Em eddie vedder:

Festival nos EUA. Pearl Jam mostra ao vivo seis novas músicas no Sea.Hear.Now

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* Em seu primeiro show em mais de três anos, a banda americana Pearl Jam estreou ao vivo seis canções de seu disco do ano passado, “Gigaton”, sábado passado no festival Sea.Hear.Now Festival, que aconteceu em New Jersey, na praia, e teve 25 bandas e três palcos durante o final de semana.

A parte marinha é importante no Sea.Hear.Now, como se pode notar pelo nome do evento. Exibições de surfistas profissionais e workshop sobre o esporte eram consideradas atrações no festival, tanto quanto bandas como Smashing Pumpkins, Billy Idol, Patti Smith, entre outros nomes. E o Pearl Jam, claro. O festival juntou 30 mil pessoas em cada um de seus dois dias de realização.

“We’re happy we could make it and I think we’re all gonna make it together”, mandou Eddie Vedder no começo do show de sua banda. A apresentação ainda teve covers de Bruce Springsteen (“My City of Ruins”), de Neil Young (“Rockin’ in the Free World”, que encerrou o concerto) e uma homenagem sonora a Charlie Watts, baterista dos Stones, morto há alguns dias (trecho de “Waiting on a Friend”) durante a performance de “Wishlist”.

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Pearl Jam faz livestream de show de três horas de duração, tocando todo o aniversariante “No Code”, disco que completou 25 anos

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* Não se afogue nos números. No final de agosto de 1996, a banda americana Pearl Jam lançou seu importante quarto álbum, o “No Code”, que para muitos fãs significou o descolamento da banda do som grunge e abraçando de vez o conceito de superbanda, só que “menos metal e mais garagem”, foi o falado à época.

O disco acabou de completar 25 anos. Em 2014, durante a “Lightning Bolt Tour”, na cidade de Moline, perto de Chicago, o Pearl Jam fez um show de três horas de duração, tocando o “No Code” de cabo a rabo em um momento da apresentação.

Agora, no final de semana, no aniversário do quarto de século do álbum, o Pearl Jam realizou um livestream deste concerto, em especial.

Lembrando que enquanto o “No Code” faz 25 anos, o disco de estreia, o extrafamoso “Ten”, completa seus 30.

Curta toda a vibe do Pearl Jam no gás, em 2014, tocando um “No Code” plus, como se fosse hoje.

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Hey, kids, rock’n’roll. Eddie Vedder faz cover linda “Drive”, do REM, e bota na trilha do filme do Sean Penn

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* Eddie Vedder, o capo do Pearl Jam, revelou hoje uma sensível cover sua da fantástica “Drive”, hit dos anos 90 do REM. O tributo, que saiu bastante fiel à pegada da original, faz parte da trilha sonora do novo filme do Sean Penn, “Flag Day”.

“Drive” é um dos muitos destaques do oitavo álbum do REM, “Automatic for the People”, de 1992.

“Flag Day”, estrelado pelo próprio diretor e sua filha, Dylan Penn, entrou em cartaz hoje nos cinemas americanos. O soundtrack do longa de Sean Penn já está na plataforma e tem, além de “Drive”, outras músicas compostas por Vedder em parceria com Glen Hansard, que escreveu as músicas do famoso filme “Once”, e ainda duas músicas da cantora e guitarrista Cat Power.

A filha de Vedder, Olivia, 17 anos, também assina algumas das canções da trilha.

Abaixo, então, Eddie Vedder fazendo REM para o Sean Penn. Que frase nobre.

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POPNOTAS: O maravilhoso mundo de bandas da Creation Records, em filme; os Descendents jantando o Trump; e Lady Gaga e o hino

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– Em março, chega aos cinemas ingleses (e provavelmente ao streaming) o filme sobre a Creation Records, a gravadora britânica que nos deu Oasis, My Bloody Valentine, Primal Scream e Ride, para citar só algumas das bandas espetaculares que fizeram parte do elenco do selo. Entre os autores da cinebiografia a partir do livro “Creation Stories: Riots, Raves and Running a Label” (2014), de Alan McGee, que na versão filmada vai se chamar só “Creation Stories”, está Irvine Welsh, autor do livro “Trainspotting”, que virou um dos longa-metragens mais importantes do Reino Unido nos anos 90. O importantíssimo empresário, produtor, DJ, radialista, músico e agitador escocês Alan McGee foi o fundador da Creation Records. É famosa a história de que McGee viu num bar escocês a bandinha Oasis tocar, aqueles dois irmãos marrentos e pensou: “Acho que vou assinar com esses caras para ver o que dá”. Quem vai vivê-lo na cinebiografia é Ewen Bremner, ator que fez o personagem Spud em “Trainspotting”, o filme. Dá para ter um gostinho de “Creation Stories” aqui.

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– A banda punk californiana Descendents fez uma pequena “homenagem” a Donald Trump. Uma música de pouco mais de 40 segundos que manda o ex-presidente – ou melhor dizendo o “asshole twitter troll” – para sua casa. Talvez melhor que a letra de “That’s The Breaks” só o recado que o vocalista Milo Aukerman deu para divulgar o som. “Loser. Big time loser. Delusional loser. SORE loser. The time has come. The time is now. Just go, go, GO”.

– Enquanto um caí fora, outro chega. E Lady Gaga, que fez campanha para Joe Biden, vai ser a responsável por cantar o hino nacional do Estados Unidos durante a cerimônia de posse do novo presidente norte-americano no dia 20 de novembro. Que momento!

– A tradicional apresentação musical de ajuda a Tibet House em Nova York vai acontecer online neste ano. Marcada para o dia 17 de fevereiro, Eddie Vedder, Phoebe Bridgers e Brittany Howard estão entre os artistas escalados na curadoria de ninguém mais ninguém menos que o consagrado compositor e pianista Philip Glass.

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No Natal, Eddie Vedder lança EP com seis músicas sobre o tempo. O que passou e o que está por vir

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* Eddie Vedder guardou para esta ceia de Natal um presente para seus fãs, para os fãs do Pearl Jam, os fãs do grunge, de Seattle, rock americano, de games e filmes famosos, enfim. Foi o Papai Noel da hora.

Vedder lançou nesta meia-noite o EP de seis músicas “Matter of Time”, delicadezas sonoras que indicam que faltam algum tempo para algo acontecer na mesma medida que acontecem porque o tempo passou. O desenho da capa é de uma ampulheta numa nuvem carregada. As músicas “Matter of Time” e “Say Hi”, mostradas em evento online beneficente em novembro, mas aqui em gravações de estúdio, puxam o EP.

Vedder mostrou as duas músicas novas em uma causa própria bancada por ele e sua mulher Jill, chamada “Venture into Cures”, que buscou chamar a atenção para ajudar crianças com a doença Epidermólise Bolhosa, uma doença de pele genética e hereditária, ainda sem cura. Nisso a “questão de tempo” do EP é mais um grito de esperança.

Junto a essas duas canções vem uma série de quatro outras acústicas gravadas em casa, incluindo uma cover de “Growin’ Up”, de Bruce Springsteen, e “Future Days”, na versão voz e violão, música esta que fechou o álbum “Lightning Bolt”, do Pearl Jam, de 2012, e também aparece no gigantesco game “The Last of Us Part II”, em cena de despedida tocante entre os personagens Ellie e Joel. Entendedores entenderão.

“Porch” é “Porch”, você sabe, do “Ten”, dos anos 90, e “Just Breathe” é de 2009, outra de disco de sua banda famosa (“Backspacer”), mais conhecida por ser um desenvolvimento de uma canção que Vedder fez para a trilha do filme “Into the Wild”, de 2007, que ganhou até covers de Willie Nelson e Miley Cyrus.

“Matter of Time”, o EP, ficou assim:

1. Matter of Time
2. Say Hi
3. Just Breathe (acoustic at home)
4. Future Days (acoustic at home)
5. Growin’ Up (acoustic at home)
6. Porch (acoustic at home)

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