Em duda beat:

SEMILOAD – O pop brasileiro vai ao cyberpunk. Mas por que mesmo, hein?

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* Nossa pensadora musical contemporânea Dora Guerra, que comanda a newsletter parceira Semibreve, agora implic… questiona os vídeos esteticamente frios do quentíssimo pop brasileiro. Será que é proposital ou acidental? Coincidência estética ou o nosso pop quer nos avisar que já estamos vivendo um certo apocalipse (ou pós-apocalipse) cultural?

Dora Guerra dá uma iluminada nessa escuridão.

Captura de Tela 2021-12-03 às 8.06.10 PM

Notou que os vídeos do pop brasileiro andam meio… cyberpunks?

Tudo bem, existe essa tendência no pop gringo já há algum tempo (o k-pop que o diga!). Mas, na minha concepção, o cyberpunk era um pouco difícil de associar ao pop brasileiro: uma música tradicionalmente mais orgânica, viva, carnavalesca. Por exemplo: “Nem Um Pouquinho”, da Duda Beat, tem lá seu lado sombrio, mas cai num pagodão baiano. Por que complementar esse tipo de sonoridade com um vídeo tão escuro e “poluído”?

De Duda Beat a Iza, passando por Pabllo Vittar, é curioso que artistas cujas marcas registradas eram (essencialmente) o calor estejam atraídas por visuais mais frios. Muitas dessas artistas, inclusive, cantam sobre temas individuais, não coletivos; têm mais política, crítica e filosofia em seus pronunciamentos públicos que em suas músicas propriamente ditas. Será que escolher o cyberpunk não passa uma outra mensagem?

Afinal, a estética escancara diversas questões: projeta um futuro possivelmente poluído e pessimista; uma vida urbana hiperbólica, que te engole por completo; uma dúvida profunda sobre o que quer dizer ser humano em meio a desenvolvimentos tecnológicos tão avançados; e a decadência, decadência, decadência.

Por esses e outros motivos, esse estilo fantástico-tecnológico-decadente até casou bem com o trap – o que dá para sacar aqui pelo trabalho de alguém feito o Matuê, no disco “MÁQUINA DO TEMPO”. Pegando pelo lado literal, basta ver que a voz autotunada – tecnológica, meio robótica – e o beat, mais sombrio, têm uma conversa direta com a estética cyberpunk. Tudo isso, claro, influenciado por um dos maiores do gênero internacionalmente: Travis Scott.

E à medida que o trap vai deixando sua influência mundialmente e reinando nas paradas, era de se esperar que seus elementos visuais também deixassem pistas no universo mais pop. Vale lembrar também que existe algo de sensual em tudo que é sombrio – o caso do cyberpunk não é exceção; e, se cabe sexy, cabe o pop.

E tem mais, tem mais: tem uma indústria audiovisual crescente no brasil (aos trancos e barrancos, mas isso a gente deixa para outra hora), com gente jovem e boa de serviço e investimentos milionários em videos musicais como nunca antes. Tem grande artista com recurso para bancar um mundo fantasioso ou uma distopia e isso com certeza ajuda. Além disso, a relação direta que a estética cyberpunk faz com o mundo dos games é uma proposta atraente pra qualquer um.

Mas, mesmo considerando todo o papo daí de cima – e ainda que pareça apenas uma escolha estética –, não é só isso: a mera opção pelo cyberpunk já carrega muito significado. Ao projetar um futuro, a estética acompanha um sentimento coletivo, baseado em um certo pessimismo, muitas questões sobre a humanidade e a tecnologia. Mesmo que o flerte com o cyberpunk não ocorra em temática musical ou com densidade, escolher essa estética quer dizer acreditar que ela combina com algo do presente; por definição, a ficção científica sempre tem raízes rastreáveis no agora.

Fato é que o cyberpunk combina com o Brasil, sim. Combina com a sensação de apocalipse ou pós-apocalipse que ainda nos assombra; com o universo poluído, decadente e tenebroso que o governo nos proporcionou; com a tecnologia que, na pandemia, foi o único mediador possível das relações humanas (que de humanas pouco tiveram); com a queimada do que temos de mais simbólico e colorido; e com a realidade autoritária dessas distopias.

Mais precisamente: se estivéssemos vivendo um eterno Carnaval, não sei se haveria espaço para cyberpunk.

Uma estética nunca é só uma estética; em um ou outro vídeo talvez, mas, se já passou de três, se torna algo para se observar mais atentamente. Dançando e sensualizando com seus replicantes, Pabllo Vittar não pretende te trazer o mesmo terror realista que o Criolo em “Sistema Obtuso” (que não é cyberpunk necessariamente, apenas punk de se ver). Mas nunca esteve tão próxima do clima obscuro, coabitando em um mesmo universo tenso e pesado.

É que somos mesmo conterrâneos nesta terra distópica. Será que, quando tudo passar, os vídeos se iluminam de novo?


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* Dora Guerra escreve coisas iluminadas no Twitter dela, o @goraduerra.
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Top 50 da CENA – Anitta em primeiro lugar. E podemos provar. GusxGio seguem firmes nas cabeças. Lupe de Lupe em terceirão porque a banda está demais

1 - cenatopo19

* Well. Anitta liderando ranking indie? Pois é. Achamos que tem uma provocação ali no novo hit dela que merece prêmio, sim. Até porque, com todos os contextos e relações que essa música nova inspira, se bem entendemos o recado dela, cada vez mais é necessário que a CENA seja um todo da música brasileira. E por isso, se nosso ranking quer cada vez mais olhar para o todo produzido no Brasil, Anitta é um dos principais nomes desse rolê, ainda que uns torçam o nariz – a gente até torce para uns aspectos, mas bem justificado ali no texto, acreditamos.

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1 – Anitta – “Girl from Rio” (Estreia)
A esta altura talvez tudo já tenha sido dito sobre a novidade da Anitta. Mas tem um lance em a gente premiar ela aqui e ter citado ela no top 10 Gringo. Na lista gringa ressaltamos a sacada em conquistar o mundo. Aqui nosso olhar é sobre a CENA brasileira. Anitta pensa em multidões, sabe que seus passos ressoam mais do que os demais. E em “Girl from Ipanema” dá seu pitaco na discussão que ronda o funk ser ou não uma música tão sofisticada quanto os outros estilos, o que nos traz de volta à discussão do Grammy+Grammy+Cardy B. Por isso a provocação em se apropriar da nossa bossa nova mais popular da história. A própria bossa nova, que passou por um longo processo de elitização que a deixou muito mais branca do que é de fato, é um exemplo do que o racismo e elitismo no Brasil dão conta de fazer com a nossa cultura. Ela ser uma arma dessa mesma elite contra o funk é a prova disso. Nada mais justo que a Anitta pegar e dizer: “Ei, esse Tom Jobim é meu, na real”. Ainda que a música talvez tem suas questões problemáticas no discurso e no próprio vídeo, que vende uma sociabilidade que está em cheque no Brasil contaminado atual, a provocação está lá e é bem válida.

2 – Gustavo Bertoni e Giovanna Moraes – “Como Queria Te Deixar Entrar” (1)
Acho que o Gustavo é leitor da Popload, hein? Parceria com a YMA, com o Apeles e agora com a Giovanna. Notamos um padrão com “prediletos da casa”. Mas, brincadeira à parte, deu muito certo a união dele com a fora-da-curva Giovanna Moraes. Amigos pelas redes sociais inicialmente, aqui eles parecem parceiros das antigas, tal a conexão nas vozes e na letra – que é dela, mas soa muito verdadeira na voz do Gustavo. A música, muuuuito bonita e bem construída, ainda ganha pontos pelos diferentes climas que consegue criar, chegando até a ficar bem abstrata antes de voltar ao “normal” – como um nó que se desfaz para ser refeito.

3 – Lupe de Lupe – “Coromandel” (Estreia)
A banda mineira Lupe de Lupe adotou um jeito curioso de divulgar seu novo álbum. Cada single tem como destaque um membro da banda na voz. Logo, são cinco singles que antecedem a chegada do novo álbum, “Trator”, logo mais. Esse mais recente single, o último também, coloca no vocal o baterista da banda, Cícero Nogueira, em uma letra escrachada e que nos leva até um dos solos mais divertidos do ano. Que barulheira boa. O Pavement ou o Weezer do começo ficariam orgulhosos, desde que eles não ligassem para a letra.

4 – Jupiter Apple – “Cerebral Sex (The Apple Sound)” (2)
Astronauta Pinguim, Clegue França, Laura Wrona e Júpiter Apple formaram a The Apple Sound, a banda paulistana de Jupiter. Talvez você nunca tenha ouvido falar, porque esse quarteto durou apenas três shows em 2009. “Cerebral Sex”, único registro deles em estúdio, foi revelada pelo diretor de vídeos André Peniche, amigo do músico gaúcho, que já tinha ajudado na descoberta do disco solo perdido dele.

5 – Salma e Mac – “Amiga” (Estreia)
O casal da famosa banda goiana Carne Doce se apresenta agora de maneira intimista, dupla voz e violão. A ideia dos dois é apresentar as canções que compõem juntos na forma como surgem, com a suavidade íntima que depois viraria barulhinho bom na banda. Se nesse caldo vem novidades ainda não está claro, por agora resgataram a já linda amiga, lançada em 2016 no disco “Princesa”, com a promessa de vir mais por aí. E logo.

6 – Yung Buda – “Digimon” (3)

Interessante a experimentação do Yung Buda, rapper de Jundiaí, aqui em um som superclimático, com levada de corda e de letra quase enigmática e repetitiva, um formato ousado e raro. Só que a repetição deixa tudo com cara de um som que não parece ter fim e que a gente fica desejando que não acabe mesmo.

7 – Hierofante Púrpura – “Na Terra das Cartas” (Estreia)
Dramaticamente psicodélico este segundo single do álbum “Impermanências Lo-Fi Vol.2”, primeiro disco cheio da dupla de Mogi das Cruzes desde 2016. Pense que esse mar de brisas é um registro em fita cassete, sim, um “fora às gravações digitais”. Viva o analógico.

8 – AKEEM MUSIC – “Eu Já Amei uma Ginasta” (4)
E, se falarmos para você ao ouvir esta música, que o verso “Eu já amei uma ginasta” dificilmente vai sair de sua cabeça por muito tempo? Parece algo improvável, certo? Mas o músico gaúcho consegue esse feito, ainda que provavelmente você nunca tenha se apaixonado por um ginasta. E o verso inusitado soa lógico neste indie-pop grudento produzido pelo gaúcho Akeem, com todo o peso que esse “gaúcho” traz ainda hoje.

9 – Plutão Já Foi Planeta – “Depois das Dez” (Estreia)
Pensa em um pop bem feito. Esse é som da banda de Natal, RN, que já tocou em grandes palcos e agora reaparece reformulada, com a nova vocalista Cyz Mendes. Um processo sempre complicado, já que a voz é sempre a alma de qualquer banda, mas que pelo visto os garotos está tirando de letra, até porque Cyz manda bem demais mesmo. Como entrega “Depois das Dez”.

10 – Duda Beat – “Meu Pisêro” (Estreia)

Em seu segundo álbum, segue intacta a capacidade da Duda Beat de produzir hits dançantes que pedem por pistas e por momentos em que você se pega nos versos como “Passou 3 horas te excluí das redes sociais/Logo depois adicionei porque eu não fui capaz”. Uma sofrência daquelas, bichinho, mas dançante, sempre.

11 – FEBEM – “Crime” (5)
12 – Aquino e a Orquestra Invisível – “Os Prédios Cinzas e Brancos da Av. Maracanã” (6)
13 – Boogarins – “Supernova” (7)
14 – Moons – “Love Hurts” (8)
15 – BaianaSystem – “Brasiliana” (9)
16 – Bárbara Eugênia – “Hold Me Now” (10)
17 – NoPorn – “Festa No Meu Quarto” (11)
18 – Jair Naves – “Vai” (12)
19 – FEBEM – “México” (13)
20 – Sophia Chablau e uma Enorme Perda de Tempo – “Delícia/Lúxuria” (14)
21 – Carmem Red Light – “Faith No More” (15)
22 – Jadsa – “Olho de Vidro” (16)
23 – Giovanna Moraes – “Boogarins’ Are You Crazy?” (17)
24 – Lupe de Lupe – “Resplendor” (18)
25 – Yannick Hara – “Raça Humana” (19)
26 – Jota Ghetto – “Vagabounce” (20)
27 – Uana – “Mapa Astral” (21)
28 – Mayí – “Sedenta” (22)
29 – BaianaSystem – “Reza Frevo” (23)
30 – Jadsa – “Sem Edição” (25)
31 – Thiago Elniño – “Dia De Saída” (26)
32 – Luna Vitrolira – “Aquenda” (27)
33 – FBC – “Gameleira” (28)
34 – Rico Dalasam – “Última Vez” (29)
35 – YMA – “White Peacock” (30)
36 – Frank Jorge e Kassin – “Tô Negativado” (31)
37 – Mbé – “Aos Meus” (32)
38 – Giovanna Moraes – “Tudo Bem?” (33)
39 – Rico Dalasam – “Expresso Sudamericah” (35)
40 – Djonga – “Eu” (37)
41 – LEALL – “Pedro Bala” (39)
42 – Barro e Luísa e os Alquimistas – “De Novo” (40)
43 – Filipe Ret – “F* F* M*” (41)
44 – BNegão – “Salve 2 (Ribuliço Riddim)” (43)
45 – Vanessa Krongold – “Dois e Dois” (44)
46 – Ale Sater – “Peu” (45)
47 – Jupiter Apple – “AJ1” (46)
48 – Apeles – “Eu Tenho Medo do Silêncio” (47)
49 – Rohmanelli – “Viúvo” (48)
50 – Jadsa – “A Ginga do Nêgo” (50)

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* Entre parênteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.
** Na vinheta do Top 50, a imagem é da Anitta.
*** Este ranking é pensado e editado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix. Com uma pequena ajuda de nossos amigos, claro.

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POPLOAD NOW DA CENA – 5 coisas importantes na música BR que aconteceram na nossa ausência, estrelando Lupe de Lupe, Salma e Mac, Duda Beat, Hierofante Púrpura e Plutão Já Foi Planeta

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* Bem, estamos voltando hoje depois de três dias de fér… parada técnica para resolver problemas informáticos. Um pouco chateado que o mundo musical, principalmente a cena brasileira, não quis parar junto, mas tudo bem. Já que é assim, fazemos agora então um apanhado de assuntos musicais relevantes que aconteceram por aqui no Brasilzão nestes três dias em que ficamos “interditados”, sem postagens. Sem contar a já falada bossa nova da Anitta, temos o seguinte:

– LUPE DE LUPE
Lá vem o figuraça Vitor Brauer de novo, com sua Lupe de Lupe a caminho do quarto disco. Nesta semana a banda mineira lançou o single “Coromandel”, o último antes da chegada in full de seu novo álbum, “Trator”, que sai agora em maio. Depois de disstratar “Goiânia” e aliviar em “Cabo Frio”, esta blablablabla “Coromandel” traz a participação do amigo de cena Fernando Motta. É o de sempre: começa Weezer, termina Pavement, mas tudo do jeitão Lupe de Lupe de ser, dentro dos caminhos tortos propostos pelas ótimas letras de Brauer.

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– SALMA E MAC
O casal da famosa banda goiana Carne Doce sai com novo projeto, como casal mesmo, dupla voz e violão mais íntima impossível. Segundo eles, a ideia é apresentar as canções que compõem juntos na forma como surgem, com a suavidade íntima que depois viraria barulhinho bom na banda, mas parando mesmo na metade do caminho. Tão bom quanto. Conheça a “Amiga”, a primeira música dessa “nova” dupla (foto da Salma ilustra a home). Semana que vem tem mais música de Salma e Mac, parece.

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– HITEROFANTE PÚRPURA
A gente parado e a banda Hierofante Púrpura lançando seu segundo single, com vídeo, desta vez para a música dramaticamente psicodélica “Na Terra das Cartas”. Esse som, tal qual o primeiro, “Tbm Sou Hipster”, fará parte do “Impermanências Lo-Fi Vol.2”, disco a ser lançado pela Balaclava Records em algum momento deste meio de ano. Falamos dele aqui, o álbum vai juntar uma série de registros sonoros da banda de Mogi das Cruzes, gravados em fitinha cassete. O Hierofante Púrpura, de outro grupo-casal tal qual o da nota acima, este formado por Danilo Sevali e Helena Duarte, não solta disco cheio desde 2016, quando lançaram o interessantíssimo “Disco Demência”. Aqui, “Na Terra das Cartas”:

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– PLUTÃO JÁ FOI PLANETA
A famosa banda de indie pop, cada vez mais pop e menos indie, que já tocou no Lollapalooza Brasil, no Rock in Rio e na Globo, lança o segundo single de 2021. A música, “Depois das Dez”, junta de “Acostuma”, o single de janeiro, reafirma as mudanças de sua formação e aponta para um novo disco, ainda sem data de lançamento revelada. Hoje um quarteto com a vocalista Cyz Mendes, o guitarrista Sapulha Campos, outro guitarrista, o Gustavo Arruda (guitarra), e o ótimo baterista Renato Lellis, a Plutão, que nasceu em Natal, RN, vai mostrar as músicas novas em performance virtual no Buzina Festival, dia 8 de maio.

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– DUDA BEAT
O disco mais badalado dos últimos tempos é esse da cantora pernambucana sofrente Duda Beat, o recém-lançado “Te Amo Lá Fora”. O Spotify divulgou hoje que todas as músicas do álbum estão no top 200 da plataforma de streaming. Essa conexão bem amarrada de Duda-Spotify rendeu ainda uma aparição da moça em um dos telões gigantes da famosa Times Square, em Nova York. A artista é uma das peças da campanha global EQUAL, iniciativa para promover a igualdade de gênero na música. Olha a Duda Beat chegando a Manhattan, em foto de Vic Delnur.

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Popload Festival vai às lives. E ao bar. Conheça o Home Hour Popload Festival

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* O futuro é incerto, mas os drinks em happy hour, mesmo que em casa e com a devida responsabilidade, não. A Popload se juntou à Diageo, empresa de bebidas alcoólicas premium tipo Johnnie Walker, Smirnoff e Tanqueray, para lançar o Home Hour Popload Festival, com o objetivo de criar um fundo de apoio para bartenders, outra atividade profissional bastante afetada pela pandemia.

O festival, que terá Emicida, Tulipa Ruiz, Duda Beat (foto abaixo), Manu Gavassi e Letrux como destaques musicais, vai oferecer lives com pocket show, bate papo com artistas, dicas de consumo responsável e conteúdos com bartenders mulheres ensinando a fazer drinks em casa.

DUDA BEAT 4_créd Fernando Tomaz

Com estreia no próximo dia 14, o Home Hour Popload Festival será realizado semanalmente nas redes sociais – às quintas-feiras, às 19h. O projeto também conta com a participação de bartenders renomadas realizando miniaulas de drinks para serem feitos em casa.

No primeiro home hour, assinado pela marca Johnnie Walker, o projeto recebe a cantora Duda Beat e o influenciador João Vicente de Castro. Já na live do dia 21, Tanqueray promove
o encontro da cantora Letrux com Manu Gavassi. No encerramento, dia 28, a Smirnoff traz o artista Emicida com a cantora Tulipa Ruiz, conversando e cantando.

Todas as lives serão transmitidas nas redes sociais YouTube e Facebook da Popload Music.

As receitas e o passo a passo dos drinks ficam por conta das mixologistas Adriana Pino (que ensina a fazer os drinks Red Highball Citrus e Gold & Apple), Jéssica Sanchez (a Caipiroska de Smirnoff), e Talita Simões (Tanqueray & Tonic).

A agenda do Home Hour Popload Festival poderá ser conferida nos canais do Popload – Instagram, Twitter, Facebook e YouTube e das marcas Johnnie Walker, Smirnoff e Tanqueray, além do site do The Bar, loja virtual de bebidas da Diageo. Os conteúdos produzidos também estarão disponíveis nos canais e em playlists no Spotify.

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* A foto de Tulipa Ruiz na home da Popload, na chamada para este post, é de Érica Garrida. A imagem acima, da Duda Beat, é de Fernando Tomaz.

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Cultura Inglesa Festival no sofá. Shows de Lily Allen e Duda Beat serão transmitidos ao vivo pela TV neste domingo

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Neste domingo, São Paulo será palco da 23ª edição do Cultura Inglesa Festival. O evento acontecerá no Memorial da América Latina e já tem ingressos esgotados para os shows de Lily Allen e Duda Beat, em um choque de gerações de duas cantoras que dão o que falar.

Estrela do pop inglês do início deste século, Lily retorna ao Brasil após uma década. Dona de diversos hits, a cantora também coleciona inúmeras polêmicas ao longo da carreira, que viraram até livro, “My Thoughts Exactly”, lançado no ano passado. Foi também em 2018 que ela soltou “No Shame”, seu quinto disco de estúdio que é base da atual turnê.

Já Duda Beat é hoje atração de destaque em 199 dos 200 festivais indies brasileiros. Com canções como “Bixinho” e “Bédi Beat”, ela também promete cantar neste domingo algumas releituras de clássicos britânicos de nomes como George Michael e Spice Girls.

A boa notícia é que tudo isso vai passar ao vivo na TV fechada, pelo canal Multishow, a partir das 17h30 de domingo. A Cultura Inglesa tem incentivado as pessoas que têm ingresso, mas que não irão ao show, doem as entradas para quem está buscando por uma entrada ainda.

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