Nick Cave – “Carnage”
Nick Cave em um trabalho escrito e gravado durante a pandemia, com o parceiro de tantas Warren Ellis, que começa com os versos: “There are some people trying to find out who/There are some people trying to find out why/There are some people who aren’t trying to find anything/But that kingdom in the sky”. Cave trabalha em outro patamar, como a gente gosta de dizer aqui no Brasil. E mais uma semana dele aqui no Top 10 porque, no nosso ritmo de trabalho frenético, é preciso de muito mais do que o tempo do mundo pop para sacar um Nick Cave.
8 – Julien Baker – “Faith Healer”
A expectativa boa que tínhamos quanto ao álbum de banda da Julien Baker se cumpriu. Que discão da cantora e multiinstrumentista. Nossa favorita segue, no entanto, uma que já conhecíamos enquanto single. “Faith Healer” é um tratado sobre vícios que vai além do problema do vício em drogas e avança sobre a questão do escapismo, que alguns encontram na política, na religião. Formas de lidar com a dor que talvez evitem a cura da própria quando confiamos em pessoas não muito bem intencionadas. Um musicão que prima na dinâmica, uma habilidade que já existia na obra de guitarra e voz de Julien, mas que está amplificada agora que ela é acompanhada por uma banda que pode dar mais corpo a suas ideias.
9 – Wolf Alice – “The Last Man on Earth”
Que bom é termos de volta o Wolf Alice. A banda inglesa da Ellie Rowsell chegou ainda quieta, quase, com este single, para anunciar que vem aí o terceiro álbum. “Blue Weekend” vai ser lançado no dia 11 de junho e já estamos reservando alguns lugares por aqui para suas canções, neste humilde ranking. “The Last Man on Earth”, a música, tem sequência dramática até entrar numa sinfonia à lá Beatles no final. E vale sacar o vídeo da música, simples na ideia e execução, mas ainda assim maravilhoso.
10 – Tigercub – “Stop Beating on My Heart (Like a Bass Drum)”
Banda inglesa de Brighton que sempre parece que vai “acontecer” mas não deslancha, a Tigercub tem a chance de decolar agora com seu segundo álbum. Para puxar “As Blue as Indigo”, o disco, a ótima “Stop Beating on My Heart (Like a Bass Drum)” até começa meio Alt-J brincando com os silêncios, mas depois descamba num Muse heavy metal bem bom.

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* A imagem que ilustra este post é da cantora e guitarrista St. Vincent.
** Repare na playlist. A gente inclui as 10 mais da semana, ou quase isso, mas sempre deixa todas as músicas das semanas anteriores. Pensa no panorama que isso vai dar conforme o ano for seguindo…
*** Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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POPLOAD NOW: Os nove álbuns blockbusters que vão abalar nosso 2021, estrelando Drake, Foo Fighters, Lorde, Frank Ocean, Adele…

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* A gente gosta aqui de elencar os discos indies que estamos desesperados para que saiam logo, mas não podemos deixar de listar os blockbusters também, né? Que vão dar um agito gigantesco na cena, ainda que no paralelo das nossas vidas. E dar um agito, sim, a este site, por que não? E aos nossos festivais quando tudo passar, por que não? E outros por que nãos.

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** DRAKEJaneiro – O mega-rapper canadense Drake anunciou no ano passado o lançamento de “Certified Lover Boy”, junto com o primeiro single intitulado “Laugh Now Cry Later”, que a princípio trouxe um trailer seguido de um vídeo de alto orçamento. Quem sabe no futuro não vemos Drake estrelando um longa-metragem também?
O disco tem data de lançamento em “janeiro”, como colocamos aí em cima, sem dia anunciado. Ou seja, a qualquer momento, páááá!!!

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** FOO FIGHTERS5 de Fevereiro – “Medicine at Midnight” é o nome do próximo álbum do genial Foo Fighters, que já fez circular o bom single “Shame Shame”, inclusive estreando a música ao vivo no famoso programa Saturday Night Live, no final de semana seguinte às eleições americanas. No Réveillon, a banda liberou mais uma faixa, “No Son of Mine”. Em declaração, o líder Dave Grohl disse que o disco é “repleto de ‘hinos'”, e comparou-o a “Let’s Dance” de David Bowie. Ousado.

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** LANA DEL REY19 de março – Falamos muito no post anterior, mas tínhamos que colocar aqui também. O sucessor de “Norman Fucking Rockwell” tem o nome de “Chemtrails Over the Country Club”, sabemos já de dois singles, conhecemos a capa lindona, o tracklist que inclui uma música chamada “Wild at Heart” e outra “Dark but Just a Game” e que ele chega a nós no dia 19 de março. Ai, ai.

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** FRANK OCEANsem data – Já se passaram mais de quatro anos desde seu último lançamento, “Blonde”, mas recentemente Ocean voltou com a Beats 1 Blonded Radio, programa de rádio online em que também apresentou duas músicas suas inéditas, “DHL” e “In My Room”, e depois mais duas, “Cayendo” e “Dear April”.
Desde então, sabemos que o cantor planejava o lançamento de um disco de 7″ que ele mesmo cancelou. O que se espera é que para ainda neste ano o rapper traga mais conteúdo inédito. Ou seja, seu álbum novo finalmente.

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** KENDRICK LAMARsem data – Confirmado em praticamente todos os festivais giga mundo afora, isso num mundo pré-COVID, era esperado a esta altura que tivéssemos algo novo de Kendrick Lamar. Mas aí veio a pandemia…
Em 2018, Lamar se dedicou à trilha sonora do filmaço “Black Panther”, e recentemente deu as caras numa faixa do novo disco de Busta Rhymes.
O que sabemos por enquanto, é que ele está trabalhando em algo novo e, segundo palavras dele sobre demorar tanto: “Eu passo o ano inteiro apenas pensando em como vou executar um novo som, não posso fazer a mesma coisa indefinidamente. Eu preciso de algo para me animar.”
Torcendo para que ele fique bem animadinho. Porque estão dizendo mesmo nos bastidores da indústria que o disco novo de KL está bem pronto.

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** LORDEsem data – Em 2019, quando Lorde se preparava para gravar o sucessor do incrível “Melodrama”, ela foi pega de surpresa pela morte do seu cachorrinho, o que a fez adiar o processo. Porém, em maio do ano passado, a cantora e compositora apareceu para contar que está sim trabalhando em novo material, junto com o produtor dourado Jack Antonoff, à distância, obviamente, devido à pandemia.
Enquanto isso, Lorde (foto da chamada na home) lançou no fim do ano aquele livro de fotos de viagem da sua visita à Islândia, como te contamos aqui.
Mas, Lorde baby, queremos ouvir mais de você. Não ler, exatamente.

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** PHOENIXsem data – Ano passado fomos pegos de surpresa (ou mais ou menos) quando Phoenix lançou a ótima “Identical”, música que faz parte da trilha sonora do filme “On The Rocks”, dirigido por Sofia Coppola, esposa de Thomas Mars, vocalista e líder da banda francesa.
A faixa trouxe saudade do dançante “Ti Amo”, álbum de 2017, e desde então o grupo só lançou um livro, em 2019, chamado “Phoenix: Liberté, Égalité, Phoenix!”. Mas, segundo Mars, podemos esperar que “Identical” esteja no próximo álbum em breve, que deve ter o mesmo espírito animado.

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** RIHANNAsem data – Bom, depois de seu último lançamento, “ANTI”, láááá em 2016, de Riri só temos notícia quando se trata de seu império de beleza Fenty Beauty. E, ano após ano, os fãs querem mais que iluminador que brilha na Lua, Querem saber se, afinal, Rihanna voltará aos palcos e à música.
Em entrevista recente, a artista-empresária disse que a quarentena tem ajudado a aflorar seu lado criativo e que, para este ano, ela gostaria de levar sua marca e sua música para outro patamar.
Em março passado, Rihanna nos deu um gostinho, colaborando em uma faixa do rapper PARTYNEXTDOOR, “Believe It”. Manda mais, Rihanna, que está pouco. Mesmo.

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** ADELEsem data – Ela está mais linda, mais loira e fez o mundo dar uma respirada funda quando foi anunciada no programa “Saturday Night Live”, como host, em outubro do ano passado. Iria ela mostrar alguma canção nova ou adiantar novidades sobre o novo disco, o sucessor de “25”, que ela lançou há mais de seis anos? Mas quá! Mas no fim deixou um recadinho no Instagram, bem de leve, na ocasião do SNL, que o próximo álbum sai, sim, agora em 2021. Ok, então.

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* Esta seção da Popload é pensada e editada por Lúcio Ribeiro e Daniela Swidrak.