Em eddie vedder:

Eddie Vedder, músico e ativista, tocou duas canções novas em evento online beneficente, ontem. Ouça “Matter of Time” e “Say Hi”

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Captura de Tela 2020-11-19 às 11.00.23 AM

* Em evento online beneficente ontem à noite, Eddie Vedder mostrou duas música novas, as inéditas “Matter of Time” e “Say Hi”. O programa, cheio de ilustres participações e uma causa própria bancada pelo líder do Pearl Jam, se chamou “Venture into Cures”, em que Vedder foi também o apresentador, junto com sua mulher, Jill.

O “Venture into Cures”, em parceria com o centro de pesquisa EB Research Partnership, busca chamar a atenção para ajudar crianças com a doença Epidermólise Bolhosa, uma doença de pele genética e hereditária, ainda sem cura. A pele dos afetados fica supersensível e propícia à formação de bolhas e lesões várias, que causam dores severas em suas feridas internas e externas. O EBRP e eventos como esse “Venture into Cures” buscam recursos para estudar mais a doença e aliviar a vida de portadores e de seus familiares.

O EBRS foi fundado por Eddie Vedder e Jill.

Sobre as músicas inéditas, ambas entraram nesta madrugada nos streamings, em qualidade de estúdio. “Say Hi” já havia aparecido em alguns shows solo de Vedder e apareceu no evento cantando ela de modo acústico, banquinho e violão.

E “Matter of Time” teve sua estreia mundial ontem mesmo, no evento virtual, com o conhecidíssimo jornalista David Letterman introduzindo a canção nova de Vedder feita exclusivamente para a causa. A “questão do tempo” do título é sobre a luta pela descoberta da cura da EB. E na música Vedder aparece em animação (foto que abre o post).

No link abaixo está o evento inteiro (leia mais sobre depois do vídeo). Eddie Vedder mostrando suas duas novas canções aparecem a partir do instante 2:02:10.

* Ainda sobre o evento, caso queira assisti-lo na íntegra de 2 horas, ele tem convidados do quilate de, além de seus fundadores e do citado David Letterman, de Adam Sandler, Billie Eilish, Judd Apatow e grande elenco. Além de algumas aparições musicais de Alessia Cara, Adam Levine e Willie Nelson, entre outros. O evento se inicia, curiosamente, no Rio de Janeiro, com uma performance da banda carioca Black Circle, de covers do Pearl Jam, que caiu nas graças do grupo americano em uma de suas visitas para show no Brasil.

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Pearl Jam remexe de novo no seu acústico da MTV. Por que isso ainda importa?

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* Talvez o segundo mais famoso programa da era de acústicos importantes da MTV nos anos 90, o icônico “Pearl Jam MTV Unplugged” segue sendo escarafunchado recentemente pela famosa banda de Seattle.

O acústico, que saiu em vinil e CD (pela primeira vez) no ano passado, em edição limitada para o Record Store Day, ganhou streaming ontem à noite no canal do Youtube do grupo de Eddie Vedder.

Ok, ele já estava totalmente à disposição na plataforma de vídeos, em canais de fãs, porque em 2009 ele havia sido lançado em DVD pelo Pearl Jam, como parte do pacote de aniversário do primeiro disco deles, o “Ten”. Até aqui, o acústico do grupo era oficialmente inédito.

De toda forma, hoje em dia e principalmente em tempos pandêmicos, ações assim ganham bastante importância, além do que sempre é bom ter acesso ou rever um documento importante de época como este. Olhar a banda na época, aquelas pessoas que estavam lá vendo, pensar nas que estavam assistindo. O que acontecia em torno deste “Unplugged” na música e nos costumes musicais, naquele março de 1992, lá e aqui no Brasil, daria para contar apenas em mil posts como este. Posso começar já?

Bom, sirva-se:

1:23 Oceans
4:38 State of Love and Trust
8:30 Alive
14:00 Black
19:31 Jeremy
24:49 Even Flow
30:08 Porch

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Na onda dos protestos, Pearl Jam libera o vídeo proibido de “Jeremy” (1993), remasterizado e sem cortar o final

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* Como uma forma de protestar contra a violência generalizada que assola este planeta descontrol, a veterana banda grunge (?) Pearl Jam resolveu meter o dedo numa ferida antiga e liberou sem cortes o famoso vídeo oficial de “Jeremy”, um de seus hinos, de 1992.

A sexta-feira passada, em meio ao turbilhão de contestações em todo o país ainda pelo incidente racista que vitimou George Floyd, ainda por cima foi lembrada nos EUA como o Dia Nacional da Conscientização da Violência das Armas de Fogo.

O grupo de Eddie Vedder achou oportuna a ideia de remasterizar em HD e soltar “Jeremy” sem censura bem na data, a versão sem cortes que conta a história de um menino que sofre bullying na escola e resolve acabar com a história botando uma arma na boca em plena classe, na frente da professora e dos coleguinhas. A história é real. Vedder fez a música depois de ler a história em um artigo de jornal de Seattle.

Terceiro single do álbum de estreia da banda (“Ten”), “Jeremy” teve dois vídeos na época. Um em 1991, ano em que o disco debut do Pearl Jam saiu, que mostrava em p&b a banda girando ao tocar e cantar a música. Uma arma de fogo aparece no final desse primeiro vídeo, sem maiores dramas.

No ano seguinte foi produzido o vídeo polêmico, que teve seu final censurado pelo impacto da cena do suicídio na sala de aula. Na versão editada, o ato é apenas sugerido.

O vídeo entrou imediatamente em alta-rotação na MTV americana (e brasileira) e é considerado o fator definitivo para o Pearl Jam estourar de vez. Ganhou quatro Video Music Awards na emissora, em 1993.

“A crescente onda de violência com armas de fogo, desde que ‘Jeremy’ estreou, é impressionante. A gente pode evitar essas mortes por armas, sejam elas tiroteio em massa, suicídio, em pena de morte ou acidental”, disse a banda, em comunicado.

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Em seu próprio festival, Eddie Vedder toca Daniel Johnston e divide o palco com The Strokes e Red Hot Chili Peppers

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Fotos: Stephen Hoffmeister

Fotos: Stephen Hoffmeister

Rolou neste final de semana em Dana Point, Califórnia, o Ohana Festival, evento que tem como curador nada menos que o incrível Eddie Vedder, líder do Pearl Jam. E, desde a sexta-feira, o cantor fez questão de estar presente e conferindo tudo de perto.

A primeira aparição de Vedder no palco foi com os Strokes. Ele disse que atendeu ao convite de Julian Casablancas e que aquela era uma forma de agradecer a todos os artistas que se envolveram com o festival. Na parte que interessa, Eddie cantou com a banda de Nova York as canções “Had to Imagine”, do seu Pearl Jam, e ainda “Juicebox”.

Já no sábado, Eddie fez um show solo e não deixou de homenagear Daniel Johnston, que morreu no início deste mês. O vocalista do PJ era bastante fã do artista americano e fez uma cover de “Walking the Cow”, canção lançada originalmente em 1983, no discaço “Hi, How Are You”. Eddie canta a faixa de forma frequente em seus shows, mas esta foi a primeira vez após a passagem de Johnston.

Encerrando o festival, ontem, Vedder invadiu o palco do Red Hot Chili Peppers e armou com a banda de Anthony Kiedis uma cover de “Just What I Need”, para homenagearem Ric Ocasek, do The Cars, que também morreu recentemente.

Os registros dos três episódios podem ser conferidos abaixo.

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A vida imita a arte: Eddie Vedder canta música de “Nasce Uma Estrela” em seu show solo

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bradvedder

Uma das maiores sensações do cinema nos últimos tempos, “Nasce Uma Estrela”, a trama musical trágica e emocionante protagonizada Lady Gaga e Bradley Cooper, continua na cabeça de todo mundo. Até de gente famosa.

Eddie Vedder, líder do Pearl Jam, está na estrada com seu show solo e resolveu cantar uma faixa da trilha sonora do filme em sua apresentação na cidade de Tempe, Arizona, na noite do último domingo.

A canção escolhida por Vedder foi “Maybe It’s Time”, som interpretado por Cooper e escrito por Jason Isbbel. Bradley, inclusive, pegou algumas “aulas” de como se comporta um rockstar com Vedder para viver seu personagem Jackson Maine.

Na recente premiação do Oscar, “Nasce Uma Estrela” ganhou a estatueta de “Melhor Canção Original” com outra música, “Shallow”.