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Uma câmera e 100 minutos de hip hop: o show completo do Eminem no Reading Festival

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O fim de semana foi de festivais na Inglaterra, com a dobradinha tradicional do Reading e Leeds, que acontece desde os anos 90. Um dos astros principais do evento foi o treta Eminem, que não lança um disco de estúdio desde “The Marshall Mathers LP 2”, que saiu em 2013. Até por isso, um show do Eminem tem sido algo raro.

A apresentação do rapper de Detroit, no Reading, rolou na noite de sábado e já caiu na internet de um jeito algo peculiar. A gravação é profissional, mas com uma câmera posicionada no centro da arena, junto à mesa de som. O áudio, limpinho. Eminem não liberou a transmissão ao vivo da BBC, mas já é muita coisa.

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No setlist, uma enxurrada de hits por cerca de 100 minutos de show, incluindo “Stan”, “Without Me”, “Like Toy Soldiers” e a incrível “Rap God”.

SETLIST
Band Intro 0:00
Square Dance 1:00
Won’t Back Down 2:27
3 a.m. 4:20
Business 6:06
Kill You 7:35
White America 11:30
Mosh 13:30
Evil Deeds 15:15
Rap God 17:00
Soldier 22:16
Just Don’t Give a Fuck 23:52
Criminal 25:30
The Way I Am 28:00
Detroit Vs Everybody 31:34
Fast Lane (Bad Meets Evil song) 32:52
The Hills (Remix) (The Weeknd cover) 35:10
Drop the World (Lil Wayne cover) 37:50
Airplanes, Part II (B.o.B cover) 40:10
Stan 42:45
Sing for the Moment 46:30
Like Toy Soldiers 48:00
Forever (Drake cover) 50:25
Love the Way You Lie 55:48
Berzerk 1:00:35
‘Till I Collapse 1:04:30
Cinderella Man 1:06:30
The Monster 1:09:30
My Name Is 1:16:20
The Real Slim Shady 1:17:51
Without Me 1:19:33
Not Afraid 1:22:25
Lose Yourself 1:31:00

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Lollapalooza BR anuncia amanhã o lindo Cold War Kids e mais umas 20 outras bandas gringas

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* Depois de meses de diz-que-diz, o Lollapalooza brasileiro vai revelar finalmente amanhã, de forma oficial, seu caminhão de atrações internacionais, que aportará em São Paulo em março do ano que vem para ocupar dois dias de Interlagos.

Corrija-me se eu estiver errado, mas talvez essa vai ser, “no bojo” de um festival, assim no equilíbrio do line-up, a melhor escalação do Lollapalooza desde sua chegada ao Brasil, em 2012. Talvez tão legal quanto o segundo deles, que, também, tinha três dias de duração e portanto trouxe muito mais atrações.

Tame Fucking Impala, Noel Fucking Gallagher, Snoop Dogg, Eminem, Die Antwoord, Alabama Shakes, Albert Hammond Jr, Mumford & Sons, Of Monsters and Men, Joy Formidable e o Jack Ü (Diplo + Skrillex) são nomes certos da lista do “nosso” quinto Lollapalooza.

Um outro nome que a Popload adianta agora é o da incrível banda COLD WAR KIDS, da Califórnia.

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A cultuada banda da Praia Grande, só que de Los Angeles, dona de uma performance que é um mantra indie-gospel absurdo ao vivo, vem pela primeira vez ao país trazendo na mala o show do seu elogiado quinto disco, “Hold My Home”, lançado no final do ano passado.

Mas hits como “Hang Me Up to Dry” com certeza irão ecoaaaaaaar no vale da Fórmula 1.

O Lollapalooza Brasil divulga, repetindo, o grosso de sua escalação internacional amanhã. Os ingressos do festival já estão a venda (http://www.lollapaloozabr.com/), há um tempinho. O Lolla BR acontece nos dias 12 e 13 de março, no Autódromo de Interlagos, em SP. A parte internacional não deve ultrapassar 20 nomes, na lista de amanhã. O pelotão brasileiro deve chegar perto desse número, no festival de março.

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Lolla Brasil: Albert dos Strokes confirmado. O lindo Jungle, da Inglaterra, vem também

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* Claro que o “confirmado” no título mereceria essas aspas, já que nada é oficial. Mas…

Ontem a Popload revelou aqui em primeira mão que o rapper bamba Snoop Dogg vem ao Lollapalooza Brasil 2016 não só para estrelar a parte hip hop da escalação junto ao encrenca Eminem como também está escalado para dividir público com os indies da Florence & The Machine, a cantora indie-barroca que toca no mesmo horário que a fera americana.

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Hoje a notícia que circulamos é que, sim, Albert Hammond Jr, guitarrista dos Strokes mas desta vez em uma algo sólida carreira solo, está confirmado no festival de Interlagos, São Paulo. O próprio Albert já havia revelado aqui sua intenção de tocar nos Lolla da América do Sul. Mas agora o martelo está bem batido.

Hammond traz para nós o show de seu terceiro disco off-Strokes, “Momentary Masters”, lançado há pouco mais de dois meses.

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Outra banda que retorna ao Brasil, só que agora para fazer o Lolla BR dançar pelo menos por uma horinha, é o ótimo Jungle. O grupo inglês de amigos funk-soul e cheio de falsetes, autores de um incrível álbum de estreia do ano passado, aparecerá novamente em São Paulo depois de se apresentar em maio último no Audio Club, na Barra Funda, em show solo. Acostumados com palcos na linha Coachella, Sasquatch ou Reading Festival, o Jungle pode usar de músicas novas para dar uma sacudidinha no Autódromo. Comigo bem à frente deles, claro.

No que promete ser um divertidíssimo e interessante Lollapalooza, o festival paulistano deve enfileirar em sua escalação, a ser divulgada oficialmente na primeira metade de outubro, nomes como Mumford & Sons, o sempre obrigatório Tame Impala, Noel Gallagher, o 007 Sam Smith (que tá quase escapando desse “job”), Of Monsters and Men e por aí vai. Além dos manos Snoop Dogg e Eminem e a operística Florence, já previamente citados.

O festival acontece nos dias 12 e 13 de março. Os ingressos já estão à venda, às escuras. Quer dizer, nem tão às escuras assim.

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Popload no Texas. Austin City Limits, o festival que termina hoje, deixa Austin sem limites

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* Popload em Austin, Texas!

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Austin é a cidade mais absurda e bacana dos EUA. Ok, não conheço Portland (ainda), uma vergonha no meu currículo. Mas aqui, se não é a capital da música no mundo, como eles mesmo dizem, eu não sei onde é? Fora que me contaram na van, no papo de boa-vindas do aeroporto para o hotel, que é a cidade mais cara para se morar hoje nos EUA. Pensa. Mais que Manhattan.

E é a cidade que tem o South by Southwest. Em que o Tarantino tem um cinema dele. Que tem uma parede em Downtown com o desenho do Sapo Cósmico do Daniel Johnston. E que está sendo chamada nos últimos anos de “Silicon Hills”, uma alusão ao território californiano do Vale do Silício, o Silicon Valley, já que Apple, Google, IBM, Microsoft, HP, Dell estão abrindo grandes escritórios e fábricas por aqui.

Que tem uma ponte roxa, a Purple Bridge, em um dos cantos da cidade, em que na primavera (parece) cerca de 2 milhões de pássaros diversos visitam por duas semanas no ano, por algum motivo.

Que tem uma ponte, essa famosa, na Congress Avenue, onde moram um milhão de morcegos. Que meia hora depois do pôr-do-sol vem gente de todo lugar, por terra ou pelo rio, para ver a revoada dos bichos, que acordam juntos e saem para caçar.

E a janela do meu quarto, no hotel onde estou hospedado, tem vista para essa ponte “especial”.

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Quando você chega a Austin, o recado é dado logo na chegada ao aeroporto, onde de sexta até domingo acontece o megafestival Austin City Limits. Em camisetas nas lojas de souvenirs ou até em faixas de “boas-vindas” a forasteiros no setor de bagagem podem ser lidos os seguintes lemas locais: “Não Bagunce com o Texas” e “Mantenha Austin Esquisita”, slogans de campanhas de marketing de outros significados (lixo na rua, incentivo a novos negócios) que ganharam força ao serem adotados em um sentido cultural. Tipo “caiu no gosto da galera”. E a galera de Austin é a galera da música.

A despeito dos avisos, o rapper Eminem, o ícone grunge Pearl Jam, os ressurgidos Outkast mais Beck, Lana Del Rey, Lorde e dezenas de outras atrações prometem bagunçar o fim de semana, a partir de hoje, daqui a pouco, dessa pequena grande cidade do Texas com a segunda etapa de um dos últimos festivais abertos dos EUA no ano, porque o inverno, mesmo essa região famosa por ser quente, está chegando.

Ao mesmo tempo, esse festival de grandes nomes, interessantes atrações de médio porte e selecionadíssimo grupo de novos artistas ajuda a manter Austin “normal”, dentro de sua esquisitice texana.

O Austin City Limits Music Festival, evento que repete sua programação por dois finais de semana seguidos com pouquíssimas variações em sua escalação (Lorde, por exemplo, não tocou na semana passada), acontece no Zilker Park, para uma média de 75 mil pessoas/dia.

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Austin City Limits (ACL) é a marca patenteada de uma instituição musical de uma das cidades mais musicais dos EUA. Começou como um pequeno programa de TV para incentivar artistas locais, ganhou projeção nacional, abriu portas para bandas de todo o mundo, virou há pouco tempo uma imponente casa de shows fechada com capacidade para quase 3 mil pessoas e, desde 2002, é um dos festivais abertos que mais crescem na América.

O evento, que ainda destacará Skrillex, Spoon, Avett Brothers, Interpol, The Replacements, St. Vincent, Jenny Lewis, Catfish and the Bottlemen e Calvin Harris, serve também para manter a fama de Austin como a “Live Music Capital of the World”.

Austin tem sete festivais durante o ano, entre eles o gigantesco South by Southwest, uma das maiores vitrines da nova música mundial com mais de mil atrações que se espalham por boa parte de suas 250 casas de shows catalogadas.

O Sxsw, que acontece em março, ainda é famoso pelo festival de cinema e pela porção Interativa, apontando tendências de música, marketing e internet e atraindo cada vez mais um número enorme de jornalistas e publicitários atrás de exercícios para enxergar o futuro. Ou entender o presente.

Voltando ao Austin City Limits Music Festival, deste final de semana, de hoje, amanhã e depois, o evento abre espaço ainda a uma feira de arte para incentivar os artistas locais e alimenta todo mundo não com hambúrgueres gosmentos típicos de grandes festivais, mas sim com comida de produtores locais ou das famosas churrascarias da cidade, obviamente com grande opção de alimento gluten free e vegetariano. Tudo para manter Austin uma cidade esquisitamente normal.

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** A Popload está no Texas a convite do Texas Tourism.

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Lollapalooza acaba hoje em Chicago, transmitindo shows de Flume, Kings of Leon e Skrillex

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****ATUALIZADO*****

* Se você acha que o Lollapalooza paulistano é o festival mais difícil de ir de um palco a outro, os extremos, precisa conhecer o Lollapalooza original, de Chicago, este que tem sua edição de 2014 acontecendo a partir de amanhã até domingo, no Grant Park, gigante espaço no coração da cidade de Chicago perto do Lago Michigan e de um dos visuais de prédios mais cool do mundo. Não é fácil atravessar o parque se esquivando de 100 mil pessoas em uma temperatura de 40 graus, costumeiramente. Isso quando não chove e tem tempestade para tumultuar um pouco mais.

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O Lollapalooza americano abre hoje com a mistureba de headliners que tem Eminem, Outkast, Kings of Leon, Arctic Monkeys, Skrillex e Calvin Harris como nomes mais reluzentes, mas um recheio indie, eletrônico e hip hop de elenco que quando se olha o cartaz é difícil imaginar QUEM NÃO está tocando em Chicago.

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Mas vai ter o Lolla no sofá, ou Lolla no trabalho, ou o Lolla no celular para quem não estiver em Chicago desta sexta a domingo, também. E o festival divulgou sua graaaaande programação de shows a serem transmitidos ao vivo nos três dias, por três canais. Programe-se:

SEXTA
16h – Into It. Over It. (3)
16h15 – Wrestlers (1)
16h15 – Courtney Barnett (2)
17h – Bombay Bicycle Club (1)
17h – J. Roddy Waltson & The Business (2)
17h – Brillz (3)
18h – Jagwar Ma (2)
18h – Perry/Etty vs. Joachim Garraud (3)
19h – Interpol (1)
19h – Portugal. the Man (2)
19h – Blood Orange (3)
20h – CHVRCHES (1)
20h – Above & Beyond (2)
20h – Rudimental (2)
21h – Lorde (1)
21h – Broken Bells (3)
21h15 – The Glitch Mob (2)
22h – Lykke Li (3)
22h30 – Arctic Monkeys (1)
22h30 – Zedd (2)
23h – Phantogram (3)

SÁBADO
16:15 – Wildcat! Wildcat! (1)
17h – Meg Myers (2)
17h – Kate Nash (1)
17h15 – Duke Dumont (3)
17h45 – The Temper Trap (2)
18h – Vance Joy (1)
18h45 – Grouplove (2)
19h – Fitz & The Tantrums (1)
19h15 – Smallpools (3)
19h45 – Manchester Orchestra (2)
20h – Gramatik (3)
21h – Foster the People (1)
21h – Martin Garrix (3)
22h – Jenny Lewis (2)
22h – The Head and the Heart (3)
22h15 – OutKast (1)
22h45 – Krewella (3)
23h – Cut Copy (2)

HOJE
16h05 – Shy Girls (1)
16h05 – Bear Hands (2)
16h15 – Lindsey Lowend (3)
16h35 – Gemini Club (1)
16h45 – White Denim (2)
17h – GTA (3)
17h15 – Bleachers (1)
17h30 – Trombone Shorty & Orleans Avenue (2)
18h – Cage the Elephant (1)
18h – RAC (3)
18h30 – London Grammar (2)
19h – Chromeo (1)
19h – Glen Hansard (3)
19h30 – The 1975 (2)
20h – The Avett Brothers (1)
20h – The Airborne Toxic Event (3)
20h15 – Flosstradamus (2)
21h15 – Childish Gambino (1)
21h15 – Young the Giant (2)
21h45 – Flume (3)
22h30 – Kings of Leon (1)
22h30 – Skrillex (2)
22h45 – Chance the Rapper (3)

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