Em Editors:

Editors solta versão de estúdio de “Frankenstein”, música que se tornou sensação nos shows recentes da banda

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Banda de guitarras sujinhas que nasceu em uma era bastante inspirada do indie, no início da década passada, a ponto deles serem considerados uma resposta britânica aos Strokes, o Editors anda em uma fase mais eletrônica.

O grupo do distinto Tom Smith acabou de lançar a versão de estúdio de uma nova música que tem tido uma boa recepção em shows recentes, chamada “Frankenstein”, responsável por fechar as apresentações ao vivo. Segundo o vocalista, a faixa é uma espécie de “cartoon song for the freaks”. A produção é do conceituado Jacknife Lee, o cara por trás do clássico “An End Has A Start”, segundo álbum de estúdio da banda.

Este é o segundo trabalho mostrado pelo Editors neste ano. Mês passado, eles soltaram “The Blanck Mass Sessions”, uma espécie de versão eletrônica desconstruída do disco “Violence”, lançado ano passado, por ora o mais recente deles.

“Frankenstein” pode ser ouvida abaixo.

** A versão ao vivo.

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Editors mostra que está violento em sua nova turnê. Veja um show completo e recente feito na Alemanha

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Fotos: Vito Valentinetti

Fotos: Vito Valentinetti

Banda de guitarras sujinhas e boas surgida em uma era bastante inspirada do indie, no início da década passada, a ponto de serem considerada uma resposta britânica aos Strokes, o Editors continua na estrada mostrando canções decentes.

O canal francês ARTE divulgou recentemente uma apresentação na íntegra do grupo no Maifield Derty, festival que aconteceu no mês de junho na cidade de Mannheim, Alemanha.

O Editors está em turnê mostrando seu sexto disco de estúdio, “Violence”, lançado em março deste ano. O álbum da trupe liderada por Tom Smith tem 9 canções no total e boa parte delas foi tocada neste show, que pode ser visto abaixo.

https://www.youtube.com/watch?v=rz3iPifXCfo

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Editors resiste ao tempo e oferece seu sexto disco de estúdio. Ouça “Violence”

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Já está nas lojas o sexto disco de estúdio do sempre interessante Editors, grupo de guitarras sujinhas e boas surgido em uma era bastante inspirada do indie, no início da década passada, a ponto deles serem considerados uma resposta britânica aos Strokes.

O tempo passou e a banda liderada pelo sempre atento Tom Smith continua oferecendo material novo, como neste “Violence”, álbum que tem 9 canções novas e produção a cargo da dupla Leo Abrahams e Benjamin John Power.

“Violence” é puxado pelo single “Magazine”, lançado em janeiro, e que trata-se de “um dedo apontado para todos que estão no poder, sejam políticos corruptos ou empresários”.

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Editors aponta o dedo para os políticos corruptos em novo single. O disco será lançado em março

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Banda incrível da leva britânica de “resposta aos Strokes” na década passada, o Editors está na ativa, firme, forte e anunciando novo disco para março, seu sexto de estúdio.

A já veterana banda inglesa, liderada pelo distinto Tom Smith, uma das vozes mais legais do novo rock inglês, que já está bem velho, vai lançar dia 9/3 o álbum “Violence”, que terá 9 músicas inéditas e produção assinada por Leo Abrahams e Benjamin John Power.

Nunca é demais lembrar que o Editors foi parceiro de “momento” de genial renovação do indie britânico junto de nomes como Bloc Party, Franz Ferdinand, Maximo Park, Libertines etc., quando guitarras sujinhas e legais tomaram conta do pop no meio dos anos 2000, graças à bandeira de minirrevolução fincada nos EUA por Strokes e White Stripes.

Deste novo álbum, o Editors liberou em vídeo o bem bom single “Magazine” que, diz o Tom, “é um dedo apontado para todos que estão no poder, sejam políticos corruptos ou empresários”.

Tracklist
01. Cold
02. Hallelujah (So Low)
03. Violence
04. Darkness At The Door
05. Nothingness
06. Magazine
07. No Sound But the Wind
08. Counting Spooks
09. Belong

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Um passeio pela Holanda, ao som de Alt-J, Editors e Mumford & Sons

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Ah, os festivais. Estão caindo nas redes alguns vídeos completos de shows recentes do festival holandês Lowlands, que sempre rola no finzinho de agosto. E a edição deste ano mesclou bandas “velhas” com algumas “não tão velhas” do novo (ou nem tão novo) indie.

Um dos grupos que se apresentaram no evento foi o complexo trio inglês Alt-J, que lançou neste ano o álbum “Relaxer”, terceiro deles na carreira, mostrando o show transcendental de sempre.

Quem também apareceu em terras holandesas foi o Mumford & Sons. Outrora banda de bar, os americanos lançaram ano passado um disco SEM BANJO, “Wilder Mind”, enquanto o ótimo Editors, que foi parceiro de “momento” da genial renovação do indie britânico junto de nomes como Bloc Party, Franz Ferdinand, Maximo Park, Libertines etc., quando guitarras sujinhas e legais tomaram conta do pop no meio dos anos 2000, graças à bandeira de minirrevolução fincada nos EUA por Strokes e White Stripes, ainda continua na ativa, mesmo que sem a energia de antes.

Abaixo, vejamos as versões atualizadas dessa turma.