Em erick endres:

Popload Live: hoje, 16h, no Stories da @poploadmusic, papo e musica com Erick Endres

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* Repare no horário especial de hoje. Às 16h desta quinta-feira, na conta da @poploadmusic do Stories, acontece a Popload Live, trazendo como convidado o veteraníssimo guitarrista gaúcho Erick Endres, de VINTE E DOIS ANOS.

A primeira vez que a Popload escreveu sobre Erick foi em 2012, pensa. Ele tinha recém-completado 15 anos, liderava uma banda cuja vocalista tinha 13 à época e já mandou de cara para a Popload uma session ao vivo. Pela qual ele foi devidamente chamado aqui de Jack White mirim ou um John Frusciantezinho. Me chamava a atenção ele, tão roqueirinho, ser filho do conhecidíssimo Fredi Chernobyl, mestre do bailefunk electronoise arruaceiro metal.

De lá para cá foram quatro álbuns, sendo o último de… jazz, e apresentações em grandes festivais. Lembro-me de ter falado num post lá atrás que queria ver como Erick Endres estaria aos 23 anos.

Está cedo ainda, haha, mas vamos ver como ele está hoje, aos 22. E ainda tocando para nós.

Erick Endres na @poploadmusic, às 16h.

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Já rolou por aqui conversa e som com Flavio FingerFingerrr, André Aldo, Eduardo Apeles, Vivian Kuczynski, Lucas Fresno, Rita Papisa Oliva e Ale Sater, do Terno Rei, Bianca e Rodrigo do Leela, Lucas da Glue Trip, Fefel do Boogarins, Duda Brack, Clarice Falcão, Gabriela Deptuski, do My Magical Glowing Lens, Jay Horsth, do Young Lights, Salma & Macloys, do Carne Doce, a trinca Naíra, Érica e Caro, do sexteto Mulamba, e João Erbetta, do Los Pirata, o Popoto, da banda Raça, a Sara Não Tem Nome e o produtor paulistano CESRV, o internacional Sessa, o cheio-de-histórias-incríveis Supla, a multimídia Lia Paris, o rapper afrojaponês-andróide Yannick Hara e a guitarrista e cantora Brvnks, o professor Frank Jorge, o brit-paulistano Charly Coombes, Tim Bernardes de O Terno, Mario Bross, do Wry, a diva Ava Rocha, o produtor mashapeiro Raphael Bertazzi, com o engenheiro de som e beatmaker Master San, com o músico mineiro André MOONs, com o enigmático cantor Gevard DuLove, com o músico, agora escritor e eterno VJ Luiz Thunderbird, Tatá Aeroplano, com o Pata, do Holger, com o mineiro JP, Jair Naves, Zé Antônio (dos Pin Ups), com o graaaande Clemente, do Inocentes, com a Giovanna Moraes, com Marcelo Perdido, com o Chico Bernardes, com Mário Arruda, do Supervão, o electroindígena Nelson D, a Larissa Conforto (Àiyé), o Vovô Bebê, o Gustavo Bertoni, do Scalene, Julio The Baggios, o grande Chico César, o rapper Hiran, a multiartista Jup do Bairro, Eduardo Porto (do ATR), o pernambucano Tagore e a baiana Jadsa.

Tudo regado a som ao vivo, adaptado, rearranjado, diferente, tecnicamente perdoadíssimo.
Já teve DJ set, do ótimo Willian Mexicano, com a digníssima diva pop Pabllo Vittar participando animada. E a do Lúcio Morais, do Database. Do Trepanado, da Selvagem. Do Lúcio Caramori. Do Paulão, do Garagem. Do gaúcho hard-funk Fredi Chernobyl. Do Fetusborg. Da incrível dupla electroflorestal Xaxim. Dá ótima DJ Kysia, de Fortaleza.

Já teve conversa sobre a história da CENA brasileira com um dos personagens principais dela desde sempre, o agitador Fabrício Nobre. Já teve papo de jornalismo musical com Pedro Antunes, editor da “Rolling Stone”, também conhecido como o inventor do programa “Tem um Gato na Minha Vitrola”. Já conversamos com Bruno Natal, do podcast Resumido, e Thiago Ney, da newsletter MargeM, dois instrumentos ~modernos~ vitais para entender o mundo hoje. Falamos também com Ronaldo Lemos, o maior especialista em internet no Brasil e ex-curador do Tim Festival. Com o jornalista-boleiro Mauro Beting, que tem uma série de serviços prestados à música. Com a jornalista, escritora, DJ e agitadora Claudia Assef. Com Alexandre Matias, o inventor do Trabalho Sujo. E com o conhecidíssimo Zeca Camargo.

A ideia da live é que ela, diária, de segunda a sexta no período de quarentena, não necessariamente tenha um horário padrão para rolar, mas até que tem acontecido bastante às 18h.
A gente avisa aqui e nas redes o horário certo do dia.

Então, hoje, às 4 da tarde, no Stories do @poploadmusic, conversa e música com o guitarrista gaúcho Erick Endres.

E lembrando que as Lives passaram a ficar disponíveis no igtv da conta do Popload Music, para outras revisitações ou mesmo para ver pela primeira vez. Escolha sua opção, mas veja.

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Popload Session e CENA apresentam… ERICK ENDRES

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É CENA e Popload Session, dois em um.

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Eu queria escrever como o Erick Endres toca guitarra. O menino, 19 anos, gaúcho com relações francesas, é íntimo do nobre instrumento roqueiro há 15 anos. Leia direito: não é que ele toca desde os 15. Aos 4 o pai dele já o botava para fazer barulho em guitarras. Saber quem é o pai dele explica muito dessa educação infantil: Fredi Chernobyl, produtor, DJ e guitarrista da banda-entidade gaúcha Comunidade Nin-Jitsu.

As muitas histórias de Endres a gente já deu aqui na Popload desde o começo da década. Um google rápido revela isso. Mas não cansamos de repetir, por admiração. Erick tem uma carreira que, mesmo com a pouca idade, é de roqueiro velho. Já foi indie, já foi da Sony, voltou a ser indie. Já tocou em Lollapalooza, já abriu para o Foo Fighters. Canta em inglês, francês e português. E o escambau. De novo: 19 anos.

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Enfim. O prolífico Endres tem como meta lançar três EPs neste ano. O primeiro, “Falling”, saiu em agosto, via Loop Discos. O segundo, a vir à tona no dia 11 de novembro, 11/11 para os íntimos, se chamará “[IN]” e tem, entre suas quatro músicas, essas duas da session que o guitarrista entrega em performance ao vivo para a Popload: “Blinded Eyes”e “Don’t Think I’m Crazy”. Ambas muito boas.

Depois virá o terceiro EP. Depois o álbum, que será a soma dos três EPs mais uma inédita.

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É reducionismo, contudo, quando o EP novo estiver na mão, chamar Erick Endres de “guitarrista”. No disco, ele toca todos os instrumentos. Mas, na session e em shows, ele está acompanhado por Lorenzo Flach (guitarra), Pedro Petracco (teclado e voz), Naum Gallo (baixo) e Bruno Bernardo (bateria e voz).

Sem mais delongas, vamos ao que interessa.

Senhoras e senhores, com vocês… o impressionante ERICK ENDRES.

** Ficha técnica dos vídeos: captação e mixagem de áudio, Gilberto Ribeiro Jr. (estúdio Mubemol); captação de vídeo, Cecília Saraiva e Victoria Venturella; montagem, Victoria Venturella.

***** A Popload Session é apresentada pela Heineken. Se beber, ouça música alto.

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CENA: Erick Endres, 19, desbunda em vídeo-artsy

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* Eu fico imaginando como vai ser a vida do rapaz franco-gaúcho Erick Endres, de Porto Alegre, quando ele completar, sei lá, 22 anos. Hoje com 19, ele toca guitarra há 15 anos, já tocou no Lollapalooza, já abriu para o Foo Fighters, é frequentador da Popload desde 2012, quando tinha 15.

Filho do persona Fredi Chernobyl (com todas as propriedades que isso carrega), Endres recém-lançou o EP “[falling]”, EP de quatro músicas em três línguas.

Hoje, ele soltou um vídeo para a quarta canção do disquinho, “She Looks Like Art”. Tudo lindo, canção e imagens. Dizem que essa é a nova fase do Erick. Quero estar perto dele quando ele estiver nas outras fases, também.

** A direção do vídeo é do premiado Rodrigo Pesavento, da poderosa O2 filmes. O EP está a venda na Apple Store e tem streaming no Spotify. Sente a CENA?

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MECA Festival: o teaser e o Aldo The Band confirmado

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* O primeiro festival brasileiro a acontecer em 2015, o ótimo MECA Festival gaúcho, que tem braços em São Paulo e Rio, divulga hoje um teaser da turma gringa que estrela o evento neste ano.

A diva indie La Roux, o duo Aluna George, o quinteto Citizens! e o trio eletrônico Years&Years são as atrações internacionais do MECA 2015, que acontece no hotel-fazenda de Maquiné (Rio Grande do Sul), no próximo dia 17, no dia seguinte na Estação Leopoldina, no Rio, e depois dia 24, no Hangar 001 (Campo de Marte), em São Paulo.

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A boa esquadra brasileira tem as seguintes atrações nacionais confirmadas:

Maquiné: Eric Endres e Wannabe Jalva
Rio de Janeiro: Pearl Negras, Glass n´Glue e Mahmundi
São Paulo: Aldo the Band (foto acima), Wannabe Jalva e Glass n´Glue

Eric Endres é um verdadeiro guitar hero brasileiro. Tem 17 anos. O Wannabe Jalva, hoje, é a mais americana das bandas brasileiras. Carreira americana, quero dizer. O Pearls Negras é um impressionante trio de hip hop do Morro do Vidigal, no Rio, três garotas novinhas mais conhecidas na Inglaterra que em São Paulo, por exemplo. O Glass n’Glue é um talentoso grupo indie de gente bonita também do Rio. Outra atração carioca é o Mahmundi, bem interessante projeto electropop de Marcela Vale. E agora se junta à turma os caras do Aldo, prediletos da casa, uma das melhores bandas indie-eletrônicas do Brasil, ao vivo ou em disco. Aliás, o segundo disco do Aldo deve sair em março, então algumas músicas novas podem aparecer no show de SP, pelo MECA.

O teaser do festival ficou assim:

** Fotos do Aldo do post e da home da Popload são de José de Holanda.

*** Info de ingressos para o show de São Paulo, aqui.
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Deu pra ti? Guitar hero aos 17 anos, Erick Endres lança em Porto Alegre vídeo lindo de música linda

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* Um dos melhores guitarristas que eu vi em tempos recentes, e o cara acabou de fazer 17 anos, o prodígio Erick Andres lançou hoje um vídeo de uma música que fala de solidão e passado. Solidão e passado aos 17!!! E com uma sonoridade que, se você fechasse os olhos, poderia imaginar estar ouvido as dedilhadas de um cara como John Frusciante, ex-Chili Peppers, se ele estivesse em um raro momento tranquilo.

A música, “loneliness and Past”, problemas pessoais de um garoto que até umas semanas atrás tinha 16 anos, está no primeiro disco solo de Endres, lançado há pouco tempo, porque até há este pouco tempo ele tinha uma banda, a bem boa Dis Moi, que entre outras façanhas tocou no Lollapalooza de São Paulo, no MECA Festival gaúcho e fez até session para a Popload, tipo em 2012, quando o rapaz tinha 15.

“Loneliness and Past”, o vídeo, foi gravado no centro de Porto Alegre, entre prédios históricos e esquinas famosas, em filme que aparece a skatista e modelo Ana Ostrosky. Erick Endres não só é cria do rock gaúcho como também é cria do DJ e produtor Fredi Chernobyl, que entre outras coisas toca na Comunidade Nin-Jitsu e produziu um “early” Bonde do Rolê, dado que é a zoeiras bailefunk electronoise metal. Endres cresceu nesse meio.

O “álbum solo” de Erick Endres saiu no final do ano passado, se chama “Erick” e está a venda no iTunes. Ele toca todos os instrumentos do disco e ainda o produziu. Quer mais? Parece que este “Erick” é apenas um dos TRÊS discos que ele gravou, numa tacada só. Hahaha.

Se quiser ouvir “Erick” no Soundcloud dele, é altamente recomendável.

Sobre o lançamento de hoje, olha que música deliciosa, que vídeo fofo. O clima parece Seattle 1992, filme “Singles”.

Veja o vídeo, ouça o som e fique imaginando se uma guitarrinha assim pode ter saído de um menino de 17 anos. Ele é de 1997. Nasceu quase ao som de Strokes e White Stripes. Pensa ele tocando aos 23, se ele não se perder por aí. Mas isso o Fredi não deve deixar…

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