Em emicida:

Bora para Interlagos. Lollapalooza BR pega bom frame da multifacetada e pulsante CENA brasileira

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* Discutir escalação de festival é daquelas batalhas infinitas que todos amam. Sempre vão ter reclamações e sempre vai faltar alguém. Com isso em mente, dá para elogiar bem as opções do Lollapalooza de 2022 em relação à escolha dos artistas brasileiros para o line-up, dado o ótimo e variado momento da nossa CENA. Eles conseguiram pegar um frame que consegue respeitar bem nossa amplitude de artistas de diferentes gêneros e tamanhos.

É bom ver Pabllo Vittar, Emicida, Matuê e Gloria Groove (foto abaixo) em lugares de destaque no cartaz. São dos nossos nomes mais quentes atualmente, em questão de público e artisticamente, todos com produções novas e marcantes. Poderiam até ser nomes maiores, na real. São todos artistas que têm muito para mostrar desde que a pandemia colocou a gente em casa.

Djonga aparece logo abaixo talvez por questão de espaço. Porque, pode apostar, seu show vai ter cara de show de headliner, com o público mais vibrante do festival. Quem lembra a reação das pessoas ao só notar que ele assistia ao show do BK na edição de 2019? Imagina a reação da plateia quando ele desfilar sua série de hits acumulados nos ultimos anos.

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Também é bom ver que finalmente veremos Rashid no Lolla. Ele que ficou sem conseguir se apresentar em 2019 na tarde que trovejou no quase todo evacuado Autódromo de Interlagos, perdeu a edição de 2020 como todos nós, mas agora tem a terceira chance de fazer essa apresentação. Vai ser emocionante.

Nas guitarras, a promessa é de ótimos momentos com Fresno, Terno Rei e Menores Atos.

Silva, Clarice Falcão, Jup do Bairro e MC Tha também deixam a gente ansioso por seus bons shows, cada um na sua e cada um com seu tamanho.

WC No Beat com Kevin O Chris e uma turma que conta Haikaiss, PK, Felp 22, MC Th e Hyperaranhas honra a promessa de trazer um pouco de funk ao Lollapalooza. Uma ausência que Kevin já tinha deixado claro que não fazia sentido quando virou a atração principal do festival, em uma breve participação no show do Post Malone.

Faltou gente? Sempre vai faltar muita gente, lembrando que isso nunca é desculpa para reparações e melhoras, lógico. A gente já até levanta um cartaz pedindo um Lolla 100% nacional. E ainda assim faltaria gente. Consequência de se ter a música em melhor fase no mundo.

** O Lollapalooza Brasil acontece nos dias 25, 26 e 27 de março no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Boa parte dos artistas nacionais escalados frequentam o TOP 50 da CENA, publicado às quartas aqui na Popload.

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Strokes, Miley Cyrus e Foo Fighters comandam o bombado Lolla Brasil 2022, na retomada dos grandes festivais no país. Lista tem Idles, King Gizzard e Caribou!!!!

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* Parece que se passaram 100 anos desde o último grande evento no país, mas nos dias 25, 26 e 27 de março do ano que vem acontece em São Paulo, finalmente, o megafestival Lollapalooza Brasil, que anunciou nesta quinta-feira todas as atrações de sua nona edição. E já apresentando suas atrações dia a dia.

Numa trinca de headliners americana e toda ela rock, The Strokes (sexta), Miley Cyrus (sábado) e Foo Fighters (domingo) são as atrações principais do próximo Lolla BR.

Destes nomes de maior destaque, apenas Miley Cyrus, que transitou por várias vertentes musicais e parece ter se achado mesmo no rock’n’roll, é uma atração quase inédita no festival brasileiro. Ela veio uma única vez, há sete anos e numa outra pegada, mais dance.

Logo abaixo dos declarados principais, nomes fortes ligados ao rap pop, rap rock ou rap rap, mesmo: Doja Cat, ASAP Rocky e Kehlani engrossam a lista do Lolla. Dá até para botar o bombado Machine Gun Kelly nesse bolo.

Um time de “atrações com cara de Popload” são dignos de fazer a gente chegar cedo a Interlagos para ver. Bandas como Idles, King Gizzard & The Lizard Wizard, Black Pumas e Turnstile estão no Lolla Brasil 2022, junto com o maravilhoso Caribou, a musa Phoebe Bridgers e até o hoje veterano inglês The Wombats tocam no festival brasileiro. O DJ e produtor Kaytranada, ali no meio dos eletrônicos, também “é nosso”. A galesa Marina ex-and the Diamonds e a americana Remi Wolf se juntam a essa lista.

A armada brasileira que engrossa o Lollapalooza paulistano vem forte, neste ano de retomada: Pabllo Vittar, Emicida, Silva, Edgar, Terno Rei, Djonga, Jup do Bairro, Gloria Groove, Matuê, Jão, Clarice Falcão, MC Tha, Rashid, Fresno e os meninos do Menores Atos são alguns dos nomes brazucas do line-up do Lolla BR.

A galera emo está bem representada no Lolla: A Day to Remember e Alexonfire está no festival.

Veja o pôster oficial do Lollapalooza Brasil, abaixo:

[LOLLA] LINEUP DAY 2022_V18

* Acompanhe as redes do @lollapaloozabr para informações importantes de ingressos já comprados em 2020, novas vendas e protocolos de segurança.

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POPNOTAS: Emicida no “Guardian”, Arlo Parks manda um XX, “Peaking Fooking Blinders” e Weezer duplo

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– A gente já elogiou bastante por aqui o documentário do Emicida na Netflix. Agora “AmarElo – É Tudo Pra Ontem” começa a chamar atenção para além do Brasil. Há alguns dias, a obra foi celebrada na rede social de cinema Letterboxd como o mais bem avaliado filme de música do ano – desbancando David Byrne, Taylor Swift e o musical “Hamilton”. Nesta segunda, filme e artista ganharam uma bela reportagem no jornal inglês The Guardian, que ressalta a busca de Emicida na reconstrução da história do Brasil ao colocar os personagens negros do país em seu devido destaque.

– A gente também já escreveu bastante por aqui sobre a inglesa Arlo Parks. Na semana que vem, “Collapsed In Sunbeams”, seu álbum de estreia, será lançado. Até lá, dá para aproveitar um belo cover que ela soltou no YouTube do nosso amado The xx, a banda que deu início à instituição Popload Festival, lá em 2013.  A faixa escolhida é “VCR”. E vale ficar atento ao canal dela no YouTube: a promessa da Arlo é de mais versões de sons que salvaram sua quarentena.

– A sexta temporada da nossa amada “Peaky Blinders” será a última. Quem avisou é Steven Knight, criador e autor da série inglesa mais legal dos últimos anos, que mistura história, música boa e altas tretas. Pelo menos ele ainda deu pelo algum alívio na sua declaração: “A série vai continuar de outra forma”. Impacto da notícia assimilado, já sentimos saudade da refinada trilha sonora indie de “Peaky Fucking Blinders”… “Take a little walk to the edge of town and go across the tracks”, como diria Nick Cave.

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– Vem aí novo disco do Weezer. Dia 29 de janeiro. “OK Human” será o 14º (!!!) álbum dos californianos. Se tudo sair conforme o planejado, será o primeiro de dois álbuns da banda em 2021 – o outro deve ser o “Van Weezer”, de tendências mais voltadas ao hard rock. “OK Human”, pelo que o vocalista Rivers Cuomo descreveu em entrevista ao jornal “Los Angeles Time”, será voltado a excentricidades e muito piano. Em uma playlist criada pela banda com o nome do single “All My Favorite Songs”, canções de Johhny Cash, Neil Young, Céline Dion e REO Speedwagon dão pista do que o Weezer pode estar aprontando.

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Top 50 da CENA: O mesmo artista em primeiro e em segundo lugar? Hein, Criolo? Fora a volta de Jup do Bairro ao pódio e Yma e Ana Frango Elétrico mostrando 2021

1 - cenatopo19

* Este 2020 em seus finalmentes, mas quem disse que a CENA tira férias e nos deixa descansar? Que nada. Temos cinco novidades das boas na lista desta semana. E de nomes grandes, até. Criolo vem em dose dupla, Silva é seu parceiro em uma delas. Jup do Bairro relê um som intimista de Rico Dalasam, enquanto YMA e Ana Frango Elétrico dão as pistas do que pretendem para 2021.
E você? O que você pretende para 2021? Uma boa trilha sonora? A gente vai te ajudar com isso…

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1 – Criolo – “Sistema Obtuso” (Estreia)
Se a letra não dá um norte claro do tema, vá buscar no vídeo esse sentido. É o mundo acabando, literalmente. Caos geral. Criolo, que costuma acertar em seus recados (veja em “Menino Mimado” e “Boca de Lixo”), aqui como uma ajudinha do Tropkillaz, dá seu aviso.
2 – Silva e Criolo – “Soprou” (Estreia)
Após a porrada, a calmaria. Uma brisa leve. Um som relax onde Silva e Criolo quase que conversam com a música. Um som bom ainda para imaginar que se está indo para a praia neste ano de pouca praia.
3 – Rico Dalasam e Jup do Bairro – “Reflex” (Estreia)
Na revisão de seu primeiro EP, Rico Dalasam abre o espaço onde antes botava uma reflexão sua para que Jup do Bairro mande seu texto. “Existem corpos que nunca viverão o amor de forma horizontal/ Muito cruel, eu sei bem/ Mas talvez esse sentimento criado por vocês/ Não tenha sido para ser vivido em plenitude por todos”. Pá!
4 – YMA – “White Peacock” (Estreia)
Aqui no Top 50 a cena clássica de fim de ano é ver alguém se preparando para o próximo. É o caso da YMA em novo single maravilha, com direito a sax, lógico, e todo um clima de amadurecimento completo – voz, produção, letra. Vem discão em 2021? Achamos que sim.
5 – Ana Frango Elétrico – “Mulher Homem Bicho” (Estreia)
 “Mulher Homem Bicho” conta com uma levada Marina Lima, para ouvir caminhando de máscara e em horário fora de pico na orla de Ipanema. Segundo single da Frango neste ano, a nova canção tem linhas como “Não se assuste comigo/ Sou mulher homem bicho/ Não vem que nao tem/ Sou bruxa e neném”. Parceria de Ana Frango com a grande Ava Rocha. 
6 – Edgar – “Também Quero Diversão” (1)

Lá vem o melhor disco do ano que vem. “Miga. Cansei de explicar que este país tá uma guerra e não uma festa, que entre um mundo e outro somos um portal…”. Repare. Edgar parece falar de um futuro distópico, uma ficção científica absurda inventada. Mas nada pode ser tão real como seu discurso musical. Cada linha de suas letras é de uma riqueza simples natural e absurda. E um tapa na cara. Na cara de quem tem que ser. “Toco um funk bem altoooo!”
7 – Marabu – “Capítulo 5: Sereno” (2)
Se o assunto é um funk bem alto, solte aí o som do Marabu. Em um gênero que ama os singles, Marabu chega com o excelente “Fundamento”, um álbum conceitual. Um disco que passeia por misturas do funk com outros ritmos durante uma longa noite lá no Jardim Ângela, quebrada de SP. “Sereno”, por exemplo, se aproveita de uma clave de funk que também está nos terreiros. Por isso que um Ogã puxa a batida.
8 – Luedji Luna – “Chororô” (6)
Resolvemos mudar de música, mas não tirar a cantora baiana do nosso top 10 dentro do Top 50, porque este disco dela… A gente diz aqui, um álbum que fica nos vindo em ondas, como o mar, porque bom mesmo é estar debaixo dessas ondas. “Escolhemos “Choroô” como poderíamos ter pego qualquer outra. Aqui, repare, as coisas mais simples, como esta música, ficam lindas no jeito Luedji de ser. Que rica essa menina.
9 – Black Alien – “Chuck Berry” (3)
Ah, a força das rimas de Black Alien. Ou conhece alguém que aproveita mais os sons das palavras que esse homem? “Mais que o covid, foi o que eu vi de covarde.” A construção engenhosa de Gustavo se faz mais uma vez aqui. Um rap sobre o rock. Era só o que nos faltava. Não falta mais. Incrível.
10 – Hot e Oreia – “Domingo/Presença” (4)
Tarsila do Amaral, Alfredo Volpi, Abdias do Nascimento, Leonardo da Vinci, Caetano Veloso, Nelson Ned, “Bacurau”. Tudo solto assim parecem pontos desconexos demais? Então, dá uma olhada no vídeo do Hot e Oreia para esta música e tudo fará sentido. Daquele jeitão Hot e Oreia de fazer sentido, lógico. Incrível 2.
11 – Sabotage e MC Hariel  – “Monstro Invisível” (5)
12 – The Baggios – “Mantrayam” (7)
13 – Emicida e Gilberto Gil – “É Tudo Pra Ontem” (8)
14 – JP – Essa Mulher Vai Acabar com a Minha Vida (9)
15 – WillsBife, Don L – “Por Minha Conta” (10)
16 – Chuck Hipólitho – “Tem Cheiro de Espírito Adolescente” (11)
17 – Vovô Bebê – “Bolha” (12)
18 – Adriano Cintra – “Grow Apart” (13)
19 – Zé Manoel – “História Antiga” (14)
20 – Luana Flores – “Reza” (15)
21 – Anne Jezini – “Faz Escuro Mas Eu Canto” (16)
22 – Liniker – “Psiu” (17)
23 – Ítallo França – “O Time da Mooca” (18)
24 – Tuyo – “Sonho da Lay” (19)
25 – Luna França – “Minha Cabeça” (24)
26 – Carabobina – “Pra Variar” (26)
27 – Mahal Pita – “Oração ao Pretos-moços” (27)
28 – Guilherme Held – “Corpo Nós” (28)
29 – KL Jay – “Território Inimigo” (29)
30 – Rodrigo Alarcon – “Na Frente” (30)
31 – Marcelo D2 – “4º AS 20h” (31)
32 – Rohmanelli – “Toneaí” (32)
33 – BK – “Movimento” (33)
34 – Vivian Kuczynski – “Pele” (34)
35 – Boogarins – “Cães do Ódio” (35)
36 – Jup do Bairro – “Luta por Mim” (36)
37 – Dexter, Djonga, Coruja BC1, KL Jay, Will – “Voz Ativa” (37)
38 – Mateus Aleluia – “Amarelou” (38)
39 – Valciãn Calixto – “Nunca Fomos Tão Adultos” (39)
40 – Letrux – “Vai Brotar” (40)
41 – Negro Leo – “Tudo Foi Feito pra Gente Lacrar” (41)
42 – Don L – “Kelefeeling” (42)
43 – Mahmundi – “Nós De Fronte” (43)
44 – Rico Dalasam – “Mudou Como?” (44)
45 – ÀIYÉ – “Pulmão” (45)
46 – Coruja BC1 – “Baby Girl” (46)
47 – Edgar – “Carro de Boy” (47)
48 – Jhony MC – F.A.B. (48)
49 – Djonga – “Procuro Alguém (16)
50 – Troá! – “Bicho” (50)

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* Entre parênteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.
** A imagem que ilustra este post é da cantora incrível Yma.
*** Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix, talvez o maior estudioso da nossa CENA. Com uma pequena ajuda de nossos amigos, claro.

TOP 50 da CENA: Edgar toca um funk bem alto e vai para o primeiro lugar. E chama toda a galera do funk. Por exemplo: o Marabu

1 - cenatopo19

* Nosso primeiro lugar ordena: toca um funk bem alto. O segundo lugar respeita e manda uma ideia e tanto: um álbum de funk conceitual brilhante. E estamos comentando só o inicio de mais um Top 50 caprichado. Esta semana, especialmente, com muito rap de várias épocas e lugares. Que lindo isso!

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1 – Edgar – “Também Quero Diversão” (Estreia)
Lá vem o melhor disco do ano que vem. Edgar. “Miga. Cansei de explicar que este país tá uma guerra e não uma festa, que entre um mundo e outro somos um portal…”. Repare. Edgar parece falar de um futuro distópico, uma ficção científica absurda inventada. Mas nada pode ser tão real como seu discurso musical. Cada linha de suas letras é de uma riqueza simples natural e absurda. E um tapa na cara. Na cara de quem tem que ser. “Toco um funk bem altoooo!”
2 – Marabu – “Capítulo 5: Sereno” (Estreia)
Se o assunto é um funk bem alto, solte aí o som do Marabu. Em um gênero que ama os singles, Marabu chega com o excelente “Fundamento”, um álbum conceitual. Um disco que passeia por misturas do funk com outros ritmos durante uma longa noite lá no Jardim Ângela, quebrada de SP. “Sereno”, por exemplo, se aproveita de uma clave de funk que também está nos terreiros. Por isso que um Ogã puxa a batida.
3 – Black Alien – “Chuck Berry” (1)
Ah, a força das rimas de Black Alien. Ou conhece alguém que aproveita mais os sons das palavras que esse homem? “Mais que o covid, foi o que eu vi de covarde.” A construção engenhosa de Gustavo se faz mais uma vez aqui. Um rap sobre o rock. Era só o que nos faltava. Não falta mais. Incrível.
4 – Hot e Oreia – “Domingo/Presença” (2)
Tarsila do Amaral, Alfredo Volpi, Abdias do Nascimento, Leonardo da Vinci, Caetano Veloso, Nelson Ned, “Bacurau”. Tudo solto assim parecem pontos desconexos demais? Então, dá uma olhada no novo vídeo do Hot e Oreia e tudo fará sentido. Daquele jeitão Hot e Oreia de fazer sentido, lógico. Incrível 2.
5 – Sabotage e MC Hariel  – “Monstro Invisível” (Inédita)
Tudo bem que os versos de Sabotagem não são inéditos no som produzido por DJ Kalfani com participação especial de MC Hariel, em mais um passo na reconexão firme do rap com o funk. Vale o resgate e o lembrete do poder imortal do poeta do Canão. Se o mundo segue igual, voltemos ao começo.
6 – Luedji Luna – “Chororô” (4)
Resolvemos mudar de música mas não tirar a cantora baiana do nosso top 10 dentro do Top 50, porque este disco dela… A gente diz aqui, um álbum que fica nos vindo em ondas, como o mar, porque bom mesmo é estar debaixo dessas ondas. “Escolhemos “Choroô” como poderíamos ter pego qualquer outra. Aqui, repare, as coisas mais simples, como esta música, ficam lindas no jeito Luedji de ser. Que rica essa menina.
7 – The Baggios – “Mantrayam” (Estreia)
The Baggios em uma brisa mais psicodélica? Música longa, três partes, mudanças. Curtimos bem, hein. Mais um nome que já entra na categoria “vem álbum novo bom em 2021”.
8 – Emicida e Gilberto Gil – “É Tudo Pra Ontem” (3)
O fã de quadrinhos Emicida replicou a Marvel e mandou uma inédita nos pós-créditos de seu documentário “É Tudo Pra Ontem”, lançado pela Netflix. A faixa é uma reflexão a partir dos tempos de pandemia com Gil lendo um texto presente no livro de Aílton Krenak, “A Vida Não É Útil”, sobre o retorno do Criador à Terra em um passeio um tanto quando frustrante. Não saia antes de o filme acabar. Incrível.
9 – JP – Essa Mulher Vai Acabar com a Minha Vida (Estreia)
Um dos homens que mais sabe tirar um som de guitarra neste país ataca de novo. Alguém já mandou este som para o Lulu Santos? Acho que ele vai curtir. Odair José?
10 – WillsBife, Don L – “Por Minha Conta” (Estreia)
Inédita do Don L. é inédita do Don L. Beat do Nave, é beat do Nave. E a produção do WillsBife é das boas. Vale reparar no álbum completo, que acabou de ganhar uma versão deluxe com todas as instrumentais e inéditas, esta inclusa.
11 – Chuck Hipolitho – “Tem Cheiro de Espírito Adolescente” (5)
12 – Vovô Bebê – “Bolha” (6)
13 – Adriano Cintra – “Grow Apart” (7)
14 – Zé Manoel – “História Antiga” (8)
15 – Luana Flores – “Reza” (9)
16 – Anne Jezini – “Faz Escuro Mas Eu Canto” (10)
17 – Liniker – “Psiu” (11)
18 – Ítallo França – “O Time da Mooca” (12)
19 – Tuyo – “Sonho da Lay” (13)
20 – Aquino e a Orquestra Invisível – “Pra Dois” (14)
21 – Rodrigo Alarcon – “Na Frente” (15)
22 – Khalil – “De Cara Pro Vento” (17)
23 – TARDA – “Ninguém por Enquanto” (18)
24 – Luna França – “Minha Cabeça” (20)
25 – Silva – “Passou Passou” (22)
26 – Carabobina – “Pra Variar” (24)
27 – Mahal Pita – “Oração ao Pretos-moços” (25)
28 – Guilherme Held – “Corpo Nós” (28)
29 – KL Jay – “Território Inimigo” (29)
30 – Ana Frango Elétrico – “Mama Planta Baby” (30)
31 – Marcelo D2 – “4º AS 20h” (31)
32 – Rohmanelli – “Toneaí” (32)
33 – BK – “Movimento” (33)
34 – Vivian Kuczynski – “Pele” (34)
35 – Boogarins – “Cães do Ódio” (35)
36 – Jup do Bairro – “Luta por Mim” (36)
37 – Dexter, Djonga, Coruja BC1, KL Jay, Will – “Voz Ativa” (37)
38 – Mateus Aleluia – “Amarelou” (38)
39 – Valciãn Calixto – “Nunca Fomos Tão Adultos” (39)
40 – Letrux – “Vai Brotar” (40)
41 – Negro Leo – “Tudo Foi Feito pra Gente Lacrar” (41)
42 – Don L – “Kelefeeling” (42)
43 – Mahmundi – “Nós De Fronte” (43)
44 – Rico Dalasam – “Mudou Como?” (44)
45 – ÀIYÉ – “Pulmão” (45)
46 – Coruja BC1 – “Baby Girl” (46)
47 – Edgar – “Carro de Boy” (47)
48 – Jhony MC – F.A.B. (48)
49 – Djonga – “Procuro Alguém (16)
50 – Troá! – “Bicho” (50)

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* Entre parênteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.
** A imagem que ilustra este post é do duo mineiro de rap Hot e Oreia.
*** Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix, talvez o maior estudioso da nossa CENA. Com uma pequena ajuda de nossos amigos, claro.

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